** EUA: PEDIDOS DE AUXÍLIO-DESEMPREGO: 239 MIL NA SEMANA

** EUA: PEDIDOS DE AUXÍLIO-DESEMPREGO: 239 MIL NA SEMANA


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

mais

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 11:31:44







Mercado projeta déficit fiscal em R$ 149,58 bilhões

Mercado projeta déficit fiscal em R$ 149,58 bilhões


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda aumentaram a previsão de déficit primário do Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central. De acordo com a estimativa, as despesas serão maiores que as receitas (sem considerar gastos com juros) em R$ 149,589 bilhões, contra R$ 148,358 bilhões previstos no mês passado.

A projeção está acima da meta de déficit perseguida pelo governo de R$ 139 bilhões.

A estimativa consta na pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro. O resultado foi divulgado hoje (16), em Brasília.

Para 2018, a estimativa das instituições financeiras é déficit de R$ 125 bilhões.

A projeção da arrecadação das receitas federais este ano subiu de R$ 1,345 trilhão, previsto em janeiro, para R$ 1,351 trilhão, na pesquisa divulgada hoje. Para 2018, a estimativa é R$ 1,455 trilhão, ante R$ 1,458 trilhão previsto anteriormente.

Para a receita líquida do Governo Central a estimativa para este ano é R$ 1,151 trilhão, ante R$ 1,160 trilhão previstos no mês passado.

No caso da despesa total do Governo Central, a projeção passou de R$ 1,312 trilhão para R$ 1,309 trilhão.

A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 76,20% do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país). A previsão anterior era 76,8% do PIB. Para 2018, a estimativa ficou em 79,62% do PIB, ante 80,40% previstos no mês passado.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 11:19:56







Lucro do Banci do Brasil cai 44,2% em 2016

Lucro do Banci do Brasil cai 44,2% em 2016


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

O Banco do Brasil (BB) obteve lucro líquido de R$ 8,034 bilhões em 2016, valor 44,2% abaixo do resultado de 2015. Na comparação com o resultado do quarto trimestre do ano passado, houve retração de 61,6%, passando de R$ 2,246 bilhões para R$ 963 milhões. O Lucro Líquido Ajustado foi de R$ 7,2 bilhões, valor 38,2% inferior a 2015.

O lucro por ação atingiu R$ 2,84 em 2016, ante R$ 5,05 no ano anterior, e a projeção, segundo analistas externos da instituição, é atingir neste ano R$ 4,03. A remuneração aos acionistas alcançou R$ 284,7 milhões no quarto trimestre e R$ 2,4 bilhões no acumulado anual. A Margem Financeira Bruta cresceu 13,0% (R$ 59,3 bilhões) e as Rendas de Tarifas, 6,8%.

A instituição destaca que as despesas administrativas cresceram 3,5% em 12 meses, o menor nível em dez anos e abaixo dos indicadores de inflação para o período. Em relação ao índice de Eficiência, que mostra a relação entre as despesas administrativas e as receitas operacionais, a taxa ficou em 39,7%, ante 41,6% no ano de 2015, “mostrando rígido controle das despesas”, diz comunicado do BB.

Agronegócio

As operações de financiamento do agronegócio fecharam o ano com saldo de R$ 179,8 bilhões na carteira ampliada. Levando em consideração os desembolsos antecipados nas linhas de custeio no primeiro semestre, as contratações da atual safra somaram R$ 47,1 bilhões. Entre os maiores avanços estão o crédito rural (8,6%), que atingiu R$ 150,5 bilhões, e as operações de custeio.

Pessoas físicas

O crédito para pessoas físicas teve saldo de R$ 172,3 bilhões, com alta de 3,3%. Foram mantidas as estratégias de baixo risco, com as linhas de Crédito Consignado, CDC Salário, Financiamento de Veículos e Imobiliário, que alcançam 75,5% do total da carteira.

