Crowdfunding: descubra o mundo do financiamento coletivo

Crowdfunding: descubra o mundo do financiamento coletivo

O crowdfunding, também conhecido como financiamento coletivo, é um tipo de financiamento feito pela internet. É uma espécie de “vaquinha online”, em que diversas pessoas colaboram para um projeto inovador através de uma plataforma colaborativa. Algumas das mais conhecidas são a Benfeitoria, Catarse, Idea.me, Kickstarter, Broota, Startmeup, entre outras.

Dicas de como fazer um bom financiamento

Em 21 de agosto de 2017, a Superintendência de Relações com o Mercado e Intermediários (SMI) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) lançou Ofício-Circular SMI nº 2/17. O documento orienta administradores de plataformas de crowdfunding sobre o encaminhamento à CVM, como o pedido de registro da plataforma eletrônica e do relatório com as ofertas realizadas.

investimento compartilhado

Como funciona o crowdfunding

Em 13 de julho deste ano, foi publicada a Instrução CVM 588, “sobre a oferta pública de distribuição de valores mobiliários de emissão de sociedades empresárias de pequeno porte, realizada com dispensa de registro por meio de plataforma eletrônica de investimento participativo”.

Essa regulamentação permite que empresas com receita anual de até R$10 milhões realizem ofertas por meio de financiamento coletivo online, com dispensa automática de registro de oferta e de emissor na CVM. Para proteger os investidores, esse tipo de oferta acontecerá apenas em empresas autorizadas pela CVM.

O que é criptomoeda? Descubra aqui!

Para registrar a plataforma, por exemplo, o requerente deverá submeter o pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários, formulado pelo administrador responsável pelas atividades.

A regulamentação, entretanto, é válida para “ideia, projeto ou negócio apresentado por meio de um portal na internet a um grande número de indivíduos como uma oportunidade de investimento que gere direito de participação, de parceria ou de remuneração”, segundo a CVM.

Tipos de crowdfunding

O crowdfunding regulamentado pela CVM segue o modelo em que os investidores possuem direito de participar, de parceria ou até de remuneração. Esse é um modelo conhecido como equity crowdfunding, em que a pessoa que investiu vai receber participação acionária ou um título de dívida, que pode ser conversível em ações da empresa.

Mas, existem outras formas de financiamento coletivo. Uma delas é a doação, sem que não haja nada em troca. Outra modalidade é a baseada em brindes, recompensas ou pré-venda de produtos ou serviços.

Segundo dados do Catarse, site considerado a primeira plataforma de financiamento coletivo no país, as áreas com mais projetos são Música, Socioambiental, Literatura, Educação, entre outras.

O que é equity crowdfunding

Segundo o Sebrae, para criar uma oferta em equity crowdfunding, é preciso:

– Definir a proposta de investimento.
– Definir o valor da empresa: valuation fixo – onde o investidor já sabe quantas ações receberá, e valuation variável – estabelecida a partir de um valor máximo e um desconto em relação à rodada futura, muito usada nas empresas em estágio inicial, quando não é possível saber faturamento e margem de lucro.
– Escolher a plataforma de crowdfunding.
– Montar deck, ou seja, a apresentação detalhada do negócio e oportunidade de investimento.
– Ter validação jurídica, mesmo que os documentos sejam padronizados.
– Captar os recursos – geralmente na modalidade equity o crowdfunding dura em torno de 90 dias.
– Relacionar-se com seus investidores.







Mobile banking cresce 21.800% em acessos no Brasil

Mobile banking cresce 21.800% em acessos no Brasil

O surgimento dos bancos digitais refletem o uso da tecnologia para soluções inovadoras em todos os mercados. Desde 1º de março de 2011, entrou em vigor uma medida do Conselho Monetário Nacional, ligado ao Banco Central, para oferecer aos clientes bancários a opção de movimentar contas apenas pela internet. De lá até 2016 o uso do mobile banking, movimentações via aplicativo, cresceu 21.800%, 100 milhões de acessos em
2011 para 21 bilhões em 2016.

