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    Estudar no metaverso? Universidades já começam a apostar nesse setor

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    Muito tem se falado sobre o metaverso nos últimos meses, principalmente após o Facebook anunciar que apostaria nesta tecnologia. E, com as aulas remotas, muitos alunos já começaram a estudar no metaverso em universidades e escolas.

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    Vale ressaltar que o metaverso não é novidade, porém voltou a ganhar espaço no setor recentemente. 

    Mas como a educação pode aproveitar essa tecnologia nas escolas e faculdades? Existem diversas formas e muitas instituições de ensino já estão aplicando nas aulas. O futuro chegou e o que antes parecia impossível, já está se tornando realidade.

    Quer um exemplo disso? As aulas onlines durante a pandemia foram uma alternativa encontrada para que os estudos não fossem paralisados. Algo que anos atrás seria praticamente impossível de ser feito.

    Mas o que muitas universidades estão, de fato, dando o pontapé inicial é na oferta de cursos para quem deseja estudar no metaverso. Que apesar de não ser novo no mercado, ainda não existem profissionais para atender a demanda que está surgindo.

    Opções de salas de aula para estudar no metaverso já existem

    Como já falamos acima, estudar no metaverso já é mais do que possível, até porque já existem salas de aulas em universidades para aprender sobre o mercado. E uma das primeiras a ter essas salas é a FIA Business School.

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    Para quem não conhece a FIA Business School, ela é uma instituição de educação que oferece cursos de graduação, pós-graduação, MBA e mestrado. Um dos cursos disponíveis é justamente o do metaverso.

    Mas como funcionam as aulas para estudar no metaverso? A professora do curso utiliza óculos de realidade virtual para ensinar os alunos. Caso não tenham o aparelho, podem acessar o espaço online por meio de videochamada.

    Em entrevista para a IstoÉ, a diretora do núcleo Labdata da FIA, Alessandra Montini, que é a responsável pela criação do espaço, falou sobre o assunto.

    “Para eles é uma experiência incrível. Não estamos falando de um mundo ‘chapado’, e sim de um universo diferente. O aluno pode participar de casa, deitado na cama, quando é transportado para a sala de aula. Ali, ele anda, fala, bate palma e interage com os colegas, enquanto escrevo na lousa, passo uma apresentação e tiro dúvidas.”

    Estudar no metaverso ainda é um desafio para os professores

    Como você viu acima, ainda faltam professores para conseguir atender a essa nova demanda que é estudar no metaverso. A expectativa é que aos poucos esse mercado ganhe cada vez mais espaço, ainda mais com a abrangência das novas tecnologias.

    Montini, inclusive, relata que para os professores que já estão inseridos nesse novo formato de sala de aula tem sido um grande desafio.

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    Mulher usa óculos de realidade virtual no metaverso
    O metaverso na educação ainda é um desafio

    Segundo a diretora, foi realizada uma experiência de imersão com os colegas de profissão para que pudesse ser criada uma sala de aula virtual. E para que os profissionais pegassem o jeito do controle remoto demoraram de três a quatro horas.

    Ou seja, é uma experiência inovadora, mas ao mesmo tempo nova e que vai necessitar da famosa fase de adaptação.

    Segundo Alessandra, tem sido desafiador, apesar dos atrativos virtuais e de interação. Mas, garante que a experiência vale a pena, no final.

    Apesar dos atrativos visuais e interativos, Alessandra aponta que esse é um dos principais desafios para os professores do Metaverso.

    “É uma maravilha para o aluno, porque ele senta e assiste. Para o professor, tem de saber a matéria de cor, acompanhar as expressões dos avatares para saber se o aluno está entendendo ou não, controlar os recursos tecnológicos disponíveis… Dar uma aula no metaverso é como uma maratona. Tem de parar uns 15 minutos e descansar depois”, comenta.

    Há cursos e treinamentos para estudar no metaverso

    Visando a melhor experiência do aluno, algumas empresas e universidades do exterior já têm realizado cursos e treinamentos. O objetivo é aprimorar ainda mais a experiência com a realidade virtual. 

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    + Profissões de Metaverso: veja as tendências para o mercado de trabalho

    Além disso, algumas universidades, por exemplo a USP no Brasil, já têm feito acordos de cooperação internacional. Essa atitude tem como objetivo aumentar ainda mais as pesquisas e os aspectos práticos (legais) do universo de realidade virtual.

    Um mercado que também deve ganhar espaço no metaverso é o de pós-graduação. Afinal, as universidades devem apostar cada vez mais em formas de capacitar, pois gera ainda mais profissionais capacitados para atuar com a realidade virtual.

