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Confira 5 lições de economia doméstica que aprendemos com o Gil do Vigor

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Um dos participantes mais icônicos de toda a história do Big Brother Brasil – e, com certeza, o mais icônico do BBB 21 –, Gil do Vigor é economista e tem lições importantes sobre dinheiro para nos ensinar.

Às vésperas da estreia de mais uma edição do maior reality show do Brasil, vale a pena relembrar os ensinamentos que este “vigorento” nos deixou, tanto dentro quanto fora da casa. 

Quer saber mais sobre o economista e quais são as principais lições de economia doméstica que o Gil tem para nos ensinar? Então continue lendo o artigo!

Quem é Gil do Vigor?

Gilberto José Nogueira Junior, de 30 anos, ficou mais conhecido como Gil do Vigor após participar da 21ª edição do Big Brother Brasil, da TV Globo. Mas se engana quem pensa que ele é apenas mais um ex-BBB. 

Sua participação marcante no reality show, o transformou em uma das figuras de entretenimento mais conhecidas e comentadas do Brasil nos últimos meses. Porém, Gil tem muito mais que entretenimento para transmitir. 

O “vigorento”, apelido dado carinhosamente pelos fãs, é um economista formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde também faz o doutorado. E agora faz PhD em economia na University of California, Davis (Universidade da Califórnia).

Por isso mesmo, por onde passa, Gil sempre tem lições relevantes sobre economia – doméstica e do Brasil – para ensinar. 

+ Fenômeno Juliette: 6 lições de empreendedorismo e marketing

5 lições de economia doméstica do Gil do Vigor

Gil do Vigor de roupão azul e com uma taça de espumante na mão
Gil do Vigor já faturou mais que o prêmio do BBB após saída do reality show

1 Se ganha pouco, guarde o máximo que der

Uma das maiores dificuldades do brasileiro, principalmente aqueles de baixa renda, é poupar dinheiro. Muitas vezes o salário não é o suficiente para garantir uma vida confortável e, neste caso, a pessoa pode ficar perdida. 

Se eu já ganho pouco, como organizar essa renda? Quando do meu salário devo poupar?

O economista Gil do Vigor, em reportagem do seu quadro no Mais Você, explica que não existe uma receita de bolo. Cada pessoa precisa olhar para a própria realidade financeira e avaliar prioridades.

“Não tem como eu dizer quantos por cento da sua renda você vai guardar. Vai depender dos seus custos básicos. Por exemplo, aluguel, luz, internet. São bens de primeira necessidade, para o seu trabalho, para viver. Então pense em quanto por cento da sua renda foi gasto nessas prioridades.”

A partir disso é que cada pessoa deve definir a quantia a ser poupada, tendo em vista os planos para o dinheiro que está sendo guardado. 

Em torno de 20%, no caso de pessoas de baixa renda, é considerado um bom percentual. o caso daqueles que pagam as contas fixas e não sobra nada, a saída pode estar na renda extra.

2 Encontre habilidades e transforme-as em renda

É assim que se faz renda extra. Quando o salário do emprego não dá conta de arcar com o estilo de vida que se almeja, é fundamental procurar outras fontes de dinheiro. 

Não precisa, necessariamente, ser um grande empreendimento. Cada pessoa pode encontrar meios simples de fazer um extra nos finais de semana, por exemplo. 

Então se você sabe cozinhar, confeitar, construir, montar, escrever etc, tente transformar isso em dinheiro. Vendas seus produtos ou serviços para a sua comunidade.

Gil do Vigor alerta que, neste caso, faz toda a diferença aproveitar a internet para divulgar e fazer marketing. “Use os meios que a gente tem para divulgar seus produtos e vender mais.” 

3 Evite gastar sem responsabilidade e prudência

Como Gil dizia quando estava no BBB, “o Brasil tá lascado!” Não são tempos fáceis, a crise financeira e a pandemia estão refletindo no bolso e na qualidade de vida dos brasileiros. 

Embora os índices de vacinação já sejam altos, ainda há muito a ser superado para que o país realmente se recupere economicamente. Neste cenário, é fundamental gastar com prudência.

“No momento de incertezas que estamos vivendo, principalmente em relação à economia, é mais importante juntar para comprar, em vez de fazer dívidas.”

