Como é calculado o PIB?

Como é calculado o PIB?

Há ainda muitas dúvidas sobre o objetivo e o valor do PIB para um país. Se você é um desses não há problema. Após ler esse texto, tudo ficará mais fácil.

Entenda sobre PIB

Entenda sobre o PIB

O Produto Interno Bruto é uma estatística identitária que serve para visualizarmos melhor a economia de um lugar (cidade, estado, país e outros). São levados em conta vários fatores de entrada e saída de dinheiro naquela região para se ter noção de seu poder econômico. Porém quando sabemos exatamente o que é analisado, fica ainda mais fácil de saber o que acontece com o local estudado. Com esse intuito iremos apresentar agora os critérios avaliados para o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) de uma região.

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Nesse primeiro critério é analisado os principais meios produtivos da região. É levado em conta os ganhos da Indústria, produção de bens manufaturados; Serviços, atividades provenientes do comércio, educação e transporte; Agropecuária todos os trabalhos envolvendo o cultivo agrícola e criação de animais.

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O segundo critério é mais complexo. Uma equação tenta achar o número que representa todos os principais gastos do país como nação em geral. A equação a ser feita é representada por: PIB = C + I + G + (X – M)

Vamos então explicar o que cada letra significa.

C: consumo das famílias em bens e serviços;
I: investimento das empresas;
G: gastos do governo em bens e serviços;
(X – M): balanço comercial = exportação – importação.

Exemplificação

Para melhor compreendimento iremos usar o cenário brasileiro de 2016.
Nos primeiros meses do ano passado o nosso país já sofria com a crise econômica. E você vai entender como é possível saber como vai o país calculando o PIB.

No primeiro trimestre do país em 2016, comparado com o último trimestre de 2015, a fabricação de produtos manufaturados tinha caído 1,2%, o comércio, os transportes e a educação abaixavam 0,2% e a produção agrícola pecuária, referência internacional, acompanhava a queda em 0,3%. O nível de desemprego influenciava uma baixa na ida da família ao supermercado, empresários mais tímidos na expansão de seus negócios, apesar do nível de exportação superar o de importação.

Tudo isso jogado na balança resultaria em um déficit no nosso PIB. Essa queda pode ser chamada de “recessão técnica” quando persistida após dois trimestres. A avaliação dos nossos números indicam uma crise econômica. Portanto o PIB pode ser usada, também, como indicador que regulariza as condições vividas por tal região.







Governo cria Comissão Especial de Reforma do Estado para melhorar gestão pública

Governo cria Comissão Especial de Reforma do Estado para melhorar gestão pública

 

São Paulo, 06/10 (Enfoque) –

O governo instituiu hoje (6) a Comissão Especial de Reforma do Estado, que deverá elaborar medidas para melhorar a gestão e pública e reduzir custos administrativos. A criação da comissão foi anunciada pela presidenta Dilma Rousseff na última sexta-feira (2), como uma das medidas da reforma administrativa, e publicada na edição desta terça-feira do Diário Oficial.

A comissão será composta por representantes dos ministérios da Fazenda, da Casa Civil, da Controladoria-Geral da União e do Planejamento, que coordenará os trabalhos e exercerá as funções de secretaria-executiva do grupo.

Entre as atribuições da comissão, de acordo com o decreto, estão a “revisão da estrutura organizacional do Poder Executivo federal” e o “aprimoramento dos instrumentos de governança, transparência e controle da administração pública federal, além da eliminação de sobreposição de competências”.

Ontem (5), ao dar posse a dez ministros no Palácio do Planalto, Dilma disse que a comissão também poderá receber contribuições de fora do governo para ajudar a melhorar a gestão pública. “Todos queremos um Estado mais preparado para realizar o reequilíbrio fiscal necessário, imprescindível para a retomada do crescimento”, disse.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/10/2015 11:00:31







6 dicas para sair do vermelho

6 dicas para sair do vermelho

6 dicas para sair do vermelho

Há casos em que a gente só enxerga o buraco depois que ele passa do pescoço. Parece tarde para reagir, mas não é. Com essas 6 dicas, veja como sair do vermelho.

Infelizmente esse é um mal que aflige boa parte da nossa população. A falta de instrução financeira nas casas brasileiras acarreta danos maiores para o futuro de uma casa. O acúmulo de dívidas, no característico efeito bola de neve, representam esta situação em que a pessoa se encontra estagnado financeiramente por falta de planejamento.

Saindo do vermelho da melhor forma
Saindo do vermelho da melhor forma

Até existe alguns meios que podem te ajudar a evitar situações como essa , mas muitas vezes é tarde de evitar a avalanche e o jeito é pensar como sair do vermelho. Se você quer abandonar este estado e não sabe como, siga esse post que certamente terá a prosperidade de volta.

