Como identificar se um empréstimo é bom? Veja as dicas!

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uma pessoa entrega notas de dinheiro a outra
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Ele é vendido como um aliado das finanças pessoais, mas pode se transformar em um verdadeiro vilão: o empréstimo. Quem precisa recorrer a ele, precisa ter muita parcimônia em suas escolhas. 

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Solicitar um empréstimo jamais deve ser feito de forma impensada, porque o risco de enrolar as contas pode ser grande. Mas se você não vê outra saúde, saiba que é possível, sim, encontrar um bom empréstimo. 

Ou seja, aquele que cumprirá a função que você precisa, sem deixar o orçamento ainda mais bagunçado que antes. Que será sustentável para o bolso no médio e no longo prazo.

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Mas como escolher? Como identificar se um determinado empréstimo será bom ou ruim? Explicamos tudo a seguir!

Como saber se um empréstimo é bom?

A verdade é que cada um sabe o que é bom ou ruim para si. Porém, existem sim critérios fundamentais que devem ser levados em consideração na hora de escolher um empréstimo.

Para começar, comece avaliando: 

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  • orçamento pessoal
  • instituição credora
  • taxas de juros 

Ao identificar que precisa de um empréstimo, a primeira coisa que deve fazer é olhar para o próprio orçamento e identificar qual seria o limite que poderia pagar nas parcelas. 

Se o crédito encontrado, no prazo que você precisa, superar esse limite mensal, provavelmente não é a melhor opção.

O segundo ponto é a instituição credora. Existem várias formas de contratar crédito atualmente, inclusive falaremos mais sobre isso no final deste artigo. 

Porém, é fundamental escolher um credor de confiança, reputação e com bom atendimento para evitar dores de cabeça.

O terceiro tópico e, talvez, o mais importante: os juros. Cada empréstimo tem suas taxas e é imprescindível compará-las antes de fazer a contratação. 

Felizmente, é fácil encontrar simuladores de crédito por aí. Com essas calculadoras, você consegue comprar diferentes empréstimos e entender quais possuem as taxas mais vantajosas (baratas).

E não se esqueça de dar atenção também às taxas, como IOF, seguro, tributos, registros etc. No caso dos juros, quanto melhor for o seu score no Serasa, mais fácil será conseguir condições melhores.

Taxas que podem ser cobradas

Ao contratar um empréstimo, além dos juros propriamente, existem algumas taxas que podem ser cobradas. As principais são:

  • CET – Custo Efetivo Total, que inclui os juros, tarifas, tributos, seguros e despesas que a pessoa deve pagar (ele precisa ser informado antes da contratação).
  • IOF – Imposto sobre Operações Financeiras, cobrado pelo governo conforme as alíquotas detalhadas na tabela a seguir. 
Empréstimo e financiamentode 0,38% a 3,38%
Cartão de crédito6,38%
Seguroaté 25%
Câmbio de moedas1,1% sobre o total
  • Tarifa de cadastro – cobrada pela instituição credora, usada para cobrir custos de pesquisas de proteção ao crédito, por exemplo.
  • Seguro – essa é uma taxa opcional, o seguro pode ser contratado para cobrir o crédito em casos de desemprego, invalidez permanente ou morte
pessoa fazendo cálculo para pedir empréstimo
Empréstimo bom deve caber no orçamento mensal e ter juros mais baratos

Quando é recomendável recorrer ao empréstimo?

Vamos ser sinceros, o cenário ideal é aquele no qual o empréstimo não se faz necessário. Afinal, trata-se de um serviço pelo qual você inevitavelmente ficará suscetível aos juros. 

Porém, existem situações em que vale a pena recorrer a um bom empréstimo, se o resultado for: proporcionar o retorno financeiro no longo prazo, por exemplo, ou livrar você de outros juros ainda maiores. 

Situações em que podem valer a pena contratar um crédito:

  • Para abrir um negócio (que pode ser lucrativo e rendas muito mais no longo prazo)
  • Para pagar dívidas, se a dívida tem juros maiores que o empréstimo
  • Financiar estudos
  • Lidar com emergências, sem ter uma reserva de emergência

Agora, NÃO vale a pena fazer um empréstimo para:

  • Ajudar outras pessoas (se a dívida não é sua, não é sua responsabilidade)
  • Para realizar projetos ou compras impulsivamente e sem planejamento
  • Em situações de crise econômica (pois quanto mais conturbado está o mercado, maiores são os juros e os riscos)
  • Para quitar dívidas que possuem juros mais baratos que o empréstimo

    + Empréstimo a partir do FGTS: como funciona?

Tipos de empréstimo

O tipo de empréstimo também pode inferir na sua eficiência. Afinal, cada crédito tem suas próprias regras e podem ser mais vantajosas de acordo com a situação do devedor. 

Existem muitas opções sendo oferecidas no mercado, mas as principais são:

  • Empréstimo pessoal, que pode ser usado pela pessoa física como ela bem quiser e não requer motivos específicos. Mas ele tende a ter juros mais elevados por causa do maior risco de inadimplência.
  • Empréstimo pessoal com garantia, a mesma coisa do mencionado acima, porém com algum bem oferecido como garantia. Isso diminui o risco de inadimplência e faz com os juros sejam menores.
  • Consignado público, destinado a servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS. Também com taxas geralmente melhores e desconto direto no benefício.
  • Consignado privado, oferecido pelas empresas para seus colaboradores. As parcelas também são deduzidas diretamente da folha de pagamento.
  • Cheque especial, tipo de crédito pré-aprovado que entra em ação quando o saldo na conta corrente acaba Possui uma das maiores taxas de juros do mercado.
  • Financiamento, embora semelhante ao empréstimo pessoal, neste caso é necessário que o destino do dinheiro seja previamente definido. Os mais comuns são os de imóveis, automóveis e cursos superiores.

E aí? Qual é o melhor empréstimo para o que você precisa? Deixe suas dúvidas nos comentários e compartilhe o artigo com seus amigos!

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