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    InícioNotíciasFinanças PessoaisConfira quais são as cidades mais caras para se viver

    Confira quais são as cidades mais caras para se viver

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    Acha caro viver na sua cidade? A Pesquisa Anual de Custo de Vida revela as verdadeiras cidades mais caras para se viver.

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    A pesquisa foi realizada pela empresa Mercer, que avaliou cerca de 500 cidades em mais de 200 países.

    Realizado anualmente, o estudo avalia o custo de vida nas cidades que recebem mais trabalhadores expatriados no mundo. Ou seja, profissionais de outros países que migram para trabalhar naquele destino.

    O ranking demonstra como a flutuação da moeda e as mudanças nos preços de bens e serviços podem afetar o poder de compra dos moradores.

    E o resultado é surpreendente. Ele aponta que, entre as dez cidades mais caras do mundo, oito estão na Ásia.

    De acordo com a Mercer, a pesquisa foi projetada para ajudar empresas multinacionais e governos a determinar os subsídios de compensação para seus funcionários expatriados.

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    As 10 cidades  mais caras para se viver

    1ª – Ashgabat, no Turkmenistan

    2ª – Hong Kong

    3ª – Beirut, no Líbano

    4ª – Tóquio, no Japão

    5ª – Zurique, na Alemanha

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    6ª – Xangai, na China

    7ª – Singapura, cidade-estado de Singapura

    8ª – Genebra, na Suíça

    9ª – Pequim, na China

    10ª – Berna, na Suíça

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    E na América Latina?

    San Juan, a capital e maior cidade de Porto Rico, é a cidade mais cara da América Latina para se viver. A capital do país caribenho foi classificada na posição de número 89. Ela é seguida por Port of Spain, capital de Trinidad e Tobago, (91), que caiu 18 posições. 

    Em seguida aparecem na listagem: Porto Príncipe, no Haiti, (92), Santiago, no Chile, (131) e Montevidéu, no Uruguai, (132). 

    Em relação ao Brasil, a primeira colocada é São Paulo. A capital aparece na 177ª posição, seguida do Rio de Janeiro, em 191ª, e Brasília em 205ª.

    cofre de dinheiro junto com calculadora, caneta e papeis
    Seis em cada dez brasileiros tiveram aumento do custo de vida durante a pandemia

    Custo de vida durante a pandemia aumentou 59% para brasileiros

    O impacto da crise gerada pela Covid-19 fez com que metade dos brasileiros ficassem com a renda mais apertada neste período, revela pesquisa. Dados divulgados pelo Exame/Ideia indicam que, 59% dos entrevistados afirmaram que o custo de vida durante a pandemia aumentou.

    E grande parte desse aumento foi ocasionada por itens da cesta básica, como o arroz e o feijão, que subiram cerca de 20%.

    Em relação às regiões em que mais sentiu o custo de vida durante a pandemia aumentar, de acordo com o levantamento, são:

    • 75% – Centro-Oeste,
    • 69% – Sul,
    • 60% – Sudeste,
    • 56% – Norte,
    • 48% – Nordeste.

    Dados que batem com a pesquisa “Custo de Vida Nacional” feita pela Mercer. O estudo analisou, em 17 cidades brasileiras, 10 categorias diferentes de serviços.

    Em relação, por exemplo, na categoria “serviços domésticos”, que inclui itens como diária para limpeza, babá e serviços de lavanderia, é a que mais pesa no orçamento, a cidade de Porto Alegre é a mais cara nesta categoria, com custo de vida 7% maior que em São Paulo — cidade usada como referência.

    Já Fortaleza, capital do Ceará, e Recife, capital de Pernambuco, registram um custo menor nesta categoria sendo 34% abaixo da média paulista, uma das cidades mais caras para se viver.

    Outro ponto mostrado pelo estudo é que a cidade do Rio de Janeiro apresenta, na categoria “refeição fora de casa”, custo 4% maior que o praticado na capital paulista. Fortaleza, na outra ponta, apresenta o menor custo nessa categoria (-32%).

    Já Manaus lidera como a cidade mais cara para a prática esportiva e de lazer (16%), seguida por Camaçari (13%), Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina e São José dos Campos, no interior de SP (6%).