1. Se entenda

A primeira parte é a mais difícil, a iniciativa. Aqui é a hora de agir e analisar o quão grave está o seu caso. É bom você visualizar tudo que está devendo, em ordem crescente, para quem está devendo e a quanto tempo. Tudo que é gasto entra na lista, inclusive os menores.

2. Planejamento salva-vidas

Gostamos de chamar assim porque é literalmente isso. Depois de sair de uma situação de dívidas em série que atormentam a sua vida, se torna outra pessoa. Nesta etapa irá traçar os planos de mudança se baseando no orçamento financeiro pessoal ou da família. Aqui tudo, extremamente tudo, é levado em conta para pode enxergar no que poderá economizar e deixar consumir por um tempo. Algumas empresas ajudam pessoas a sair da situação de débito.

3. Comece por cima

Nesses momentos de quitação de despesas, é melhor escolher as dívidas mais robustas. Normalmente, esses valores mais altos que se devem são os que possuem maior taxa de juros. Quanto mais tempo passar devendo, mais vai aumentar a quantia a se pagar.

4. Negociando

Se você está no vermelho é porque algo saiu do controle. Então é muito capaz que não tenha dinheiro logo para quitar tudo. Para isso é muito importante ter uma conversa com seu credor afim de renegociar o pagamento. Todo credor quer o seu dinheiro de volta, então para ele não interessa muito como vai pagar e sim quando. Empréstimos podem ser opção como pagamento também. Vale dever a um empréstimo com juro mais baixo do que a outro valor mais antigo de juros maior.

5. Reorganizando sua vida

Retornando a vida comum (sim, é um peso enorme tirado das costas), você precisa traçar seu futuro para que não caia no erro novamente. Hábitos de consumo precisam ser revistos. Evite compras parceladas, estatísticas indicam que esse método está ligado com grandes dívidas. Investir dinheiro com responsabilidade podem potencializar suas finanças.

6. Reserva

Por fim, ter uma reserva de emergência evita que acidentes o prejudiquem tanto. Ter uma grana guardada para situações extraordinárias é um jeito e tanto de se prevenir. Adote a ideia!

Fique ligado nas dicas e informações que passamos aqui no FinanceOne. Com um pouco de finanças pessoais é possível economizar muito.







Características e curiosidades da economia brasileira

Características e curiosidades da economia brasileira

Entendendo a economia de um país, fica melhor a compreensão de sua situação no momento. Com isso, esperamos agora mostrar melhor a economia do Brasil.

Para hoje entendermos tudo o que se passa na economia do nosso país é muito bom conhecer alguns fatores e fatos que ajudam a estruturar o Brasil. Sem mais delongas, venha conferir as 8 características e curiosidades da economia brasileira.

a economia brasileira

1. Dimensões continentais

O grande território brasileiro é uma porta de entrada para muitas atividades envolvidas na economia. Com tanto espaço no país, culturas agropecuárias ficam ainda mais propícias. Isso sem falar da infinidade de riquezas minerais que podem existir.

2. Tamanho da nossa economia

No país é adotado uma posição de mercado livre e exportadora. Seu Produto Interno Bruto (PIB) está por volta dos R$ 1,639 trilhões, o que a classifica como uma das 10 melhores economias do mundo, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI) e a maior economia da América do Sul.

3. Economia sólida

A economia do Brasil é considerada sólida, caracterizando uma grande exportação dos mais variados produtos.

4. Exportação

Os tipos de matéria que são exportados no nosso país são: minério de ferro, aço, soja e derivados, automóveis, cana-de-açúcar, aviões, carne bovina, café e carne de frango.

5. Importação

Entretanto, os produtos em que importamos em maior quantidade são: petróleo bruto, produtos eletrônicos, peças para veículos, medicamentos, automóveis, óleos combustíveis, gás natural e motores para aviação.

6. Grupos econômicos

O Brasil participa de várias organizações pelo mundo que tem como pauta a economia. Grupos como o Mercado Comum do Sul (Mercosul), a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), o G8+5, o G20 e o Grupo de Cairns.

7. Singularidade por região

Cada região em nosso país há suas particularidades.

• Norte
No Norte a base é construída pela extração vegetal de madeira, açaí, látex e castanha. A parte mineral é enriquecida pelo ouro, cobre e ferro. O destaque vai para a Zona Franca de Manaus (ZFM), principal área de fabricação de produtos no país

• Nordeste
Essa região semiárida impressiona pela mistura. O turismo é uma boa fonte de  arrecadação, principalmente no verão. A referência agrícola (e histórica) é a cana de açúcar. A indústria e o agronegócio também marcam presença.

