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Juros futuros recuam em dia de votação de denúncia contra Temer

SÃO PAULO  –  No dia da votação da denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) na Câmara dos Deputados, o mercado de juros futuros apresentou recuo. Ao fim do pregão regular, às 16h, o DI janeiro/2023 tinha queda para 9,810% (9,880% no ajuste anterior). O DI janeiro/2021 cedeu 9,220% (9,280% no ajuste de ontem). 

O DI janeiro/2019 também registrava baixa, a 8,020% (8,050% no último ajuste). E o DI janeiro/2018 caía a 8,215% (8,230% no ajuste anterior), no mesmo horário.

Estimativas dão conta de que Temer sairá vencedor da votação na Câmara. A consultoria Eurasia chegou a falar em 300 votos favoráveis ao relatório, que é contra a denúncia. Esse patamar fortaleceu a expectativa do governo em relação à retomada do debate da reforma da Previdência, posteriormente. Segundo um gestor, a possibilidade de cerca de 270 votos a favor do presidente Temer, mesmo sem apoio do PSDB, daria espaço para a negociação de cargos, inclusive com os tucanos, o que aumentaria sobremaneira chances de aprovação da reforma ainda neste ano.

No fim das contas, lembra, toda a atenção do mercado está voltada para o fiscal. Com a retomada do debate em torno da Previdência, investidores voltam a contar com alguma materialização de esforços com o objetivo de melhorar a situação das contas públicas. “A revisão da meta não é algo bom, mas, se ao mesmo a reforma da Previdência voltar a ser tema ainda para este ano, o mercado vai minimizar a piora da meta.”

O que não está nos preços, porém, é um rebaixamento da nota de crédito soberano, fruto do aumento das preocupações com a meta fiscal. Atualmente, o país é considerado mercado de risco pelas três principais agências globais: Moody’s, Fitch e S&P.

“A mudança de meta não está totalmente no preço, mas certamente o rebaixamento ainda não é algo refletido nos mercados. Portanto, os patamares dos ativos não seriam os que vemos agora, caso haja novo corte da nota”, afirma Matheus Gallina, trader de renda fixa da Quantitas Asset Management.

Fonte: Valor Econômico







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