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Auxílio emergencial em processamento: o que significa?

Tempo de leitura: 3 minutos
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O auxílio emergencial 2021 começou a ser pago oficialmente no dia 6 de abril. Contudo, ao entrar no aplicativo da Caixa Tem ou no site da Dataprev, muitas pessoas se deparam com a mensagem “auxílio emergencial em processamento” e ficam sem saber se foram aprovadas ou não para o benefício.

De acordo com a Dataprev, empresa que processa os dados para o Governo Federal, o status “em processamento” significa que o requerimento do benefício foi retido pelo Ministério da Cidadania para comparação com dados mais atuais.

Isso quer dizer que o auxílio daquela pessoa está passando por um novo processo de avaliação que cruza informações anteriores com dados mais recentes.

“Serão utilizados os cadastros com informações mais recentes, sobretudo considerando a possibilidade de perda de emprego e renda em meio à pandemia”, esclarece nota do Ministério da Cidadania.

+ Governo divulga calendário do auxílio emergencial 2021

“Auxílio em processamento” pode afetar o pagamento do benefício?

Os trabalhadores que tiverem esse status no sistema ainda podem ser selecionados para receber o auxílio, porém, isso só vai acontecer depois que a Dataprev encerrar o processamento desses novos dados.

Para os beneficiários do Bolsa Família, por exemplo, a expectativa é que a análise seja concluída na segunda-feira, 12 de abril. 

+ É possível sacar o auxílio emergencial antes do dia? Veja 4 formas!

Por que a reavaliação do auxílio está acontecendo?

O auxílio emergencial 2021 teve mudanças em relação à versão de 2020. Foram aplicados, por exemplo, novos requisitos que diminuíram o alcance do benefício, como a impossibilidade de mais de uma pessoa da mesma família receber o auxílio emergencial. Ou seja, menos pessoas podem receber o benefício em 2021 do que em 2020.

Como esses novos critérios, outros dados também estão sendo analisados até o momento para a aprovação do benefício.

Tabela INSS 2021
Novo auxílio emergencial será pago sob novas regras e com novos valores

Quem pode receber o Auxílio Emergencial em 2021?

O benefício será pago para famílias com renda per capita de até meio salário mínimo ou renda mensal total de até três salários mínimos. Trabalhadores formais, ou seja, com carteira assinada, continuam impedidos de solicitar o recurso.

Além disso, pessoas que recebam benefício previdenciário, assistencial ou trabalhista ou de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família e do PIS/PASEP, não fazem parte do público que receberá as parcelas do auxílio emergencial 2021.

O pagamento será feito por meio de conta poupança social digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome do trabalhador elegível.

Para os beneficiários do Bolsa Família, o Governo Federal vai verificar se o trabalhador cumpre as regras para receber o benefício e, também, se o valor do Bolsa Família é menor do que o Auxílio Emergencial. Se for menor, a família receberá o valor a que tem direito do Auxílio.

Primeira parcela do auxílio 2021 foi paga para mais de 2 milhões de beneficiários

No último domingo, 11, a Caixa Econômica Federal (CEF) pagou a primeira parcela do auxílio a 2,45 milhões de beneficiários nascidos em março e que não fazem parte do Bolsa Família. Ou seja, os pagamentos foram feitos para os trabalhadores do CadÚnico e inscritos via app e site.

Segundo o Ministério da Cidadania, foram pagos mais de R$511 milhões. O benefício foi creditado em conta poupança social da Caixa, que poderá ser usada para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual.

Os saques e transferências para quem recebeu o crédito no domingo, no entanto, serão liberados no dia 10 de maio.

Para os trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, o pagamento começa na sexta-feira, 16, para beneficiários com NIS final 1. Os pagamentos da primeira parcela do benefício, para todos os públicos, vão até 30 de abril.

O auxílio emergencial teve início em abril de 2020 e ajudou famílias de baixa renda a se estabelecerem economicamente devido à crise provocada pela pandemia do coronavirus.

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Camila Miranda
Nascida na Zona Oeste do Rio, me divido entre jornalismo e marketing digital. Com três anos de experiência em Comunicação, já trabalhei em redação de jornal impresso, webjornalismo e assessoria de imprensa. Hoje, faço gestão de mídias sociais e produção de conteúdo. Amo assuntos sobre as áreas cultural e política. Reclamo do transporte público.

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