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IPCA-15 varia 0,76% em janeiro, puxado pela alta das tarifas de ônibus

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) teve variação de 0,76% em janeiro, resultado superior ao de dezembro (0,69%). Considerando os últimos doze meses, situou-se em 6,04%, também acima dos doze meses imediatamente anteriores (5,79%). Em janeiro de 2010, a taxa havia ficado em 0,52%.

A aceleração do IPCA-15 de janeiro ficou concentrada em itens importantes no orçamento das famílias, como as tarifas de ônibus urbanos. Com variação de 1,77%, foram responsáveis pelo maior impacto individual no mês: 0,07 ponto percentual. O resultado refletiu os aumentos de 3,48% nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte e Salvador; 3,33% em São Paulo; e 1,74% em Recife. Subiram, ainda, as tarifas dos ônibus intermunicipais (1,30%) e interestaduais (1,34%). Além dos ônibus, o etanol apresentou aumento de 4,31% em seus preços, levando a gasolina a ficar 0,55% mais cara em janeiro. Assim, o grupo transporte passou de 0,17% para 0,89 %.

O grupo habitação (de 0,51% para 0,60%) também ficou mais alto de um mês para o outro com os resultados dos aluguéis (de 0,73% para 1,23%) e condomínio (de 1,04% para 1,28%), assim como os artigos de residência (de -0,34% para 0,58%), com destaque para mobiliário (de 0,21% para 1,07%) e eletrodomésticos (de -0,96% para 0,56%). Desta forma, os produtos não alimentícios registraram variação de 0,62% em janeiro, bem superior à taxa de dezembro (0,34%).

O grupo alimentação e bebidas teve taxa de crescimento de preços menos acelerada, passando de 1,84% em dezembro para 1,21% em janeiro. Mesmo assim, com 0,28 ponto percentual de contribuição, os produtos alimentícios foram responsáveis por 37% do IPCA-15 do mês.

De dezembro para janeiro, alguns alimentos apresentaram taxas de crescimento menos intensas ou continuaram com resultados em queda. O item carnes passou de 1,08% para 0,11%, açúcar cristal (de 4,12% para 2,07%), açúcar refinado (de 8,24% para 3,04%), feijão carioca (de -12,72% para -16,98%), feijão preto (de -0,46% para -3,53%) e batata-inglesa (de -3,62% para -2,53%). Outros itens apresentaram aumentos expressivos, como o tomate (de -6,19% para 23,47%), a cebola (de -3,15% para 5,55%), a cenoura (de 0,20% para 25,09%), as hortaliças e verduras (de -1,43% para 8,57%) e as frutas (de -1,16% para 3,93%).



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
26/01/2011 09:06:46

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