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    InícioNotíciasFinanças PessoaisConheça 7 golpes financeiros no WhatsApp e saiba como se proteger

    Conheça 7 golpes financeiros no WhatsApp e saiba como se proteger

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    Mais de 8,5 milhões de brasileiros foram impactados pela clonagem de WhatsApp somente em 2020, muitos deles vítimas de golpes financeiros. O dado vem de projeções recentes feitas pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe.

    Publicidade

    Ainda segundo a pesquisa, 26,7% dos entrevistados apontaram o vazamento de conversas privadas como o principal prejuízo da clonagem de WhatsApp.

    Em seguida aparece o envio de links com golpes para outros contatos (26,6%). Por fim, solicitações de dinheiro aos amigos (18,2%), perda da conta do WhatsApp (18,0%); e chantagem (10,5%).

    Contudo, os golpes financeiros explodiram durante a pandemia. É o que aponta uma pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

    Entre janeiro e fevereiro de 2021, por exemplo, o golpe da falsa central telefônica e do falso funcionário aumentaram cerca de 340%. Já os ataques de phishing, tipo de truque para enganar pessoas e coletar dados confidenciais, dobraram de um ano para o outro.

    Golpes financeiros mais comuns no whatsapp

    O aplicativo de mensagem é atrativo para cibercriminosos por ser um dos mais utilizados em todo o mundo, logo, se tornando um ambiente fértil para este e outros golpes financeiros. Confira os mais comuns:

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    1 – WhatsApp clonado

    Existem duas formas de clonar uma conta no WhatsApp. A primeira delas é através da leitura de um QR Code – um procedimento muito parecido com o realizado quando se utiliza o WhatsApp Web.

    Nesse caso, os criminosos se passam por empresas ou instituições e utilizam desculpas, como a atualização cadastral, para enviar um código fraudulento para a vítima.

    Ao fazer a leitura deste código em seu celular, a vítima sem saber permite que seja feito um espelhamento de suas conversas no aplicativo.

    A outra forma de clonagem é a partir do código de verificação do próprio aplicativo. Nessa situação, os criminosos entram em contato com a vítima através do número de celular (muitas vezes disponibilizado em sites de comércio eletrônico).

    Por mensagem, afirmam que é necessário que as vítimas confirmem a própria identidade fornecendo o código que será enviado por SMS. Quando a vítima faz o que é pedido, os criminosos conseguem ativar o WhatsApp em um novo dispositivo e clonar a conta.

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    2 – WhatsApp duplicado

    O golpe do WhatsApp duplicado visa ter vantagens financeiras sobre os contatos e conhecidos das vítimas. Nesta opção, os criminosos fingem ser uma pessoa utilizando foto e nome real da vítima.

    Este golpe é viabilizado por meio de criminosos chamados Data Brokers (grupo dedicado a compilar informaçẽs e comercializá-las a terceiros).

    Os golpistas utilizam esses dados comprados para, com outro número de celular, se passarem pelas vítimas. A tentativa sempre é a mesma: utilizar situações falsas para conseguir dinheiro.

    Muitas das vezes, o estelionatário tenta se passar por um familiar, manda mensagem aos contatos próximos solicitando um depósito para comprar um remédio ou pagar uma conta.

    Tudo parece muito real: os nomes utilizados batem e até a foto do perfil é a mesma que a pessoa em questão costuma usar. Porém, sempre há a desculpa de que houve uma troca de número do celular e que a transferência ou depósito precisa ser feita no nome de outra pessoa.

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    3 – Contas falsas

    Conhecido também como “contas fakes”, nessa modalidade de golpes financeiros os criminosos se passam por empresas ou instituições financeiras alegando dívidas em atraso ou perto do vencimento.

    Funciona assim: uma “empresa” entra em contato através do WhatsApp avisando que, por exemplo, a parcela de um acordo não foi paga e que por isso o cancelamento deste acordo será feito.

    A pessoa que recebe a mensagem, muitas vezes realmente tem um acordo, e corre para efetuar o pagamento. Só que o dinheiro acaba indo para pessoas mal intencionadas que não têm nenhum tipo de relação verdadeira com a empresa falsamente utilizada no contrato.

    Muitas vezes, o golpe do boleto falso é utilizado nessa situação também. Dessa forma, as vítimas são levadas a acreditar que de fato possuem um débito e precisam resolver aquela situação o mais rápido possível.

    E aí começa o problema, porque a pendência não existe e o dinheiro acaba indo parar nas mãos erradas.

    4 – Cupons e Passagens

    Esse é um golpe do WhatsApp clássico, inclusive é muito provável que você já tenha visto algo do tipo.