Imóveis

O financiamento para a compra de imóveis atingiu saldo de R$ 53,7 bilhões no encerramento do ano, com avanço de 9,5% em 12 meses, sendo R$ 42,1 bilhões destinados a pessoas físicas e R$ 11,7 bilhões a empresas.

Inadimplência

O índice de inadimplência atingiu 3,29%, abaixo do registrado no mercado (3,7%).

As transações financeiras relativas aos cartões de crédito e débito somaram R$ 271 bilhões no ano, com alta de 5,5% sobre o ano anterior. As movimentações referentes a compras em estabelecimentos comerciais do varejo aumentaram 8,1% e no agronegócio, 26,3%.

O BB informa que as novas ferramentas de acesso aos clientes para escolher a melhor solução na renegociação de créditos aumentou a flexibilidade de negócios. Desde o lançamento da função no mobile, foram feitas, por meio do aplicativo, 34.123 contratações, com valor total de R$ 244,8 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 09:54:53







Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: -0,3% -180 pontos aos 68.870 pontos

Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: -0,3% -180 pontos aos 68.870 pontos


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

Var.%: -0,3
Var. Ptos: -180
Valor: 68.870

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: -0,1
Var. Ptos:
-2,0
Valor: 2.345,50

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 08:37:40







Pauta do Dia – Mercado deve iniciar quinta-feira no vermelho

Pauta do Dia – Mercado deve iniciar quinta-feira no vermelho


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia fecharam a quinta-feira registrando rumos distintos nas principais praças do continente. Em Tóquio, o resultado foi negativo, com os investidores preocupados com o futuro da Toshiba, principalmente na espera da divulgação de um plano para reestruturação da companhia. A empresa tem sofrido com dificuldades devido as perdas na unidade de energia nuclear.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam com perdas na parte da manhã desta quinta-feira em meio aos resultados recordes registrados em Wall Street e também como consequência dos resultados trimestrais de importantes empresas da região.

EUA

A agenda desta quinta-feira traz alguns indicadores importantes da economia americana, como o tradicional índice de pedidos de auxílio-desemprego. Além disso, serão divulgados também hoje os dados de casas iniciadas no país e também o resultado de fevereiro do índice do Fed da Filadélfia.

Brasil

A agenda local traz dados importantes, como o monitor do PIB da FGV, que apontou para uma queda do PIB de 3,6% em 2016, além de importantes índices de inflação, como é o caso do IPC-S da segunda semana de fevereiro. Na cena política, o governo de Michel Temer se vê pressionado a lançar um pacote de bondades em meio a sua baixa aprovação popular.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 08:32:19







Reserva Cambial – Posição consolidada em 13/2: US$ 374,446 bilhões

Reserva Cambial – Posição consolidada em 13/2: US$ 374,446 bilhões


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

As reservas cambiais do Brasil registraram na segunda-feira (13) posição consolidada de US$ 374,446 bilhões, sendo que sexta-feira (11) a posição era de US$ 374,547 bilhões. A variação foi negativa em US$ 101 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 08:25:19







Câmbio – Dólar mantém tendência de queda ante ao real

Câmbio – Dólar mantém tendência de queda ante ao real


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

A jornada de quarta-feira mais uma vez confirmou a tendência de queda do dólar comercial ante ao real, com a desvalorização chegando a 1% e a moeda americana negociada, ao final do dia, a R$ 3,0690. O dia foi marcado por uma série de importantes indicadores da economia americana e também pela atuação do BC no mercado de câmbio.

A quinta-feira ainda traz alguns índices econômicos importantes da economia americana, enquanto no cenário interno os analistas avaliam os dados locais para projetar qual será a decisão do Copom na próxima semana sobre os juros da economia brasileira. Depois das seguidas quedas, seria natural esperar uma correção.

Mercado Externo

A agenda desta quinta-feira traz alguns indicadores importantes da economia americana, como o tradicional índice de pedidos de auxílio-desemprego. Além disso, serão divulgados também hoje os dados de casas iniciadas no país e também o resultado de fevereiro do índice do Fed da Filadélfia.

