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    InícioNotíciasInvestimentosCom juros a 2%, como montar uma carteira diversificada? Confira!

    Com juros a 2%, como montar uma carteira diversificada? Confira!

    4.3
    (6)

    Se você quer fazer o seu dinheiro render mais e com segurança, mas não tem certeza de como começar, ter uma carteira diversificada pode ser o início.

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    Isso porque essa estratégia simples pode fazer a diferença para quem não tem muita segurança para sair dos investimentos mais conservadores. Porém, quer diminuir os riscos de aplicações com mais volatilidade.

    Seja você um investidor conservador ou agressivo, o objetivo é sempre o mesmo: ao investir de forma diversificada, é possível diminuir os riscos de perda de dinheiro no caso da desvalorização de algum ativo.

    Pensando nisso, Caio Fasanella, fundador e CEO da Balko, explicou qual a importância de montar uma carteira diversificada e como fazer isso com juros a 2%. Vamos conferir?

    A importância de montar uma carteira diversificada

    De acordo com Fasanella, é importante destacar o ineditismo do momento atual, pois a forte queda nas taxas de juros exige que o investidor brasileiro mude a sua forma de investir.

    “O investidor que estava acostumado a ganhar dois dígitos investindo em títulos públicos e CDBs tem que se reinventar em um cenário de juros reais negativos”, disse.

    Além disso, ele pontuou que a inclinação das curvas de juros tem duas consequências diretas. São elas:

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    • redução de spreads em mercados mais eficientes (aumento dos preços de ativos);
    • aumento da volatilidade nos mercados de renda variável.

    + Renda variável para iniciantes: como começar a investir

    Dessa forma, segundo ele, é possível entender que a construção da carteira atual demanda, necessariamente, um cuidado maior com a diversificação. No entanto, é necessário que se tenha proteção e posicionamento estratégico.

    Como montar uma carteira com juros a 2%

    Fasanella pontuou que uma carteira diversificada preparada para performar no mundo dos juros baixos exige:

    • diversificação;
    • descorrelação;
    • descolamento do CDI e proteção.

    Ou seja, o investidor deve diversificar em moedas, classes de ativos e buscar alocações estratégicas para reduzir o nível geral de volatilidade do seu portfólio.

    Além do risco de concentração, Fasanella citou o risco de correlação, uma vez que nada adianta ter muitos ativos na carteira mas que se movimentam na mesma direção. Ele também mencionou o risco de inflação e risco de sobrepreços.

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    “Em suma: a forte queda das taxas de juros exige que o investidor assuma mais riscos caso mire retornos altos, o que exige coragem e controle de riscos”, afirmou.

    Perguntando se a Selic deve continuar baixa nos próximos meses, Fasanella respondeu que acredita que os juros devem se manter em patamar abaixo de 3% em 2021.

    “Entendemos que a Selic deve se manter em patamar abaixo de 3%, de modo a fomentar uma retomada econômica mais rápida. Essa projeção só deve ser alterada caso haja uma sinalização mais forte de pressão inflacionária”, completou.

    Segundo Fasanella, é importante ressaltar que este patamar da Selic abaixo de 3% coloca o Brasil em um ambiente de juros neutros e levemente negativos.

    Ou seja, o investidor que quer rentabilizar a carteira acima da inflação precisa buscar alternativas aos produtos tradicionais como poupança, CDBs e tesouro direto. 

    + Tesouro Selic negativo: qual impacto para os investimentos?

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    Com a evolução das regulamentações, digitalização de processos e surgimento de fintechs especializadas como a Balko, o investidor consegue encontrar boas alternativas para investimento com rentabilidades bastante superiores à Selic.

    Na Balko, por exemplo, o investidor encontra oportunidades de investimentos com rentabilidade estimada superior a 15% ao ano em ativos alternativos, a partir de R$10 mil.

    Por isso, ao montar uma carteira diversificada, o investidor vai conseguir combinar ativos mais seguros e com liquidez maior, ao mesmo tempo em que busca aumentar a rentabilidade total da carteira, incluindo ativos alternativos.

    Quer continuar por dentro dos assuntos sobre investimentos? Então leia agora mesmo o texto que separamos para você: 10 podcasts sobre investimentos para você ouvir.

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    Camila Miranda
    Camila Miranda
    Nascida na Zona Oeste do Rio, me divido entre jornalismo e marketing digital. Com três anos de experiência em Comunicação, já trabalhei em redação de jornal impresso, webjornalismo e assessoria de imprensa. Hoje, faço gestão de mídias sociais e produção de conteúdo. Amo assuntos sobre as áreas cultural e política. Reclamo do transporte público.

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    Fasanella pontuou que uma carteira diversificada preparada para performar no mundo dos juros baixos exige:

    • diversificação;
    • descorrelação;
    • descolamento do CDI e proteção.

    Ou seja, o investidor deve diversificar em moedas, classes de ativos e buscar alocações estratégicas para reduzir o nível geral de volatilidade do seu portfólio.

    Além do risco de concentração, Fasanella citou o risco de correlação, uma vez que nada adianta ter muitos ativos na carteira mas que se movimentam na mesma direção. Ele também mencionou o risco de inflação e risco de sobrepreços.

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    “Entendemos que a Selic deve se manter em patamar abaixo de 3%, de modo a fomentar uma retomada econômica mais rápida. Essa projeção só deve ser alterada caso haja uma sinalização mais forte de pressão inflacionária”, completou.

    Segundo Fasanella, é importante ressaltar que este patamar da Selic abaixo de 3% coloca o Brasil em um ambiente de juros neutros e levemente negativos.

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    Por isso, ao montar uma carteira diversificada, o investidor vai conseguir combinar ativos mais seguros e com liquidez maior, ao mesmo tempo em que busca aumentar a rentabilidade total da carteira, incluindo ativos alternativos.

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