    Acha que sua cidade está cara para viver? Confira 9 dicas para controlar gastos diários

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    Rafael Massadar
    Rafael Massadar
    Carioca, amante de esportes e de viagens. Escolhi o jornalismo porque ele vive pelo mundo e conta histórias de pessoas e realidades distintas. Tenho experiência em redação e assessoria de imprensa. Atualmente, trabalho numa agência de marketing digital.

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    Realizado anualmente, o estudo avalia o custo de vida nas cidades que recebem mais trabalhadores expatriados no mundo. Ou seja, profissionais de outros países que migram para trabalhar naquele destino.

    O ranking demonstra como a flutuação da moeda e as mudanças nos preços de bens e serviços podem afetar o poder de compra dos moradores.

    E o resultado é surpreendente. Ele aponta que, entre as dez cidades mais caras do mundo, oito estão na Ásia.

    De acordo com a Mercer, a pesquisa foi projetada para ajudar empresas multinacionais e governos a determinar os subsídios de compensação para seus funcionários expatriados.

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    1ª – Ashgabat, no Turkmenistan

    2ª – Hong Kong

    3ª – Beirut, no Líbano

    4ª – Tóquio, no Japão

    5ª – Zurique, na Alemanha

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    6ª – Xangai, na China

    7ª – Singapura, cidade-estado de Singapura

    8ª – Genebra, na Suíça

    9ª – Pequim, na China

    10ª – Berna, na Suíça

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    E na América Latina?

    San Juan, a capital e maior cidade de Porto Rico, é a cidade mais cara da América Latina para se viver. A capital do país caribenho foi classificada na posição de número 89. Ela é seguida por Port of Spain, capital de Trinidad e Tobago, (91), que caiu 18 posições. 

    Em seguida aparecem na listagem: Porto Príncipe, no Haiti, (92), Santiago, no Chile, (131) e Montevidéu, no Uruguai, (132). 

    Em relação ao Brasil, a primeira colocada é São Paulo. A capital aparece na 177ª posição, seguida do Rio de Janeiro, em 191ª, e Brasília em 205ª.

    cofre de dinheiro junto com calculadora, caneta e papeis
    Seis em cada dez brasileiros tiveram aumento do custo de vida durante a pandemia

    Custo de vida durante a pandemia aumentou 59% para brasileiros

    O impacto da crise gerada pela Covid-19 fez com que metade dos brasileiros ficassem com a renda mais apertada neste período, revela pesquisa. Dados divulgados pelo Exame/Ideia indicam que, 59% dos entrevistados afirmaram que o custo de vida durante a pandemia aumentou.

    E grande parte desse aumento foi ocasionada por itens da cesta básica, como o arroz e o feijão, que subiram cerca de 20%.

    Em relação às regiões em que mais sentiu o custo de vida durante a pandemia aumentar, de acordo com o levantamento, são:

    • 75% – Centro-Oeste,
    • 69% – Sul,
    • 60% – Sudeste,
    • 56% – Norte,
    • 48% – Nordeste.

    Dados que batem com a pesquisa “Custo de Vida Nacional” feita pela Mercer. O estudo analisou, em 17 cidades brasileiras, 10 categorias diferentes de serviços.

    Em relação, por exemplo, na categoria “serviços domésticos”, que inclui itens como diária para limpeza, babá e serviços de lavanderia, é a que mais pesa no orçamento, a cidade de Porto Alegre é a mais cara nesta categoria, com custo de vida 7% maior que em São Paulo — cidade usada como referência.

    Já Fortaleza, capital do Ceará, e Recife, capital de Pernambuco, registram um custo menor nesta categoria sendo 34% abaixo da média paulista, uma das cidades mais caras para se viver.

    Outro ponto mostrado pelo estudo é que a cidade do Rio de Janeiro apresenta, na categoria “refeição fora de casa”, custo 4% maior que o praticado na capital paulista. Fortaleza, na outra ponta, apresenta o menor custo nessa categoria (-32%).

    Já Manaus lidera como a cidade mais cara para a prática esportiva e de lazer (16%), seguida por Camaçari (13%), Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina e São José dos Campos, no interior de SP (6%).

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