Investir na Bolsa de Valores: entenda como funciona

Investir na Bolsa de Valores: entenda como funciona

A bolsa de valores no Brasil tem sede em São Paulo. A BM&FBovespa – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros atua com os mercados de bolsa e de balcão e surgiu em 2008, com a união da Bolsa de Valores de São Paulo e a Bolsa de Mercadorias & Futuros. Para investir na bolsa de valores, é preciso definir, acima de tudo, seus objetivos. Conhecer o mercado também já é uma grande ajuda.

No final de 2016, a BM&FBovespa tinha valor de R$29.948 milhões e uma estrutura de 1.338 funcionários, além de 63 estagiários. A companhia possui também escritórios em Nova York, Londres e Xangai, para oferecer todo o suporte necessário a quem atua nesse mercado.

Tem dúvidas do mercado financeiro? Conheça os principais termos

Mas, quando pensamos em Bolsa de Valores, a primeira informação que todos lembram é o termo ações. Como funciona esse mercado? Quem fiscaliza e quais empresas podem negociar? E, o principal, como investir na bolsa? Primeiro, é importante destacar que investir na bolsa não funciona apenas através de ações, há outras formas. Descubra a seguir.

bolsa de valores
Para investir na bolsa, o valor inicial do investimento não precisa ser alto em algumas modalidades

Como funciona investir na bolsa

No Brasil, a BM&FBovespa é responsável pelos mercados de bolsa e balcão. Os principais tipos de ativos são negociados, como ações, títulos de renda fixa, contratos derivativos financeiros e de commodities, moedas, entre outros.

Saiba onde e como investir seu FGTS

Antes de investir, é importante que você defina seus objetivos e o prazo em que deseja obter retorno. Agora, é hora de conhecer os tipos de investimento e escolher o seu: ações, ETF, Tesouro Direto ou fundos imobiliários.

As orientações que a própria bolsa divulga são de caráter informativo, o que não inviabiliza, mas apenas reforça a importância de pesquisar. O futuro investidor deve pesquisar bem sobre o mercado e procurar uma corretora para orientações e intermediar seus investimentos na bolsa de valores.

Entendendo o mercado de ações

A Bolsa de Valores trabalha com valores mobiliários, ou seja, as ações. Aquele que adquire ações é chamado de acionista e possui status de sócio. Sua propriedade é representada pelo “Certificado de Ações” ou pelo “Extrato de Posição Acionária”.

Apenas as companhias de capital aberto, que possuem registro na Comissão de Valores Mobiliários, podem negociar suas ações publicamente. A CVM é uma autarquia vinculada ao Ministério da Fazenda responsável por esse mercado.

O investimento individual em ações é feito quando o interessado contrata os serviços de uma corretora que fará a ponte nas negociações. No investimento coletivo, os membros devem adquirir cotas em clubes de investimento ou fundos de ações.

Para investir em ações, não é preciso dispor de uma alta quantia no início. Os dividendos são recebidos periodicamente e há a possibilidade de comprar e vendê-las a qualquer momento. É também possível alugar ações através de um empréstimo de ativos para ter um rendimento extra.

Há diversas formas de investir em ações, por isso consultar um corretor é essencial. Os riscos também existem, já que este é um mercado de renda variável. A empresa da qual você será sócio poderá ir bem ou não, por exemplo.

As taxas que envolvem o investimento em ações são:
– Taxa de corretagem: cobrada pelas corretoras para acessar o mercado;
– Taxa de custódia: valor mensal cobrado pela guarda das ações pela BM&FBovespa e serviços oferecidos pela corretora;
– Imposto de Renda: geralmente de 15% sobre os ganhos. É cobrado na saída do investimento e se o resgate for maior do que R$20 mil.

Investimento em fundos de índices

O fundo de índices (ou Exchange Traded Funds – ETFs) é um investimento que pode ser comprado ou vendido como uma ação. As cotas do ETF refletem a performance de um determinado índice de referência de um setor da economia.