A medida ainda implicava na isenção de tarifas bancárias para quem movimentasse a conta apenas por canais eletrônicos, como internet, caixas eletrônicos e celular. Porém, a decisão era dos bancos em oferecer ou não esse serviço aos clientes.

Entenda como funciona investir na Bolsa de Valores

Mas isso foi em 2011. Hoje é mais difícil essa separação entre conta física e digital. Para aumentar o acirramento, surgiram ainda as fintechs – startups de inovação no setor financeiro – e opções como o Nubank, para inovar no mercado e brigar com os já tradicionais bancos.

mobile banking
O mobile banking já representa mais de 50% do total de transações bancárias realizadas

Segundo um estudo de 2017, e realizado há 25 anos pela Febraban, a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária, “As instituições bancárias estão na dianteira de uma grande transformação em curso. O uso crescente dos canais digitais (internet e mobile banking), que já se mostrava tendência em anos anteriores, está em consolidação, com as transações nesse meio ultrapassando mais de 50% do total.”

Uso de mobile banking quase dobrou em 2016

O estudo da Febraban concluiu que o mobile banking é o preferido dos brasileiros. A pesquisa aponta que, em 2016, o uso de mobile banking quase dobrou. Isso significa que saltou de 11,2 bilhões de transações realizadas em 2015 para 21,9 bilhões em 2016. Em movimentações financeiras, foi de 500 milhões para 1,2 bilhão, uma alta de 140%.

Algumas das transações mais realizadas são transferências TED/DOC – 505 milhões em 2016 enquanto 2015 teve 60 milhões -, e pagamentos- 468 milhões de contas foram pagas, com um aumento de 37% em relação ao ano anterior.

Outro dado curioso aponta que 9,5 milhões de clientes do mobile banking fazem mais de 80% de suas transações via esse canal. No Brasil, uma em cada cinco transações financeiras acontecem via Internet Banking ou Mobile Banking.  E, nos últimos três anos, as transações via celular quadruplicaram.

O que é inflação? Leia sobre o assunto!

Segurança em transações bancárias online

Se por um lado facilita a vida corrida das pessoas, alguns cuidados também devem ser tomados em transações bancárias online. A Febraban apontou medidas que são essenciais para manter a segurança e não cair em golpes.

1 – Mantenha um antivírus atualizado em seus dispositivos;
2 – Troque periodicamente as senhas e crie combinações que dificilmente serão adivinhadas;
3 – Realize as transações apenas em computadores confiáveis e nunca em computadores de locais públicos ou de terceiros;
4 – Não abra arquivos ou clique em links de origem desconhecida. O mesmo vale para e-mails de origem duvidosa, mesmo que o remetente seja o banco;
5 – Se você duvidar de um site, não insira seus dados. Uma forma de verificar a segurança é clicando sobre o cadeado e/ou a chave de segurança que aparece na área de segurança do site. O certificado de habilitação do site, concedido por um certificador internacional, aparecerá na tela confirmando sua autenticidade;
6 – Sempre acompanhe os os lançamentos em sua conta e a qualquer movimentação desconhecida, comunique imediatamente ao banco;
7 – Fique também sempre de olho em todas as movimentações em sua conta e ao acessar o site do banco. Tem dúvidas sobre a segurança da operação? Contate o banco na mesma hora!







Investir na Bolsa de Valores: entenda como funciona

Investir na Bolsa de Valores: entenda como funciona

A bolsa de valores no Brasil tem sede em São Paulo. A BM&FBovespa – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros atua com os mercados de bolsa e de balcão e surgiu em 2008, com a união da Bolsa de Valores de São Paulo e a Bolsa de Mercadorias & Futuros. Para investir na bolsa de valores, é preciso definir, acima de tudo, seus objetivos. Conhecer o mercado também já é uma grande ajuda.

No final de 2016, a BM&FBovespa tinha valor de R$29.948 milhões e uma estrutura de 1.338 funcionários, além de 63 estagiários. A companhia possui também escritórios em Nova York, Londres e Xangai, para oferecer todo o suporte necessário a quem atua nesse mercado.

