Melhora das expectativas gera maior alta mensal da Confiança da Construção | FinanceOne

Gráficos e cotações de Hoje

Dólar R$ 3,4040
Euro R$ 4,2693
Bitcoin R$ 27.790,00
Bovespa 74.538,54
CDI 6,39% a.a
Poupança (mês) 0,5000%
Libra R$ 4,874
Conversor de Moeda
Veja a Cotação do
Dólar Hoje, Euro hoje e Bitcoin hoje.


Melhora das expectativas gera maior alta mensal da Confiança da Construção


São Paulo, 27/01 (Enfoque) –

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, subiu 2,5 pontos em janeiro de 2017, atingindo 74,5 pontos,o maior nível desde junho de 2015  (76,2 pontos).
“A melhora das expectativas combinada a uma percepção menos negativa sobre a situação atual contribuiu para que a confiança da construção registrasse em janeiro a maior alta mensal da série. Ainda assim não é possível apontar o fim do ciclo recessivo no setor, pois o aumento da confiança continua amparado muito mais nas expectativas do que na melhora de fato dos negócios. Vale notar que a carteira de contratos das empresas encontra-se em um patamar muito baixo”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV/IBRE.
A alta do ICST em janeiro foi determinada pela evolução favorável de seus dois componentes. O Índice da Situação Atual (ISA-CST) aumentou 1,5 ponto, alcançando 65,3 pontos, influenciado pelo indicador que mede a situação atual dos negócios, com alta  de 1,5 ponto. O Índice de Expectativas (IE-CST) cresceu 3,4 pontos, para 84,0 pontos. Dentre os quesitos que compõem o IE-CST, as perspectivas para a demanda nos próximos três meses seguintes foi o que mais contribuiu para o crescimento no mês, com aumento de 3,9 pontos na margem.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor subiu 0,7 ponto percentual (p.p.), alcançando 63,8%, resultado insuficiente para compensar o recuo de dezembro (1,1 ponto).

EMPREGO

A perspectiva de aumento na demanda nos próximos meses parece ter influenciado favoravelmente nas decisões relativas ao pessoal ocupado no setor. Entre dezembro e janeiro, a proporção de empresas prevendo reduzir o quadro de pessoal passou de 41,4% para 32,7%, enquanto a parcela das que planejam contratar subiu de 10,2% para 14,0%. Ainda longe de representar uma retomada de contratações, portanto, o resultado parece sinalizar ao menos uma desaceleração no ritmo de demissões.  “O ano de 2016 foi especialmente ruim para o emprego na construção, que registrou a diminuição de mais de 358 mil postos de trabalho”, observou Ana Castelo. 

 

A edição de janeiro de 2017 coletou informações de 700 empresas entre os dias 02 e 24 deste mês.

A próxima divulgação da Sondagem da Construção ocorrerá em 22 de fevereiro de 2017

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 27/01/2017 08:25:29







Mais lidos

Foi demitido? Saiba como obter o seguro desemprego
O seguro desemprego tem sido um recurso importante para os milhares de desempregados no Brasil. Os d...
Como começar a investir com R$3 mil?
Investir com pouco dinheiro é uma questão para muitas pessoas. Parece que para fazer uma aplicaç...
Restituição do Imposto de Renda 2018: veja cronograma
Em 2018, os milhares de contribuintes tiveram até 30 de abril para declarar o Imposto de Renda. Ago...
Cerca de 7 milhões de brasileiros têm FGTS atrasado
FGTS atrasado é uma realidade para cerca de 7 milhões de brasileiros. De acordo com a Procuradoria...
Brasileiros no Japão: emissão de vistos cresce 145%
Muitos brasileiros estão buscando novas oportunidades em outros países, e o motivo desse fluxo mig...
BC aumenta oferta do swap cambial e dólar fecha em queda
Após seis altas consecutivas, o dólar fechou em queda nos últimos dias esta semana. Para o alívi...




Publicidade