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    Pobreza ou extrema pobreza: entenda a diferença e em qual sua família se encaixa

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    Nesta semana, o presidente da República Jair Bolsonaro publicou um decreto que reajusta os limites para classificação das famílias em situação de pobreza e extrema pobreza e o valor dos benefícios básicos do Programa Bolsa Família.

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    Esses novos valores serão considerados para definição do pagamento do Auxílio Brasil, que vai substituir o Bolsa Família, incorporando um aumento de 17,84% no tíquete médio. O valor médio do benefício passará para R$217,18 mensais.

    Como resultado para essa atitude, houve um aumento na procura sobre os termos pobreza e extrema pobreza. Afinal, é necessário haver um entendimento sobre tal condição e onde cada família se encaixa.

    Pensando nisso, separamos para você hoje uma explicação sobre a diferença entre quem está em condição de pobreza e de extrema pobreza. Para entender mais sobre esse assunto, basta continuar a leitura!

    Mulher com uma criança em situação de pobreza e extrema pobreza mexe uma panela. Ao lado, logo do Auxílio Brasil.
    A mudança realizada pelo presidente da República visa reajustar o valor de benefícios básicos para o Auxílio Brasil

    O que é a pobreza e a extrema pobreza?

    Antes de mais nada, os dois termos são utilizados para nomear famílias de baixa renda. Mas na prática, cada uma delas possui a sua aplicação. Pelo decreto instituído pelo presidente Jair Bolsonaro, agora é considerado:

    • Condição de pobreza: famílias com renda per capita de até R$200.
    • Condição de extrema pobreza: famílias com renda per capita de até R$100;

    Vale lembrar que renda per capita é o valor resultante da divisão entre todo o dinheiro que entra mensalmente na sua família dividida pelo número de membros. Por exemplo, uma família que possui cerca de 6 membros e desses 6, apenas 1 trabalha e ganha um salário mínimo.

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    Nesse sentido, cada membro dessa família sobrevive com R$183. Ou seja, essa é uma família que atualmente vive em condição de pobreza.

    Caso cada membro vivesse com até R$100, seria uma família em condição de extrema pobreza.

    Voltando ao decreto sancionado no dia 05/11, essa atualização é muito importante por conta da chegada de um benefício muito aguardado: o Auxílio Brasil.

    Isso porque, o Auxílio Brasil será substituído e englobará uma série de outros benefícios como o Bolsa Família, Benefício Primeira Infância, entre outros.

    Antes do decreto, dentro de cada um desses benefícios, as famílias recebiam valores diferentes levando em consideração a condição de pobreza e extrema pobreza.

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    No Bolsa Família, os valores eram, respectivamente, de R$89 e de R$178 por pessoa. Os benefícios básicos do Bolsa Família para famílias em situação de extrema pobreza passam de R$41 para R$49 e as parcelas variáveis sobem de R$41 para R$49. O Benefício Variável Vinculado ao Adolescente vai de R$48 para R$57.

    No Auxílio Brasil, a estrutura básica foi simplificada para Benefício Primeira Infância, Benefício Composição Familiar e Benefício de Superação da Extrema Pobreza.

    Mas o que isso muda para o Auxílio Brasil?

    Teoricamente, esse reajuste dos benefícios básicos será incorporado ao Auxílio Brasil em caráter definitivo. Contudo, a definição da condição de pobreza e extrema pobreza não possui relação com o valor mínimo de R$400 por família.

    Nesse sentido, o pagamento desse valor, previsto para ser pago em dezembro retroativo a novembro, depende exclusivamente da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 23/2021, a PEC dos Precatórios, no Congresso.

    O texto-base da PEC recebeu a aprovação em primeiro turno na Câmara no início de novembro e a votação dos destaques e do segundo turno está prevista para hoje. O texto ainda tem que passar por duas votações no Senado. O valor de R$400 do Auxílio Brasil tem caráter temporário com duração até 31 de dezembro de 2022.

