Câmbio – Após Fomc, mercado aguarda dados do mercado de trabalho americano

Câmbio – Após Fomc, mercado aguarda dados do mercado de trabalho americano


São Paulo, 02/02 (Enfoque) –

O dólar comercial fechou de quarta-feira com leve queda de 0,1% a R$ 3,1510, depois de ter passado o dia todo com ganhos refletindo os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos e na expectativa do Fomc, que oficializou a manutenção dos juros na primeira reunião do ano.

Para a quinta-feira, o mercado deve seguir atento a dados do mercado global, com o balanço de empresas influenciando o rumo dos negócios. Além disso, por aqui, destaque para a votação do presidente da Câmara dos Deputados, que tem Rodrigo Maia como favorito.

Mercado Externo

A agenda de quinta-feira traz como principais destaques os números dos pedidos de auxílio-desemprego no país, bem como outro importante indiciador, o de produtividade e custos, No entanto, os analistas aguardam os dados oficiais do mercado de trabalho, que serão divulgados na sexta-feira.

Mercado Interno

A cena política, como de costume, domina o noticiário por aqui. Ontem, o senador Eunicio Oliveira foi confirmado como presidente do Senado. Para a manhã de hoje, todas as atenções voltadas para o pleito da Câmara. Rodrigo Maia, candidato do governo, é favorito. Uma eventual derrota do deputado do DEM pode trazer incertezas para os investidores.

Swap

O Banco Central, depois de realizar uma série de leilões de rolagem de contrato de swap cambial nos últimos dias de janeiro, além de dois leilões de linha no dia 31, não programou nenhuma operação com a divisa para a quinta-feira.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na terça-feira (31) posição consolidada de US$ 374,908 bilhões, sendo que segunda-feira (30) a posição era de US$ 374,033 bilhões. A variação foi positiva em US$ 875 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 02/02/2017 08:13:23







Câmbio – Dólar segue pressionado com efeito Trump e expectativa por Fomc

Câmbio – Dólar segue pressionado com efeito Trump e expectativa por Fomc


São Paulo, 31/01 (Enfoque) –

O dólar comercial fechou a segunda-feira com uma nova queda, desta vez de quase 1%, encerrando assim negociado a R$ 3,1240. O resultado veio mesmo com uma queda expressiva do Ibovespa em meio a um cenário de incertezas com as políticas adotadas pelo presidente americano Donald Trump.

A terça-feira deve ser de novos desdobramentos da crise diplomática gerada pelo governo americano. Na agenda econômica, destaque indicadores como o índice do custo do emprego, além do Chicago PMI e o início da reunião do Fomc. Por aqui, destaque para as eleições que vão definir os presidentes da Câmara e do Senado.

Mercado Externo

A agenda de terça-feira marca o início da primeira reunião do Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve, o Fomc. Além disso, os analistas estão atentos à balanços das empresas e também a dados econômicos como o índice do custo do emprego e o Chicago PMI.

Mercado Interno

A terça-feira marca o último dia do recesso do legislativo. Na quarta-feira, a votação será para a escolha do presidente do Senado, com Eunicio de Oliveira sendo o candidato único. A disputa será mais acirrada na Câmara, com o favorito (e preferido de Michel Temer) Rodrigo Maia, ainda sem a certeza se poderá ou não ser candidato à presidência da casa.

Swap

O Banco Central não irá realizar leilão para rolagem de contratos de swap cambial. Por outro lado, a autoridade monetária anunciou a realização de leilões de venda conjugados com leilões de compra do dólar. Serão duas operações, com a primeira entre 15h15 e 15h20 e o segundo das 15h35 às 15h40. Ao todo, serão ofertados até US$ 1 bilhão. O primeiro leilão terá 4 abril como data de liquidação e do segundo em 3 maio.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na sexta-feira (27) posição consolidada de US$ 373,989 bilhões, sendo que quinta-feira (26) a posição era de US$ 373,900 bilhões. A variação foi positiva em US$ 89 milhões. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 31/01/2017 08:36:13







Pauta do Dia – Mercados repercutem política imigratória de Trump

Pauta do Dia – Mercados repercutem política imigratória de Trump


São Paulo, 30/01 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia fecharam, em sua maioria, em queda como reflexo da reação global à política imigratória dos Estados Unidos, o que aumentou a pressão sobre o dólar comercial. A decisão de Donald Trump gerou uma enxurrada de críticas de líderes de países por todo o mundo.