Mercado Interno

A agenda local traz dados importantes, como o monitor do PIB da FGV, que apontou para uma queda do PIB de 3,6% em 2016, além de importantes índices de inflação, como é o caso do IPC-S da segunda semana de fevereiro. Na cena política, o governo de Michel Temer se vê pressionado a lançar um pacote de bondades em meio a sua baixa aprovação popular.

Swap

O Banco Central anunciou que vai realizar nesta quinta-feira leilão para a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em março. A operação vai acontecer entre 11h30 e 11h40 e serão negociados até seis mil contratos, com vencimentos rolados para junho ou julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na segunda-feira (13) posição consolidada de US$ 374,446 bilhões, sendo que sexta-feira (11) a posição era de US$ 374,547 bilhões. A variação foi negativa em US$ 101 milhões.

               

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 08:24:44







Monitor do PIB-FGV mostra retração da economia em 2016

Monitor do PIB-FGV mostra retração da economia em 2016


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

O Monitor do PIB-FGV de fevereiro, mostra retração de 3,6% da economia em 2016. A economia brasileira chegou, em 2016, ao terceiro ano da mais grave e duradoura recessão jamais experimentada pelo Brasil nos últimos 100 anos. Em termos monetários, o PIB em valores correntes alcançou a cifra aproximada de 6 trilhões, 209 bilhões de Reais. Este valor equivale a um produto per capita de R$ 30.128,00, inferior ao de 2010, na comparação a preços de 2016 ”, afirma Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.

Neste número, o Monitor do PIB-FGV, além dos resultados usuais, passa a divulgar informações de valores correntes e a preços de 1995. Na página 4 deste relatório, encontra-se uma análise mais detalhada sobre os dados anuais, em valores correntes e a preços de 2016, da produtividade e do PIB per capita.

1) O PIB recuou 3,6% em 2016; esta taxa é a vigésima terceira taxa negativa do indicador, na taxa acumulada em doze meses. Na análise das atividades, a indústria e os serviços apresentaram variações menos negativas do que as apresentadas no início do ano de 2016. A indústria, que recuou 6,7%, no acumulado em doze meses até janeiro de 2016, encerrou o ano com retração de 3,8%, enquanto os serviços apresentaram desempenho mais discreto saindo de retração de 2,9%, no acumulado em doze meses até janeiro de 2016 para -2,7% no final do ano.

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2) No quarto trimestre de 2016, o PIB apresentou retração de 0,89%, quando comparado ao terceiro trimestre, na série com ajuste sazonal. Esta é a oitava variação negativa consecutiva, nesta comparação. No mês, o PIB retraiu 0,2% em dezembro, em comparação a novembro, na série ajustada sazonalmente.
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3) A taxa trimestral do PIB no quarto trimestre, comparada com o mesmo trimestre em 2015, apresentou queda de 2,5%. Embora seja uma taxa negativa, é a menor apresentada em 2016, nesta comparação. A exceção da extrativa mineral (4,2%) e dos serviços imobiliários (0,0%), todos os demais componentes do PIB apresentaram valores negativos, nesta comparação.
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4) O consumo das famílias recuou 4,2% em 2016. Apesar de bastante negativo, esta variação mostra uma tendência de melhora do indicador que chegou ao seu menor nível em julho de 2016 (-6,0%) em toda a série histórica do Monitor do PIB-FGV iniciada em 2001.
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5) A formação bruta de capital fixo (FBCF) recuou 10,2% em 2016. Os componentes de ‘máquinas e equipamentos’ e ‘construção’ encerraram o ano de 2016 com taxas melhores do que as que iniciaram, apesar de ainda serem taxas bastante negativas. Enquanto ‘máquinas e equipamentos’ recuperaram 11,4 p.p. encerrando o ano em -18,0%, a construção recuperou 3,8 p.p. e encerrou 2016 em -4,2%.
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6) A exportação apresentou crescimento de 2,3% em 2016. Apesar de positiva, esta variação aponta para uma tendência de queda do componente que alcançou crescimento de 10% no acumulado em doze meses até maio de 2016. Todos os componentes da exportação apresentaram tendência declinante no ano de 2016, a exceção de serviços que, embora ainda esteja com variações negativas, recuperou 11,6 p.p. durante o ano e encerrou 2016 com retração de 2,4%.
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7) A importação retraiu 10,7% em 2016 com tendência de retomada do componente que alcançou -18,6% no acumulado em doze meses até julho de 2016. Apesar dessa tendência positiva, o componente de ‘bens de consumo duráveis’ ainda se encontra em patamar bastante negativo com queda de 32,9% registrada em 2016.
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Resultados anuais

