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    InícioNotíciasFinanças PessoaisComer fora fica mais caro: veja como é possível economizar

    Comer fora fica mais caro: veja como é possível economizar

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    Para muitos brasileiros, comer fora de casa é um momento de lazer, sobretudo aos finais de semana. No entanto, para muitos trabalhadores é a rotina do dia a dia, principalmente de segunda a sexta.

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    Só que comer fora está cada dia mais caro em todo o Brasil. De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) o preço médio da refeição completa é de R$40,64.

    O levantamento levou em consideração que uma refeição completa é composta de comida, bebida, sobremesa e um café. Isso representa um aumento de mais de 17% a mais do que havia sido registrado antes da pandemia.

    Em 2019, o preço médio do almoço era de R$34,62.

    Outro ponto importante é que a pesquisa feita pela ABBT levou em consideração apenas restaurantes que aceitam vale-refeição. 

    Existem diversos motivos para que comer fora tenha ficado tão caro assim. O constante aumento dos alimentos, da luz, gás de cozinha e aluguel, além da pandemia.

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    Comer fora fica mais caro: preços variam de acordo com a região do país

    O levantamento da ABBT mostrou também que os valores dos restaurantes variam de acordo com cada estado. Para se ter uma ideia, o Sudeste foi a região que teve o maior preço médio, R$42,83.

    Agora entre as capitais, São Luís, no Maranhão, foi a cidade que teve o valor da comida fora de casa mais alto. A refeição completa pode ser encontrada por R$51,91.

    Já o almoço mais barato pode ser encontrado no Centro-Oeste. É lá que também está a capital com o preço de comida em restaurante mais barato, em Goiânia você pode ter um almoço completo por R$27,94.

    Para quem quer saber sobre a capital paulistana, ela ficou em 6º lugar com o preço mais elevado para comer fora. Na cidade a média do almoço está R$43,27.

    Comer fora está mais caro desde 2019

    E está muito enganado quem pensa que comer fora ficou mais caro somente no ano passado. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) em 2019, já apontava que os preços estavam subindo.

    Publicidade

    De acordo com o levantamento da ABBT, os trabalhadores brasileiros gastavam, em média, R$34,84 por dia. O valor equivale a um desembolso mensal em torno dos R$766.

    É importante ressaltar que esse valor correspondia a 34% do salário médio do brasileiro. 

    O levantamento foi feito em 51 cidades de 22 estados e no Distrito Federal. Foram coletados aproximadamente 6,2 mil preços de pratos, no período de dezembro de 2018 e fevereiro deste ano.

    pessoas em volta de uma grelha de churrasco segurando pratos com comidas
    Comer fora está caro desde 2019

    Quanto custa comer fora no Brasil?

    Na época, a pesquisa também retratou os preços médios da refeição nas cinco regiões brasileiras. O Sudeste tem o almoço mais caro e o Nordeste, o mais barato. Esta última região apresentou deflação nos preços de 2017 para 2018.

    Os preços de comer fora variam muito de cidade para cidade e refletem a realidade econômica local. Algumas capitais tiveram reajuste de preços bem acima da inflação, que foi de 3,75% em 2018, de acordo com o IPCA/IBGE.

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    É o caso de Palmas (TO) e Campo Grande (MS). Já outras capitais apresentaram deflação, como Aracaju (SE) e Teresina (PI).

    Veja quanto custava, em média, comer fora em 2019:

    1º – Florianópolis – R$43,35

    2º – Palmas – R$42,79

    3º – Vitória – R$42,54

    4º – Rio de Janeiro – R$39,74

    5º – Brasília – R$37,14

    6º – Salvador – R$36,62

    7º – Aracaju – R$36,26

    8º – São Luís – R$34,90

    9º – Campo Grande – R$34,70

    10º – São Paulo – R$34,58

    Pelo segundo ano consecutivo, Florianópolis (SC) se mantém como a cidade mais cara para comer fora no almoço: R$43,35.