Europa

Os mercados acionários da Europa operam no vermelho nesta segunda-feira com os investidores digerindo os resultados corporativos das empresas, bem como a decisão do Trump de vetar a entrada de refugiados de sete países, todos de origem muçulmana

EUA

Os índices futuros das bolsas de valores americanas indicam que o dia deve começar no vermelho em Wall Street. A agenda semanal trará importantes dados da economia americana que devem servir de base para os próximos passos do novo presidente Donald Trump. Entre eles está a reunião do Fomc, que decidirá o futuro da política monetária do país. Merece atenção dos investidores também os números do mercado de trabalho, que podem servir como base para a reunião seguinte do comitê.

Brasil

A semana tem indicadores importantes na agenda econômica, mas é a cena política que deve centrar as atenções com as voltas ao trabalhos no Congresso Nacional. Ainda na quinta-feira deve acontecer a votação para a presidência da Câmara, evento considerado fundamental para o sucesso do governo em aprovar as medidas que considera necessárias para o ajuste fiscal.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 30/01/2017 08:47:36







EUA: Medidas de Trump seguem mantendo dólar abaixo do patamar de R$ 3,20

EUA: Medidas de Trump seguem mantendo dólar abaixo do patamar de R$ 3,20


São Paulo, 26/01 (Enfoque) –

O dólar comercial encerrou a jornada de quarta-feira com leve desvalorização de 0,09% a R$ 3,1680 em dia marcado pelo menor volume de negócios por conta do feriado em São Paulo e também pelo recorde positivo do índice Dow Jones, que superou a casa dos 20 mil pontos.

Alguns indicadores econômicos chamam a atenção nesta quinta-feira, mas são os passos que o presidente americano Donald Trump tem dado a cada dia que centra as atenções dos mercados por todo o mundo.

Mercado Externo

A agenda econômica de quinta-feira tem como destaque principal indicadores como o de pedidos de auxílio-desemprego e também o de vendas de casas novas. No entanto, além dos aspectos políticos, o mercado está de olho nos números do PIB, que serão divulgados na sexta-feira.

Mercado Interno

A medida que vai chegando ao fim o mês de janeiro, aproximasse a retomada dos trabalhos no Congresso Nacional. Na próxima semana deve acontecer a votação mais esperada até agora, a que definirá o novo presidenta da Câmara dos deputados. O atual presidente, e candidato apoiado pelo governo, Rodrigo Maia (DEM-RJ) aguara parecer do STF sobre sua candidatura.

Swap

O Banco Central irá realizar sessão de swap cambial para rolagem dos contratos que têm vencimento em 1º de fevereiro. A operação está marcada para as 11h30 e terá duração de dez minutos. Ao todo, serão rolados até 15 mil contratos, com opções de vencimento em maio e julho de 2017.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na terça-feira (24) posição consolidada de US$ 374,330 bilhões, sendo que segunda-feira (23) a posição era de US$ 373,990 bilhões. A variação foi positiva em US$ 340 milhões. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 26/01/2017 07:48:30







Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,4% +260 pontos aos 66.690 pontos

Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: +0,4% +260 pontos aos 66.690 pontos


São Paulo, 24/01 (Enfoque) –

Var.%: 0,4
Var. Ptos: 260
Valor: 66.690

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: 0,2
Var. Ptos:
5,0
Valor: 2.263,00

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

 

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 24/01/2017 08:38:45







Pauta do Dia – BCE e posse de Trump fazem com que bolsas operem com cautela

Pauta do Dia – BCE e posse de Trump fazem com que bolsas operem com cautela


São Paulo, 19/01 (Enfoque) –

Ásia

As bolsas de valores da Ásia tiveram rumos distintos nesta quinta-feira, em meio as expectativas da posse de Donald Trump. O destaque positivo da jornada ficou para as ações da Toshiba, que tiveram grande valorização e puxaram o índice Nikkei. Notícias dão conta que a empresa japonesa estuda a venda de sua divisão de semicondutores.  

Europa

Os mercados acionários da Europa operam no vermelho nesta quinta-feira com o clima de cautela dominando as atenções dos investidores. As preocupações estão voltadas para a fala do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que deve se pronunciar após a reunião da autoridade monetária.   

EUA

Os índices futuros das bolsas de valores americanas indicam que o dia deve começar no vermelho em Wall Street. A quarta-feira reserva três importantes indicadores da economia americana, como é o caso dos pedidos de auxílio-desemprego, dos dados sobre o número de construções de casas iniciadas no país, bem como o indicador que mede a atividade econômica no distrito da Filadélfia. Apesar disso, o maior foco de atenções segue sendo a posse de Trump.