• Centro-Oeste
A agropecuária dessa região é a maior do país.

• Sudeste
Onde está a maior concentração financeira do país. Maiores siderúrgicas e montadoras também estão por aqui.

• Sul
Serviços é a maior fonte de riquezas. Setores metalúrgico, automobilístico, têxtil, alimentício e agropecuário se apresentam em grandes proporções.

8. Produtos históricos

Pau Brasil, cana de açúcar, ouro, algodão, café e borracha são as matérias primas que caracterizam o Ciclo Econômico do Brasil.

Fique ligado nas dicas e informações que passamos aqui no FinanceOne. Com um pouco de finanças pessoais é possível economizar muito.







Reserva Cambial – Posição consolidada em 27/3: US$ 375,627 bilhões

Reserva Cambial – Posição consolidada em 27/3: US$ 375,627 bilhões

As reservas cambiais do Brasil registraram na segunda-feira (27) posição consolidada de US$ 375,627 bilhões, sendo que terça-feira (24) a posição era de US$ 375,223 bilhões. A variação foi positiva em US$ 407 milhões.







Câmbio – Dólar segue avançando na espera de reformas e alta de impostos

Câmbio – Dólar segue avançando na espera de reformas e alta de impostos

O dólar comercial voltou a registrar alta na jornada de terça-feira, avançando 0,3%, sendo negociado a R$ 3,1410 ao final do dia. Entre os fatores que motivaram a alta da divisa estão as incertezas com a política interna e externa e a expectativa de alta de impostos pelo governo brasileiro.

A quarta-feira será marcada justamente por essa espera. Os analistas apostam em uma elevação na tributação do PIS/Confins, mas há uma preocupação com uma possível elevação no IOF, o que pode tornar a aquisição de crédito mais cara ou até mesmo as operações de câmbio.

Mercado Externo

A agenda desta quarta-feira tem como destaque o indicador de vendas de casas que estão pendentes, além dos estoques de petróleo. São dados de média importância para o mercado com o segundo sendo mais capaz de mexer como as bolsas. A alta expressivas nas reservas da commodity contribui com a queda do preço, sendo que a redução puxa os preços para cima.

Mercado Interno

A grande expectativa em Brasília está voltada para o anúncio que o governo deve fazer para corte de gastos e aumento de tributos. A necessidade da equipe econômica é de cobrir um rombo de quase R$ 60 bilhões, o que é necessário para cumprir a meta do ano que já é de um déficit de mais de R$ 150 milhões. Na parte política, destaque para uma nova etapa da Operação Lava Jato, que levou em condução coercitiva o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Jorge Piciani, que é do PMDB.

Swap

O Banco Central divulgou que irá realizar nesta quarta-feira um leilão de swap cambial para fim de rolagem dos contratos de abril. Serão ofertados até 10 mil contratos com datas de vencimento em junho ou julho deste ano. A operação está marcada para as 11:30 e deve durar 10 minutos.

Reserva Cambial

As reservas cambiais do Brasil registraram na segunda-feira (27) posição consolidada de US$ 375,627 bilhões, sendo que terça-feira (24) a posição era de US$ 375,223 bilhões. A variação foi positiva em US$ 407 milhões.







Incerteza da Economia cresce em março

Incerteza da Economia cresce em março

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas subiu 3,9 pontos em março, ao passar de 118,8 para 122,7 pontos. O resultado sucede quedas de 9,1, em janeiro, e de 8,5 pontos em fevereiro.

“Mesmo com a economia dando sinais de recuperação e após uma evolução favorável do IIE-BR no primeiro bimestre do ano, os níveis de incerteza econômica são ainda muito elevados no Brasil, mostrando as dificuldades que a economia enfrentará ao sair de uma das maiores recessões da nossa história. Alta incerteza atrapalha investimentos e afeta consumo, mesmo em momentos em que a taxa de juros da economia é baixa. Medidas econômicas paliativas colaboram para melhorar o ambiente de negócios, mas não serão suficientes para promover uma retomada do crescimento de forma sustentada. Para que os níveis de incerteza se reduzam consistentemente, colaborando assim para uma aceleração mais rápida da economia, serão necessárias medidas que sinalizem mudanças estruturais, como a aprovação das reformas da previdência e política.”, afirma o economista Pedro Costa Ferreira da FGV\IBRE.

