** IBOVESPA PERDE FORÇA E FECHA O DIA EM LEVE ALTA

** IBOVESPA PERDE FORÇA E FECHA O DIA EM LEVE ALTA


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

mais

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 18:07:35







** DÓLAR FICA PRATICAMENTE ESTÁVEL A R$ 3,1230

** DÓLAR FICA PRATICAMENTE ESTÁVEL A R$ 3,1230


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

mais

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 17:37:32







Índice do Custo de Vida do paulistano sobe 1,04% em janeiro

Índice do Custo de Vida do paulistano sobe 1,04% em janeiro


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

O paulistano começou o ano gastando mais. O Índice do Custo de Vida (ICV) de São Paulo, capital, variou 1,04%, entre dezembro de 2016 e janeiro de 2017, segundo cálculo divulgado hoje (7) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). No acumulado de 12 meses, entre fevereiro de 2016 e janeiro de 2017, a variação foi de 5,37%.

A maior alta foi observada no grupo educação e leitura (6,61%), puxada pela venda de material escolar e reajuste das mensalidades escolares com aumento de 8,02%. Em seguida, aparecem transporte (1,04%), habitação (0,90%) e alimentação (0,26%), que contribuíram com 0,97 ponto percentual na taxa de janeiro.

No grupo transporte (1,04%) houve reajuste do diesel ( 3,84%), do álcool (3,74%) e da gasolina (3,36%), itens do subgrupo transporte individual.

No grupo habitação, com alta de 0,90%, as taxas de locação, impostos e condomínio apresentaram queda de 0,02%; já a conservação do domicílio aumentou 0,33%; e operação do domicílio, 1,47%. O reajuste de 8,42% na telefonia fixa explica a alta do subgrupo operação do domicílio.

Comer fora de casa representou a maior alta do grupo alimentação, com reajuste de 0,94%. Os preços das refeições principais aumentaram 0,76% e dos lanches, 1,16%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 14:10:40







** EUA: DÉFICIT DA BALANÇA VAI A US$ 44,3 BILHÕES EM DEZEMBRO

** EUA: DÉFICIT DA BALANÇA VAI A US$ 44,3 BILHÕES EM DEZEMBRO


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

mais

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 11:41:13







Produção industrial cresce em 10 dos 14 locais pesquisados em dezembro

Produção industrial cresce em 10 dos 14 locais pesquisados em dezembro


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

O aumento no ritmo da produção industrial nacional na passagem de novembro para dezembro de 2016, série com ajuste sazonal, foi acompanhado por dez dos 14 locais pesquisados, com destaque para o avanço de 12,4% registrado pelo Ceará, eliminando, assim, a perda de 8,4% acumulada entre os meses de agosto e novembro. Rio Grande do Sul (6,3%), Espírito Santo (5,1%), Região Nordeste (4,9%) e Santa Catarina (3,6%) também assinalaram crescimento acima da média da indústria (2,3%), enquanto Minas Gerais (2,3%), Goiás (1,4%), Bahia (1,4%), Paraná (0,8%) e Pernambuco (0,6%) completaram o conjunto de locais com taxas positivas nesse mês. Por outro lado, Amazonas (-2,0%) e São Paulo (-1,5%) apontaram os resultados negativos mais acentuados nesse mês, com ambos revertendo o crescimento verificado em novembro: 4,1% e 1,4%, respectivamente. As demais taxas negativas foram assinaladas por Rio de Janeiro (-0,9%) e Pará (-0,7%).

A publicação completa da pesquisa pode ser acessada aqui.

Indicadores Conjunturais da Indústria
Resultados Regionais
Dezembro de 2016

 

 

LocaisVariação (%)
Dezembro 2016/
Novembro 2016*
Dezembro 2016/
Dezembro 2015
Acumulado
Janeiro-Dezembro
Acumulado nos
Últimos 12 Meses
Amazonas
-2,0
3,0
-10,8
-10,8
Pará
-0,7
10,1
9,5
9,5
Região Nordeste
4,9
-0,8
-3,1
-3,1
Ceará
12,4
3,4
-5,2
-5,2
Pernambuco
0,6
5,6
-9,5
-9,5
Bahia
1,4
-9,3
-5,2
-5,2
Minas Gerais
2,3
2,2
-6,2
-6,2
Espírito Santo
5,1
2,1
-18,8
-18,8
Rio de Janeiro
-0,9
-0,4
-4,1
-4,1
São Paulo
-1,5
-0,6
-5,5
-5,5
Paraná
0,8
6,5
-4,3
-4,3
Santa Catarina
3,6
6,3
-3,3
-3,3
Rio Grande do Sul
6,3
3,3
-3,8
-3,8
Mato Grosso
-2,3
-1,1
-1,1
Goiás
1,4
-9,0
-6,7
-6,7
Brasil
2,3
-0,1
-6,6
-6,6
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria
* Série com Ajuste Sazonal
 

