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Auxílio emergencial: Bolsonaro assina decreto para prorrogação

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O presidente Jair Bolsonaro assinou na terça-feira, 30, o decreto que estende o auxílio emergencial de R$600 por mais dois meses. A previsão é que os repasses adicionais sejam feitos entre julho e agosto.

“São mais duas prestações e nós esperamos que, ao final dela, a economia já esteja reagindo, para que nós voltemos à normalidade o mais rapidamente possível”, disse o presidente.

No começo de junho, a equipe econômica do governo já havia sinalizado a prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses.

A lei do benefício estabelece repasses de R$600 por três meses, contados a partir do mês de abril. O regulamento permite, no entanto, que o auxílio possa ser prorrogado por decreto.

O texto da lei não abre brecha, porém, para uma possível alteração do valor do benefício.

diversas notas de 50 reais, 20 reais, 10 reais e 5 reais no meio da imagem para ilustrar o texto sobre auxílio emergencial
Bolsonaro assina decreto para prorrogar auxílio emergencial por dois meses, mas quer pagar em quatro parcelas

Auxílio emergencial: Paulo Guedes defende valores fracionados

Durante a solenidade da assinatura do decreto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que uma alternativa é fazer isso de forma que, na prática, beneficiários recebam uma parcela de R$ 500, outra de R$ 400 e outra de R$ 300.

Na semana passada, o governo já havia informado sobre o desejo de realizar os pagamentos no modelo decrescente, confirmando mais três parcelas.

O pagamento do auxílio emergencial poderá ser feito da seguinte maneira, caso siga o que o ministro propõe:

  • R$500 no início de julho;
  • R$100 no final do mês;
  • R$300 no começo do mês de agosto;
  • R$300 no final de agosto.

Os parlamentares do Congresso, inclusive o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendem que seja mantido o valor de R$600 em mais duas parcelas, totalizando R$1.200.

Na manhã de terça, a colunista do G1, Ana Flor, informou que o governo havia decidido concordar e aceitar a proposta feita pelo Congresso em pagar mais duas parcelas de R$600.

+ Como saber se o seu CPF foi usado no auxílio emergencial?

O auxílio emergencial foi divulgado em abril pelo governo federal para minimizar os impactos financeiros causados pela pandemia do coronavírus.

O benefício é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos, desempregados e pessoas de baixa renda.

A princípio, o governo cogitou oferecer parcelas de R$200. O valor tinha como referência a média dos repasses no Bolsa Família, que é de aproximadamente R$190. No entanto, recuou após pressão da Câmara dos Deputados e oposição.

Quem já realizou o cadastro para receber as primeiras parcelas do benefício não precisa fazer um novo.

Mas quem ainda não fez o requerimento pode solicitar até quinta-feira, 2 de julho, no site.

Pagamentos da 3ª parcela do auxílio já foram iniciados

A Caixa Econômica Federal e o governo já iniciam os pagamentos da 3ª parcela do auxílio emergencial. O cronograma começou no dia 26 de junho e seguirá até setembro.

Os depósitos serão feitos para as pessoas que se inscreveram pelo aplicativo ou site da Caixa, ou que já estavam inscritos no Cadastro Único (CadUnico) mas não são beneficiários do Bolsa Família.

Também já está sendo pago os valores referentes a 2ª parcela para os aprovados no segundo lote — pessoas que receberam a primeira parcela entre os dias 16 e 29 de maio.

Além disso, o governo também já depositou a primeira parcela do auxílio emergencial para os novos aprovados.

Os depósitos estão sendo feitos diretamente nas contas poupança social e seguem o calendário de acordo com o mês de nascimento da pessoa.

Outra medida anunciada pelo governo foi o novo saque do FGTS, que será pago da mesma forma que o auxílio emergencial. Sendo assim, os trabalhadores irão receber o dinheiro em conta e deverão esperar para poder sacar ou transferir para outra conta.

Os brasileiros podem receber até R$1.045, dependendo do valor disponível nas contas ativas e/ou inativas.

+ Saiba quem tem direito ao saque emergencial do FGTS

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Camila Miranda
Nascida na Zona Oeste do Rio, me divido entre jornalismo e marketing digital. Com três anos de experiência em Comunicação, já trabalhei em redação de jornal impresso, webjornalismo e assessoria de imprensa. Hoje, faço gestão de mídias sociais e produção de conteúdo. Amo assuntos sobre as áreas cultural e política. Reclamo do transporte público.

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