Irã confirma visita de embaixadores a usinas nucleares | FinanceOne
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Irã confirma visita de embaixadores a usinas nucleares

Nos próximos dias 15 e 16, embaixadores estrangeiros deverão visitar as instalações das usinas nucleares de Natanz e Arak, no Irã. A informação foi confirmada hoje (4) pelo representante iraniano na Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), Ali Asghar Soltanieh. Segundo ele, o convite foi feito durante reunião na sede da agência, em Viena, na Áustria.

“O plano [do convite] está em consonância com a política de transparência da República Islâmica nuclear”, disse Soltanieh, lembrando que, em 2006, houve visitas semelhantes também feitas por embaixadores estrangeiros no Irã. As informações são da rede estatal de televisão do Irã, Press TV.

Segundo Soltanieh, durante as visitas, os embaixadores se reunirão com autoridades iranianas. Pela manhã, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irã, Ramin Mehmanparast, também informou que houve um convite formal para que integrantes do Grupo P5+1 (Rússia, China, França, Grã-Bretanha, Estados Unidos e Alemanha), da União Europeia e de outros grupos conheçam de perto o programa nuclear iraniano.

As negociações para as visitas dos representantes estrangeiros foram fechadas no último dia 7, em Genebra, na Suíça. A retomada do diálogo foi comandada pelo secretário do Supremo Conselho de Segurança Nacional do Irã, Saeed Jalili, e a chefe de Política Externa da União Europeia, Catherine Ashton.

Há pouco mais de seis meses, o Irã está sob sanções impostas pela maior parte da comunidade internacional. Para muitos líderes políticos, o programa iraniano levanta suspeitas de que a real intenção do país islâmico seja a produção de armas atômicas.

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e autoridades iranianas negam as suspeitas e sustentam que o programa nuclear desenvolvido no país tem fins pacíficos, inclusive para uso hospitalar. No entanto, as desconfianças levaram o Conselho de Segurança das Nações Unidas a aprovar, em junho de 2010, sanções ao Irã que atingem, principalmente, a área econômica.

O governo brasileiro foi contrário às medidas punitivas. Para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ideal seria, na época, buscar o diálogo e não impor sanções.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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“O plano [do convite] está em consonância com a política de transparência da República Islâmica nuclear”, disse Soltanieh, lembrando que, em 2006, houve visitas semelhantes também feitas por embaixadores estrangeiros no Irã. As informações são da rede estatal de televisão do Irã, Press TV.

Segundo Soltanieh, durante as visitas, os embaixadores se reunirão com autoridades iranianas. Pela manhã, o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irã, Ramin Mehmanparast, também informou que houve um convite formal para que integrantes do Grupo P5+1 (Rússia, China, França, Grã-Bretanha, Estados Unidos e Alemanha), da União Europeia e de outros grupos conheçam de perto o programa nuclear iraniano.

As negociações para as visitas dos representantes estrangeiros foram fechadas no último dia 7, em Genebra, na Suíça. A retomada do diálogo foi comandada pelo secretário do Supremo Conselho de Segurança Nacional do Irã, Saeed Jalili, e a chefe de Política Externa da União Europeia, Catherine Ashton.

Há pouco mais de seis meses, o Irã está sob sanções impostas pela maior parte da comunidade internacional. Para muitos líderes políticos, o programa iraniano levanta suspeitas de que a real intenção do país islâmico seja a produção de armas atômicas.

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, e autoridades iranianas negam as suspeitas e sustentam que o programa nuclear desenvolvido no país tem fins pacíficos, inclusive para uso hospitalar. No entanto, as desconfianças levaram o Conselho de Segurança das Nações Unidas a aprovar, em junho de 2010, sanções ao Irã que atingem, principalmente, a área econômica.

O governo brasileiro foi contrário às medidas punitivas. Para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ideal seria, na época, buscar o diálogo e não impor sanções.



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