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    InícioNotíciasInvestimentosComo investir em ações internacionais? Veja como funciona

    Como investir em ações internacionais? Veja como funciona

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    Você sabia que não é necessário ter todo o seu dinheiro investido apenas no mercado brasileiro? Isso quer dizer que é possível investir em ações internacionais.

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    Assim, é possível participar dos lucros de grandes empresas que não têm sede no Brasil — ou até mesmo empresas brasileiras que, por algum motivo, decidiram abrir capital no exterior.

    A opção de investir em ações internacionais é buscada, na maioria das vezes, por investidores que desejam diversificar a carteira. Além disso, também são investidores que desejam investir em empresas específicas no exterior, mas sem precisar abrir uma conta em outro país, por exemplo.

    Se interessou? Então continue a leitura para aprender mais sobre ações internacionais.

    Por que vale a pena investir em ações internacionais?

    Existem alguns motivos significativos para pensar em comprar ações internacionais. Uma delas, por exemplo, é a possibilidade de diversificar os tipos de investimentos e, com isso, diminuir os riscos da sua carteira.

    O ideal é que eles sejam diversificados ainda no mercado nacional – e que as ações internacionais sejam um catalizador desta estratégia. 

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    Investindo em empresas de setores diferentes, por exemplo, você evita se expor apenas ao risco de uma mesma empresa ou setor de atuação. Contudo, a diversificação fica limitada caso o investidor escolha apenas os ativos brasileiros.

    + Guia definitivo: como montar uma carteira de investimentos

    Afinal, os investimentos que estão ligados a um só país acabam ficando vulneráveis às oscilações causadas por acontecimentos que impactam o ambiente interno. Por isso, investir em ações internacionais permite encontrar maior equilíbrio, pois alguns investimentos não estão diretamente relacionados ao Brasil.

    Além disso, fazer investimentos estrangeiros pode ser interessante para conseguir maiores resultados — como no caso de investir em grandes empresas internacionais. 

    Vale destacar, ainda, que países com economia mais estruturada costumam apresentar maior resistência em crises e se recuperam mais rapidamente. Logo, investir em ações internacionais também lhe favorece nesse ponto. 

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    investidor analisando ações por meio de gráficos
    Investir em ações internacionais diversifica a carteira. Saiba agora mesmo como investir

    Como investir em ações internacionais pela Bolsa de Valores?

    Diversos investidores ainda acham que investir em ações internacionais é um processo complicado. Mas a verdade é que através da própria Bolsa de Valores (B3) torna viável aplicar em títulos emitidos no Brasil, mas de empresas que não estão aqui.

    Existem algumas opções para fazer investimentos no exterior. Confira quais são:

    Fundos de investimentos

    Os fundos de investimentos são uma modalidade de investimento coletivo. Ou seja, eles reúnem recursos financeiros de diversos investidores para um único investimento. Isso significa que vários investidores investem em um fundo que é composto por diversos ativos.

    Existem, por exemplo, fundos de ações, renda fixa, multimercado etc. E existem fundos que incluem em seu pacote ações internacionais.

    Os fundos permitem que o investidor saiba a estratégia utilizada pelo gestor e também os níveis de riscos.

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    No entanto, para este tipo de investimento é necessário ter muito cuidado, analisar e estudar os fundos e taxas, além de contar com o apoio do gestor.

    BDRs

    Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts, em português: Certificado de Depósito de Valores Mobiliários) são títulos financeiros emitidos e negociados no Brasil, mas que representam ativos de empresas estrangeiras.

    Com BDR, é possível investir em empresas como Facebook, Google, Disney etc, diretamente pela B3.

    Um fator importante para considerar nos BDRs é que eles estão atrelados à moeda local de cada país. Ou seja, BDRs negociadas na Europa, por exemplo, estarão atreladas ao euro – ou seja, se o euro aumentar ou cair, isso impacta diretamente o valor da ação.

    Vale lembrar, porém, que as negociações são realizadas em reais.

    Fundos de Índice (ETFs)

    Já os ETFs são fundos de investimentos baseados em índices, como o Ibovespa, por exemplo, e negociados como uma ação.

