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Coliving: entenda essa tendência urbana de moradia

Escrito por: Rafael Massadar em 25 de junho de 2019

Coliving é uma tendência urbana de moradia que ganha cada vez mais força no Brasil. O conceito surgiu na Dinamarca nos anos 70, originalmente com o nome do cohousing.

No projeto Sættedammen, viviam 35 famílias que mantinham moradias privadas e compartilhavam espaços de convivência e atividades.

Desde refeições e limpeza de ambientes, até grupos de interesse, festas e eventos. Hoje o coliving abrange uma infinidade de possibilidades.

São pessoas que simplesmente vivem juntas, compartilhando o mesmo espaço físico, ou comunidades que compartilham também valores, interesses e filosofia de vida.

Portanto, a praticidade dos tempos atuais, somada a outros fatores, como a crise, fortalece esse cenário dominado pelos princípios da economia colaborativa.

Assim, mais pessoas podem desfrutar de um bom imóvel e aproveitar as boas oportunidades dessa experiência.

coliving

Fundamentos do Coliving

Com base em seu significado, os fundamentos do coliving têm como principais pontos:

– Viver em comunidade e buscar harmonia;

– Construir um ambiente que possibilite trocas de experiências e aprendizados;

– Reduzir o consumo para maneiras colaborativas e sustentáveis;

– Aproveitar recursos naturais.

Com base nesses fundamentos, o coliving é direcionado para um público mais jovem.

Principalmente, aqueles que querem conhecer diferentes pessoas e modos de vida, viver em um espaço mais sustentável e usar os recursos de maneira inteligente.

Tipos de coliving

1 – Roam

Neste tipo, você paga pelo aluguel de um quarto que pode ser desfrutado em diferentes partes do mundo.

Contudo, todos ligados à empreiteira proprietária.

2 – República

Talvez a forma mais conhecida no Brasil.

Ela se limita a estudantes e pode contar com a presença do proprietário no imóvel.

3 – Flatsharing

Pessoas de origens e finalidades diferentes se juntam em uma casa sem a presença do proprietário, tendo maior autonomia.

Das três modalidades acima, o flatsharing, que é equivalente ao cohousing, é o que tem mais chamado atenção.

Justamente pelo nomadismo digital das gerações mais jovens, entre os 20 e 30 anos, e que têm uma relação menos fixa com trabalho e moradia.

Quais as vantagens do coliving?

Morar com pessoas que têm atividades e estilo de vida parecidos tem inúmeras vantagens.

A primeira é fugir dos contratos de aluguel formais. Afinal, eles demandam uma situação financeira bastante estável e até mesmo vantajosa, dependendo da cidade.

Agências costumam ser ainda mais exigentes com relação aos seus inquilinos. Isso pode tornar a tarefa de alugar um apartamento praticamente impossível em algumas situações.

Por outro lado, criar um coliving também pode trazer inúmeras vantagens.

Uma delas é que você terá um espaço comum com um grupo de amigos ou com pessoas que compartilham interesses e estilo de vida com você.

É possível, assim, elaborar em conjunto as bases do que vocês esperam de um novo lar.

Morar com outros profissionais também têm vantagens. Afinal, são pessoas com o mesmo ritmo e estilo de vida que você e possivelmente com outros pontos em comum.

Isso dará a oportunidade de viver experiências enriquecedoras e dividir sua rotina com pessoas que têm a ver com você.

Nas grandes cidades, já existem espaços de “coworking”. Neles,  pessoas alugam espaços para trabalharem juntas, e a extensão dessa ideia à vida pessoal pode criar bons espaços de moradia colaborativos, onde colegas de trabalho moram juntos.

Caso as outras pessoas sejam conhecidas, é ainda melhor: elaborar a dinâmica da vida em grupo e as responsabilidades de cada um fica ainda mais simples.

Rafael Massadar

Jornalista com experiência em redação com pós-graduação em Comunicação Empresarial e Transmídia. Atualmente trabalho como assessor de imprensa.

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