    E você, já pensou em estudar no metaverso? É um assunto que te anima? Então continue lendo sobre o assunto aqui no FinanceOne, diariamente. Assine a nossa newsletter!

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    Mateus Carvalho
    Mateus Carvalho
    Jornalista de profissão e apaixonado por Marketing Digital. Já foi redator de jornal impresso, atualmente escrevo para o digital e tenho sede por empreender. Escrever é a minha maior paixão e quando não estou digitando estou pensando em digitar. Carioca, vascaíno e apaixonado por memes.

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    Mas como a educação pode aproveitar essa tecnologia nas escolas e faculdades? Existem diversas formas e muitas instituições de ensino já estão aplicando nas aulas. O futuro chegou e o que antes parecia impossível, já está se tornando realidade.

    Quer um exemplo disso? As aulas onlines durante a pandemia foram uma alternativa encontrada para que os estudos não fossem paralisados. Algo que anos atrás seria praticamente impossível de ser feito.

    Mas o que muitas universidades estão, de fato, dando o pontapé inicial é na oferta de cursos para quem deseja estudar no metaverso. Que apesar de não ser novo no mercado, ainda não existem profissionais para atender a demanda que está surgindo.

    Opções de salas de aula para estudar no metaverso já existem

    Como já falamos acima, estudar no metaverso já é mais do que possível, até porque já existem salas de aulas em universidades para aprender sobre o mercado. E uma das primeiras a ter essas salas é a FIA Business School.

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    Mas como funcionam as aulas para estudar no metaverso? A professora do curso utiliza óculos de realidade virtual para ensinar os alunos. Caso não tenham o aparelho, podem acessar o espaço online por meio de videochamada.

    Em entrevista para a IstoÉ, a diretora do núcleo Labdata da FIA, Alessandra Montini, que é a responsável pela criação do espaço, falou sobre o assunto.

    “Para eles é uma experiência incrível. Não estamos falando de um mundo ‘chapado’, e sim de um universo diferente. O aluno pode participar de casa, deitado na cama, quando é transportado para a sala de aula. Ali, ele anda, fala, bate palma e interage com os colegas, enquanto escrevo na lousa, passo uma apresentação e tiro dúvidas.”

    Estudar no metaverso ainda é um desafio para os professores

    Como você viu acima, ainda faltam professores para conseguir atender a essa nova demanda que é estudar no metaverso. A expectativa é que aos poucos esse mercado ganhe cada vez mais espaço, ainda mais com a abrangência das novas tecnologias.

    Montini, inclusive, relata que para os professores que já estão inseridos nesse novo formato de sala de aula tem sido um grande desafio.

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    O metaverso na educação ainda é um desafio

    Segundo a diretora, foi realizada uma experiência de imersão com os colegas de profissão para que pudesse ser criada uma sala de aula virtual. E para que os profissionais pegassem o jeito do controle remoto demoraram de três a quatro horas.

    Ou seja, é uma experiência inovadora, mas ao mesmo tempo nova e que vai necessitar da famosa fase de adaptação.

    Segundo Alessandra, tem sido desafiador, apesar dos atrativos virtuais e de interação. Mas, garante que a experiência vale a pena, no final.

    Apesar dos atrativos visuais e interativos, Alessandra aponta que esse é um dos principais desafios para os professores do Metaverso.

    “É uma maravilha para o aluno, porque ele senta e assiste. Para o professor, tem de saber a matéria de cor, acompanhar as expressões dos avatares para saber se o aluno está entendendo ou não, controlar os recursos tecnológicos disponíveis… Dar uma aula no metaverso é como uma maratona. Tem de parar uns 15 minutos e descansar depois”, comenta.

    Há cursos e treinamentos para estudar no metaverso

    Visando a melhor experiência do aluno, algumas empresas e universidades do exterior já têm realizado cursos e treinamentos. O objetivo é aprimorar ainda mais a experiência com a realidade virtual. 

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    Além disso, algumas universidades, por exemplo a USP no Brasil, já têm feito acordos de cooperação internacional. Essa atitude tem como objetivo aumentar ainda mais as pesquisas e os aspectos práticos (legais) do universo de realidade virtual.

    Um mercado que também deve ganhar espaço no metaverso é o de pós-graduação. Afinal, as universidades devem apostar cada vez mais em formas de capacitar, pois gera ainda mais profissionais capacitados para atuar com a realidade virtual.

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