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Guia completo: como investir no Tesouro Direto

Escrito por: Priscila Gomes em 5 de fevereiro de 2019

Emprestar dinheiro para o governo e receber juros em cima do valor é uma forma de investimento muito utilizada nos últimos anos. É assim que o Tesouro Direto funciona. Quer saber mais sobre o Programa? Confira o guia completo de como investir no Tesouro Direto!

Inicialmente é válido saber que o Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional. Ele foi desenvolvido em parceria com a BM&F Bovespa para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas através da internet.

É muito simples e barato investir no Tesouro, sendo possível começar com aplicações de R$30. O objetivo principal deste tipo de investimento é democratizar o acesso a títulos públicos.

Guia completo: como investir no Tesouro Direto

O que é um título público?

Com o aumento da procura de informações sobre investimentos em títulos públicos. Eles são os papeis emitidos pelo Tesouro Nacional e são identificados como ativos de renda fixa.

Ou seja, é possível ter noção do rendimento de acordo com o investimento feito (diferente das ações, por exemplo, que não dá para estimar o retorno no momento da aplicação).

Ao comprar um título público você empresta dinheiro ao governo e, em troca, ganha o direito de receber o valor de volta com juros. É como se fosse um empréstimo, só que a máquina pública é que está envolvida na transação.

Com o Tesouro Direto você pode investir de maneira segura e rentável, além de colaborar para o crescimento do país, financiando atividades do Governo Federal como saúde, educação e outros.

Riscos de investir em títulos públicos

Guia completo: como investir no Tesouro Direto

Todos os investimentos geram riscos. Desde os ativos de renda fixa aos de renda variável, os riscos existes (uns com mais, outros com menos). No caso dos títulos públicos, os riscos são os mais baixos.

O motivo disso é que as chances de um governo quebrar são baixíssimas, quando comparadas às possibilidades de empresas e instituições falirem. Os títulos públicos no Brasil são os ativos financeiros com menor risco e são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional.

Na prática, se o país entrar em colapso, os bancos privados não teriam chance alguma. Por isso, neste sentido, os títulos públicos são considerados os ativos livres de risco, sendo uma opção para investidores de todos os perfis, desde os conservadores até os mais agressivos.

Títulos do Tesouro Direto

Os títulos públicos são os que se encaixam na categoria de renda fixa, ou seja, a rentabilidade pode ser definida no momento de sua compra. Neste caso, a rentabilidade pode ser pré-fixada ou de acordo com a taxa Selic ou ao IPCA.

Veja a seguir os tipos de títulos existentes e suas principais características:

– Tesouro Selic

O investidor ganha retorno conforme a variação da taxa Selic. Isso significa que se no primeiro mês em que investiu esta taxa estava a 7% ao ano, por exemplo, seu rendimento anual será aproximadamente este.

O ideal é que o valor seja resgatado no vencimento, mas é possível antecipar o resgate sem perder a rentabilidade. É indicado para investidores de curto e médio prazo: quem precisa utilizar o dinheiro com mais rapidez e prefere mais juros do que a poupança oferece.

– Tesouro IPCA

A rentabilidade deste está alinhada à variação do IPCA somada à taxa de juros determinada no momento da compra. O resgate pode ser feito apenas no vencimento, por isso, é adequado quem deseja se proteger das variações da inflação a longo prazo.

Por exemplo, se você optar pelo vencimento em 2019, irá garantir a rentabilidade do IPCA no período mais a inflação.

– Tesouro Pré-fixado

Neste, o investidor saberá exatamente o que irá receber no resgate. É o mais apropriado para quem deseja ter mais segurança. Os investimentos são de médio e longo prazo, a partir de três anos.

Passo a passo de como investir no Tesouro Direto

Após entender como funciona, os tipos e ter todas as informações necessárias sobre os investimentos em títulos públicos, aprenda como investir no Tesouro Direto.

#1 Escolha uma instituição financeira

Os bancos podem investir o dinheiro para você, mas fique ciente que cobrarão taxas absurdas para o trabalho. As instituições financeiras apresentam as menores taxas. No site do Tesouro você pode conferir a lista de empresas habilitadas para realizarem os investimentos.

Confira as mais tiveram transações financeiras (dado liberado em julho de 2018 pelo Tesouro Direto):

1º Easynvest

2º Rico CTVM

3º XP Investimentos

4º Modal DTVM LTDA

5º Itaú

6º BB Banco de Investimento

7º Clear CTVM

8º Bradesco S/A

9º Caixa Econômica Federal

10º Intermedium DTVM LTDA

Para investir no Tesouro Direto você vai precisar de CPF e uma conta corrente em alguma instituição financeira.

#2 Conheça os riscos

Como já foi mencionado, além de entender todos os tipos de investimentos, é preciso estar atento aos riscos de cada opção. Analise e veja qual mais se adequa a sua situação financeira atual.

O planejamento é importante porque saberá quanto poderá investir mensalmente e durante quanto tempo para atingir o valor que deseja. Nesse caso, avalie seu perfil de investidor para garantir sucesso.

#3 Siga o passo a passo

Após escolher a instituição e se cadastrar nela,  acesse o site do Tesouro Nacional e entre na seção do Tesouro Direto. Lá você poderá tirar dúvidas e acessar a área restrita.

Quando estiver devidamente cadastrado, receberá uma senha provisória da  BM&FBovespa para o primeiro acesso à área restrita do Tesouro Direto. Troque a senha por uma confiável que deve conter números, letras e caracteres especiais.

Procure o título adequado a você e utilize a ferramenta Orientador Financeiro para receber ajuda no site. Ao definir a melhor opção, realize a compra. Veja o passo a passo:

Guia completo: como investir no Tesouro Direto

Viu como é simples investir no Tesouro Direto? Quando pretende começar?

Priscila Gomes

Jornalista. Gosto de abraços, aniversários e do Natal. Atualmente produzo conteúdo para internet e faço assessoria sindical.

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