Em março, pela primeira vez desde outubro passado, a principal contribuição para a variação do IIE-BR foi dada pelo componente de expectativas de mercados: o IIE-Br Expectativa subiu 9,4 pontos, contribuindo com 2,4 pontos para o IIE-BR, puxado pelo aumento expressivo da volatilidade das previsões dos especialistas em relação ao preço futuro do câmbio. O IIE-Br Mídia, por sua vez, subiu 2,3 pontos, contribuindo com 2,0 pontos para o índice geral. O componente IIE-Br Mercado foi o único que registrou queda, de 0,5 ponto, mostrando que o mercado de capitais começa a ganhar mais confiança nas perspectivas de curto prazo para o país.







Confiança da Indústria avança e consolida a tendência de recuperação

Confiança da Indústria avança e consolida a tendência de recuperação

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 2,9 pontos em março de 2017, para 90,7 pontos, o maior nível desde maio de 2014 (92,2). Com o resultado, a média do primeiro trimestre fecha em 89,2 pontos, 3,5 pontos acima do trimestre anterior.

“Com a alta de março, o ICI consolida a tendência de recuperação e atinge um nível próximo ao registrado no início da atual recessão. O resultado parece retratar um setor em fase de transição no ciclo econômico: traz boas notícias, como o expressivo espalhamento setorial da alta e a melhora das expectativas, combinadas à persistente insatisfação com a situação dos negócios. O cenário econômico é propício à gradual elevação da confiança industrial ao longo dos próximos meses, embora condicionado a sobressaltos e aos riscos inerentes ao ainda elevado grau de incerteza.”, afirma Aloisio Campelo Junior, Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV/IBRE.

Alta espalhada entre setores, indicadores e horizontes de tempo

A alta da confiança atingiu 17 de 19 segmentos industriais e se espalhou por todos os quesitos da pesquisa. Houve melhora também nos dois horizontes de tempo: o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,8 pontos, para 93,1 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (96,9); e o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 2,1 pontos, para 88,5 pontos, o maior desde janeiro de 2015 (89,1).

A maior contribuição para a alta do IE foi dada pelo quesito que mede as expectativas com a evolução da produção. Após cair 2,0 pontos em fevereiro, o indicador de produção prevista subiu 4,6 pontos em março, atingindo 93,3 pontos. Neste período, houve elevação da proporção de empresas prevendo aumentar a produção nos três meses seguintes, de 27,6% para 30,9% do total, e relativa estabilidade na parcela das que preveem reduzir a produção, que passou de 19,3% para 19,0% do total.

Em março o indicador que mensura a avaliação do nível de estoques exerceu a maior contribuição para a evolução do ISA no mês. A evolução ocorreu pelo aumento da parcela de empresas que avaliam o nível de estoques atual como insuficiente, que passou de 4,9% para 6,1% do total, enquanto a das que o consideram excessivo passou de 12,8% para 12,9%. Com o resultado, os estoques industriais ficam muito próximos à situação de normalização que já haviam alcançado em setembro passado.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) subiu 0,1 ponto percentual (p.p.) em março, para 74,4%. No primeiro trimestre de 2017, a média do indicador fechou também em 74,4%, 1,0 p.p. acima do trimestre anterior.

A edição de março de 2017 coletou informações de 1.086 empresas entre os dias 02 e 24 deste mês.
A próxima divulgação da Sondagem da Indústria ocorrerá em 28 de abril de 2017. A prévia deste resultado será divulgada no dia 24 de abril.

(por Gabriel Codas)







Instituições financeiras esperam que Selic caia para 12,25% ao ano

Instituições financeiras esperam que Selic caia para 12,25% ao ano


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam que a taxa básica de juros, a Selic, caia dos atuais 13% ao ano para 12,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para esta terça e quarta-feira (22).

Com a inflação em queda e a economia em recuperação, as instituições financeiras esperam por mais cortes na taxa básica nas reuniões seguintes do Copom. Para o mercado financeiro, a Selic encerrará 2017 em 9,5% ao ano e 2018 em 9% ao ano.

A Selic é um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isto gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação.

Estimativas para a inflação

A projeção de instituições financeiras para a inflação, neste ano, continua a cair. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela sétima semana consecutiva, ao passar de 4,47% para 4,43%.

A estimativa está abaixo do centro da meta de inflação, que é 4,5%. A meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2018, a estimativa para o IPCA segue em 4,5%.

A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país), este ano, foi mantida em 0,48%. Para o próximo ano, a expectativa é que a economia cresça 2,3%, a mesma estimativa da semana passada.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 12:33:01







Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,5% +320 pontos aos 68.940 pontos

Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,5% +320 pontos aos 68.940 pontos


São Paulo, 20/02 (Enfoque) –

Var.%: 0,5
Var. Ptos: 320
Valor: 68.940

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,3
Var. Ptos:
8,75
Valor: 2.351,00

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 20/02/2017 08:30:24