    A diferença é que, nos ETFs, a compra não é de ativos de uma única empresa, mas sim de várias ao mesmo tempo. Ou seja, ao comprar cotas de ETF, o investidor adquire um conjunto de ativos, mas sem precisar comprá-los separadamente – promovendo mais diversificação para a carteira.

    Há, por exemplo, fundos de índices que focam em replicar indicadores internacionais. É o caso do ETF que tem como objeto o S&P 500 — índice que reúne 500 das maiores empresas listadas nos EUA.

    Dessa maneira, ao investir em cotas de um ETF desse tipo, você se expõe ao mercado norte-americano e diversifica a carteira de investimentos.

    Vale lembrar que os diferentes ETFs representam diferentes índices, que têm como objetivo atingir rendimentos iguais ou superiores ao indicador utilizado.

    + Qual a diferença entre ações e ETFs?

    Neste texto você viu as principais maneiras de conseguir investir em ações internacionais sem precisar sair da bolsa de valores.

    Além disso, vale lembrar que os investimentos citados acima são renda variável. Por isso, eles são melhores para os investidores com perfil de moderado ao arrojado. Logo, entender os riscos de cada alternativa apresentada é fundamental antes de investir.

    C6 Bank oferece 4 formas de investir em ativos internacionais

    Na plataforma de investimentos do C6 Bank, há quatro produtos que permitem isso. Na seção de renda variável, a instituição oferece a possibilidade de adquirir qualquer BDR em negociação na B3.

    Também é possível investir em ações internacionais, por meio do banco, em ETFs (Exchange Traded Funds). Ou seja, fundos negociados na Bolsa que acompanham índices de referência, como o IVVB11, o GOLD11, o NASD11, e o XINA11.

    Para quem sente dificuldade em investir por conta própria ou para quem busca ainda mais diversificação, a instituição oferece o C6 TechInvest. Ele usa tecnologia para distribuir o dinheiro do investidor entre três categorias: renda variável, renda fixa e metais preciosos.

    Outra possibilidade de investir fora do Brasil via C6 Bank é a Conta Global de Investimentos. O serviço dá a clientes do banco a chance de aplicar em produtos de investimento internacionais até então disponíveis apenas para o segmento de private banking.

    Gostou desse conteúdo? Quer continuar aprendendo sobre o mercado financeiro? Então assine a nossa newsletter e fique por dentro de tudo sobre finanças e economia.

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    Redação
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    O FinanceOne é um site especializado em finanças. Desde 2003, publicamos conteúdos que buscam traduzir desde a influência do mercado financeiro no seu dia a dia até a simples economia dentro de casa. Nossa missão é mostrar que qualquer pessoa pode ter controle financeiro e fazer as escolhas certas. Assim como ter no dinheiro um aliado para viver bem e conquistar seus sonhos.

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    A opção de investir em ações internacionais é buscada, na maioria das vezes, por investidores que desejam diversificar a carteira. Além disso, também são investidores que desejam investir em empresas específicas no exterior, mas sem precisar abrir uma conta em outro país, por exemplo.

    Se interessou? Então continue a leitura para aprender mais sobre ações internacionais.

    Por que vale a pena investir em ações internacionais?

    Existem alguns motivos significativos para pensar em comprar ações internacionais. Uma delas, por exemplo, é a possibilidade de diversificar os tipos de investimentos e, com isso, diminuir os riscos da sua carteira.

    O ideal é que eles sejam diversificados ainda no mercado nacional – e que as ações internacionais sejam um catalizador desta estratégia. 

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    Investindo em empresas de setores diferentes, por exemplo, você evita se expor apenas ao risco de uma mesma empresa ou setor de atuação. Contudo, a diversificação fica limitada caso o investidor escolha apenas os ativos brasileiros.

    + Guia definitivo: como montar uma carteira de investimentos

    Afinal, os investimentos que estão ligados a um só país acabam ficando vulneráveis às oscilações causadas por acontecimentos que impactam o ambiente interno. Por isso, investir em ações internacionais permite encontrar maior equilíbrio, pois alguns investimentos não estão diretamente relacionados ao Brasil.