    A premissa é a de que basta clicar em um link e será possível obter um super cupom com vantagens, um brinde ou concorrer a uma viagem incrível. Pois bem, esses links direcionam as pessoas para páginas suspeitas com publicidades e downloads enganosos infectados com malwares.

    Os malwares são códigos, programas ou softwares mal-intencionados que têm como objetivo se infiltrar de forma ilícita no computador ou celular de alguém a fim de causar danos e roubos de informações. Ou seja, cair em um golpe desses é dor de cabeça na certa!

    pessoa segurando um celular
    WhatsApp tem sido um os principais meios utilizados por cibercriminosos para atrair vítimas em golpe financeiros

    5 – Phishing

    O Phishing é um termo em inglês que designa o roubo de identidade online. Como você pode imaginar, essa é mais uma forma encontrada para aplicar um golpe do WhatsApp.

    Esse golpe, apesar do nome diferente, também se assemelha aos já citados. Os criminosos espalham mensagens com ofertas como “mude a cor do seu WhatsApp” com o intuito de atrair vítimas. Diante disso, o fraudador precisa apenas que alguém abra o link enviado na mensagem para que o golpe seja aplicado.

    Uma vez instaurado, o fraudador busca por informações bancárias confidenciais na tentativa de tirar vantagem das vítimas.

    6 – Golpe da recarga ilimitada

    Imagina ter créditos ilimitados e ainda pagar pouco por isso, existe oferta melhor? Por mais irresistível que pareça, esse é um dos golpes financeiros que podem custar muito caro!

    Nessa fraude os estelionatários oferecem um serviço de recarga muito bom por um preço baixíssimo. Quem quer economizar e garantir a tal proposta só precisa baixar um aplicativo.

    Ao fazer o download desse aplicativo, o celular da vítima passa a fornecer diversos dados pessoais e, às vezes, até a localização do usuário! Após isso, cartões de crédito podem ser utilizados para compras e pode ocorrer até mesmo chantagem.

    Isso porque, os estelionatários podem ter acesso aos arquivos pessoais no celular, e utilizar fotos íntimas, por exemplo, como forma de extorquir o proprietário da imagem exigindo dinheiro para não publicá-las.

    + Conheça os 6 golpes financeiros mais comuns na internet

    7 – Golpe do Whatsapp usa sistema do Banco Central

    Esse é um novo golpe do WhatsApp que anda circulando. Funciona assim: um link malicioso é enviado por aplicativo para o usuário e automaticamente ele é redirecionado para sites falsos do sistema Registrato do Banco Central do Brasil, em que é possível conferir se existem valores para receber.

    Em todos os casos, os sites maliciosos mostrarão que a vítima tem dinheiro a receber, com valores entre R$1 mil e R$4 mil.

    O comunicado oficial informando sobre o golpe foi feito pela Kaspersky no início deste mês, e diz que as vítimas contam com valores a receber do BC. Os golpistas, por exemplo, prometem saque instantâneo do dinheiro via PIX.

    Para evitar ser vítima, além da atenção, a Kaspersky recomenda:

    • olhar com cuidado o endereço do site, evitando compartilhar dados pessoais em sites diferentes dos oficiais;
    • avaliar cuidadosamente antes de aceitar as notificações. O ideal é permitir apenas programas essenciais, como os alertas de programas financeiros;
    • usar uma solução de segurança de confiança, como o Kaspersky Internet Security, para bloquear o acesso a esses sites fraudulentos.

    Como se proteger dos golpes financeiros?

    O diretor do dfndr lab, Emilio Simoni, afirma que alguns cuidados fundamentais são possíveis para evitar golpes financeiros no aplicativo. O primeiro deles é instalar uma solução de segurança em seu celular capaz de identificar tentativas de clonagem de WhatsApp.

    Simoni explica que também podemos ativar a autenticação em dois fatores, dessa forma você poderá criar uma senha que será uma camada extra de segurança para sua conta de WhatsApp.

    + Conheça o ‘golpe da vacina’ que pode clonar cartões

    Outra dica do especialista é não deixar o celular desbloqueado perto de pessoas desconhecidas, pois é possível que elas se conectem ao WhatsApp Web e tenham acesso às suas mensagens. “

    “Para verificar se alguém está acessando sua conta, clique nos três pontinhos no canto superior direito dentro do aplicativo e selecione “WhatsApp Web”. Se alguém estiver ativo, irá aparecer o nome do dispositivo no qual ele está conectado. Para sair basta clicar em “Desconectar de todos os aparelhos”, diz Emilio Simoni.

    Gostou das dicas? Então compartilhe e ajude seus amigos e familiares a não caírem em golpes financeiros através do whatsapp!