Ao investir em um ETF, você passará a ter parcela de todas as ações do índice de referência, sem precisar comprar separadamente a ação de cada empresa, , ou seja, você investe em um conjunto de ações. Esse é um investimento diversificado e como não está direcionado a uma única empresa, dilui o risco.

Nos fundos de índice, o investimento inicial também pode ser baixo, como nas ações. A taxa de administração também pode ser menor. É possível também aplicar e resgatar a qualquer momento, como uma ação. Assim como nas ações, essa é uma renda variável que deve ser procurada por quem pensa em investir a longo prazo e tolera variações no valor da aplicação.

Investimento no Tesouro Direto

O Tesouro Direto foi criado para tornar o acesso a títulos públicos federais mais simples. A aplicação é por qualquer pessoa física, no valor mínimo de R$30. O investimento é considerado direto, já que antes investir em títulos públicos era possível apenas de forma indireta, como pelos fundos de investimento.

Esse é um investimento em que você empresta recursos ao país e recebe um valor por isso. É indicado para quem busca baixo risco e boa rentabilidade, já que o seu emissor é o governo federal. Como os títulos são nominais, garante aos investidores a segurança de posse, no futuro, do direito de recebimento. Entenda o passo a passo para investir no Tesouro Direto.

Investimento em fundos imobiliários

Investir em fundos imobiliários é uma alternativa a quem deseja entrar no mercado de imóveis mas não quer adquirir um ou investir seus recursos em um único ativo. Para entrar em um fundo imobiliário, há lançamentos mínimos de R$1 mil.

Esse é também um investimento diversificado, pois implica em investir em construção para venda, aluguel, títulos emitidos para financiar obras, ações de empresas do ramo, cotas de outros fundos imobiliários, entre outros. Os tipos de imóveis incluem shopping centers, escritórios, hospitais, apartamentos, galpões industriais, centros logísticos e outros.

Os rendimentos de pessoas físicas nos fundos imobiliários estarão isentos de imposto de renda, como: recebimentos de aluguéis, rateio da venda de um imóvel do fundo, etc. As taxas são as comuns a todos os investimentos: custódia, corretagem e por operação.

Alguns dos riscos de investir em fundos imobiliários incluem a procura abaixo do que previsto na compra ou aluguel dos imóveis, inadimplência de locatários ou compradores, aluguéis abaixo do previsto, e crise na política e economia.

“Fruto da combinação entre a BM&FBOVESPA e a Cetip, nasce a B3, uma empresa maior do que a soma das partes. Uma companhia de infraestrutura de mercado financeiro de classe mundial.

Com portfólio diversificado de produtos e serviços, a B3 chega para potencializar oportunidades de negócios em um ambiente de mercado dinâmico, desafiador e competitivo em escala global.

Temos um compromisso com o Brasil, com os clientes, com a inovação e com o constante desenvolvimento do mercado financeiro e de capitais.”

Bovespa







Principais bolsas de valores da Europa e da Ásia operam em baixa

Principais bolsas de valores da Europa e da Ásia operam em baixa

(Ag. Brasil) – As incertezas causadas pelos impactos da crise econômica internacional, principalmente na zona do euro, geraram hoje (23) quedas nas principais bolsas de valores da Europa e da Ásia. Há ainda expectativas dos investidores em torno da reunião informal dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia nesta quarta-feira, em Bruxelas, na Bélgica.  

