Mineradoras levam bolsas europeias a fecharem no vermelho

Mineradoras levam bolsas europeias a fecharem no vermelho

Puxada pelas ações das empresas de mineração, os principais mercados da Europa encerram a sessão desta quarta-feira em queda. Ativos como da Xstrata perderam quase 3%.

Com isso, Londres teve queda de 1,3% aos 5.178,52 pontos, enquanto em Frankfurt o recuo foi de 1,03% aos 6.204,52 pontos. Confira os gráficos:



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

Recebido em:
23/06/2010 13:00:11

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EUA: Estoques de petróleo voltam a subir

EUA: Estoques de petróleo voltam a subir

Os estoques de petróleo nos Estados Unidos registraram avanço na última semana de 2 milhões de barris, após já terem subido 1,7 milhão no levantamento anterior. Os dados foram divulgados a pouco pelo Departamento de Energia do país. A expectativa era de recuo de 1 milhão de barris.

No caso da gasolina, as reservas caíram em 760 mil barris, contra projeção de alta de 300 mil. Nos destilados, o avanço foi de 290 mil, contra aposta de 1,2 milhão.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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23/06/2010 11:35:53

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EUA: Venda de casas novas despenca em maio

EUA: Venda de casas novas despenca em maio

O número de vendas de casas novas nos Estados Unidos teve queda recorde em maio, indo de 504 mil em abril para 300 mil na pesquisa divulgada nesta quarta-feira pelo Departamento de Comércio do país.

A média dos analistas de mercado estimava que o indicador ficasse em 400 mil, com as previsões mais otimistas em 480 mil e as mais pessimistas em 370 mil.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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23/06/2010 11:03:22

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Ministro acredita que Grécia supere crise sem reestruturar dívida

Ministro acredita que Grécia supere crise sem reestruturar dívida

Em entrevista ao jornal alemão Handelsblatt, o ministro das Finanças grego, George Papaconstantinou, afirmou que seu país irá passar pela crise fiscal sem a necessidade de reestruturar sua dívida.

“Nosso problema é a credibilidade. O que não podemos permitir é que a união do câmbio da Zona do Euro seja destruída por uma correção exagerada dos mercados”, disse o ministro para a publicação alemã.

Perguntado se a Grécia vai conseguir superar a crise sem reestruturar sua dívida, Papaconstantinou respondeu que tem certeza que isso irá acontecer.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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23/06/2010 09:53:33

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Inflação: IPC-S recua 0,19% e registra menor valor em 4 anos

Inflação: IPC-S recua 0,19% e registra menor valor em 4 anos

O Índice de Preços ao consumidor Semanal (IPC-S) de 22 de junho de 2010 registrou variação de -0,19%, taxa 0,15 ponto percentual (p.p.) abaixo da registrada na última apuração. Este foi o menor resultado desde a primeira semana de julho de 2006, quando o índice registrou queda de 0,23%, informou nesta quarta-feira a FGV.

 

Nesta apuração, o principal destaque foi o grupo Alimentação (-1,05% para -1,45%). Nesta classe de despesa, dezessete dos 21 itens componentes apresentaram recuos em suas taxas de variação. Os itens que mais contribuíram para o decréscimo da taxa deste grupo foram: Hortaliças e Legumes (-7,51% para -8,43%), Laticínios (-0,52% para -1,31%) e Arroz e Feijão (1,79% para 0,16%).

 

Os grupos Habitação (0,56% para 0,43%), Vestuário (1,12% para 0,81%) e Transportes (-0,13% para -0,15%) também contribuíram para o recuo da taxa do IPC-S. Neste contexto, merecem destaque os itens: Tarifa de Eletricidade Residencial (1,76% para 1,10%), Roupas (1,12% para 0,85%) e Seguro Facultativo para Veículos (3,91% para 3,01%), respectivamente.