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria apontou acréscimo de 0,5% no trimestre encerrado em dezembro de 2016 frente ao nível do mês anterior, interrompendo a trajetória descendente iniciada em julho de 2016. Em termos regionais, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, sete locais mostraram taxas positivas, com destaque para os avanços mais acentuados assinalados por Ceará (3,2%), Paraná (2,4%), Rio Grande do Sul (1,5%) e Espírito Santo (1,5%). Por outro lado, Pernambuco (-1,0%), Goiás (-0,8%) e São Paulo (-0,8%) registraram as principais quedas em dezembro de 2016.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 0,1% em dezembro de 2016, com seis dos 15 locais pesquisados apontando resultados negativos. Nesse mês, Bahia (-9,3%) e Goiás (-9,0%) assinalaram os recuos mais intensos. Mato Grosso (-2,3%), Região Nordeste (-0,8%), São Paulo (-0,6%) e Rio de Janeiro (-0,4%) também registraram taxas negativas nesse mês. Por outro lado, Pará (10,1%) apontou o avanço mais elevado em dezembro de 2016. Os demais resultados positivos foram observados no Paraná (6,5%), Santa Catarina (6,3%), Pernambuco (5,6%), Ceará (3,4%), Rio Grande do Sul (3,3%), Amazonas (3,0%), Minas Gerais (2,2%) e Espírito Santo (2,1%).

No indicador acumulado para o período janeiro-dezembro de 2016, frente a igual período do ano anterior, a redução na produção nacional alcançou 14 dos 15 locais pesquisados, com quatro recuando com intensidade superior à média nacional (-6,6%): Espírito Santo (-18,8%), Amazonas (-10,8%), Pernambuco (-9,5%) e Goiás (-6,7%). Minas Gerais (-6,2%), São Paulo (-5,5%), Ceará (-5,2%), Bahia (-5,2%), Paraná (-4,3%), Rio de Janeiro (-4,1%), Rio Grande do Sul (-3,8%), Santa Catarina (-3,3%), Região Nordeste (-3,1%) e Mato Grosso (-1,1%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos no fechamento dos 12 meses do ano. Por outro lado, Pará (9,5%) assinalou o único avanço no índice acumulado no ano.

No acumulado dos últimos 12 meses, em termos regionais, 14 dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas em dezembro de 2016, mas 12 apontaram maior dinamismo frente aos índices de novembro. Os principais ganhos de ritmo entre novembro e dezembro foram registrados por Amazonas (de -13,3% para -10,8%), Pernambuco (de -11,1% para -9,5%), Paraná (de -5,9% para -4,3%), Ceará (de -6,6% para -5,2%), Espírito Santo (de -20,2% para -18,8%), Santa Catarina (de -4,5% para -3,3%) e Rio Grande do Sul (de -4,9% para -3,8%), enquanto Mato Grosso (de -0,1% para -1,1%) mostrou a maior perda entre os dois períodos.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 09:00:13







Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,4% +260 pontos aos 64.500 pontos

Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,4% +260 pontos aos 64.500 pontos


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

Var.%: 0,4
Var. Ptos: 265
Valor: 64.500

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,2
Var. Ptos: 4,0

Valor: 2.289,75

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:48:49







Pauta do Dia – Com agenda fraca, política e balanços puxam bolsas

Pauta do Dia – Com agenda fraca, política e balanços puxam bolsas


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia encerram a terça-feira acumulando perdas, em um cenário em que a política internacional segue incerta, principalmente com as medidas adotadas pelo presidente americano Donald Trump e também com o avanço de diversos países conservadores de extrema direita em alguns outros países.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam com ganhos no fim da manhã da jornada desta terça-feira, mesmo em um cenário de incertezas políticas. São os resultados positivos de importantes empresas da região que puxam a valorização dos índices de ações  

EUA

A agenda desta terça-feira traz como destaque os números da balança comercial de dezembro. A média dos analistas de mercado estima que o resultado do indicador do último mês do ano passado será de déficit de US$ 45 bilhões, sendo que na pesquisa anterior o resultado havia ficado em –US$ 45,2 bilhões.

Brasil

A semana no cenário político teve início com a indicação do ministro da Justiça Alexandre de Moraes para o cargo de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal. A medida tem sido bastante criticada principalmente entre juristas e políticos da oposição de Michel Temer. Na cena econômica, o mercado aguarda os resultados trimestrais de importantes empresas e também oos números do IPCA de janeiro.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:39:36







Reserva Cambial – Posição consolidada em 3/2: US$ 375,000 bilhões

Reserva Cambial – Posição consolidada em 3/2: US$ 375,000 bilhões


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (3) posição consolidada de US$ 375,000 bilhões, sendo que quinta-feira (2) a posição era de US$ 375,129 bilhões. A variação foi negativa em US$ 129 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:32:24







IGP-DI desacelera em janeiro

IGP-DI desacelera em janeiro


São Paulo, 07/02 (Enfoque) –

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,43%, em janeiro. A variação registrada em dezembro foi de 0,83%. Em janeiro de 2016, a variação foi de 1,53%. Em 12 meses, o IGP-DI acumula alta de 6,02%. O IGP-DI de janeirofoicalculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.
 
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 0,34%, em janeiro. Em dezembro, a taxa foi de 1,10%. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de -0,61%. No mês anterior, a taxa de variação foi de 0,24%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -1,91% para -7,35%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de -0,08%, ante 0,18%, no mês anterior.
 
