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Juros futuros curtos mantêm queda a uma semana de reunião do Copom

SÃO PAULO  –  O “game” de política monetária predominou no mercado de juros futuros da BM&F nesta terça-feira. Enquanto as taxas de longo prazo chegaram a mostrar viés de alta devido à maior aversão a risco no exterior, os DIs mais curtos concentraram o giro e se mantiveram em baixa, com investidores ajustando posições a cerca de uma semana da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom).

Até as 16h24, o contrato de DI com vencimento em janeiro/2018 era o mais negociado, com 342.010 ativos. O DI outubro/2017 – que reflete apostas para a decisão do Copom da semana que vem – é o terceiro mais líquido da sessão, com 165.280 contratos transacionados.

As apostas no mercado embute Selic de 7,25% ao fim deste ano. Essa taxa já consta da última pesquisa Focus divulgada na segunda-feira pelo Banco Central. No entanto, há debates sobre quais as chances de o BC levar o juro básico a patamares ainda menores, talvez de 7% ou abaixo disso. Nesse cenário, as taxas curtas estariam “premiada”, ou seja, ainda ofereceria oportunidade de aplicação.

A convicção de que o Brasil conviverá nos próximos meses com juros historicamente baixos – e de forma sustentável – tem ajudado a manter os mercados em “modo resiliência”, a despeito da ausência de evolução favorável dos números fiscais. E a reação de investidores aos dados do governo central foi mais uma evidência disso. Os preços dos DIs mal repercutiram a informação de que o governo central registrou em julho déficit primário de R$ 20,152 bilhões. É o pior mês de julho desde o início da série histórica.

Segundo Arnaldo Curvello, da Ativa Wealth Management, o mercado se concentra cada vez mais no noticiário sobre as eleições de 2018. De acordo com ele, tem crescido a expectativa de vitória de um candidato mais alinhado à agenda reformista, o que amortece o impacto negativo vindo da demora da retomada do debate das reformas, especialmente a da Previdência.

Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2018 caía a 7,810% (7,860% no ajuste anterior). O DI janeiro/2019 cedia a 7,780% (7,830% no último ajuste).

Entre as taxas de médio e longo prazos, as vendas foram limitadas pelo conservadorismo externo. Ainda assim, saíram das máximas à medida que as praças financeiras internacionais deixaram para trás o pior momento do dia. O DI janeiro/2021 ia a 9,290% (9,300% no ajuste de ontem e máxima de 9,360% hoje). O DI janeiro/2023 operava estável a 9,930%, abaixo do pico de 9,990% registrado mais cedo.

Com o mercado externo menos tenso, investidores tiveram mais espaço para monitorar os desdobramentos no plano local, em dia de apreciação, pelo Congresso, de destaques da MP que cria a TLP e da votação da revisão da meta fiscal.

Fonte: Valor Econômico







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