 

Em contrapartida, os grupos: Educação, Leitura e Recreação (0,01% para 0,07%), Despesas Diversas (0,34% para 0,52%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,44% para 0,47%) registraram acréscimos em suas taxas de variação. Os itens que mais influenciaram este movimento foram: Passagem Aérea (4,91% para 6,57%), Cigarro (1,32% para 1,89%) e Artigos de Higiene e Cuidado Pessoal (0,25% para 0,43%), respectivamente.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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23/06/2010 09:02:39

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Sondagem do consumidor avança 1,9% em junho, para 118,5 pontos

Sondagem do consumidor avança 1,9% em junho, para 118,5 pontos

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas – composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor – elevou-se em 1,9% entre maio e junho de 2010, ao passar de 116,3 para 118,5 pontos, considerando-se dados com ajuste sazonal.

 

Em junho, tanto as avaliações sobre o momento quanto as expectativas em relação aos meses seguintes tornaram-se mais favoráveis. O Índice da Situação

Atual (ISA) subiu 1,6%, ao passar de 128,5, em maio, para 130,6 pontos, atingindo nível recorde histórico pelo terceiro mês consecutivo. Após cair 0,4% em maio, o Índice de Expectativas (IE) recuperou-se, ao elevar-se em 2,1%, de 109,8 para 112,1 pontos, o melhor resultado desde maio de 2009.

 

Assim como no mês anterior, o quesito que mede o grau de satisfação com a situação econômica local foi o que mais contribuiu para a evolução do ICC. A proporção de consumidores que avaliam a situação econômica atual como boa aumentou de 22,3% para 23,6% do total entre maio e junho; a parcela dos que a consideram ruim reduziu-se de 27,7% para 25,4%.

 

A expectativa em relação à situação econômica nos seis meses seguintes também melhorou: a proporção de consumidores prevendo melhora aumentou de 27,5% de 28,8%; já a dos que prevêem piora diminuiu de 12,1% para 10,6%.

 

A Sondagem de Expectativas do Consumidor é realizada com base numa amostra de mais de 2000 domicílios em sete das principais capitais brasileiras. A coleta de dados para a edição de junho de 2010 foi realizada entre os dias 31 de maio e 18 de junho de 2010.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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23/06/2010 08:54:56

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Investimento estrangeiro na economia em maio foi o melhor para o mês desde 1947

Investimento estrangeiro na economia em maio foi o melhor para o mês desde 1947

O investimento estrangeiro direto, que vai para o setor produtivo da economia, de US$ 3,534 bilhões, em maio deste ano foi o melhor para o período na série histórica do Banco Central (BC) iniciada em 1947. O resultado superou a projeção do BC, que era de US$ 1,6 bilhão.

Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, havia a expectativa de um investimento da indústria química para junho, mas os recursos entraram no final de maio. Isso explica o fato de a estimativa para maio ter ficado tão distante do resultado.

Neste mês, a entrada desses investimentos não será tão forte. Em junho, até hoje (22), o investimento direto soma US$ 900 milhões e a expectativa para o mês todo é de US$ 1,5 bilhão. De janeiro a maio, o investimento estrangeiro direto somou US$ 11,414 bilhões.

A projeção do BC para o ano foi revisada de US$ 45 bilhões para US$ 38 bilhões. De acordo com Altamir Lopes, a redução deve-se à mudança na expectativa de crescimento mundial.

“Tínhamos uma expectativa bastante positiva quando projetamos as contas para 2010 e estamos revisando para baixo, por força de uma retomada menos intensa do que imaginávamos no final do ano passado para a economia mundial”.

Pelo mesmo motivo, também mudou a projeção para investimento brasileiro no exterior, de US$ 12 bilhões para US$ 15 bilhões.

No caso dos investimentos estrangeiros em ações negociadas no Brasil, o total ficou em US$ 5,224 bilhões, de janeiro a maio. A aplicação em títulos de renda fixa no país somou US$ 7,890 bilhões. Segundo dados do BC, esses resultados mostram retomada a patamares registrados em 2008, quando no período de janeiro a maio, houve ingresso de US$ 5,443 bilhões em ações negociadas no  país e de US$ 9,263 bilhões direcionadas para a renda fixa.

Nos dados preliminares neste mês, até hoje (22), o investimento estrangeiro em ações negociadas no país somou US$ 1,419 bilhão e em renda fixa ficou em US$ 1,064 bilhão.