Brasil

O recesso parlamentar e judiciário, que aparentemente deu uma diminuída no ritmo da Operação Lava Jato, a cena interna fica em segundo plano. No contexto local, a grande preocupação do mercado é com a eleição para a presidência da Câmara e do Senado. No entanto, é a cena externa que determina o rumo dos negócios.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 19/01/2017 08:33:47







Câmbio – BC mais agressivo define tendência do dólar nesta quinta-feira

Câmbio – BC mais agressivo define tendência do dólar nesta quinta-feira


São Paulo, 12/01 (Enfoque) –

O dólar comercial fechou a quarta-feira com leve queda, em dia marcado pela divulgação do IPCA abaixo do previsto e pela coletiva do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que não trouxe novidades. Na parte da noite, o Copom surpreendeu ao cortar os juros em 0,75 ponto percentual.

A quinta-feira será dia de interpretação do mercado brasileiro após o corte dos juros mais agressivo do que o esperado por parte do Banco Central. Além disso, o mercado segue atento aos dados do setor externo.

Mercado Externo

Depois uma jornada marcada pela expectativa dos investidores de que a fala de Donald Trump traria informações importantes sobre seu novo governo. Sem novidades, o mercado passou do território positivo para o negativo. Para a quinta-feira, dados como os pedidos de auxílio-desemprego e o índice de preços dos produtos importados e exportados merecem maior destaque.

Mercado Interno

O dia deve ser de bastante análise do mercado acerca da decisão surpreendente do Banco Central de cortar os juros de 13,75% para 13,00%. A aposta dos analistas era de um total de 0,5 ponto percentual. A decisão abre caminho para um corte mais agressivo, com alguns analistas acreditando que a Selic pode cair abaixo de 10% em 2017.

Swap

O Banco Central não programou para a quinta-feira nenhuma espécie de intervenção no mercado de câmbio por meio de leilões de contratos de dólar comercial.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na terça-feira (10) posição consolidada de US$ 373,365 bilhões, sendo que segunda-feira (9) a posição era de US$ 372,974 bilhões. A variação foi positiva em US$ 389 milhões. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 12/01/2017 08:24:47







Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: -0,3% -180 pontos aos 62.900 pontos

Chamada de Pré Abertura – Índice Futuro BMF: -0,3% -180 pontos aos 62.900 pontos


São Paulo, 11/01 (Enfoque) –

Var.%: -0,3
Var. Ptos: 180
Valor: 62.900

Nossa previsão acima foi baseada na oscilação do Mini S&P futuro com critérios de análise técnica:

– Variação do Mini S&P Futuro desde o fechamento da sessão anterior:

Var.%: -0,1
Var. Ptos: -2,50

Valor: 2.264,25

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico intraday de 15 minutos:

 

Veja como se comportou o Mini S&P desde o fechamento da sessão anterior no gráfico diário:

 

Analista de Valores Mobiliários responsável:

Fausto de Arruda Botelho CFTe; CNPI

Em conformidade com as disposições da Instrução CVM nº 388, eu Fausto de Arruda Botelho, analista de investimento responsável pela elaboração deste relatório declaro que:

1.       As análises e recomendações refletem única e exclusivamente minhas opiniões pessoais, às quais foram realizadas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à (Enfoque).

2.       Não mantenho vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliiários foram alvo de análise neste Relatório.

3.       A Enfoque não administra fundos, carteiras e clubes de investimentos

4.       A Enfoque não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise neste relatório.

5.       A Enfoque não está envolvida  na aquisição , alienação ou intermediação de valores mobiliários das objeto de análise neste relatório.

6.       Não sou titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto da análise neste Relatório, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de meu patrimônio pessoal, e não estou envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado.

7.       Nem eu nem a Enfoque recebemos remuneração por serviços prestados e não temos relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo da análise neste relatório, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta(s) companhia(s).

8.       Minha remuneração não está, atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários de emissão da(s) companhia(s) objeto de análise neste Relatório, nem às eventuais receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela Enfoque com esta(s) companhia(s).

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 11/01/2017 08:35:59







Bolsas fecham primeira semana de 2017 no azul; dólar acumula desvalorização

Bolsas fecham primeira semana de 2017 no azul; dólar acumula desvalorização


São Paulo, 06/01 (Enfoque) –

As bolsas de valores do Brasil e dos Estados Unidos encerram a primeira semana de 2017 acumulado ganhos. O cenário externo, com a alta dos preços de commodities, favoreceu os negócios.  O otimismo com a economia da China foi um dos fatores positivos para a semana.

