Preço da gasolina volta a cair nos postos, segundo ANP. Confira!

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Homem segura uma bomba de gasolina
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No final de agosto, Petrobras anunciou uma redução no preço da gasolina para distribuidoras mais uma vez. Os impactos já são sentidos pelos consumidores, que percebem uma queda 1,5% nos postos, segundo a ANP.

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Esta foi a terceira redução no preço do combustível em um mês, em meio à queda no preço do barril de petróleo no mercado internacional.

Na época do anúncio, o preço do combustível caiu para R$3,53 por litro, uma queda de R$0,18 por litro. Mas agora, os consumidores sentem um desconto ainda maior.

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Qual é o preço da gasolina?

Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados no último dia 2 de setembro apontam que o preço médio do litro da gasolina caiu de R$5,25 para R$5,17.

Este é o menor patamar desde o final de fevereiro do ano passado. Mas esse valor trata-se da média nacional, o valor máximo encontrado nos postos chega a R$7,00.

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Através de um comunicado, a Petrobras afirma que a redução no preço das refinarias “é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio de seus preços com o mercado global, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio”.

Qual o valor do Diesel?

O preço da gasolina e o do óleo diesel também. De acordo com a ANP, esse combustível passou de R$6,93 para R$6,90, uma redução de 0,4%.

Também é o preço mais baixo em bastante tempo, desde o início de junho. O valor mais alto a que esse combustível foi encontrado pela agência foi R$ 8,89.

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Já o preço médio do litro de etanol chegou a R$3,71, uma queda de 3,4% em relação aos R$3,84 anteriores. Mas o maior valor em um posto chegou a R$6,99.

posto de bandeira petrobras
O preço médio de venda de gasolina da Petrobras para as distribuidoras é de R$ 3,71 por litro

Petrobras destaca que busca equilíbrio com mercado internacional

Sobre o reajuste nas refinarias, a Petrobras destacou, em nota, que evita repassar imediatamente a volatilidade externa aos preços do mercado interno. Mas busca o equilíbrio de seus valores com o mercado internacional e a taxa de câmbio.

“Os preços praticados pela Petrobras seguem buscando o equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo.”

A estatal explica que esse alinhamento é fundamental para “garantir que o mercado brasileiro siga suprido sem riscos de desabastecimento pelos diferentes setores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras”.

Esse é o primeiro aumento no preço da gasolina realizado na gestão do general Joaquim Silva e Luna.

O atual presidente da Petrobras foi indicado ao cargo em junho deste ano pelo presidente Jair Bolsonaro, após uma série de críticas aos reajustes de preços de combustíveis em 2021 praticados nas gestões anteriores.

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