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    Por fim, os pagamentos do Auxílio Brasil começam em 17 de novembro para cerca de 14,6 milhões de famílias. Todas as pessoas já cadastradas receberão o benefício automaticamente, seguindo o calendário habitual do Bolsa Família. Não há necessidade de recadastramento.

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    Loyane Lapa
    Loyane Lapa
    Carioquíssima de Campo Grande, com um pézinho em São Paulo. Jornalista, Produtora de Conteúdo e [insira aqui outras funcionalidades de um jornalista]. Apaixonada por livros, filmes e pelo universo cultural. Curiosa e antenada nas novidades do mercado financeiro.

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    Pensando nisso, separamos para você hoje uma explicação sobre a diferença entre quem está em condição de pobreza e de extrema pobreza. Para entender mais sobre esse assunto, basta continuar a leitura!

    Mulher com uma criança em situação de pobreza e extrema pobreza mexe uma panela. Ao lado, logo do Auxílio Brasil.
    A mudança realizada pelo presidente da República visa reajustar o valor de benefícios básicos para o Auxílio Brasil

    O que é a pobreza e a extrema pobreza?

    Antes de mais nada, os dois termos são utilizados para nomear famílias de baixa renda. Mas na prática, cada uma delas possui a sua aplicação. Pelo decreto instituído pelo presidente Jair Bolsonaro, agora é considerado:

    • Condição de pobreza: famílias com renda per capita de até R$200.
    • Condição de extrema pobreza: famílias com renda per capita de até R$100;

    Vale lembrar que renda per capita é o valor resultante da divisão entre todo o dinheiro que entra mensalmente na sua família dividida pelo número de membros. Por exemplo, uma família que possui cerca de 6 membros e desses 6, apenas 1 trabalha e ganha um salário mínimo.

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    Nesse sentido, cada membro dessa família sobrevive com R$183. Ou seja, essa é uma família que atualmente vive em condição de pobreza.

    Caso cada membro vivesse com até R$100, seria uma família em condição de extrema pobreza.

    Voltando ao decreto sancionado no dia 05/11, essa atualização é muito importante por conta da chegada de um benefício muito aguardado: o Auxílio Brasil.

    Isso porque, o Auxílio Brasil será substituído e englobará uma série de outros benefícios como o Bolsa Família, Benefício Primeira Infância, entre outros.

    Antes do decreto, dentro de cada um desses benefícios, as famílias recebiam valores diferentes levando em consideração a condição de pobreza e extrema pobreza.

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    No Bolsa Família, os valores eram, respectivamente, de R$89 e de R$178 por pessoa. Os benefícios básicos do Bolsa Família para famílias em situação de extrema pobreza passam de R$41 para R$49 e as parcelas variáveis sobem de R$41 para R$49. O Benefício Variável Vinculado ao Adolescente vai de R$48 para R$57.

    No Auxílio Brasil, a estrutura básica foi simplificada para Benefício Primeira Infância, Benefício Composição Familiar e Benefício de Superação da Extrema Pobreza.

    Mas o que isso muda para o Auxílio Brasil?

    Teoricamente, esse reajuste dos benefícios básicos será incorporado ao Auxílio Brasil em caráter definitivo. Contudo, a definição da condição de pobreza e extrema pobreza não possui relação com o valor mínimo de R$400 por família.

    Nesse sentido, o pagamento desse valor, previsto para ser pago em dezembro retroativo a novembro, depende exclusivamente da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 23/2021, a PEC dos Precatórios, no Congresso.

    O texto-base da PEC recebeu a aprovação em primeiro turno na Câmara no início de novembro e a votação dos destaques e do segundo turno está prevista para hoje. O texto ainda tem que passar por duas votações no Senado. O valor de R$400 do Auxílio Brasil tem caráter temporário com duração até 31 de dezembro de 2022.

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    Por fim, os pagamentos do Auxílio Brasil começam em 17 de novembro para cerca de 14,6 milhões de famílias. Todas as pessoas já cadastradas receberão o benefício automaticamente, seguindo o calendário habitual do Bolsa Família. Não há necessidade de recadastramento.

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