Lá fora, o período foi mais curto por conta do feriado na segunda-feira. O período foi marcado por dados do mercado de trabalho mais fracos do que o esperado pelo mercado, bem como pela divulgação da ata do Fomc. O documento do Federal Reserve trouxe uma preocupação do comitê com o presidente eleito Donald Trump.

Por aqui, os negócios foram favorecidos pela cena externa, principalmente pelo noticiário da China. Com isso, os preços das commodities subiram, entre elas o petróleo. O mercado também já havia precificado durante a semana o aumento do preço do diesel, confirmado pela Petrobras na quinta-feira.

Mercado Externo

Na terça-feira, destaque para a divulgação do ISM do setor industrial americano, que em dezembro registrou 54,7 pontos. A aposto do mercado para o indicador era de 53,8 pontos, sendo que em novembro o resultado havia sido de 53,2 pontos.

Já o índice que mede os gastos com construção nos EUA, no mês de novembro, teve variação positiva de 0,9%, sendo que a expectativa dos analistas era de 0,6%. O indicador de outubro foi revisto de alta de 0,5% para 0,6%.

A quarta-feira teve como principal destaque a divulgação da ata da última reunião do Fomc. O documento do Federal Reserve mostra a intenção do comitê de manter a trajetória da alta dos juros. No entanto, os membros estão preocupados com a forma que o presidente eleito Donald Trump irá conduzir a política monetária.

Na quinta-feira, a consultoria ADP relatou que em dezembro foram gerados 153 mil postos de trabalho no setor privado, mas a projeção dos investidores era de um total de 172 mil novos empregos. O resultado de novembro foi revisto de 216 mil para 215 mil.

Já os pedidos de auxílio-desemprego tiveram variação negativa, indo de 263 mil solicitações para um total de 235 mil novos pedidos do benefício. A aposta do mercado era de 260 mil  novos pedidos. Na média de quatro semanas, o resultado foi de 256,75 mil.

Ainda na quinta-feira, o ISM do setor de serviços foi divulgado, indo para 57,2 pontos, diante de uma aposta do mercado de 56,8 pontos. O resultado de novembro deste indicador tinha sido de 57,2 pontos.

Finalmente, na sexta-feira, o Departamento de Trabalho dos EUA relatou que em dezembro foram gerados 156 mil novos postos de trabalho, diante de uma expectativa de 175 mil e resultado anterior de 204 mil. Com isso, a taxa de desemprego avançou de 4,6% para 4,7%, ficando dentro do esperado.

A balança comercial americana teve em novembro déficit de US$ 45,2 bilhões, diante de uma aposta de resultado negativo de US$ 44,5 bilhões. Os números de outubro foram revistos de –US$ 42,6 bilhões para –US$ 42,4 bilhões.

Já o indicador de pedidos às fábricas teve variação em novembro de -2,4%, resultado que foi ligeiramente melhor do que os -2,5% esperados pelo mercado. Em outubro, o indicador registrou alta de 2,8%.

Diante deste cenário, o Dow Jones teve alta acumulada de 1,0% aos 1.996,8 pontos, enquanto o S&P 500 somou 1,7% de valorização aos 2.276,98 pontos. Confira os gráficos:

Mercado Interno

O IPC-S de 31 de dezembro de 2016 apresentou variação de 0,33%, 0,09 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumulou alta de 6,18%, entre janeiro e dezembro de 2016.

 Nesta apuração, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo Transportes (0,55% para 0,78%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 0,76% para 2,05%.

O Banco Central divulgou mais uma edição do Relatório Focus nesta segunda-feira. O documento reduziu a projeção do IPCA no ano de 2016 de 6,40% para 6,38%, ficando assim dentro do teto da meta do BC. Já a projeção para o final de 2017 avançou de 4,85% para 4,87%

As apostas do BC para a cotação do dólar apresentaram estabilidade, ficando em R$ 3,37. Para o atual ano, o valor foi reduzido de R$ 3,50 para R$ 3,48 No caso da Selic, a expectativa de 2016 a aposta foi mantida 13,75%; enquanto a de 2017 caiu de 10,50% para 10,25%.

O mercado manteve a aposta do PIB em 3,49%. Para 2017, a projeção ficou em 0,50%.

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) do mês de dezembro apresentou variação de 0,19%, taxa 0,13 ponto percentual (p.p.) acima da apurada em novembro, quando o índice registrou variação de     0,06%. Com este resultado, o indicador acumulou alta de 6,22%, em 2016.