Ao longo do dia (há diferenças de fusos horários entre o Brasil, a Europa e a Ásia), houve registros de perdas na Bolsa de Milão (Itália), de 1,38%, e na Bolsa de Madri (Espanha), de 1,11%. Na Bolsa de Londres (Reino Unido), caiu 1,15%, na de Frankfurt (Alemanha), 1,29%, e na de Paris (França), 1,11%. A Bolsa de Lisboa (Portugal) caiu 0,97%.
De acordo com analistas econômicos, há receios também sobre a ausência de otimismo em relação à Grécia. Paralelamente, os líderes da União Europeia, reunidos hoje em Bruxelas, discutem medidas para estimular o crescimento econômico e a criação de uma taxa sobre as transações financeiras.
As principais bolsas da Ásia também passaram o dia hoje negociando em baixa. A Bolsa de Tóquio (Japão) registrou queda de 1,2 %, a de Hong Kong caiu 1,4 % e também estão em baixa os principais indicadores da Coreia do Sul e da Austrália, assim como de Cingapura e da Indonésia.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
23/05/2012 09:33:43

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Principais bolsas de valores da Europa e da Ásia operam em baixa

Principais bolsas de valores da Europa e da Ásia operam em baixa

(Ag. Brasil) – As incertezas causadas pelos impactos da crise econômica internacional, principalmente na zona do euro, geraram hoje (23) quedas nas principais bolsas de valores da Europa e da Ásia. Há ainda expectativas dos investidores em torno da reunião informal dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia nesta quarta-feira, em Bruxelas, na Bélgica.  

Ao longo do dia (há diferenças de fusos horários entre o Brasil, a Europa e a Ásia), houve registros de perdas na Bolsa de Milão (Itália), de 1,38%, e na Bolsa de Madri (Espanha), de 1,11%. Na Bolsa de Londres (Reino Unido), caiu 1,15%, na de Frankfurt (Alemanha), 1,29%, e na de Paris (França), 1,11%. A Bolsa de Lisboa (Portugal) caiu 0,97%.
De acordo com analistas econômicos, há receios também sobre a ausência de otimismo em relação à Grécia. Paralelamente, os líderes da União Europeia, reunidos hoje em Bruxelas, discutem medidas para estimular o crescimento econômico e a criação de uma taxa sobre as transações financeiras.
As principais bolsas da Ásia também passaram o dia hoje negociando em baixa. A Bolsa de Tóquio (Japão) registrou queda de 1,2 %, a de Hong Kong caiu 1,4 % e também estão em baixa os principais indicadores da Coreia do Sul e da Austrália, assim como de Cingapura e da Indonésia.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

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23/05/2012 09:33:43

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Mercados financeiros da Europa reagem à vitória de Hollande e às eleições na Grécia

Mercados financeiros da Europa reagem à vitória de Hollande e às eleições na Grécia

(Ag. Brasil) – As eleições na França e na Grécia provocaram hoje (7) baixas nos principais mercados financeiros da Europa. Na abertura da Bolsa de Paris (França), houve perda de 1,38%, e a de Atenas também abriu em baixa. A mesma tendência se repetiu nas bolsas de Londres (na Grã-Bretanha), que registrou queda de 1,93%,  de Frankfurt (Alemanha), com baixa de 2,16% , de Madrid (Espanha), 1,92% e de Milão (Itália), 1,86%.

Para analistas econômicos, a vitória do socialista François Hollande na França causa incerteza nos mercados financeiros da Europa, considerando que a economia francesa é a segunda maior da região. Também é motivo de incerteza o fato de a União Europeia reunir 27 países, dos quais 22 são comandados por líderes conservadores ou de centro.
O desafio de Hollande, segundo analistas, é mostrar para a Europa e o mundo que sua eleição não é uma ameaça à estabilidade, mas a busca pelo fim do agravamento da crise econômica internacional. Ele assume o poder no próximo dia 14.
Os mercados financeiros também reagiram em relação aos resultados das eleições legislativas na Grécia. Os resultados mostraram a resposta da população ao plano de austeridade imposto pelos principais partidos do país e também à contenção contra os protestos que dominaram as grandes cidades gregas.
Nas eleições gregas venceram os pequenos partidos políticos, colocando as atuais forças políticas em minoria – o Pasok (socialista) e a Nova Democracia (direita). Os dois partidos garantiram apenas 149 dos 300 lugares, dificultando a formação de um novo governo de coalizão.

Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
07/05/2012 08:42:47

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Com Japão e China fechadas, Ásia fecha em alta; Europa opera no azul

Com Japão e China fechadas, Ásia fecha em alta; Europa opera no azul

Com praças mais importantes da Ásia fechadas, caso de Tóquio e Xangai, fechadas, os mercados acionários do continente tiveram uma jornada positiva nesta segunda-feira. A expectativa de que o Federal Reserve poderá agir para estimular o crescimento da economia americana deu ânimo aos investidores.

Com isso, a bolsa de Hong Kong, o Hang Seng, teve ganhos de 1,70% na jornada, encerrando com 21.094,2 pontos. Confira o gráfico:

Na Europa, o clima é de cautela dos investidores. A corta da nota da Espanha na semana passada e a consequência natural do rebaixamento do rating dos bancos do país preocupam os investidores. Com isso, o DAX tem leve alta de 0,18% aos 6.813,55 pontos. Já em Londres, a alta é de 0,15% aos 5.757,48 pontos. Confira os gráficos:



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
30/04/2012 08:11:58

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Bolsas da Ásia e da Europa sobem em dia de agenda cheia; Japão é exceção e fecha em queda

Bolsas da Ásia e da Europa sobem em dia de agenda cheia; Japão é exceção e fecha em queda

Os principais índices financeiros da Europa e da Ásia registraram ganhos na manhã desta quarta-feira, dia de agenda cheia e otimismo global. A exceção foi a Bolsa do Japão, que terminou no vermelho.
No pregão de hoje, destaque para alguns dados da economia norte-americana. Entre eles, investidores conhecerão os preços dos produtos importados e exportados. Em seguida, serão divulgados os estoques de petróleo do país e, mais tarde, o Livro Bege e o Orçamento do Tesouro.
Desta forma, o ftse, de Londres, avança 0,65%,aos 5631 pontos, ao passo que o Dax, de Frankfurt, tem +1,34%, aos 6695 pontos.
Na Ásia, o Shena, da China, fechou com ganhos de 0,33%, aos 969 pontos, enquanto que o japonês Nikkei teve queda de 0,83%, aos 9458 pontos. Veja gráficos abaixo:





Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
11/04/2012 08:33:17

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Ásia fecha com rumos opostos; Europa opera em queda

Ásia fecha com rumos opostos; Europa opera em queda

As bolsas de valores da Ásia encerraram a sessão desta terça-feira com rumos opostos. Os investidores ainda estão cautelosos com a China, já que dados do comércio no país sinalizam para uma diminuição no ritmo do crescimento. Um dos dados mais sensíveis foi a queda do crescimento das importações.

Apesar disso, a bolsa de Xangai conseguiu encerrar em alta de 0,94% aos 966,53 pontos, enquanto Tóquio perdeu 0,09% aos 9.538,0 pontos. No caso de Honk Kong, por ter ficado fechada ontem, a queda foi de 1,15% aos 20.356,2 pontos. Confira os gráficos:

Na Europa, os mercados seguem operando em queda, com a preocupação voltada para problemas no ritmo da recuperação do crescimento dos Estados Unidos e também com a crise da dívida na zona do euro. Com isso, o DAX perde 1,14% aos 6.698,09 pontos, enquanto o FTSE perde 1,02% aos 5.665,12 pontos. Confira os gráficos:



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
10/04/2012 09:00:06

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Bolsas da Ásia fecham em queda; Europa opera no vermelho

Bolsas da Ásia fecham em queda; Europa opera no vermelho

Os mercados asiáticos encerraram a jornada desta quinta-feira com perdas, seguindo a tendência das bolsas americanas e européias na sessão anterior. O fracasso na venda de títulos da dívida da Espanha e o pessimismo em relação à economia americana contribuíram para um dia de perdas nos principais mercados do continente.

