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Como fintechs tornam o empréstimo mais barato?

Startups do setor financeiro que buscam inovação em serviços, as fintechs têm sido uma ótima oportunidade para os investidores, pois tornam o empréstimo mais barato. O negócio é cada vez mais atrativo, ainda mais pelo fato de que as taxas de juros são bem menores.

fintechs
Fintechs são startups voltadas para o setor de finanças

Esse fator das taxas reduzidas é possível pois elas são empresas de tecnologia. Essas startups desenvolvem ferramentas que conseguem prever o comportamento do consumidor, por isso, reduzem o risco e previnem fraudes.

Principais setores em que fintechs estão presentes

As fintechs são mais conhecidas por serem startups voltadas para a área de finanças e empreendimentos. A FintechLab, considerada um hub para conexão e fomento do ecossistema das startups nacionais, fez uma lista com os principais setores de atuação das fintechs no país.

– Meios de pagamentos (32%);

– Gestão financeira (18%);

– Empréstimos (13%);

– Multisserviços (11%);

– Investimentos (8%);

– Funding (7%);

– Seguros (6%);

– Negociação de dívidas (5%).

Uma das características das fintechs é a especialização de acordo com o nicho no qual elas vão atuar. Pode ocorrer de as startups serem especialistas em um ou mais serviços, dependendo do objetivo da fintech em questão.

Essa facilidade que as fintechs têm de tornar o empréstimo mais barato é devido às especializações que cada uma possui. Além disso, a forma simples do processo também facilita a escolha da fintech na hora de solicitar um empréstimo.

A atuação das fintechs no Brasil

Um grande avanço foi que as fintechs trouxeram muitas inovações para o mercado, o que tem gerado impacto significativo na vida financeira das pessoas. Foi no ano de 2008 que tudo começou a mudar e a surgir esses conceitos.

Este ano pode ser considerado um marco para o mercado financeiro brasileiro, ainda mais para quem presenciou a crise no mercado econômico mundial. O que acontecia, na verdade, era que o serviço financeiro no Brasil era praticamente inacessível para os brasileiros por conta das taxas e burocracia no sistema.

Para isso, empresas fizeram uso de tecnologia para dar mais democracia aos serviços financeiros, de acordo com a necessidade das pessoas. Isso foi uma grande conquista para o mercado financeiro.

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Assim surgiram as fintechs. Elas chegaram para apresentar modelos de negócios ainda mais atraentes e flexíveis, além de estarem próximas do que almejam para um cliente.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento e a Finnovista realizaram uma pesquisa sobre este assunto. Embora já tivessem tentado inseri-las no mercado desde 2011, foi apenas em 2014 que começaram a ganhar força nesse cenário. No Brasil, isso aconteceu entre 2014 e 2016.

Sobre as fintechs brasileiras

De certa forma, o surgimento das fintechs melhorou a vida financeira dos brasileiros, que agora pode ser administrada de maneira mais fácil. O seu crescimento vem sendo percebido em boa parte do mercado.

O seu surgimento muda, por exemplo, a forma como as pessoas encaram e administram as suas finanças, como também por meio de rotinas que antigamente eram ligadas ao banco. Como exemplo temos:

  • Nubank: emissora de cartão de crédito;
  • Creditas: plataforma de empréstimo;
  • Biva: plataforma de empréstimos;
  • Guia Bolso: aplicativo gratuito;
  • Magnetis: consultoria de investimentos online.

O crescimento das fintechs

Por mais que as fintechs tornem os empréstimos mais baratos, elas ainda não são muito utilizadas para esse quesito. Isso porque os bancos ainda são a principal fonte de empréstimos para pessoas físicas e jurídicas.

Um levantamento feito pelo Banco Goldman Sachs aponta que grandes instituições financeiras realizavam 83% dos empréstimos solicitados em dezembro de 2016. E os valores também eram altos para empréstimos consignados, com 79%, e para as hipotecas realizadas, com 98%.

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De acordo com o Radar FintechLab, 33 startups competiram no setor de crédito. Veja as principais fintechs que estão realizando empréstimos para as pessoas físicas. É importante frisar que essas seis fintechs já cederam mais de R$260 milhões.

6 fintechs que realizam empréstimos para pessoas físicas

Lendico: Em 2016, contava com mais de 6.500 usuários somente no Brasil. Só para começar a operar no país, foram investidos R$25 milhões do Banco BMG, em 2015. A startup já emprestou mais de R$90 milhões e tem como vantagem solicitar o empréstimo pela internet.

Geru: Tem taxas de juros que variam entre 2% e 5% ao mês, personalizada de acordo com o cliente. Além disso, o valor do empréstimo solicitado cai na conta da pessoa em até dez dias. Todo o procedimento para pegar o dinheiro emprestado é feito pela internet, sem precisar sair de casa ou ter contato com o gerente do banco.

Creditas: Essa fintech tem como característica o empréstimo com imóvel como garantia. Também é conhecido como refinanciamento imobiliário, que é a garantia do valor emprestado pela startup. Os juros são de 1,15% ao mês mais IPCA. A fintech já recebeu um investimento de mais de R$90 milhões.

Simplic: O empréstimo também é solicitado online e encaminhado para análise. Caso seja aprovado, o dinheiro cai na conta da pessoa poucas horas após ter o pedido aprovado pela instituição financeira. A empresa foi fundada em 2014, com o objetivo de proporcionar acesso a crédito pessoal online de forma flexível, inovadora e descomplicada.

EasyCrédito: O diferencial dessa fintech é que você também pode solicitar cartões de crédito ou pré-pago, e financiamento. Além disso, a EasyCrédito tem diversos parceiros, sendo alguns deles o INSS, Banco Pan, Geru, entre outros.

Bom Pra Crédito: são diversos os tipos de empréstimos que a pessoa pode solicitar, sendo alguns deles: consignado, com garantia de veículo ou imóvel, consignado público ou INSS. Essa fintech também conta com diversos parceiros e já realizou mais de 150 milhões de empréstimos, tendo mais de três milhões de clientes cadastrados.







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