 Em dezembro, o IPC-BR registrou variação de 0,33%. A taxa do indicador no ano ficou em 6,18%, próxima a apurada pelo IPC-C1.

Em novembro de 2016, a produção industrial nacional cresceu 0,2% frente ao mês imediatamente anterior (série com ajuste sazonal), após recuar 1,2% em outubro e avançar 0,7% em setembro. No confronto com igual mês do ano anterior (série sem ajuste sazonal), o total da indústria apontou queda de 1,1% em novembro de 2016, 33ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação, mas a menos intensa desde março de 2014 (-0,4%).

No índice acumulado para os 11 meses do ano, o setor industrial recuou 7,1%. O indicador acumulado nos últimos 12 meses, com recuo de 7,5%, reduziu o ritmo de queda frente ao registrado em junho (-9,7%), julho (-9,5%), agosto (-9,3%), setembro (-8,7%) e outubro (-8,4%).

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) variou 0,83%, em dezembro. A variação registrada em novembro foi de 0,05%. Em dezembro de 2015, a variação foi de 0,44%. A taxa acumulada em 2016, de janeiro até dezembro, foi de 7,18%. Em 2015, o IGP-DI acumulou alta de 10,70%. O IGP-DI de dezembro foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.

 O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) registrou variação de 1,10%, em dezembro. Em novembro, a taxa foi de -0,01%. O índice relativo a Bens Finais apresentou variação de 0,24%. No mês anterior, a taxa de variação foi de -0,55%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -7,78% para -1,91%. O índice de Bens Finais (ex), que resulta da exclusão de alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou variação de 0,18%, ante 0,40%, no mês anterior.

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) variou 0,78% em novembro, acima dos 0,09% registrados no mês anterior. Com isso, o acumulado no ano chegou a 0,40%, contra -0,37% em outubro. O acumulado em 12 meses foi para 0,05%, acima dos -1,14% de outubro. O IPP mede a evolução dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores da indústria de transformação e das indústrias extrativas.

Com isso, depois de cinco dias, o Ibovespa acumulou alta de 2,4% aos 61.665 pontos. Confira o gráfico:

Mercado Cambial

O dólar comercial iniciou o ano de 2017 com tendência de queda, com a divisa chegando a ser negociada abaixo do patamar de R$ 3,20 no pregão de quinta-feira. O Banco Central ainda não sinalizou nenhuma intervenção no mercado. Ao final dos cinco dias, a variação negativa foi de 0,9% a R$ 3,2250. Confira o gráfico:

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 06/01/2017 21:09:10







Câmbio -Cena externa deve determinar rumos do dólar nesta terça-feira

Câmbio -Cena externa deve determinar rumos do dólar nesta terça-feira


São Paulo, 03/01 (Enfoque) –

O dólar comercial fechou a segunda-feira com alta de 1%, no primeiro dia de negócios de 2017 e seguindo assim o ajuste da jornada de sexta-feira, quando não houve mercado no Brasil. Além disso, o feriado nos Estados Unidos diminuiu o volume financeiro nas operações de câmbio.

A terça-feira reserva poucos indicadores de destaque para a economia americana, com o destaque ficando para ISM Manufacturing e o índice de Gastos com Construção. Com isso, os investidores estão de olho nos dados do mercado de trabalho americano, bem como na divulgação da ata do Fomc.

Mercado Externo

A terça-feira é o primeiro dia útil de negócios para Wall Street em 2017. Os investidores estão com as atenções voltadas para os dados do mercado de trabalho, além da ata do Fomc, já que são indicadores relevantes para que o Federal Reserve tome suas decisões de política monetária.

Mercado Interno

Assim como na véspera, e a exemplo que deve acontecer nos próximos dias, a cena política esfriada por conta do recesso de final traz certa tranquilidade para os mercados. Os investidores devem, com isso, seguir os dados do exterior.

Swap

O Banco Central não programou para a terça-feira nenhuma espécie de intervenção no mercado de câmbio por meio de leilões de contratos de dólar comercial.

Reserva Cambial                 

As reservas cambiais do Brasil registraram na quinta-feira (30) posição consolidada de US$ 371,221 bilhões, sendo que quarta-feira (29) a posição era de US$ 371,606 bilhões. A variação foi negativa em US$ 385 milhões.

(por Gabriel Codas)


Fonte: Enfoque
Publicado em: 03/01/2017 07:42:17