Em Tóquio, o índice Nikkei caiu 0,53% para 9.767,6 pontos, o que representa o menor valor em quatro semanas. Em Hong Kong, o Hang Seng fechou com perdas de 0,95% aos 20.593 pontos. Já a bolsa de Xangai, que havia passado toda a semana fechada, ganhou 3,10% aos 961,17 pontos. Confira os gráficos:

Na Europa, os investidores seguem preocupados com a situação da Espanha e sua capacidade de cumprir as metas orçamentárias. Com isso, o DAX de Frankfurt perde 0,99% aos 6.716,63 pontos, enquanto em Londres cai 0,41% os 5.680,56 pontos. Confira os gráficos:



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
05/04/2012 08:17:53

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Bolsa de Tóquio fecha em queda com ata do Fomc; China segue fechada

Bolsa de Tóquio fecha em queda com ata do Fomc; China segue fechada

O mercado acionário da Ásia encerrou a jornada desta quarta-feira com perdas, principalmente com os dados da ata da reunião do Fomc, divulgada na tarde de ontem nos Estados Unidos.

Entre os principais mercados, destaque para o Japão que perdeu 2,29% aos 9.820,0 pontos. Já os mercados da China e de Honk Kong não operaram, devido a um feriado local. Confira o gráfico:



Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
04/04/2012 08:23:06

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Bolsas do Brasil e EUA fecham semana com rumos opostos

Bolsas do Brasil e EUA fecham semana com rumos opostos

Os mercados acionários do Brasil e dos Estados Unidos encerraram a última semana de março com rumos opostos, em uma semana marcada pela divulgação de dados da economia americana e também uma importante reunião dos ministros das Finanças da zona do euro.

Por aqui, as incertezas com as políticas internas para desonerar a indústria puxaram a bolsa de valores para o território negativo. Já a procura pela moeda americana seguiu aquecida, mas o Banco Central voltou a intervir sempre que a divisa ensaiasse uma desvalorização.

Nos EUA, os dados divulgados no decorrer da semana contribuíram para o bom desempenho dos mercados acionários. O crescimento do PIB dentro do previsto, e um avanço maior do que o esperado na confiança do consumidor, marcou a semana.

Mercado Externo

A semana começou com a divulgação do índice nacional de atividade do Federal Reserve de Chicago, que registrou em fevereiro -0,09 pontos, sendo que em janeiro o resultado havia sido de 0,22 pontos. Com isso, a média móvel dos últimos três meses do indicador foi a 0,30 pontos.
 
Já as vendas de casas pendentes registraram queda de 0,5% em fevereiro, de acordo com informações da Associação Nacional dos Corretores de Imóveis.  O resultado, porém, segue acima do de fevereiro do ano passado. 
 
No caso do índice que mede a atividade econômica na região de Dallas, de acordo com o escritório local do Federal Reserve, caiu para 10,8 pontos em março, enquanto o mercado apostava em 15,5 pontos.

Na terça-feira destaque para os preços de casas, que caíram pelo quinto mês consecutivo em janeiro, para o nível mais baixo desde o início de 2003. De acordo com o levantamento, os preços ficaram estáveis na série com ajuste sazonal e queda de 0,8% sem o ajuste e na base mensal. Já na anual, e sem o ajuste, a queda foi de 3,8%.
 
Já a confiança do consumidor norte-americano registrou em março queda, puxada pela baixa expectativa em relação à situação do emprego no país. No período, foram registrados 70,2 pontos, abaixo do esperado, de alta moderada para 70,9 pontos.
 
Destaque ainda para o Federal Reserve de Richmond, que divulgou que o Manufacturing Index registrou uma grande queda no mês de março, para 7 pontos, ante uma previsão de 18 pontos.

O Departamento de Comércio dos EUA divulgou, na quarta-feira, que os pedidos de bens duráveis subiram 2,2% em fevereiro em meio a uma forte demanda por uma ampla variedade de produtos comerciais e militares. Os analistas de mercado esperavam alta de 2,9%.