Tem dúvidas do mercado financeiro? Conheça os principais termos

Mas, quando pensamos em Bolsa de Valores, a primeira informação que todos lembram é o termo ações. Como funciona esse mercado? Quem fiscaliza e quais empresas podem negociar? E, o principal, como investir na bolsa? Primeiro, é importante destacar que investir na bolsa não funciona apenas através de ações, há outras formas. Descubra a seguir.

bolsa de valores
Para investir na bolsa, o valor inicial do investimento não precisa ser alto em algumas modalidades

Como funciona investir na bolsa

No Brasil, a BM&FBovespa é responsável pelos mercados de bolsa e balcão. Os principais tipos de ativos são negociados, como ações, títulos de renda fixa, contratos derivativos financeiros e de commodities, moedas, entre outros.

Saiba onde e como investir seu FGTS

Antes de investir, é importante que você defina seus objetivos e o prazo em que deseja obter retorno. Agora, é hora de conhecer os tipos de investimento e escolher o seu: ações, ETF, Tesouro Direto ou fundos imobiliários.

As orientações que a própria bolsa divulga são de caráter informativo, o que não inviabiliza, mas apenas reforça a importância de pesquisar. O futuro investidor deve pesquisar bem sobre o mercado e procurar uma corretora para orientações e intermediar seus investimentos na bolsa de valores.

Entendendo o mercado de ações

A Bolsa de Valores trabalha com valores mobiliários, ou seja, as ações. Aquele que adquire ações é chamado de acionista e possui status de sócio. Sua propriedade é representada pelo “Certificado de Ações” ou pelo “Extrato de Posição Acionária”.

Apenas as companhias de capital aberto, que possuem registro na Comissão de Valores Mobiliários, podem negociar suas ações publicamente. A CVM é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda responsável por esse mercado.

O investimento individual em ações é feito quando o interessado contrata os serviços de uma corretora que fará a ponte nas negociações. No investimento coletivo, os membros devem adquirir cotas em clubes de investimento ou fundos de ações.

Para investir em ações, não é preciso dispor de uma alta quantia no início. Os dividendos são recebidos periodicamente e há a possibilidade de comprar e vendê-las a qualquer momento. É também possível alugar ações através de um empréstimo de ativos para ter um rendimento extra.

Há diversas formas de investir em ações, por isso consultar um corretor é essencial. Os riscos também existem, já que este é um mercado de renda variável. A empresa da qual você será sócio poderá ir bem ou não, por exemplo.

As taxas que envolvem o investimento em ações são:
– Taxa de corretagem: cobrada pelas corretoras para acessar o mercado;
– Taxa de custódia: valor mensal cobrado pela guarda das ações pela BM&FBovespa e serviços oferecidos pela corretora;
– Imposto de Renda: geralmente de 15% sobre os ganhos. É cobrado na saída do investimento e se o resgate for maior do que R$20 mil.

Investimento em fundos de índices

O fundo de índices (ou Exchange Traded Funds – ETFs) é um investimento que pode ser comprado ou vendido como uma ação. As cotas do ETF refletem a performance de um determinado índice de referência de um setor da economia.

Ao investir em um ETF, você passará a ter parcela de todas as ações do índice de referência, sem precisar comprar separadamente a ação de cada empresa, , ou seja, você investe em um conjunto de ações. Esse é um investimento diversificado e como não está direcionado a uma única empresa, dilui o risco.

Nos fundos de índice, o investimento inicial também pode ser baixo, como nas ações. A taxa de administração também pode ser menor. É possível também aplicar e resgatar a qualquer momento, como uma ação. Assim como nas ações, essa é uma renda variável que deve ser procurada por quem pensa em investir a longo prazo e tolera variações no valor da aplicação.

Investimento no Tesouro Direto

O Tesouro Direto foi criado para tornar o acesso a títulos públicos federais mais simples. A aplicação é por qualquer pessoa física, no valor mínimo de R$30. O investimento é considerado direto, já que antes investir em títulos públicos era possível apenas de forma indireta, como pelos fundos de investimento.