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    Redação
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    O FinanceOne é um site especializado em finanças. Desde 2003, publicamos conteúdos que buscam traduzir desde a influência do mercado financeiro no seu dia a dia até a simples economia dentro de casa. Nossa missão é mostrar que qualquer pessoa pode ter controle financeiro e fazer as escolhas certas. Assim como ter no dinheiro um aliado para viver bem e conquistar seus sonhos.

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    Mais de 8,5 milhões de brasileiros foram impactados pela clonagem de WhatsApp somente em 2020, muitos deles vítimas de golpes financeiros. O dado vem de projeções recentes feitas pelo dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da PSafe.

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    Ainda segundo a pesquisa, 26,7% dos entrevistados apontaram o vazamento de conversas privadas como o principal prejuízo da clonagem de WhatsApp.

    Em seguida aparece o envio de links com golpes para outros contatos (26,6%). Por fim, solicitações de dinheiro aos amigos (18,2%), perda da conta do WhatsApp (18,0%); e chantagem (10,5%).

    Contudo, os golpes financeiros explodiram durante a pandemia. É o que aponta uma pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

    Entre janeiro e fevereiro de 2021, por exemplo, o golpe da falsa central telefônica e do falso funcionário aumentaram cerca de 340%. Já os ataques de phishing, tipo de truque para enganar pessoas e coletar dados confidenciais, dobraram de um ano para o outro.

    Golpes financeiros mais comuns no whatsapp

    O aplicativo de mensagem é atrativo para cibercriminosos por ser um dos mais utilizados em todo o mundo, logo, se tornando um ambiente fértil para este e outros golpes financeiros. Confira os mais comuns:

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    1 – WhatsApp clonado

    Existem duas formas de clonar uma conta no WhatsApp. A primeira delas é através da leitura de um QR Code – um procedimento muito parecido com o realizado quando se utiliza o WhatsApp Web.

    Nesse caso, os criminosos se passam por empresas ou instituições e utilizam desculpas, como a atualização cadastral, para enviar um código fraudulento para a vítima.

    Ao fazer a leitura deste código em seu celular, a vítima sem saber permite que seja feito um espelhamento de suas conversas no aplicativo.

    A outra forma de clonagem é a partir do código de verificação do próprio aplicativo. Nessa situação, os criminosos entram em contato com a vítima através do número de celular (muitas vezes disponibilizado em sites de comércio eletrônico).

    Por mensagem, afirmam que é necessário que as vítimas confirmem a própria identidade fornecendo o código que será enviado por SMS. Quando a vítima faz o que é pedido, os criminosos conseguem ativar o WhatsApp em um novo dispositivo e clonar a conta.

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    2 – WhatsApp duplicado

    O golpe do WhatsApp duplicado visa ter vantagens financeiras sobre os contatos e conhecidos das vítimas. Nesta opção, os criminosos fingem ser uma pessoa utilizando foto e nome real da vítima.

    Este golpe é viabilizado por meio de criminosos chamados Data Brokers (grupo dedicado a compilar informaçẽs e comercializá-las a terceiros).

    Os golpistas utilizam esses dados comprados para, com outro número de celular, se passarem pelas vítimas. A tentativa sempre é a mesma: utilizar situações falsas para conseguir dinheiro.

    Muitas das vezes, o estelionatário tenta se passar por um familiar, manda mensagem aos contatos próximos solicitando um depósito para comprar um remédio ou pagar uma conta.

    Tudo parece muito real: os nomes utilizados batem e até a foto do perfil é a mesma que a pessoa em questão costuma usar. Porém, sempre há a desculpa de que houve uma troca de número do celular e que a transferência ou depósito precisa ser feita no nome de outra pessoa.

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    Conhecido também como “contas fakes”, nessa modalidade de golpes financeiros os criminosos se passam por empresas ou instituições financeiras alegando dívidas em atraso ou perto do vencimento.

    Funciona assim: uma “empresa” entra em contato através do WhatsApp avisando que, por exemplo, a parcela de um acordo não foi paga e que por isso o cancelamento deste acordo será feito.

    A pessoa que recebe a mensagem, muitas vezes realmente tem um acordo, e corre para efetuar o pagamento. Só que o dinheiro acaba indo para pessoas mal intencionadas que não têm nenhum tipo de relação verdadeira com a empresa falsamente utilizada no contrato.

    Muitas vezes, o golpe do boleto falso é utilizado nessa situação também. Dessa forma, as vítimas são levadas a acreditar que de fato possuem um débito e precisam resolver aquela situação o mais rápido possível.

    E aí começa o problema, porque a pendência não existe e o dinheiro acaba indo parar nas mãos erradas.