Na quinta-feira, o indicador mais importante da semana. O Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA fechou o quarto trimestre de 2011 com crescimento de 3,0%, o que representa o mesmo valor da prévia do indicador.
 
O mercado estimava que o indicador se mantivesse em 3,0%. No período, os dados da exportação foram revistos para baixo e o resultado do crescimento econômico foi compensado pelo forte investimento empresarial com softwares.
 
Os gastos dos consumidores cresceram 2,1% no quarto trimestre, mesmo valor das estimativas anteriores. Um dos principais índices de inflação, o núcleo do índice de consumo pessoal, também se manteve em 1,3%.
 
Os novos pedidos de auxílio-desemprego registraram caíram em 5 mil na semana passada, para total de 359 mil, de acordo o Departamento de Trabalho dos EUA. Na semana anterior, o resultado foi revisado para cima, em 364 mil, contra 348 mil estimados anteriormente.
 
Já na sexta-feira, o Departamento de Comércio informou que os gastos dos consumidores no país aumentaram 0,8% em fevereiro, embora o rendimento tenha apresentado uma subida bem mais modesta, apenas 0,2%. Os analistas de mercado esperavam que o rendimento crescesse 0,3% e os gastos 0,6%.
 
O Chicago PMI desacelerou em março, mas mesmo assim marcou seu quinto mês consecutivo acima dos 60 pontos. O PMI caiu para 62,2% pontos neste mês ante 64,0 pontos em fevereiro.
 
O índice de confiança do consumidor encerrou março com elevação para 76,2 pontos, sendo que na leitura anterior o resultado havia sido de 74,3 pontos. Este é o melhor resultado em mais de um ano.

Com isso, o Dow Jones encerrou a semana acumulando ganhos de 1,3% aos 13.212 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,8% aos 1.408,41 pontos. Confira os gráficos:

Mercado Interno

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas – composto por cinco quesitos contidos na Sondagem de Expectativas do Consumidor – avançou 2,8% entre fevereiro e março de 2012, ao passar de 119,4 para 122,7 pontos1, o maior nível desde julho de 2011 (124,4 pontos).
 
Houve melhora tanto nas avaliações sobre o momento atual quanto nas expectativas em relação aos próximos meses. O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,6%, ao passar de 140,5 para 142,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas cresceu 3,6%, de 108,3 para 112,2 pontos.
 
A projeção de analistas do mercado financeiro para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apresentou leve alta e passou de 5,27% para 5,28%, segundo o boletim Focus, divulgado hoje (26) pelo Banco Central (BC). Para 2013, a estimativa permanece em 5,5%.
 
Essas projeções estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, mas abaixo do limite superior de 6,5%.Cabe ao BC perseguir essa meta, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Um dos instrumentos para controlar os preços é a alteração na taxa básica de juros, a Selic. Na previsão dos analistas, a Selic deve encerrar 2012 em 9% ao ano e 2013 em 10% ao ano.

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou, em março, taxa de variação de 0,37%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,42%. No ano, o índice acumula variação de 1,46% e nos últimos 12 meses, a taxa registrada é de 7,85%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,40%.
 
Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), subiu de 0,01% para 0,1% na terceira prévia de março. Essa alta foi puxada, principalmente, pelo grupo transportes com variação de 0,21% ante 0,12%. Os alimentos também pressionaram a inflação com aumento de 0,15% ante (-0,25%), interrompendo a sequência de quedas que vinham sendo registradas desde a primeira prévia de fevereiro.

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,43%, em março. Em fevereiro, o índice variou -0,06%. Em 12 meses, o IGP-M elevou-se 3,23%. A taxa acumulada no ano é de 0,62%.
 
O Banco Central reduziu a projeção para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano. Segundo o Relatório de Inflação divulgado hoje, a estimativa ficou em 4,4%, 0,3 ponto percentual menor do que o projetado no documento anterior, em dezembro.
 
