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Educação financeira infantil: confira dicas por idade

Tempo de leitura: 3 minutos
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Conseguir falar de educação financeira infantil nem sempre é uma tarefa fácil. Questões como salário e trabalho, por exemplo, não fazem parte da rotina das crianças. Com isso, o valor do dinheiro torna-se, certamente, imaginável.

Muitas vezes, por exemplo, os pequenos dizem “é só pegar dinheiro no banco” ou “paga com o cartão”. Isso acontece porque eles não sabem de onde vem o dinheiro e como funciona.

Portanto, o melhor que se pode fazer para que eles se tornem adultos com uma vida financeira saudável, é começar a explicar sobre finanças desde cedo.

Por isso, confira abaixo as dicas que preparamos de como falar sobre educação financeira para crianças de acordo com a idade.

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Educação financeira para crianças de 2 a 3 anos

Muitas crianças adoram brincar de shopping, não é? Mas uma loja imaginária é muito mais do que apenas uma brincadeira para o pequeno exercitar a imaginação.

Ela pode ser uma alternativa para educar a criança sobre finanças. Ao trocar o dinheiro fictício por mercadorias, por exemplo, a criança começa a entender o básico do comércio.

Para isso, você pode usar frutas, tolhas de papel e roupas como itens. Juntos, finjam comprar e vender produtos até se cansarem. 

Educação financeira para crianças de 4 e 5 anos

Antes de ir ao supermercado, que tal pedir para a criança ajudá-lo a fazer uma pequena lista com os produtos essenciais?

Quando estiver no estabelecimento, entregue e peça para ela ficar de olho nos produtos. Isso fará com que a criança sinta que está ajudando, e também é uma maneira fácil e divertida de você começar a explicar o porquê o mesmo produto pode ter preços diferentes.

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Além disso, boa parte das crianças em idade pré-escolar gosta de brincar de restaurante imaginário. A brincadeira envolve e pode promover muitas habilidades, como arrumar a mesa, por exemplo.

Mas também é uma ótima opção para explicar a ela que, depois de comer, é necessário pagar a conta, explicando sobre receber e dar troco.

Educação financeira para crianças de 6 a 8 anos 

Nesta faixa, você já pode começar a dar uma quantia de dinheiro para o seu filho. E ele precisará de um lugar para colocar o dinheiro, certo? Então faça essa viagem ao banco ser um evento.

educação financeira infantil
Confira as dicas de como ensinar educação financeira para as crianças de acordo com a idade

Abra uma conta poupança, por exemplo, e incentive-o a fazer depósitos regulares. À medida que o saldo aumenta, você pode discutir o conceito de juros, por exemplo.

Essa também é uma boa idade para começar a juntar moedas. Para isso, crie um potinho da economia e permita que a criança tenha o prazer de ver as moedas se acumularem.

Educação financeira para crianças de 9 a 12 anos 

Uma maneira de ensinar a comparar preços é ler os rótulos, observar o tamanho e o valor para fazer essa comparação. Não esqueça, por exemplo, de levar em consideração também a quantidade.

Por exemplo, uma semana compre toalhas de papel de marca. Na próxima semana, tente uma marca genérica. Em seguida, discuta as diferenças e decida em conjunto se o nome da marca vale o custo extra. 

Educação financeira infantil a partir de 13 anos

A partir dessa idade, você pode começar a introduzir o adolescente sobre o mercado de ações, por exemplo. Você pode “fingir” um investimento em empresas com as quais a criança está mais familiarizada, como a Disney, por exemplo.

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Faça disso uma atividade familiar, pedindo que cada membro escolha uma ação. Em seguida, assista as notícias financeiras juntos e discuta como os valores das ações escolhidas flutuam. 

Por fim, entre o dinheiro do almoço, materiais escolares ou outros gastos, o dinheiro pode acabar rápido para os adolescentes. Por isso, ajude a planejar um orçamento financeiro, explicando sobre desejos versus prioridade.

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Camila Miranda
Nascida na Zona Oeste do Rio, me divido entre jornalismo e marketing digital. Com três anos de experiência em Comunicação, já trabalhei em redação de jornal impresso, webjornalismo e assessoria de imprensa. Hoje, faço gestão de mídias sociais e produção de conteúdo. Amo assuntos sobre as áreas cultural e política. Reclamo do transporte público.

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