O que Gil do Vigor quer dizer com isso, é que não se deve guardar dinheiro por guardar. Quem trabalha precisa, sim, guardá-lo. Mas isso deve ser feito com responsabilidade. 

Compre, realize suas metas, mas faça isso com planejamento. Estabeleça um orçamento familiar e seja fiel à ele. 

4 Não conte com auxílios sazonais e rendas incertas

Em novembro do ano passado, quando acabaram as parcelas do auxílio emergencial, milhões de brasileiros ficaram em situação difícil. Para muitos, o benefício correspondia a mais da metade da renda mensal. 

Por conta disso, um conselho do Gil do Vigor é: não trate os auxílios sazonais como renda fixa. Esses auxílios são importantes e devem ser aproveitados por aqueles que têm direito, mas é importante ter sempre em mente que uma hora eles vão acabar.

Isso vale não apenas para o auxílio emergencial, mas também para o Supera Rio, por exemplo, o programa Bolsa do Povo, em São Paulo. Todos esses são exemplos de programas com prazo determinado, eles foram instituídos somente por causa da pandemia. 

O mesmo vale para o Auxílio Brasil de R$400. O programa  em si é permanente, mas esse valor mínimo não. As parcelas de R$400 vão acabar em 2022, a partir daí o auxílio ficará na média de R$224. 

Então na hora de fazer o planejamento financeiro, pense: eu conseguiria pagar todas essas contas sem esse benefício sazonal? A resposta provavelmente é não, então tente buscar meios de fazer renda extra desde já, antes que as parcelas acabem.

5 Guarde dinheiro para a “cachorrada”

“Cachorra” é a gíria que foi popularizada por Gil do Vigor no BBB. Basicamente, ela quer dizer diversão, lazer. 

E tão importante quanto investir, é aproveitar a vida. Portanto, respeitando o orçamento familiar, sempre reserve uma quantia para gastar como quiser.

“Deixe um dinheiro reservado para uma emergência, mas também para realizar um sonho, para fazer uma viagem, comprar um bem.”

Lembre-se: poupar dinheiro sem ter um objetivo em mente não é uma boa ideia. O dinheiro por si só não tem valor. O que dá valor a ele, é a finalidade para a qual é usado. 

Gostou das dicas? Então compartilhe com seus amigos “vigorentos” que também querem ter um 2022 melhor financeiramente!

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Tamires Silva
Tamires Silva
Jornalista e Redatora do FinanceOne, onde suas finanças começam.

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Às vésperas da estreia de mais uma edição do maior reality show do Brasil, vale a pena relembrar os ensinamentos que este “vigorento” nos deixou, tanto dentro quanto fora da casa. 

Quer saber mais sobre o economista e quais são as principais lições de economia doméstica que o Gil tem para nos ensinar? Então continue lendo o artigo!

Quem é Gil do Vigor?

Gilberto José Nogueira Junior, de 30 anos, ficou mais conhecido como Gil do Vigor após participar da 21ª edição do Big Brother Brasil, da TV Globo. Mas se engana quem pensa que ele é apenas mais um ex-BBB. 

Sua participação marcante no reality show, o transformou em uma das figuras de entretenimento mais conhecidas e comentadas do Brasil nos últimos meses. Porém, Gil tem muito mais que entretenimento para transmitir. 

O “vigorento”, apelido dado carinhosamente pelos fãs, é um economista formado pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), onde também faz o doutorado. E agora faz PhD em economia na University of California, Davis (Universidade da Califórnia).

Por isso mesmo, por onde passa, Gil sempre tem lições relevantes sobre economia – doméstica e do Brasil – para ensinar. 

+ Fenômeno Juliette: 6 lições de empreendedorismo e marketing

5 lições de economia doméstica do Gil do Vigor

Gil do Vigor de roupão azul e com uma taça de espumante na mão
Gil do Vigor já faturou mais que o prêmio do BBB após saída do reality show

1 Se ganha pouco, guarde o máximo que der

Uma das maiores dificuldades do brasileiro, principalmente aqueles de baixa renda, é poupar dinheiro. Muitas vezes o salário não é o suficiente para garantir uma vida confortável e, neste caso, a pessoa pode ficar perdida. 

Se eu já ganho pouco, como organizar essa renda? Quando do meu salário devo poupar?