Os resultados das políticas econômicas geralmente duram até muito tempo após estas terem sido implementadas. E, infelizmente, por esses desígnios da economia, os erros de política econômica geralmente demoram muito mais tempo para aparecerem do que os acertos; e seus efeitos deletérios permanecem por tempo mais longo do que os efeitos de uma boa política.

De fato, é muito mais fácil e rápido estragar uma situação de equilíbrio econômico do que corrigir esse estrago. Pior ainda, poucos estão habilitados a perceber com clareza as diferenças entre os resultados imediatos de uma política ou da falta dela, e o que virá a ser seu legado. Ainda assim, raramente essa percepção consegue ganhar status de um alerta desapaixonado e politicamente neutro, capaz de lhe conceder credibilidade. Geralmente, a sociedade está mais disposta a saudar bons resultados ou criticar pretensas falhas imediatas do que se preocupar com incertos resultados futuros. E, para o bem ou para o mal, uma análise isenta e correta só é possível muitos anos depois do bem ou do mal ter sido feito.

Dito isto, o Monitor do PIB-FGV estima que o PIB de 2016 reduziu-se em 3,6%. Em termos monetários, o PIB em valores correntes alcançou a cifra de aproximadamente 6 trilhões, 209 bilhões de Reais. A preços de 2016, o PIB de 2016 é inferior ao de 2011. A valores de 2016, o PIB per capita equivale a R$ 30.128, valor este inferior ao de 2010, conforme mostrados nos Gráficos 8 e 9, abaixo.
A atividade econômica com pior desempenho no período é a indústria de transformação que vem em queda desde o início da série, em 2001, e seu valor em 2016 é inferior àquele de 2004, a preços de 2016.

A produtividade da economia, que alcançou o pico em 2013, tem se reduzido desde então e em 2016 é inferior à de 2010. Chama a atenção o desastre da indústria de transformação cuja produtividade é inferior àquela do início da série do Monitor do PIB-FGV em 2001, embora tenha apresentado melhora em 2016, quando comparada a 2015, conforme os Gráficos 10 e 11, abaixo.

A Formação Bruta de Capital Fixo (investimento) teve em 2016 um valor inferior ao de 2009, enquanto que o valor do Consumo das Famílias para este mesmo ano é inferior ao de 2012.

Muitos experimentos errados de política econômica foram adotados desde 2008, mas certamente o mais desastroso foi o experimento da Nova Matriz Econômica. É importante relembrar aqui que a teoria econômica, diferente de outras ciências, não tem um laboratório em que possa ser testada. Seu laboratório é a história, e a boa teoria econômica busca identificar no passado elementos essenciais, construir relações entre eles para analisar os fenômenos econômicos, e, finalmente, traçar políticas que promovam o aumento do bem-estar da população. Infelizmente, alguns charlatães não se contentam com essa limitação e julgam que a sociedade deve ser cobaia de suas experiências.

APÊNDICE – NOTA EXPLICATIVA

O Monitor do PIB-FGV estima mensalmente o PIB brasileiro em volume. O objetivo de sua criação foi prover a sociedade de um indicador mensal do PIB, tendo como base a mesma metodologia das Contas Nacionais do IBGE. Sua série inicia-se em 2000 e incorpora todas as informações disponíveis das Contas Nacionais do IBGE (Tabelas de Recursos e Usos, até 2014, último ano de divulgação) bem como as informações do PIB-Tri do IBGE, até o último trimestre divulgado (terceiro trimestre de 2016).

