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JetSmart ganha autorização para voar no Brasil

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A chilena JetSmart é mais uma low cost a ganhar autorização para voar no Brasil. Ela se junta à europeia Norwegian, a chilena Sky Airlines e a argentina Flybondi.

A empresa informou que pretende iniciar as operações com voos partindo da Argentina. É o que diz a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A companhia aérea de baixo custo é controlada pelo fundo norte-americano Índigo Partners, com capital destacado de US$ 10 mil, para operar serviço de transporte aéreo internacional regular de passageiro, carga e mala postal.

Atualmente, possui 53 trajetos diferentes entre Chile, Argentina e Peru. Eles são operados por 11 aeronaves A320 Airbus. Recentemente, anunciou a aquisição de 12 aeronaves Airbus A321xlr. O objetivo é realizar voos diretos de longa distância.

No entanto, sua meta é adquirir 100 aeronaves para transportar 100 milhões de passageiros até 2026. Assim, deverá ser a primeira empresa aérea da região a operar esse modelo. Além de caminhar rumo à marca dos 100 milhões de passageiros em 2026.

Para se ter uma ideia, no mercado chileno a empresa que opera no modelo Ultra Low-Cost é a terceira maior companhia aérea do país, com 15% do mercado, tendo transportado três milhões de passageiros em menos de dois anos.

Preços da JetSmart

Você sabe quanto custa um voo de ida de Santiago para Buenos Aires pela companhia?

No site oficial, a partir de 31,8 mil pesos chilenos, incluindo taxas e impostos. Esse valor equivale a cerca de R$ 184.

Um rota realizada pela JetSmart Airlines é entre Puerto Iguazu, fronteira com Foz do Iguaçu, com a capital Buenos Aires e Salta. As operações serão realizadas com a aeronave Airbus A320, com capacidade para 140 passageiros.

O valor inicial do bilhete é de aproximadamente R$ 50 com taxas inclusas por trecho. A tarifa cobre apenas bagagem de até cinco quilos.

Números da companhia no Chile

A JetSmart controla pouco mais de 16% do mercado doméstico chileno. No país, já transportou mais de três milhões de passageiros.

Seu diretor executivo, Estuardo Ortiz, diz que o total de passageiros domésticos saltou 46% no primeiro trimestre em relação ao ano anterior.

Em relação à Argentina, o executivo afirma que planeja permanecer no país apesar da crise. Segundo ele, a companhia sabia do momento econômico.

“Vai ser um investimento a longo prazo e pode levar cinco, seis ou sete anos para ter uma forte operação lá.”

Desregulação da franquia de bagagem

A largada para a operação de aéreas de baixo custo começou a partir de uma resolução aprovada em dezembro de 2016. Ela tentou alinhar regras de aviação brasileiras a padrões internacionais.

A prática entrou em vigor em meados de 2017, após uma longa discussão na Justiça devido à resistência por parte de órgãos de defesa do consumidor.

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Rafael Massadar
Carioca, amante de esportes e de viagens. Escolhi o jornalismo porque ele vive pelo mundo e conta histórias de pessoas e realidades distintas. Tenho experiência em redação e assessoria de imprensa. Atualmente, trabalho numa agência de marketing digital.

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