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3 soluções da economia colaborativa para economizar

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Alguma vez, você já quis uma furadeira para instalar prateleiras? Ou um carro para uma viagem? Até, quem sabe, uma batedeira para fazer o bolo do seu aniversário?

Todas essas situações podem ser resolvidas com a economia colaborativa. Mas, o que é isso?

Essa lógica permite que você encontre soluções para economizar e ter novas experiências. Todos podem ser fornecedores e consumidores ao mesmo tempo. O que garante maior autonomia financeira.

As plataformas de economia colaborativa permitem, por exemplo, que você alugue ou empreste itens que estão acumulando poeira no seu armário.

Em outras palavras, é um processo de desapegar de alguns itens.

Como também conseguir, momentaneamente, alternativas mais econômicas.

De acordo com uma pesquisa feita pela consultoria Nielsen, em 2013, 70% das pessoas na América Latina gostariam de participar dos serviços de compartilhamento.

Na América no Norte, são apenas 53%.

Economia colaborativa
Economia colaborativa é a junção de inovações tecnológicas com a troca de experiência

Se você não entendeu muito bem esses procedimentos, vamos te dar um exemplo prático.

Sabe aquele sistema de aluguel de bikes pela cidade? Ele funciona com a economia colaborativa.

Você usa uma bicicleta por um tempo, paga pelo serviço e depois devolve. Não gera o custo de ter o produto e sua manutenção.

Também conhecida como economia compartilhada, a economia colaborativa é uma maneira de usar tecnologia para fazer negócios entre pessoas, promover a sustentabilidade e economia.

Com esse processo, é possível até fazer uma graninha extra.

Como alugar uma bike, um apartamento, conseguir alguém para ficar com seu cachorro enquanto você viaja.

A seguir, veja algumas dessas soluções.

Airbnb e Uber: cases de sucesso

Marcas de sucesso atualmente, como o Airbnb e o Uber, também são frutos da economia colaborativa.

As duas propuseram modelos inovadores e diferentes sobre a utilização de recursos disponíveis.

O Uber é um serviço de transporte. O usuário se cadastra e pode chamar motoristas para realizar diferentes trajetos.

Como se fosse um motorista particular sob demanda.

É grande o sucesso da plataforma. Em cinco anos, o fundo de investimento do Uber aumentou 6.000%.

Já o Airbnb é um sistema de aluguel de casas e apartamentos. Pessoas podem oferecer sua casa de praia, por exemplo, para locação.

Compartilhamento de objetos

Alguma vez você já quis fazer um bolo, mas faltava uma xícara de açúcar? Ou quis instalar uma prateleira e não tinha a furadeira?

Realmente, não há necessidade de comprar um desses equipamentos para usar apenas uma vez e fazer dois buracos.

Pensando nisso, a carioca Camila Carvalho criou o “Tem açúcar?, uma plataforma de compartilhamento de objetos.

 serviço de compartilhamento
O Tem Açúcar é um serviço de compartilhamento de objetos entre vizinhos

O objetivo é evitar o gasto com a compra de um produto e aproximar amigos e vizinhos. Já que a plataforma procura pessoas nas redondezas do usuário.

Primeiro, você precisa buscar o item que está precisando. Depois, o sistema pergunta para seus vizinhos quem pode te emprestar.

As condições de empréstimos são, enfim, combinadas. Uma maneira simples, segura, econômica e confortável de conseguir o que precisa.

Veja só um depoimento publicado no site do Tem Açúcar:

“Já doei liquidificador, peguei broca emprestada e emprestei furadeira! Acredito nesse fluxo e torço para que ele se torne cada vez mais natural. Quando fui devolver a broca, quem me atendeu foi o avô da minha vizinha…isso me deixou pensando em o quanto esse tipo de diálogo era natural no passado. Bom, enfim! São tempos de resgatar costumes que valem a pena.”

O desapego de roupas e acessórios, por sua vez, pode ser feito no Enjoei.com.br.

Pelo site, é possível vender os itens do seu guarda-roupa que não quer mais. E ainda ganhar dinheiro.

Cuidador de cachorros

A economia colaborativa vai muito além do compartilhamento de objetos. Há quem ofereça seus próprios serviços, como por exemplo, cuidar de cachorros.

A DogHero é uma alternativa mais humanizada do que os famosos hotéis para cães e gatos.

Muitas vezes, nesses locais os animais não podem ser bem tratados e ter suas necessidades psicológicas atendidas. Tais como afeto, carinhos e brincadeiras.

Tudo isso pode ser solucionado com anfitriões, apaixonados por pets, que recebam e se comprometam a cuidar com carinho do seu animal.

Para ser um anfitrião, é preciso se cadastrar na plataforma. Depois, ocorrerá uma checagem de dados e uma entrevista.

Durante a hospedagem, os pets têm suporte e assistência veterinária garantidos.

Por mais que cause estranhamento em muitas pessoas, o compartilhamento é o futuro.

Menos gastos sem fundamentos, mais experiências, conhecimentos, trocas.

E, claro, até uma graninha extra. A economia colaborativa está só no começo.

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Bruna Somma
Jornalista formada pela UFRRJ, com passagens por redações de jornais, sites e Assessoria de Comunicação.

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