Esse é um investimento em que você empresta recursos ao país e recebe um valor por isso. É indicado para quem busca baixo risco e boa rentabilidade, já que o seu emissor é o governo federal. Como os títulos são nominais, garante aos investidores a segurança de posse, no futuro, do direito de recebimento. Entenda o passo a passo para investir no Tesouro Direto.

Investimento em fundos imobiliários

Investir em fundos imobiliários é uma alternativa a quem deseja entrar no mercado de imóveis mas não quer adquirir um ou investir seus recursos em um único ativo. Para entrar em um fundo imobiliário, há lançamentos mínimos de R$1 mil.

Esse é também um investimento diversificado, pois implica em investir em construção para venda, aluguel, títulos emitidos para financiar obras, ações de empresas do ramo, cotas de outros fundos imobiliários, entre outros. Os tipos de imóveis incluem shopping centers, escritórios, hospitais, apartamentos, galpões industriais, centros logísticos e outros.

Os rendimentos de pessoas físicas nos fundos imobiliários estarão isentos de imposto de renda, como: recebimentos de aluguéis, rateio da venda de um imóvel do fundo, etc. As taxas são as comuns a todos os investimentos: custódia, corretagem e por operação.

Alguns dos riscos de investir em fundos imobiliários incluem a procura abaixo do que previsto na compra ou aluguel dos imóveis, inadimplência de locatários ou compradores, aluguéis abaixo do previsto, e crise na política e economia.

“Fruto da combinação entre a BM&FBOVESPA e a Cetip, nasce a B3, uma empresa maior do que a soma das partes. Uma companhia de infraestrutura de mercado financeiro de classe mundial.

Com portfólio diversificado de produtos e serviços, a B3 chega para potencializar oportunidades de negócios em um ambiente de mercado dinâmico, desafiador e competitivo em escala global.

Temos um compromisso com o Brasil, com os clientes, com a inovação e com o constante desenvolvimento do mercado financeiro e de capitais.”

Bovespa







Entenda o que é Renda Fixa

Entenda o que é Renda Fixa

Com esse post você vai entender mais sobre esse tipo de investimento (Renda Fixa)  que vem ganhando tanto público. Confira!

Renda fixa se trata de um tipo de aplicação financeira em que você deixa seu dinheiro com algum banco, alguma empresa ou até com o governo e recebe uma quantia extra. No momento do investimento já são estipulados os critérios rentáveis.  Além de estar ganhando uma remuneração, você ainda estará dando suporte financeira para alguma plataforma, no final os dois lados costumam sair felizes.

renda fixa

Um dos pontos que chamam mais atenção dos investidores de plantão são as ações já previsíveis devido aos acordos pré-determinados. Apesar disso, para ter maiores lucros é necessário fazer a lógica do mercado: correr risco. E até os “riscos” desse tipo de investimento não são tão graves. Para ter um retorno maior o dinheiro “emprestado” deve ficar longe de suas mãos por algum tempo.

Na hora de combinar com quem pegará o dinheiro, é preciso escolher qual o tipo de Renda Fixa atende melhor as necessidades. São dois os tipos:

Títulos Renda Fixa Pré-Fixados

Essa opção tem o dinheiro de retorno já combinado no momento de aplicação. O termo usado para saber o quanto irá ganhar em um período de um ano é “CBD pré-fixado de 360 dias rendendo X%”.

Títulos Renda Fixa Pós-Fixados

Essa, entretanto, é totalmente diferente. Ao investir nessa opção, o dinheiro a ser recebido só será revelado no final do investimento. Isso se deve ao fato de um índice variante que atua no negócio. Esse índice, ou inflação, são medidos pelo IGP-M ou IPCA. Investimento em títulos pós-fixados podem até possuir maior risco de investimento, devida a variação, mas também possui uma maior chance de lucros grandes.

