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Transações do mercado imobiliário superam R$472 bi no Brasil

O setor de imóveis volta a crescer em 2018. As transações do mercado imobiliário brasileiro movimentaram, nos últimos 12 meses, R$472 bilhões. Mais especificamente, R$472.625.261.137,83. Isso é o que aponta um estudo inédito realizado pelo Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB/SP).

Na verdade, já podemos afirmar que houve a retomada do mercado imobiliário este ano. Enquanto no final de 2017 havia uma perspectiva, o fato agora já está concretizado. Dados apontam que o primeiro trimestre foi de crescimento no setor.

Essa afirmação é a partir de dados divulgados pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Segundo a CBIC, as vendas de imóveis residenciais novos foram 22,3% maiores no primeiro trimestre de 2018 em relação ao mesmo período de 2017.

Já o estudo do Colégio Notarial do Brasil indica que os tabelionatos brasileiros lavraram 378.328 escrituras públicas envolvendo transações imobiliárias, que juntas chegaram ao valor de bilhões de reais citado acima.

Essa pesquisa do CNB/SP faz parte do Projeto Indicadores Notariais. Seu objetivo de é dar transparência às operações de imóveis praticadas via cartórios de notas por meio de escrituras públicas.

“É mais uma ferramenta importante que os notários disponibilizam à sociedade. Os dados servirão também como informação importante para o mercado imobiliário e para os demais setores da sociedade civil”, analisa Andrey Guimarães Duarte, presidente do CNB/SP.

Maio de 2018 movimentou R$38 bilhões

O registro de transações do mercado imobiliário em cartórios, durante maio de 2018, aponta que as operações envolveram 80 mil imóveis. O valor somado foi de R$38 bilhões. O estado que mais transaciona propriedades via escritura pública foi São Paulo. De acordo com o levantamento do CNB/SP, o estado da Região Sudeste computou no mês de maio a lavratura de 23 mil escrituras, ou seja, quase 30% dos atos lavrados no País.

Do acumulado dos últimos 12 meses de R$472 bilhões em todo o país, o estado de São Paulo registrou R$98 bilhões desse total, no mesmo período. Em maio, o índice de transações imobiliárias via escritura pública recuou 7,6% em todo o Brasil, passando de 81.168 em abril para 80.748 em maio.

As Transações do mercado imobiliário registraram R$472 bilhões
A escritura de compra e venda é parte essencial do processo das transações do mercado imobiliário

A escritura de compra e venda

A escritura de compra e venda é um documento que é lavrado em um cartório de de notas. É através desse documento que uma das partes vende um bem, móvel ou imóvel, a outra parte. Esse documento, segundo o CNB/SP, é obrigatório para a transferência de bens imóveis de valor superior a 30 salários mínimos.

Segundo o CNB explica, a escritura de compra e venda deve ser feita em um Cartório de Notas. É preciso fazer um agendamento prévio para a entrega de toda a documentação que envolve os procedimentos do negócio. Depois que a escritura é lavrada, ela deve ser registrada no cartório de registro de imóveis. O próprio tabelionato pode providenciar esse trâmite junto ao registro imobiliário.

O CNB/SP aponta que a escritura pública é a forma mais segura de se adquirir um imóvel. “O instrumento público possui a fé pública do tabelião, que dará a segurança jurídica ao ato. O notário conferirá também toda a documentação, perseverando assim as partes envolvida no negócio”, diz o presidente do CNB/SP.

Registro de imóveis pode levar cerca de um mês

O último Doing Business, relatório produzido pelo Banco Mundial, indica que o processo de registro de imóveis em São Paulo leva aproximadamente 25 dias. Esse tempo é inferior ao de outras economias, como na Alemanha (52 dias) e França (64 dias) e próximo ao dos EUA (15,2 dias).

O estudo do Doing Business aponta também que o processo de registro de imóveis no Brasil é um dos mais baratos do mundo. O custo médio no país é de 3,6% do valor total do imóvel para registrá-lo. Essa média é também inferior à de outros países desenvolvidos, como Suécia (4,3%), Itália (4,4), Reino Unido (4,8%), Austrália (5,2), Japão (5,8%), Alemanha (6,7%), França (7,3%), entre outros.

Conclusão

Além do mercado estar aquecido, o preço dos imóveis residenciais à venda no país teve uma queda real de 2,59% no primeiro semestre de 2018. Os dados são do Índice FipeZap, que monitora o valor de imóveis em 20 cidades brasileiras. Você sabe como aproveitar o mercado imobiliário em 2018?

Além disso, o que você está buscando esse ano: comprar ou alugar um imóvel? É certo que isso depende do seu momento de vida. Mas você conhece as vantagens e desvantagens de cada uma dessas modalidades? Confira na entrevista realizada pelo Finance One.

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