    4 – Cupons e Passagens

    Esse é um golpe do WhatsApp clássico, inclusive é muito provável que você já tenha visto algo do tipo.

    A premissa é a de que basta clicar em um link e será possível obter um super cupom com vantagens, um brinde ou concorrer a uma viagem incrível. Pois bem, esses links direcionam as pessoas para páginas suspeitas com publicidades e downloads enganosos infectados com malwares.

    Os malwares são códigos, programas ou softwares mal-intencionados que têm como objetivo se infiltrar de forma ilícita no computador ou celular de alguém a fim de causar danos e roubos de informações. Ou seja, cair em um golpe desses é dor de cabeça na certa!

    pessoa segurando um celular
    WhatsApp tem sido um os principais meios utilizados por cibercriminosos para atrair vítimas em golpe financeiros

    5 – Phishing

    O Phishing é um termo em inglês que designa o roubo de identidade online. Como você pode imaginar, essa é mais uma forma encontrada para aplicar um golpe do WhatsApp.

    Esse golpe, apesar do nome diferente, também se assemelha aos já citados. Os criminosos espalham mensagens com ofertas como “mude a cor do seu WhatsApp” com o intuito de atrair vítimas. Diante disso, o fraudador precisa apenas que alguém abra o link enviado na mensagem para que o golpe seja aplicado.

    Uma vez instaurado, o fraudador busca por informações bancárias confidenciais na tentativa de tirar vantagem das vítimas.

    6 – Golpe da recarga ilimitada

    Imagina ter créditos ilimitados e ainda pagar pouco por isso, existe oferta melhor? Por mais irresistível que pareça, esse é um dos golpes financeiros que podem custar muito caro!

    Nessa fraude os estelionatários oferecem um serviço de recarga muito bom por um preço baixíssimo. Quem quer economizar e garantir a tal proposta só precisa baixar um aplicativo.

    Ao fazer o download desse aplicativo, o celular da vítima passa a fornecer diversos dados pessoais e, às vezes, até a localização do usuário! Após isso, cartões de crédito podem ser utilizados para compras e pode ocorrer até mesmo chantagem.

    Isso porque, os estelionatários podem ter acesso aos arquivos pessoais no celular, e utilizar fotos íntimas, por exemplo, como forma de extorquir o proprietário da imagem exigindo dinheiro para não publicá-las.

    + Conheça os 6 golpes financeiros mais comuns na internet

    7 – Golpe do Whatsapp usa sistema do Banco Central

    Esse é um novo golpe do WhatsApp que anda circulando. Funciona assim: um link malicioso é enviado por aplicativo para o usuário e automaticamente ele é redirecionado para sites falsos do sistema Registrato do Banco Central do Brasil, em que é possível conferir se existem valores para receber.

    Em todos os casos, os sites maliciosos mostrarão que a vítima tem dinheiro a receber, com valores entre R$1 mil e R$4 mil.

    O comunicado oficial informando sobre o golpe foi feito pela Kaspersky no início deste mês, e diz que as vítimas contam com valores a receber do BC. Os golpistas, por exemplo, prometem saque instantâneo do dinheiro via PIX.

    Para evitar ser vítima, além da atenção, a Kaspersky recomenda:

    • olhar com cuidado o endereço do site, evitando compartilhar dados pessoais em sites diferentes dos oficiais;
    • avaliar cuidadosamente antes de aceitar as notificações. O ideal é permitir apenas programas essenciais, como os alertas de programas financeiros;
    • usar uma solução de segurança de confiança, como o Kaspersky Internet Security, para bloquear o acesso a esses sites fraudulentos.

    Como se proteger dos golpes financeiros?

    O diretor do dfndr lab, Emilio Simoni, afirma que alguns cuidados fundamentais são possíveis para evitar golpes financeiros no aplicativo. O primeiro deles é instalar uma solução de segurança em seu celular capaz de identificar tentativas de clonagem de WhatsApp.

    Simoni explica que também podemos ativar a autenticação em dois fatores, dessa forma você poderá criar uma senha que será uma camada extra de segurança para sua conta de WhatsApp.

    + Conheça o ‘golpe da vacina’ que pode clonar cartões

    Outra dica do especialista é não deixar o celular desbloqueado perto de pessoas desconhecidas, pois é possível que elas se conectem ao WhatsApp Web e tenham acesso às suas mensagens. “

    “Para verificar se alguém está acessando sua conta, clique nos três pontinhos no canto superior direito dentro do aplicativo e selecione “WhatsApp Web”. Se alguém estiver ativo, irá aparecer o nome do dispositivo no qual ele está conectado. Para sair basta clicar em “Desconectar de todos os aparelhos”, diz Emilio Simoni.

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