O fundo de investimento é a melhor opção para quem está iniciando na vida de negócios. A facilidade se encontra em poder tornar diferente a forma como investe. Por exemplo, ao aplicar certa quantia nos fundos, automaticamente estará comprando sua participação em uma carteira e que conterá várias aplicações de renda fixa no mesmo lugar.

Para aos investidores que estão interessados é legal saber do seguro que protege contra imprevistos. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) protege os investidores em caso de empresas que falecem. Nos investimentos de Renda Fixa, seja por CDB, LCI, LCA e Letras de Câmbio (produtos de Renda Fixa), há uma cobertura em investimentos de até 250 mil reais. Então fique bastante atento quando aplicar seu dinheiro para não extrapolar esse valor por conta e acabar perdendo a garantia.

Fique ligado nas dicas e informações que passamos aqui no FinanceOne. Com um pouco de finanças pessoais é possível economizar muito.







5 tipos de renda passiva

5 tipos de renda passiva

5 tipos de renda passiva

O ser humano não é imortal. Uma hora o corpo chega ao limite e precisa parar. Quando esse dia chegar, esteja preparado. Veja como continuar ganhando dinheiro.

Renda passiva nada mais é do que o valor conquistado sem uma dependência direta sua e sim de outras pessoas. Diferente da ativa que seria o dinheiro ganho com o seu serviço comum, salário conquistado. Qualquer tipo de investimento pode ser considerado como renda passiva, pois seu único esforço está na parte financeira.

Veja diferentes formar de ter uma renda passiva
Veja diferentes formar de ter uma renda passiva

Essa forma de ganhar dinheiro está ligado ao planejamento de longo prazo, podendo garantir seu salário até depois da aposentadoria. Sem mais enrolação, vamos as cinco diferentes formas de ganhar dinheiro de forma passiva.

Tesouro

Atualmente existe diferentes opções para renda em Tesouro. O Tesouro Direto é o mais famoso e seguro, mas com intervalos maiores de distribuição de renda, sem falar nos impostos. Ocorrendo apenas semestralmente, ainda existe outras opções caso queira viver com uma renda diária passiva. O Tesouro IPCA e o Tesouro Prefixado são duas dessas opções. Mesmo assim você não receberá o ano inteiro. Alguns meses, seis, ficará sem renda. Dê uma olhada e veja se atende as suas necessidades.

LCI do Intermedium

A LCI se trata de um investimento que não possui taxação de imposto de renda, porém que não pode ser retirada antes do dia de vencimento. Mas no Banco Intermedium fica ainda mais vantajoso. Com rendimento de 6% mais o IPCA ou IGP-M com distribuição de 6 em 6 meses. Muito semelhante a opção anterior, mas com a vantagem da isenção de imposto. Para completar o dia que libera o que rendeu depende de quando você investiu.

Debêntures

Esse diferente dos outros, se trata de uma empresa que não são de finanças. Com valor de retorno maior que os outros tipos de renda passiva, a diferença fica nos riscos corridos. Essa opção não é coberta pelo FGC, dependendo do quão sólida está a Empresa. O rendimento pode chegar até a 9% com IPCA.

Ações

A mais famosa opção da lista. Com a compra e venda de ações na bolsa, ainda existe a inovadora forma de buy & hold. Compra empresas de empresa de qualidade e recebe parte de seu lucro. O rendimento nesse jeito inovador pode chegar na casa do 6% ao ano. Possui um grande risco, pois se trata de apostar no mercado e no futuro, mesmo estudando a situação. É possível também fazer compra de moeda que estão crescendo no momento, Bitcoin por exemplo, uma das Criptomoedas.

Fundos Imobiliários

O FII pode ser uma ótima opção de renda passiva. Quanto mais você compra mais você pode lucrar, mas com controle, é claro. O rendimento está ligado ao mercado da época. Se o mercado vai bem, seu bolso vai bem. Caso o contrário já dá para imaginar, né?! É um risco que pode ser tomado caso seja com cautela.