O investimento estrangeiro direto e em carteira (ações e renda fixa) foi suficiente para cobrir o déficit em conta corrente de US$ 18,748 bilhões registrado de janeiro a maio deste ano.

“Temos fontes de financiamento bastante seguras como o investimento estrangeiro direto e em portfólio [ações e renda fixa] que vem se comportando de maneira bastante forte e com taxas de rolagem [de empréstimos] bastante elevadas dando sustentação ao resultado deficitário em transações correntes”.

Lopes acrescentou que o déficit em transações correntes é “puxado” pelas resultado negativo da conta de viagens internacionais (saldo de despesas de brasileiros no exterior e receitas de estrangeiros no Brasil), gastos com aluguel de equipamentos e com transportes.

“No que diz respeito a rendas, a piora deve-se a menores receitas relacionadas a juros. Com a redução das taxas de juros internacionais, as receitas relativas a aplicações das reservas [internacionais] e também de empréstimos do setor privado brasileiro ao exterior são remuneradas a taxa mais baixa e isso gera receitas mais baixas”, explicou.



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22/06/2010 14:28:07

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CMN fixa em 4,5% meta de inflação para 2012

CMN fixa em 4,5% meta de inflação para 2012

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu hoje (22) fixar em 4,5% a meta de inflação para 2012, com variação de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A meta tem sido mantida desde 2005.

A meta de inflação definida pelo CMN tem de ser cumprida pelo Banco Central. Quando isso não acontece, a autoridade monetária precisa informar, por carta, ao Ministério da Fazenda, os motivos do não cumprimento.



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22/06/2010 14:27:22

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Para petrobras, campos do pós-sal vão sustentar expansão da produção até 2014

Para petrobras, campos do pós-sal vão sustentar expansão da produção até 2014

A meta da Petrobras de chegar a 2014 com uma produção de 3,9 milhões de barris de petróleo equivalente (petróleo e gás natural) por dia, contra os atuais 2,7 milhões, será sustentada básicamente pelo desenvolvimento das áreas do pós-sal, por meio da instalação de grandes projetos nas áreas de atuação da empresa.

A informação consta do Plano de Negócios 2010-2014 da companhia, que prevê investimentos de US$ 224 bilhões nos próximos cinco anos. Segundo a Petrobras, embora o novo plano contemple investimentos de US$ 33 bilhões para a área do pré-sal, os blocos já concedidos na região devem ter maior participação na curva de produção após 2014.

Nesse contexto, avalia a estatal, está planejada a entrada em operação de aproximadamente três sistemas de produção por ano, em média, no pós-sal, além da realização de três testes de longa duração por ano nas áreas do pré-sal.

Para a estatal, em 2014 a área do pré-sal deverá estar agregando diariamente à produção nacional cerca de 150 mil barris de petróleo equivalente por dia, enquanto a produção nacional estará em torno de 3,9 milhões. Em 2020, quando a produção saltará para 5,4 milhões de barris de óleo equivalente por dia, a contribuição do pré-sal terá saltado para 1,18 milhão de barris por dia.

A Petrobras esclarece que as metas atuais levam em consideração apenas os atuais projetos da carteira e não consideram o potencial de produção proveniente da cessão onerosa, nem de outros projetos do novo marco regulatório.

Para viabilizar essa expansão, a empresa estará investindo US$ 12,3 bilhões na infra-estrutura necessária ao crescimento da produção. A estatal espera ter maior disponibilidade de sondas de perfuração para águas profundas no mercado internacional, totalizando 26 sondas até 2014 e 53 até 2020. Serão 504 barcos de apoio até 2020, contra os 254 existentes até o ano passado.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 12:17:16

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EUA: Vendas de casas existentes recuam para 5,66 milhões

EUA: Vendas de casas existentes recuam para 5,66 milhões

As vendas de casas existentes nos Estados Unidos avançaram em maio para 5,66 milhões, de acordo com a National Association of Realtors (NAR). Em abril, as vendas ficaram em 5,77 milhões.

Os analistas de mercados estimavam o indicador em 6,2 milhões.



Fonte:Enfoque Informações Financeiras Ltda.

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22/06/2010 11:04:29

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