    Já Diadema (SP) é onde o trabalhador gasta menos em comparação a outros municípios. A cidade mais barata teve preço médio de R$ 28,85 em 2018.

    Economize no intervalo de almoço

    É possível economizar quando se trata de comer fora. No entanto, é necessário procurar restaurantes um pouco mais distantes do trabalho para pesquisar preços.

    Lembre-se que os bufês a quilo podem ser uma alternativa mais barata do que os restaurantes à la carte ou rodízio, desde que você saiba como montar o prato.

    Procure restaurantes que ofereçam promoções ou descontos para almoço antes das 11h ou após as 14h.

    Informe-se também sobre restaurantes na sua vizinhança que tenham programas de fidelidade, como uma refeição gratuita ou desconto algumas vezes por mês para clientes frequentes.

    Por fim, proponha aos colegas fazer lanches coletivos no intervalo de almoço. Cada um pode levar um prato, e isso pode ser divertido e econômico.

    Em relação às bebidas, evite comprar no restaurante. Afinal, muitas vezes equivale a quase um terço do valor do bufê.

    Uma sugestão é comprar em um mercadinho, pelo caminho, água ou refrigerante. Outra sugestão é dividir uma bebida maior com outros colegas.

    Levar marmita é alternativa para comer saudável

    Caso você tenha alguma habilidade na cozinha, prepare você mesmo sua marmita.

    Sai mais em conta e você tem a garantia de procedência dos alimentos.

    Para isso, faça todas as porções da semana de uma só vez, para poupar tempo.

    Isso pode tomar duas horas do seu sábado, mas evitará bastante trabalho ao longo da semana.

    Quem não conseguir preparar a marmita e tiver de ir a restaurantes deve tomar cuidado.

    A grande variedade de alimentos e as muitas tentações podem levar as pessoas a não se alimentarem corretamente.

    No entanto, é possível almoçar fora de casa e manter uma alimentação saudável.

    Gostou do conteúdo? Compartilhe com amigos que comem fora todos os dias para que eles saibam como economizar.

    Leia também no FinanceOne:

    Colaboração: Juliana Favorito

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    Rafael Massadar
    Rafael Massadar
    Carioca, amante de esportes e de viagens. Escolhi o jornalismo porque ele vive pelo mundo e conta histórias de pessoas e realidades distintas. Tenho experiência em redação e assessoria de imprensa. Atualmente, trabalho numa agência de marketing digital.

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    Só que comer fora está cada dia mais caro em todo o Brasil. De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) o preço médio da refeição completa é de R$40,64.

    O levantamento levou em consideração que uma refeição completa é composta de comida, bebida, sobremesa e um café. Isso representa um aumento de mais de 17% a mais do que havia sido registrado antes da pandemia.

    Em 2019, o preço médio do almoço era de R$34,62.

    Outro ponto importante é que a pesquisa feita pela ABBT levou em consideração apenas restaurantes que aceitam vale-refeição. 

    Existem diversos motivos para que comer fora tenha ficado tão caro assim. O constante aumento dos alimentos, da luz, gás de cozinha e aluguel, além da pandemia.

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    Comer fora fica mais caro: preços variam de acordo com a região do país

    O levantamento da ABBT mostrou também que os valores dos restaurantes variam de acordo com cada estado. Para se ter uma ideia, o Sudeste foi a região que teve o maior preço médio, R$42,83.

    Agora entre as capitais, São Luís, no Maranhão, foi a cidade que teve o valor da comida fora de casa mais alto. A refeição completa pode ser encontrada por R$51,91.

    Já o almoço mais barato pode ser encontrado no Centro-Oeste. É lá que também está a capital com o preço de comida em restaurante mais barato, em Goiânia você pode ter um almoço completo por R$27,94.

    Para quem quer saber sobre a capital paulistana, ela ficou em 6º lugar com o preço mais elevado para comer fora. Na cidade a média do almoço está R$43,27.