    Além disso, fazer investimentos estrangeiros pode ser interessante para conseguir maiores resultados — como no caso de investir em grandes empresas internacionais. 

    Vale destacar, ainda, que países com economia mais estruturada costumam apresentar maior resistência em crises e se recuperam mais rapidamente. Logo, investir em ações internacionais também lhe favorece nesse ponto. 

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    Investir em ações internacionais diversifica a carteira. Saiba agora mesmo como investir

    Como investir em ações internacionais pela Bolsa de Valores?

    Diversos investidores ainda acham que investir em ações internacionais é um processo complicado. Mas a verdade é que através da própria Bolsa de Valores (B3) torna viável aplicar em títulos emitidos no Brasil, mas de empresas que não estão aqui.

    Existem algumas opções para fazer investimentos no exterior. Confira quais são:

    Fundos de investimentos

    Os fundos de investimentos são uma modalidade de investimento coletivo. Ou seja, eles reúnem recursos financeiros de diversos investidores para um único investimento. Isso significa que vários investidores investem em um fundo que é composto por diversos ativos.

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    BDRs

    Os BDRs (Brazilian Depositary Receipts, em português: Certificado de Depósito de Valores Mobiliários) são títulos financeiros emitidos e negociados no Brasil, mas que representam ativos de empresas estrangeiras.

    Com BDR, é possível investir em empresas como Facebook, Google, Disney etc, diretamente pela B3.

    Um fator importante para considerar nos BDRs é que eles estão atrelados à moeda local de cada país. Ou seja, BDRs negociadas na Europa, por exemplo, estarão atreladas ao euro – ou seja, se o euro aumentar ou cair, isso impacta diretamente o valor da ação.

    Vale lembrar, porém, que as negociações são realizadas em reais.

    Fundos de Índice (ETFs)

    Já os ETFs são fundos de investimentos baseados em índices, como o Ibovespa, por exemplo, e negociados como uma ação.

    A diferença é que, nos ETFs, a compra não é de ativos de uma única empresa, mas sim de várias ao mesmo tempo. Ou seja, ao comprar cotas de ETF, o investidor adquire um conjunto de ativos, mas sem precisar comprá-los separadamente – promovendo mais diversificação para a carteira.

    Há, por exemplo, fundos de índices que focam em replicar indicadores internacionais. É o caso do ETF que tem como objeto o S&P 500 — índice que reúne 500 das maiores empresas listadas nos EUA.

    Dessa maneira, ao investir em cotas de um ETF desse tipo, você se expõe ao mercado norte-americano e diversifica a carteira de investimentos.

    Vale lembrar que os diferentes ETFs representam diferentes índices, que têm como objetivo atingir rendimentos iguais ou superiores ao indicador utilizado.

    + Qual a diferença entre ações e ETFs?

    Neste texto você viu as principais maneiras de conseguir investir em ações internacionais sem precisar sair da bolsa de valores.

    Além disso, vale lembrar que os investimentos citados acima são renda variável. Por isso, eles são melhores para os investidores com perfil de moderado ao arrojado. Logo, entender os riscos de cada alternativa apresentada é fundamental antes de investir.

    C6 Bank oferece 4 formas de investir em ativos internacionais

    Na plataforma de investimentos do C6 Bank, há quatro produtos que permitem isso. Na seção de renda variável, a instituição oferece a possibilidade de adquirir qualquer BDR em negociação na B3.

    Também é possível investir em ações internacionais, por meio do banco, em ETFs (Exchange Traded Funds). Ou seja, fundos negociados na Bolsa que acompanham índices de referência, como o IVVB11, o GOLD11, o NASD11, e o XINA11.

    Para quem sente dificuldade em investir por conta própria ou para quem busca ainda mais diversificação, a instituição oferece o C6 TechInvest. Ele usa tecnologia para distribuir o dinheiro do investidor entre três categorias: renda variável, renda fixa e metais preciosos.

    Outra possibilidade de investir fora do Brasil via C6 Bank é a Conta Global de Investimentos. O serviço dá a clientes do banco a chance de aplicar em produtos de investimento internacionais até então disponíveis apenas para o segmento de private banking.

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