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7 mentiras que os bancos contam (e como não cair nelas)

Escrito por: Rafael Massadar em 8 de julho de 2019

Para não cair mais nas mentiras que os bancos contam, é preciso conhecer as armadilhas financeiras. Só assim, será possível evitá-las.

Uma saída é ter em mente que o atendente ou gerente trabalha para o banco, e não para você. A missão deles é cumprir metas e ajudar a instituição financeira a ganhar dinheiro.

 

mentiras que os bancos contam

Na verdade, essa é a missão número um de qualquer banco.

Portanto, é preciso estar atento ao jogo de interesses que pode existir no momento em que os investimentos são oferecidos.

Nem sempre os produtos apresentados são os melhores para quem investe. Afinal,  quem vende é quem ganha as comissões.

As mentiras que os bancos contam

1 – Títulos de Capitalização

Essa é uma das principais mentiras que os bancos contam. Afinal, os títulos de capitalização não são um investimento e, sim, uma loteria.

Isso porque o cliente que não é sorteado recebe o valor final sem juros ou correção. Portanto, você perde dinheiro.

Afinal, a inflação desvaloriza seu dinheiro, que fica lá parado sem rendimento. Os títulos de capitalização não são uma modalidade de investimento, apesar de os bancos dizerem que sim.

2 – Poupança

A poupança pode ser considerada um investimento, mesmo que não seja dos melhores. No entanto, a ideia de que é o único investimento seguro é outra mentira que os bancos contam.

O mesmo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) que assegura os investimentos de até R$ 250 mil cobre também outras opções. Tais como o CDB, LCI e LCA.

Um bom exemplo é o investimento na Renda Fixa. Afinal, existem outras alternativas mais rentáveis e tão seguras quanto à poupança.

3 – Diversificação

Não existe fórmula única para os investimentos, e se alguém disser isso, estará mentindo. Afinal, cada pessoa possui um perfil diferente de investimento.

Os bancos pecam ao direcionar investimentos para os clientes com base naquilo que mais convém para o banco.

Logo, saiba que nenhuma carteira de investimentos está completa com apenas um produto.

É necessário que se faça uma diversificação inteligente, em títulos e fundos de diferentes categorias, sempre respeitando o seu perfil de investidor.

4 – Taxas de Administração

Para os fundos de investimentos, existem as taxas de administração em cima dos recursos aplicados. Sabia disso?

Provavelmente, não. Afinal, os gerentes de bancos não têm o costume de repassar essa informação adiante.

Essa taxa influencia diretamente na rentabilidade do seu investimento, já que é um custo que incide diretamente no valor aplicado.

Outra situação acontece também com os fundos de investimentos, que, normalmente, cobram a taxa de performance.

Ou seja, aquela cobrada quando o fundo alcança um indicador escolhido como parâmetro, o chamado “benchmark”.

O problema é que as instituições não se preocupam em informar sobre essa taxa e como ela funciona.

5 – Previdência Privada

Esse precisa de bastante atenção! Além da taxa de administração, há incidência da taxa de carregamento, que pode enxugar até 5% da sua aplicação.

Na maior parte das vezes, a previdência privada não compensa quando os cálculos não são feitos corretamente.

6 – Venda Casada

Isso é proibido. No entanto, alguns bancos insistem em praticar.

Normalmente funciona quando você vai comprar um produto e o banco o vincula a outro.

Isso tem acontecido, por exemplo, quando o cliente faz um empréstimo, que só é concedido caso haja também a compra de um título de capitalização.

Nos investimentos também acontece. O gerente diz que conseguirá uma rentabilidade maior se o cliente fizer um plano de seguro.

Se isso acontecer, procure seus direitos.

7 – Bancos Menores

Uma das mentiras que os grandes bancos contam é que os menores não têm garantias. No entanto, felizmente, eles têm.

Todos os produtos garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) valem para todos os bancos, tais como poupança, LCI, LCA, CDB, entre outros.

Fora isso, os bancos menores podem pagar taxas maiores a seus clientes.

Rafael Massadar

Jornalista com experiência em redação com pós-graduação em Comunicação Empresarial e Transmídia. Atualmente trabalho como assessor de imprensa.

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