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Conta conjunta: saiba como funciona e se vale a pena

Escrito por: Rafael Massadar em 19 de outubro de 2018

A conta conjunta é quando duas ou mais pessoas são titulares da mesma conta bancária. Isso pode acontecer em diversas situações. Entre cônjuges, pais e filhos, sócios e até mesmo outras configurações, desde que os clientes tenham mais de 18 anos.

A única diferença entre abrir uma conta corrente normal e uma conta conjunta é que nessa você precisará levar os documentos das duas pessoas que estão abrindo a conta conjuntamente. Além disso, os dois titulares precisarão assinar os papéis para abertura da conta.

No entanto, a relação de confiança é necessária para que esse tipo de conta se configure sem estresse por parte dos titulares. Isso porque eles terão de agir em conjunto em todas as ações referentes à conta.

Conta conjunta

Tipos de Conta Conjunta

Existem dois tipos de conta conjunta. Compare e veja qual é a melhor para você.

1 – Conta solidária

Este tipo de conta é mais indicada para casais e familiares. Isso porque qualquer um dos titulares pode realizar transações financeiras individualmente. Tanto saques quanto pagamentos e transferências, sem a necessidade da autorização dos demais titulares da conta.

2 – Conta não-solidária ou simples

Mais utilizada por sócios. Este tipo de conta não permite que um titular tenha passe livre para fazer determinada transação financeira. Ou seja, é necessário o consentimento de todos os titulares para a realização de qualquer movimentação bancária.

Além disso, ainda é possível pegar a sua conta individual, adicionar mais um titular a ela e transformá-la em uma conta conjunta. Essa é uma boa opção, pois pula todo aquele processo de abertura de conta, sendo possível somente adicionar mais um titular.

É possível encerrar a conta ou excluir titulares?

No caso do encerramento, geralmente todos precisam estar presentes, decidir o que farão com o dinheiro ou dívidas disponíveis e confirmar o encerramento. Em algumas instituições, porém, a presença de apenas um dos titulares é suficiente. Vale a pena verificar junto ao seu banco qual o procedimento adequado.

Para a exclusão de titulares, todos também devem estar de acordo e assinar documento indicativo dessa movimentação. Em casos em que há problemas operacionais para a exclusão de algum titular, provavelmente será sugerido que a conta seja encerrada e uma nova seja aberta.

Existe conta-poupança conjunta?

conta conjuntaSim. Vários bancos oferecem a possibilidade de abertura de uma conta-poupança com mais de um titular.

Também existem as opções “simples” e “solidária”, conforme a configuração da relação entre os titulares.

Portanto, todos os membros poderão administrar a conta e realizar transações.

O banco também poderá emitir cartões magnéticos para que os participantes movimentem o dinheiro. Os rendimentos são compartilhados, assim como as despesas relativas à manutenção da conta.

O que acontece quando um dos titulares morre?

Em caso de falência de um dos titulares da conta, é necessário informar ao banco o ocorrido para que sejam tomadas as medidas cabíveis. A conta conjunta simples ficará impossibilitada de ser movimentada, uma vez que todos os membros precisam concordar com a realização de transações.

Assim, a conta precisará ser encerrada e o valor será redistribuído de acordo com a legislação brasileira.

Nas contas solidárias a questão é um pouco mais complicada, porque os titulares vivos podem fazer movimentações na conta após a morte de um dos membros. Dependendo da situação, o valor depositado na conta precisará ser inventariado e as movimentações podem ser consideradas ilegais.

Conjunta ou separada, qual a melhor opção?

As pessoas que queiram abrir uma conta conjunta precisam entrar em comum acordo para que a conta conjunta não se torne um problema. Isso porque o histórico bancário fica disponível para todos os correntistas da conta.

Para muitos pode ser o fim da independência financeira, mas um bom planejamento financeiro pode facilitar para ter uma visão geral da situação financeira. Portanto, é necessário fazer um orçamento mensal juntos, para saberem o que estão pagando e quanto podem gastar sem prejudicar um ao outro, e assim evitam discussões desnecessárias.

O casal que optar por ter conta conjunta tem de saber que, independentemente do regime de bens que casaram, em caso de separação o dinheiro que estiver na conta conjunta será dividido em partes iguais.

Entretanto, a conta conjunta tem suas vantagens, as despesas estarão concentradas em um único lugar, facilitando ter uma dimensão dos gastos e economias. Consequentemente, fica mais fácil planejar a compra de um imóvel, carro ou até mesmo a viagem das férias.

Rafael Massadar

Jornalista com experiência em redação com pós-graduação em Comunicação Empresarial e Transmídia. Atualmente trabalho como assessor de imprensa.

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