A presidenta Dilma Rousseff apelou para que a comunidade internacional passe a respeitar e a valorizar mais os países que integram o Brics – grupo que reúne o Brasil, a Rússia, Índia, China e África do Sul. Ela lembrou que apenas o bloco será responsável por 56% da economia do mundo, de acordo com previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI).
 
A Previdência Social apresentou um déficit de R$ 5,1 bilhões em fevereiro. O valor é 70,5% superior ao de janeiro e 47,1% maior do que o registrado em fevereiro de 2011.
 
A economia de recursos para pagar os juros da dívida pública somou R$ 5,375 bilhões em fevereiro, o melhor resultado da história para o mês.
 
No acumulado de 2012, o superávit primário soma R$ 26,299 bilhões, montante 57% maior que os R$ 16,737 bilhões registrados em janeiro e fevereiro do ano passado.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 0,5% em março de 2012 em relação ao mês anterior, ao passar de 102,5 para 103,0 pontos. Apesar de registrar o quarto mês consecutivo de alta do ICI, o resultado mostra que essa reação perdeu fôlego nos dois últimos meses, quando acumulou apenas 0,7% de expansão, ante um acréscimo de 1,6% nos dois primeiros meses. Com isso, o índice atual se mantém inferior à média dos últimos cinco anos, de 106,3 pontos.
 
O Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Atividade Econômica cresceu 0,4% em janeiro de 2012 frente ao mês imediatamente anterior, atingindo o valor de 98,5. Foi a sexta variação mensal positiva consecutiva do indicador que, por sua metodologia de construção, possui a propriedade de antever os movimentos cíclicos da atividade econômica com seis meses de antecedência.
 
No penúltimo dia em Nova Delhi, na Índia, a presidenta Dilma Rousseff reiterou que os países do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – mostrarão que as perspectivas econômicas no mundo podem ser positivas. Mas ela condiciona esse quadro positivo ao fato de os emergentes passarem a ser mais respeitados e a ocupar espaços adequados nas instituições internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Com isso, o Ibovespa teve em cinco dias perdas de 2,0% aos 64.449 pontos. Confira o gráfico de longo prazo, além das maiores altas, baixas e as ações mais negociadas da semana:


Maiores Altas

Ativo

Código

Último

Variação
MARFRIG

MRFG3

11,50

7,78%
DURATEX

DTEX3

11,52

5,69%
CEMIG

CMIG4

43,43

4,58%
CIELO

CIEL3

61,61

4,42%
BR MALLS PAR

BRML3

23,60

3,74%

Maiores Baixas

Ativo

Código

Último

Variação
BRASIL TELEC

BRTO4

9,68

-23,96%
GAFISA

GFSA3

4,32

-10,00%
B2W VAREJO

BTOW3

8,24

-8,75%
USIMINAS

USIM5

12,01

-8,32%
LLX LOG

LLXL3

3,41

-8,09%

Mais Negociadas

Ativo

Código

Último

Volume

Segmento
VALE

VALE5

R$ 41,30

2.068.916.896,00

Minerais Metálicos
PETROBRAS

PETR4

R$ 23,25

1.855.329.344,00

Exploração e/ou Refino
OGX PETROLEO

OGXP3

R$ 15,12

1.278.952.480,00

Exploração e/ou Refino
ITAUUNIBANCO

ITUB4

R$ 34,90

998.186.000,00

Bancos
PDG REALT

PDGR3

R$ 6,29

813.028.944,00

Construção Civil



Mercado Cambial


O dólar comercial teve durante a semana um período marcados por altas e baixas, como Banco Central sempre entrando no mercado para impedir que a moeda se aproximasse do patamar de R$ 1,80. Com isso, a divisa acabou acumulando ganhos de 0,7% no período, transacionada a R$ 1,8230. Confira o gráfico:





Fonte: Enfoque Informações Financeiras

Recebido em:
30/03/2012 17:14:36

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