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Taxas do Tesouro Direto: quais são e quanto custam

Tesouro Direto é um tipo de investimento de renda fixa. Isso significa que, ao aplicar nessa modalidade, você já saberá o valor da remuneração no momento da aplicação. As regras vão determinar quanto tempo o dinheiro precisa ficar investido e quanto vai render. Mas, assim como praticamente todos os investimentos, existem taxas do Tesouro Direto.

Segundo a BM&FBOVESPA, esse é considerado um produto simples de investir. Antes, você deve estar se perguntando: o que é o Tesouro Direto? É um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a BM&F Bovespa. Consiste na venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.

No Tesouro Direto é possível investir a partir de R$30,00. Os títulos possuem diferentes rentabilidades, que podem ser prefixada, ligada à variação da inflação ou à variação da taxa de juros básica da economia – Selic, diferentes prazos de vencimento e de fluxos de remuneração.

Assim, com o seu objetivo traçado e a meta definida, é possível escolher entre os diversos tipos de títulos e ver qual se adéqua da melhor forma às suas metas. Entre as vantagens de investir nessa aplicação está a liquidez diária.

Porém, por ser uma aplicação de baixo risco, a remuneração pode não ser tão alta (lembre-se que para rentabilidade maior, o risco e o tempo investido são também maiores).

Investir no Tesouro Direto significa adquirir um título com a segurança do Tesouro Nacional. Cada um tem a sua própria data de vencimento definida, mas é possível resgatá-lo antes do prazo final contratado.

Quais são as Taxas do Tesouro Direto
As taxas cobradas na aplicação do Tesouro Direto são duas: taxa de custódia e taxa de administração

Rentabilidade do Tesouro Direto

Como mencionamos, cada título possui uma remuneração e prazo de resgate. Os títulos podem ser classificados em dois tipos de remuneração, de acordo com sua rentabilidade: prefixados ou pós-fixados.

Os prefixados são os títulos que possuem rentabilidade definida no momento do investimento. Assim, na hora de aplicar, o investidor saberá exatamente o valor que irá receber se ficar com o título até a data do vencimento.

Já os pós-fixados possuem seu valor corrigido por um indexador. A rentabilidade da aplicação depende do desempenho deste indexador, que pode ser inflação ou juros, por exemplo, e da taxa contratada no momento da compra.

Para investir no Tesouro Direto, a quantidade mínima de compra é de 1% do valor de um título, desde que respeitado o valor mínimo de R$30,00. O investidor pode comprar 0,01 título; 0,02 título; 0,03 título e assim por diante. O valor máximo para aplicação é R$1.000.000,00 por mês. Para vender não existe limite financeiro.

Quais são as taxas do Tesouro Direto?

O Tesouro Direto possui algumas taxas. Segundo o próprio Tesouro explica, existe a cobrança de duas taxas nessa modalidade. A primeira é a taxa de custódia devida à BM&FBOVESPA de 0,30% ao ano sobre o valor aplicado.

Essa taxa corresponde aos serviços de guarda dos títulos, manutenção do sistema e envio de extratos mensais aos investidores. A taxa de custódia é cobrada a cada semestre, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho.

A cobrança poderá ser também na ocorrência de um evento como recebimento de juros semestrais, resgate antecipado ou vencimento do título, o que ocorrer primeiro.

“A taxa de custódia é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o título, e é calculada até o saldo de R$1.500.000,00 por conta. No caso em que, no semestre, a soma do valor da taxa da BM&FBOVESPA e da taxa da Instituição Financeira for inferior a R$10,00, o valor das taxas será acumulado para a cobrança no semestre seguinte, conforme regras já mencionadas.”

A segunda taxa cobrada é a taxa de administração devido às Instituições Financeiras sobre o valor aplicado. Ela é referente à transferência de valores, recolhimento do IR e abertura do cadastro do investidor. Essas taxas estão disponíveis para consulta no site do Tesouro Direto.

Segundo consta no portal do Tesouro, no momento da aplicação você pagará o valor da transação, composto pelo preço do título vezes a quantidade adquirida, e o valor da taxa da Instituição Financeira referente ao primeiro ano de aplicação.

A taxa da BM&FBOVESPA (0,3% ao ano) será provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de investimento (D+2).

Vantagens de investir no Tesouro Direto

De acordo com o listado pela BM&FBOVESPA, uma das vantagens de investir no Tesouro Direto é o baixo risco e custo, já que pode ser uma aplicação honrada pelo Governo Federal e, comparados aos fundos de investimento, costumam ter custo menor.

Como o valor de investimento varia de R$30,00 a R$1.000.000,00, pode ser considerada uma aplicação versátil. As diferentes datas de vencimento e de modalidades de pagamento permitem que você escolha aquele mais adequado à sua realidade. Inclusive, por causa da liquidez diária, é possível resgatar antes do prazo.

Com a diversificação em prefixado e pós-fixados, investir nos títulos públicos ganha mais um ponto na categoria de versatilidade. Para começar, então, a aplicar, basta ser uma pessoa física com CPF e conta em uma instituição financeira habilitada. Todo o procedimento das transações é feito pela internet.

Os impostos nas operações do Tesouro Direto são o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), para resgates da aplicação em menos de 30 dias, e o Imposto de Renda (IR), com alíquota regressiva a depender do prazo do investimento.

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