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Black Friday: o que esperar da edição de 2020?

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A Black Friday é uma das datas mais importantes para quem trabalha com vendas. Para o comércio eletrônico trata-se de um evento que já é aguardado pelo cliente.

Para as lojas físicas, no entanto, é mais uma oportunidade não apenas para vendar, mas também para ampliar o leque de cliques.

A experiência dos anos anteriores vem mostrando que há um aumento no tráfego de consumidores no período.

No ano de 2019, por exemplo, houve uma movimentação de 3,2 bilhões de reais durante a Black Friday, de acordo com Ebit-Nielsen – empresa que mensura dados do e-commerce brasileiro.

Em comparação com 2018, houve um aumento de 23,6% nas vendas, que totalizaram 2,6 bilhões de reais.

Mas será que essa situação se manterá em 2020 após os problemas causados pela pandemia do coronavírus? A seguir, veja o que esperar da Black Friday 2020.

+ Coronavírus: como o delivery pode salvar o seu negócio

O que esperar da Black Friday em 2020?

De fato, em 2020, aconteceu uma reviravolta no cenário de consumo no mundo inteiro. A pandemia do novo coronavírus trouxe mudanças significativas no contexto econômico e, também, no comportamento do consumidor.

Mesmo diante desse contexto, 67% dos brasileiros pretendem aproveitar as promoções da Black Friday 2020, que está marcada para o mês de novembro.

Pelo menos é o que mostra a pesquisa realizada pela TracyLocke Brasil, agência de shopper experience dos grupos DDB/ABC, em parceria com a Behup, startup de tecnologia e análise de comportamento do consumidor.

No entanto, mais do que nos outros anos, o consumidor prestará atenção na precificação dos produtos.

Na pesquisa, 59% dos entrevistados afirmaram que a decisão entre lojas físicas e online vai depender dos descontos oferecidos.

Além disso, o consumidor também está atento à necessidade de evitar aglomerações. Ao citarem as vantagens das compras online, os clientes indicam que:

  • comodidade (64%),
  • preço e praticidade (60%)
  • evitar aglomerações (58%)

Já para as loja físicas, ganha a opção de ver antes de decidir comprar, segundo a pesquisa.

Quais itens são mais esperados?

Eletrodomésticos, eletrônicos, roupas e os smartphones possuem o maior interesse de compras pelos consumidores. Mas as prioridades mudam conforme a idade.

Os mais jovens, que estão passando mais tempo em casa, por exemplo, mostraram que têm maior interesse em móveis.

Já os acima de 45 anos, impulsionados pela aceleração do digital, devem dar mais atenção para os artigos de informática e eletrônicos.

Os itens com maior interesse na Black Friday de 2020. Crédito: Divulgação/ TracyLocke Brasil e Behup

Como se preparar para vender na Black Friday 2020?

Além dos conselhos usuais para o evento, tais como os produtos estarem em condições promocionais, a Black Friday 2020 também exigirá maior atenção. Vamos ver quais são:

–> Na seleção de produtos será essencial considerar a atual realidade do país. Ou seja, os itens domésticos devem ser os mais procurados.

–> Houve aumento nas compras online. Portanto, fazer testes no site para que não haja dificuldades na hora da compra é importante.

–> Na elaboração das estratégias de comunicação, lembre-se de que as pessoas estão passando mais tempo conectadas. Por isso, é preciso diversificar os investimentos em mídia.

–> Com a atuação em horário reduzido em algumas lojas, interagir entre os outros canais virou prioridade também. Por isso, ofereça opções de compra no e-commerce e retirada na loja.

–> Oferecer boas experiências para o consumidor durante a Black Friday não significa apenas aumentar as vendas, mas também a chance de fidelizá-lo. Ou seja, após as vendas, trabalhe a base de clientes que fez compras nesse período.

Uma coisa é certa: a Black Friday deste ano não será como os anos anteriores. Mas dá para aproveitá-la assim mesmo, basta fazer um planejamento para que saia tudo como o esperado.

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Camila Miranda
Nascida na Zona Oeste do Rio, me divido entre jornalismo e marketing digital. Com três anos de experiência em Comunicação, já trabalhei em redação de jornal impresso, webjornalismo e assessoria de imprensa. Hoje, faço gestão de mídias sociais e produção de conteúdo. Amo assuntos sobre as áreas cultural e política. Reclamo do transporte público.

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