O indicador é ajustado ao PIB-Tri do IBGE sempre que há mudanças metodológicas e a cada trimestre divulgado. Ou seja, nos trimestres calendários, as médias trimestrais dos índices de volume do Monitor do PIB-FGV serão iguais aos indicadores trimestrais, sem ajuste sazonal, do PIB-Tri do IBGE. Nos trimestres calendário, são utilizados os mesmos modelos do IBGE para calcular todas as séries desagregadas com ajuste sazonal, tanto pela ótica da oferta, como da demanda. Para o ajuste sazonal mensal é utilizado o modelo mensal do IBC-Br; para os trimestres móveis utiliza-se uma média desses ajustes mensais.

Assim, as estimativas do Monitor do PIB-FGV antecedem o PIB-Tri do IBGE nos meses em que este é divulgado. E, nos meses em que não há divulgação, o Monitor representa uma excelente antecipação para as tendências do PIB e seus componentes.

O Monitor do PIB-FGV compõe-se de um relatório descrevendo os principais resultados com ilustrações gráficas e de uma tabela Excel com informações das 12 atividades econômicas que agrupadas formam os 3 setores de atividade (agropecuária, indústria e serviços). Apresenta, ainda, o Valor Adicionado a preços básicos, os impostos sobre os produtos e o PIB. Apresenta também os componentes do PIB pela ótica da demanda. Outro ponto a ser destacado é que o Monitor torna disponíveis desagregações que não são divulgadas pelo IBGE, mas que são relevantes para um melhor entendimento da absorção doméstica e da demanda externa. As desagregações disponibilizadas pelo Monitor são:

Consumo das Famílias: bens de consumo duráveis, semiduráveis, não duráveis e serviços. Adicionalmente eles são classificados em nacionais e importados;

Formação Bruta de Capital Fixo: em máquinas e equipamentos, construção e outros. Para máquinas e equipamentos e outros, há a desagregação entre nacionais e importados;

Exportações e Importações: em produtos agropecuários, produtos da extrativa mineral, produtos industrializados de consumo (duráveis, semiduráveis e não duráveis), produtos industrializados de uso intermediário, bens de capitais e serviços.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 08:13:51







Inflação pelo IPC-S cai na segunda semana de fevereiro

Inflação pelo IPC-S cai na segunda semana de fevereiro


São Paulo, 16/02 (Enfoque) –

O IPC-S de 15 de fevereiro de 2017 apresentou variação de 0,49%, 0,12 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação.

Nesta apuração, cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (3,34% para 2,50%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item cursos formais, cuja taxa passou de 7,01% para 4,21%.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (0,20% para -0,01%), Transportes (0,82% para 0,75%), Despesas Diversas (0,40% para 0,25%) e Comunicação (0,41% para 0,35%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: carnes bovinas (-0,73% para -1,49%), gasolina (-0,37% para -0,56%), alimentos para animais domésticos (0,99% para -0,01%) e tarifa de telefone móvel (1,00% para 0,82%), respectivamente.

Em contrapartida, os grupos: Habitação (0,34% para 0,39%), Vestuário (-0,13% para -0,04%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,39% para 0,41%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: tarifa de eletricidade residencial (-0,34% para -0,11%), roupas (-0,58% para -0,38%) e perfume (-0,51% para -0,11%), respectivamente.

A próxima apuração do IPC-S, com dados coletados até o dia 22.02.2017, será divulgada no dia 23.02.2017.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 16/02/2017 08:12:49







** EUA: ESTOQUES DE PETRÓLEO AVANÇAM EM 9,5 MI DE BARRIS NA SEMANA

** EUA: ESTOQUES DE PETRÓLEO AVANÇAM EM 9,5 MI DE BARRIS NA SEMANA


São Paulo, 15/02 (Enfoque) – Mais

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 15/02/2017 13:29:14