O índice do grupo Bens Intermediários apresentou taxa de variação de 1,47%, ante 1,11%, no mês anterior. O principal responsável por este avanço foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de 3,94% para 6,76%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão de combustíveis e lubrificantes para a produção, apresentou variação de 0,67%. No mês anterior, a variação foi de 0,69%.
 
No estágio das Matérias-Primas Brutas, a taxa de variação passou de 2,08%, em dezembro, para 0,24%, em janeiro. Os destaques no sentido descendente foram: minério de ferro (18,78% para 7,27%), soja (em grão) (-0,27% para -4,30%) e aves (-1,06% para -6,78%).Em sentido ascendente, vale mencionar: leite in natura (-5,33% para -0,22%), café (em grão) (-7,30% para 0,52%) e mandioca (aipim) (2,00%para 6,74%).
 
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,69%, em janeiro, ante 0,33%, no mês anterior. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A contribuição de maior magnitude para o avanço da taxa do IPC partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (0,95% para 4,15%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 0,00% para 9,80%.
 
Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Habitação (-0,67% para 0,29%), Transportes (0,78% para 0,82%) e Comunicação (0,25% para 0,47%). Nestas classes de despesa, vale citar o comportamento dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-5,87% para -0,54%), tarifa de ônibus urbano (0,04% para 2,69%) e tarifa de telefone móvel (0,03% para 1,18%), respectivamente.
 
Em contrapartida, os grupos: Saúde e Cuidados Pessoais (0,71% para 0,35%), Vestuário (0,73% para -0,27%), Despesas Diversas (1,50% para 0,39%) e Alimentação (0,44% para 0,39%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, valem mencionar o comportamento dos itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,94% para -0,53%),roupas (0,95% para -0,64%), cigarros (3,31% para 0,00%) e frutas (4,06% para 2,59%), respectivamente.
 
O núcleo do IPC registrou taxa de 0,32%, ante 0,46%, apurada no mês anterior. Dos 85 itens componentes do IPC, 38 foram excluídos do cálculo do núcleo. Destes, 20 apresentaram taxas abaixo de -0,25%, linha de corte inferior, e 18 registraram variações acima de 0,81%, linha de corte superior. Em janeiro, o índice de difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 58,88%, 5,32 (p.p.) abaixo do registrado no mês de dezembro, quando o índice foi de 64,20%.

 

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em janeiro, taxa de variação de 0,41%, acima do resultado do mês anterior, de 0,35%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou taxa de 0,57%. No mês anterior, este índice variou 0,12%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou variação de 0,28%. No mês anterior, este índice variou 0,54%.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 07/02/2017 08:13:17







Primeira semana de fevereiro registra superávit de US$ 212 milhões

Primeira semana de fevereiro registra superávit de US$ 212 milhões


São Paulo, 06/02 (Enfoque) –

Com três dias úteis, a balança comercial da primeira semana de fevereiro registrou superávit de US$ 212 milhões, resultado de exportações de US$ 2,264 bilhões e importações de US$ 2,052 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo MDIC.

A média diária das exportações da primeira semana do mês (US$ 754,5 milhões) cresceu 7,4% em relação ao mesmo período de 2016, quando registrou-se uma taxa de US$ 702,3 milhões. 

Houve aumento de 10% nas vendas externas de produtos básicos (de US$ 275,9 milhões para US$ 303,4 milhões, devido, principalmente, as exportações de minério de cobre, carnes suína e de frango, petróleo em bruto e minério de ferro), 8,9% de manufaturados (de US$ 291,6 milhões para US$ 317,6 milhões, por conta de óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio e veículos de carga) e 1,3% de semimanufaturados (de US$ 120,2 milhões para US$ 121,7 milhões, devido as vendas de ferro fundido, semimanufaturados de ferro/aço, ouro em formas semimanufaturadas e ferro-ligas).

Já a média diária das importações na primeira semana de fevereiro de 2017 ficou 26,2% acima da taxa registrada em fevereiro de 2016 (de US$ 542,2 milhões para US$ 684 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com combustíveis e lubrificantes (+137,5%), cereais e produtos da indústria de moagem (+32%), equipamentos eletroeletrônicos (+22,6%), veículos automóveis e partes (+21,4%), plásticos e obras (+20,4%) e siderúrgicos (+19,9%).

Na comparação com janeiro deste ano, a média diária das exportações cresceu 11,3%, em virtude do aumento nas vendas de produtos manufaturados (+36,4%, de US$ 232,9 milhões para US$ 317,6 milhões) e de semimanufaturados (+3,1%, de US$ 118,1 milhões para US$ 121,7 milhões). As vendas de produtos básicos registraram queda de 1,6% (de US$ 308,5 milhões para US$ 303,4 milhões).

A média diária das importações neste comparativo cresceu 23,5%. Houve aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes (+186,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (+28,0%), plásticos e obras (+21,3%) e veículos automóveis (+17,2%), instrumentos de ótica e precisão (+12,8%).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/02/2017 15:07:42