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Fundo imobiliário de agência bancária: como funciona?

Escrito por: Mateus Carvalho em 21 de outubro de 2019

O fundo de investimento imobiliário, também é conhecido como FII, é um grupo de pessoas que têm como objetivo investir em ativos imobiliários.

Você provavelmente já escutou falar em fundo imobiliário de agência bancária, mas sabe como funciona?

Para começar, o fundo imobiliário de agência bancária é um dos preferidos dos investidores.

Isso porque eles propiciam um bom rendimento, além de serem contratos longos. 

Fundos Imobiliários
O fundo imobiliário de agência bancária é uma opção de investimento

Para aplicar o dinheiro nesse tipo de investimento é necessário conhecer os tipos existentes, assim como os riscos de cada um deles.

A seguir, conheça mais um pouco sobre esse fundo imobiliário:

Conheça os principais tipos de fundo imobiliários de agência bancária

Para você entender sobre o fundo imobiliário de agência bancária, é preciso conhecer cada um dos três tipos existentes.

E como cada um foi criado, conheça os principais tipos de fundo:

BBRC11

Este fundo nasceu com a proposta de comprar terrenos para construir agências para o Banco do Brasil, tanto para o segmento “Estilo” quanto para o varejo comum.

BBPO11 

O fundo surgiu em 2012, como uma explosão, trazendo novos cotistas. Além disso, foi o Initial Public Offering, ou Oferta Pública Inicial (IPO) com mais sucesso no mercado de fundo imobiliário.

Ele surgiu com a ideia de manter um caixa líquido cheio para se criar uma relação com o locatário para manutenções e reformas dos 64 ativos do portfólio.

SAAG11

A primeira emissão deste fundo ocorreu junto com ao BBPO11, quando foram adquiridas 21 agências.

Em seguida, foi realizada uma nova emissão e sete novos ativos foram incorporados ao portfólio. 

Os riscos ao investir no fundo imobiliário de agência bancária

Ao investir em um fundo imobiliário de agência bancária, o investidor corre risco, assim como em todas as outras aplicações.

O principal deles é o risco da influência dos mecanismos digitais como forma de substituir a atividade presencial nas agências bancárias.

Além disso, algumas agências podem sofrer com a fusão das instituições bancárias. Como que já aconteceu nos últimos anos.

Outro risco que deve ser levado em consideração neste tipo de investimento é o preço do metro quadrado no aluguel das agências.

Isso porque com a crise no setor corporativo é comum que os aluguéis desses fundos fiquem desalinhados com a realidade.

Em contrapartida, existe ainda o fato de que o fundo imobiliário de agência bancária possui questões internas no regulamento.

O que pode acabar impedindo a locação ou venda para outros bancos. Por isso, antes de investir no fundo imobiliário de agência bancária é necessário avaliar todos esses riscos.

Dessa forma, você poderá se precaver caso tenha necessidade.

Saiba qual é o melhor tipo de fundo imobiliário

Dos três tipos de fundo imobiliário de agência bancária, você deve estar se perguntando qual é o melhor e o mais versátil. Correto?

A resposta para essa pergunta é o BBRC11, mesmo que algumas agências ainda não foram ocupadas pelo Banco do Brasil.

Isso porque esse fundo é proprietário do terreno. Isto tem alto valor agregado, já que ele oferece uma maior capacitação.

É importante frisar que questões regimentais devem ser observadas. Assim como os novos custos que podem exigir custos que irão exigir novas emissões.

O ajuste do aluguel, no entanto, deverá ser relevante, já que os contratos são a longo prazo.

E, isto deve ser observado pois é possível que algumas agências não sejam ocupadas no final do contrato.

Já o BBPO11 concentra, em 10 ativos, quase 50% das receitas imobiliárias e, estes são imóveis importantes para o Banco do Brasil nas cidades onde estão presentes.

Estes contratos podem ser renovados, porém com ajuste à realidade corporativa do mercado.

Enquanto o SAAG11 conta com imóveis bem localizados. Mas, pelo fato de alguns ativos sobrepostos como a localização, o administrador deve antever uma abordagem mais técnica em relação ao regulamento restritivo.

Isso porque é necessário ser preventivo e considerar as não renovações parciais. E, como esse fator será tratado. 

Mateus Carvalho

Jornalista formado pela Unicarioca. Atualmente, repórter da Folha Dirigida e produtor de conteúdo no FinanceOne. Já fui colaborador do Torcedores.com.

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