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Melhores aplicativos para ajudar nas suas finanças

Melhores aplicativos para ajudar nas suas finanças

Pagar para um acompanhamento profissional não custa barato. Então usufrua desse serviço de graça com os melhores apps para planejamento financeiro.

Não é tão simples cortar gastos na hora de economizar. Às vezes compramos coisas desnecessárias pela simples sensação de estar consumindo. Há diferentes diagnósticos para a situação, mas a cura pode ser bem simples: um auxílio de planejamento.

lista com os melhores aplicativos financeiros

Confira agora um top 5 com ótimos aplicativos para ajudar a você se organizar nesses momentos de economia.

1.Toshl Finance

Um dos aplicativos mais renomados no assunto atualmente, está presente para as plataformas IOS, Android e Windows Phone. Um agente virtual, um personagem, trabalha aqui ao seu dispor. Ele controla as suas despesas. É possível exportar todos os dados inseridos em outros programas como o Excel, o PDF, o Google Docs e o XLS. Outras ações disponíveis no app são: gerenciar múltiplas contas, montar orçamentos, utilizar qualquer moeda do mundo e etc.

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2.GuiaBolso

Esse está presente apenas em aparelhos com Android ou IOS. Este é o melhor aplicativo financeiro do Brasil. O diferencial desse é a capacidade de fazer sincronia com cartões de crédito e contas de banco com atualizações simultâneas. Com o seu CPF também há a possibilidade de buscar empréstimos que melhor atenda as suas expectativas

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3.Finance

Um dos apps com melhor avaliação na AppStore também está presente no Google Play. O aplicativo atende tanto conta nacionais quanto internacionais. Três tipos de planejamento financeiro: diária (gastos com alimentos, farmácia, mercado), prazos maiores (mobília e reformas) e desejos maiores ainda (casa e carro). Os usos de fotos de suas despesas podem ser de grande ajuda.

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4.Mobilis

O Mobilis possui vantagem por está disponível também no Windows Phone, além dos tradicionais IOS e Android. Gráficos e relatórios ajudarão você a planejar todos seus gastos e ganhos, inclusive a pagar algumas contas. Existe integração com computadores e notebooks por meio dos dados em nuvem. Outras funções a se destacar são o acesso ao portal, importação simultânea de SMS, possibilidade de categorizar despesas por geolocalização, leitura de notificações, widget com rápido acesso e etc.

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5.Minhas Economias

Aqui fica fácil montar planilhas para ajudar nas suas economias. Tudo que você espera para o seu futuro pode virar imagem real com esse app. Planejamento é o segredo de uma boa economia. Começar o quanto antes é ótimo, então mãos a obra.
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Muitos economistas são contratados, por valores altos, para fazer o planejamento financeiro de empresas e microempreendedores. Mas se você quiser algo parecido é muito fácil e de graça.

 







5 melhores cartões sem anuidade

5 melhores cartões sem anuidade

Um dos adventos criados pelo ser humano é o cartão de crédito. O que não são muito legais são as taxas. Para isso veja a lista com 5 cartões sem anuidade.

veja abaixo a lista com os melhores cartões sem anuidade

1. Cartão de Crédito sem Anuidade Amex

O American Express Gold Credit é um dos cartões que podem ter anuidade grátis dependendo da conversa com a empresa. Apesar de não ter muito espaço entre os estabelecimentos nacionais, o cartão amex pode ser uma ótima opção para pagamentos de contas. Algumas vantagens são os canais digitais e serviços on-line, programa de Recompensas com pontos que não expiram e flexibilidade na hora de pagar suas compras.

2. Cartão de Crédito sem Anuidade Santander Free

Umas das melhores opções da lista. Para assegurar a anuidade é preciso que a cada fatura uma compra de no mínimo R$100 seja feita. A ausência da anuidade pode ser estendida em até 5 adicionais. Algumas qualidades como o Santander Esfera, rede de benefícios, e o um serviço de pagamentos de contas com prazo superior a um mês, são disponibilizados. Não se esqueça se por acaso não utilizar o cartão em algum mês terá que pagar um valor referente a anuidade.