    Comer fora está mais caro desde 2019

    E está muito enganado quem pensa que comer fora ficou mais caro somente no ano passado. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT) em 2019, já apontava que os preços estavam subindo.

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    De acordo com o levantamento da ABBT, os trabalhadores brasileiros gastavam, em média, R$34,84 por dia. O valor equivale a um desembolso mensal em torno dos R$766.

    É importante ressaltar que esse valor correspondia a 34% do salário médio do brasileiro. 

    O levantamento foi feito em 51 cidades de 22 estados e no Distrito Federal. Foram coletados aproximadamente 6,2 mil preços de pratos, no período de dezembro de 2018 e fevereiro deste ano.

    pessoas em volta de uma grelha de churrasco segurando pratos com comidas
    Comer fora está caro desde 2019

    Quanto custa comer fora no Brasil?

    Na época, a pesquisa também retratou os preços médios da refeição nas cinco regiões brasileiras. O Sudeste tem o almoço mais caro e o Nordeste, o mais barato. Esta última região apresentou deflação nos preços de 2017 para 2018.

    Os preços de comer fora variam muito de cidade para cidade e refletem a realidade econômica local. Algumas capitais tiveram reajuste de preços bem acima da inflação, que foi de 3,75% em 2018, de acordo com o IPCA/IBGE.

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    É o caso de Palmas (TO) e Campo Grande (MS). Já outras capitais apresentaram deflação, como Aracaju (SE) e Teresina (PI).

    Veja quanto custava, em média, comer fora em 2019:

    1º – Florianópolis – R$43,35

    2º – Palmas – R$42,79

    3º – Vitória – R$42,54

    4º – Rio de Janeiro – R$39,74

    5º – Brasília – R$37,14

    6º – Salvador – R$36,62

    7º – Aracaju – R$36,26

    8º – São Luís – R$34,90

    9º – Campo Grande – R$34,70

    10º – São Paulo – R$34,58

    Pelo segundo ano consecutivo, Florianópolis (SC) se mantém como a cidade mais cara para comer fora no almoço: R$43,35.

    Já Diadema (SP) é onde o trabalhador gasta menos em comparação a outros municípios. A cidade mais barata teve preço médio de R$ 28,85 em 2018.

    Economize no intervalo de almoço

    É possível economizar quando se trata de comer fora. No entanto, é necessário procurar restaurantes um pouco mais distantes do trabalho para pesquisar preços.

    Lembre-se que os bufês a quilo podem ser uma alternativa mais barata do que os restaurantes à la carte ou rodízio, desde que você saiba como montar o prato.

    Procure restaurantes que ofereçam promoções ou descontos para almoço antes das 11h ou após as 14h.

    Informe-se também sobre restaurantes na sua vizinhança que tenham programas de fidelidade, como uma refeição gratuita ou desconto algumas vezes por mês para clientes frequentes.

    Por fim, proponha aos colegas fazer lanches coletivos no intervalo de almoço. Cada um pode levar um prato, e isso pode ser divertido e econômico.

    Em relação às bebidas, evite comprar no restaurante. Afinal, muitas vezes equivale a quase um terço do valor do bufê.

    Uma sugestão é comprar em um mercadinho, pelo caminho, água ou refrigerante. Outra sugestão é dividir uma bebida maior com outros colegas.

    Levar marmita é alternativa para comer saudável

    Caso você tenha alguma habilidade na cozinha, prepare você mesmo sua marmita.

    Sai mais em conta e você tem a garantia de procedência dos alimentos.

    Para isso, faça todas as porções da semana de uma só vez, para poupar tempo.

    Isso pode tomar duas horas do seu sábado, mas evitará bastante trabalho ao longo da semana.

    Quem não conseguir preparar a marmita e tiver de ir a restaurantes deve tomar cuidado.

    A grande variedade de alimentos e as muitas tentações podem levar as pessoas a não se alimentarem corretamente.

    No entanto, é possível almoçar fora de casa e manter uma alimentação saudável.

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