O economista Gil do Vigor, em reportagem do seu quadro no Mais Você, explica que não existe uma receita de bolo. Cada pessoa precisa olhar para a própria realidade financeira e avaliar prioridades.

“Não tem como eu dizer quantos por cento da sua renda você vai guardar. Vai depender dos seus custos básicos. Por exemplo, aluguel, luz, internet. São bens de primeira necessidade, para o seu trabalho, para viver. Então pense em quanto por cento da sua renda foi gasto nessas prioridades.”

A partir disso é que cada pessoa deve definir a quantia a ser poupada, tendo em vista os planos para o dinheiro que está sendo guardado. 

Em torno de 20%, no caso de pessoas de baixa renda, é considerado um bom percentual. o caso daqueles que pagam as contas fixas e não sobra nada, a saída pode estar na renda extra.

2 Encontre habilidades e transforme-as em renda

É assim que se faz renda extra. Quando o salário do emprego não dá conta de arcar com o estilo de vida que se almeja, é fundamental procurar outras fontes de dinheiro. 

Não precisa, necessariamente, ser um grande empreendimento. Cada pessoa pode encontrar meios simples de fazer um extra nos finais de semana, por exemplo. 

Então se você sabe cozinhar, confeitar, construir, montar, escrever etc, tente transformar isso em dinheiro. Vendas seus produtos ou serviços para a sua comunidade.

Gil do Vigor alerta que, neste caso, faz toda a diferença aproveitar a internet para divulgar e fazer marketing. “Use os meios que a gente tem para divulgar seus produtos e vender mais.” 

3 Evite gastar sem responsabilidade e prudência

Como Gil dizia quando estava no BBB, “o Brasil tá lascado!” Não são tempos fáceis, a crise financeira e a pandemia estão refletindo no bolso e na qualidade de vida dos brasileiros. 

Embora os índices de vacinação já sejam altos, ainda há muito a ser superado para que o país realmente se recupere economicamente. Neste cenário, é fundamental gastar com prudência.

“No momento de incertezas que estamos vivendo, principalmente em relação à economia, é mais importante juntar para comprar, em vez de fazer dívidas.”

O que Gil do Vigor quer dizer com isso, é que não se deve guardar dinheiro por guardar. Quem trabalha precisa, sim, guardá-lo. Mas isso deve ser feito com responsabilidade. 

Compre, realize suas metas, mas faça isso com planejamento. Estabeleça um orçamento familiar e seja fiel à ele. 

4 Não conte com auxílios sazonais e rendas incertas

Em novembro do ano passado, quando acabaram as parcelas do auxílio emergencial, milhões de brasileiros ficaram em situação difícil. Para muitos, o benefício correspondia a mais da metade da renda mensal. 

Por conta disso, um conselho do Gil do Vigor é: não trate os auxílios sazonais como renda fixa. Esses auxílios são importantes e devem ser aproveitados por aqueles que têm direito, mas é importante ter sempre em mente que uma hora eles vão acabar.

Isso vale não apenas para o auxílio emergencial, mas também para o Supera Rio, por exemplo, o programa Bolsa do Povo, em São Paulo. Todos esses são exemplos de programas com prazo determinado, eles foram instituídos somente por causa da pandemia. 

O mesmo vale para o Auxílio Brasil de R$400. O programa  em si é permanente, mas esse valor mínimo não. As parcelas de R$400 vão acabar em 2022, a partir daí o auxílio ficará na média de R$224. 

Então na hora de fazer o planejamento financeiro, pense: eu conseguiria pagar todas essas contas sem esse benefício sazonal? A resposta provavelmente é não, então tente buscar meios de fazer renda extra desde já, antes que as parcelas acabem.

5 Guarde dinheiro para a “cachorrada”

“Cachorra” é a gíria que foi popularizada por Gil do Vigor no BBB. Basicamente, ela quer dizer diversão, lazer. 

E tão importante quanto investir, é aproveitar a vida. Portanto, respeitando o orçamento familiar, sempre reserve uma quantia para gastar como quiser.

“Deixe um dinheiro reservado para uma emergência, mas também para realizar um sonho, para fazer uma viagem, comprar um bem.”

Lembre-se: poupar dinheiro sem ter um objetivo em mente não é uma boa ideia. O dinheiro por si só não tem valor. O que dá valor a ele, é a finalidade para a qual é usado. 

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