3. Cartão de Crédito sem Anuidade Petrobras

Esse é especial por um motivo: a anuidade é garantida mesmo sem compras por mês. O cartão tem associação co o Banco do Brasil, um banco há 200 anos no mercado. Além disso é possível utilizá-lo em postos Petrobras, lojas Br Mania e estabelecimentos que aceitam Visa, nacional internacionalmente. Qualidades como a aceitação em todo mundo, até 40 dias para o pagamento, acumulo de pontos por milhas aéreas são algumas das opções.

4. Cartão de Crédito sem Anuidade Porto Seguro

Esse possui exigência de gasto. O internacional, por exemplo, não é muito baixa, R$1500. Uma qualidade importante é na medida que se usa o cartão, o desconto aumenta e o seguro pode até sair de graça.

5. Melhores Cartões sem Anuidade Digitais – Cartão de Crédito Nubank

Além da ausência da anuidade, esse cartão é bastante inovador. Por ser digital existe a possibilidade de gerenciá-lo via smartphone. Muito interessante.

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Formas inteligentes de investir seu dinheiro

Formas inteligentes de investir seu dinheiro

Cada vez mais a sociedade se interessa em formas inteligentes de investir seu dinheiro. Um dos métodos mais fáceis de aumentar sua renda se feito com inteligência e aqui entende-se mais.

Investimento inteligente
Investimento inteligente

Investir, se da melhor forma, obriga você a economizar e agir de forma mais inteligente com dinheiro. Para conseguir multiplicar essa grana é preciso uma dedicação muitos mais pensada do que agida. Sigam as dicas para ter melhor rendimento seja na poupança, Tesouro Nacional ou na Bolsa de Valores.

Investimento não é emergência

Se for seguir as melhores práticas, não é legal depender desse dinheiro. Se você está aplicando ele não pode estar usando-o para gastos supérfluos. Todo dinheiro multiplicado é para utilização a longo prazo, em teoria. Para curto prazo deve haver uma reserva voltada as emergências.

Metas

Para poder caminhar é preciso um destino. E é isso que as metas fazem quando está investindo, elas te dão um norte quanto a progresso. Saber para que está mexendo nesse dinheiro o ajuda a escolher qual ferramenta usar. Seja no Tesouro Nacional, com bons resultados a longo prazo, na previdência privada, que desconta direto na sua conta, ou na mais conhecida que é a poupança.

Certifique-se das taxas

Para se aventurar nesse universo econômico é preciso estar por dentro das taxas possíveis cobradas. Dependendo da instituição os valores mudam, então procure sempre saber. Os impostos e as taxas para administração dos fundos são dois exemplos delas.

Explore as várias opções

Não é muito aconselhável que se prenda a apenas uma plataforma. Para menores chances de prejuízo, invista um pouco na poupança, outra coisa no Tesouro, mais um tanto na Bolsa. O importante é aumentar as suas margens de lucro.

No Tesouro, por exemplo, é possível trabalhar com pouco. O Tesouro Direto, um programa do Tesouro Nacional em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) permite um começo por volta de 80 reais. Com taxas de administração baixas, não tem melhor opção para começar.
Ao contrário do Tesouro está a Bolsa de Valores. Na bolsa é exigido quantidades maiores de dinheiro para investir, sem falar nos maiores riscos. É necessário um contrato com uma corretora licenciada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que irá abrir sua conta na Ibovespa. Não deixe de estudar o mercado, é o jeito de ter um melhor rendimento.







Aprenda a se beneficiar com a queda do juros/Selic

Aprenda a se beneficiar com a queda do juros/Selic

Aprenda a se beneficiar com a queda do juros/Selic

Em meio a crise e a recessão na economia do país, veja as melhores formas de tentar tirar aproveito com a taxa de juros caindo.

A diminuição do valor Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) é feita de forma estratégica. Primeiro que esse valor serve como um delimitador no dinheiro transitado pelos bancos e nas aplicações aos títulos públicos. Com esses valores estipulados, os bancos em geral ficam em ligação direta e diária com o Banco central para evitar a inflação e controle da economia. Se as coisas não vão bem, a taxa de juros é cortada. Ao levar o corte empréstimos tendem a ficar mais barato, chamando novamente a atenção do público e reaquecendo a economia.

Isso atinge a indústria financeira de maneira similar. Se o retorno começa a ser maior que a taxa de juros, o investidor costuma permanecer aplicando. Com um aumento na venda de ações acompanhando o lucro, fica ainda mais atrativo as ações na Bolsa de Valores. Nessa parte parece estar tudo agradável. E você pode acompanhar essa maré de oportunidades.

Investir em ações é de fato a melhor forma de aproveitar a queda das taxas de juros. Uma análise da empresa escolhida para aplicação do dinheiro é essencial para um bom rendimento. O menor número de dívidas resulta em bom funcionamento da entidade e mais ganhos aos acionistas.
Existe alguns setores que se privilegiam com este cenário. Veja quais são:

Concessionárias e infraestrutura

Empresas que operam obras na infraestrutura e concessionárias de serviço possuem números de investimento a longa prazo. A Taxa Interna de Retorno seria um potencial de risco para o investimento, se não fosse a queda da taxa Selic. Tudo que antes possuía maior risco, com o corte aumentam as margens de segurança no lucro.

Mercado imobiliário

A Taxa Referencial, junto ao fascínio estrangeiro no setor com bons índices de inflação, tornam ainda mais atrativo o negócio nesse setor.

Empresas de consumo e varejo

Todo o cenário ajuda as famílias com créditos financeiros. Essas famílias que vão a supermercados e outros estabelecimentos que fornecem suprimentos. No final essa área comercial recebe mais dinheiro que o de costume e proporcionam ações mais lucrativas.

Empresas endividadas

Todos os fatores apresentados ajudam as empresas que estão no vermelho a se reerguer. Com isso, por que não investir o seu dinheiro em quem está subindo?

O principal é estar sempre por dentro do mercado e saber quem é a bola da vez. Arriscar com responsabilidade e sabedoria pode ser o rumo da vitória. Boas Ações!







Câmbio – Dólar busca definição de rumos com agenda fraca

Câmbio – Dólar busca definição de rumos com agenda fraca


São Paulo, 17/02 (Enfoque) –

O dólar comercial encerrou a jornada de quinta-feira com alta de 0,4% a R$ 3,0810, passando assim por um leve ajuste após seguidas quedas e se de aproximar do patamar de R$ 3,05. Dados da economia dos EUA e a expectativa dos próximos passos do Copom e do Fomc marcaram o dia.

Sem indicadores de destaque nos EUA, a sexta-feira terá como grande destaque a prévia do IPCA de fevereiro, que deve confirmar a tendência de desaceleração da inflação e também pode influenciar a decisão do Copom, que terá reunião na próxima semana.

Mercado Externo

A agenda desta sexta-feira não traz indicadores de destaque da economia americana. Com o feriado de segunda-feira, quando os mercados estarão fechados, os investidores devem ficar atentos ao cenário externo e o cenário político local.

Mercado Interno

A sexta-feira traz como grande destaque da agenda a divulgação da prévia do Índice de Preços ao Consumidor Amplo, IPCA, dos 15 primeiros dias de fevereiro de 2017. A expectativa do mercado é que o indicador confirme a desaceleração dos preços, o que pode levar a um novo corte dos juros já na próxima quarta-feira, dia da reunião do Copom.  

Swap

O Banco Central anunciou que vai realizar nesta sexta-feira leilão para a rolagem dos contratos de swap cambial com vencimento em março. A operação vai acontecer entre 11h30 e 11h40 e serão negociados até seis mil contratos, com vencimentos rolados para junho ou julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na quarta-feira (15) posição consolidada de US$ 374,084 bilhões, sendo que terça-feira (14) a posição era de US$ 374,446 bilhões. A variação foi negativa em US$ 362 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 17/02/2017 08:02:04