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5 dicas para pegar empréstimo sem se afundar ainda mais

Escrito por: Mateus Carvalho em 11 de setembro de 2018

Solicitar um empréstimo pode ser a única alternativa para as pessoas que estão endividadas, desempregadas ou até mesmo para quem precisa do dinheiro para uma emergência. Mas como pegar um empréstimo sem se afundar ainda mais? Será que é possível?

A primeira coisa a se fazer é entender o que te levou às dívidas, além de estudar a melhor maneira para resolvê-las e não voltar a se endividar. Também é necessário analisar qual é a melhor linha de crédito para que você consiga pagar as contas que estão em atraso, sem piorar sua situação financeira.

pegar empréstimo sem se afundar mais
Veja dicas para quem quer pegar empréstimo sem se afundar mais

É importante frisar que solicitar dinheiro emprestado deve ser a última opção daqueles que estão com contas atrasadas. E essa decisão só deve ser tomada em caso de emergências ou para trocar uma dívida com valor alto por outra mais em conta.

Agora, se você acha que não é possível pegar empréstimo sem se afundar ainda mais, está enganado. Isso porque com algumas dicas e com as decisões corretas, você poderá manter as contas em dia. Até porque você não precisa transformar as suas dívidas em uma bola de neve, certo?

Como pegar empréstimo sem se afundar ainda mais

Se você quer pegar empréstimo sem se afundar ainda mais é importante que seja por causa de dívidas de valores altos e que você não consegue pagar.

Isso porque não vale a pena pedir dinheiro emprestado a um banco ou instituição financeira para reformar a casa ou viajar, por exemplo.

1) Contrate o crédito consignado como empréstimo

O crédito consignado é considerado a modalidade de empréstimo com as menores taxas de juros do mercado financeiro. As parcelas do acordo são descontadas diretamente do salário ou do benefício do INSS, e dessa forma o risco para os bancos são menores.

Para se ter uma ideia, de acordo com o Banco Central, em junho a taxa média de juros do crédito consignado ficou em 3% ao mês para aqueles que trabalham no setor privado. Enquanto para os funcionários públicos, a taxa foi de 1,9% ao mês. Na mesma época, a taxa de juros média do crédito rotativo para parcelar a fatura de um cartão de crédito era de 13,9%, ao mês.

Mas mesmo o crédito consignado sendo considerado o que tem o menor juros, é importante que você fique atento. Isso porque podem existir grandes diferenças nas taxas que são cobradas pelas instituições financeiras. Por isso, lembre-se sempre de pesquisar a empresa que tem a melhor taxa de juros para você.

De acordo com dados do Banco Central, para os trabalhadores de empresas privadas esse tipo de empréstimo pode custar entre 0,65% e 6,36% ao mês, de acordo com o banco escolhido. Já para os funcionários públicos, as taxas podem variar entre 1,03% a 5,42%, dependendo da instituição financeira. As informações são do Banco Central da última semana de julho.

É importante lembrar que aqueles que são assalariados só podem solicitar o empréstimo consignado ao banco em que recebem o salário. Outra opção é pelas instituições financeiras que são conveniadas com o banco. Já os aposentados e pensionistas do INSS podem solicitar o empréstimo em qualquer instituição financeira.

Dessa forma, esse público tem uma maior flexibilidade para escolher em qual banco solicitará o crédito consignado, podendo assim pesquisar as melhores taxas de juros.

2) Fique atento aos golpes do empréstimo online

Existem muitos sites e aplicativos de empréstimos online, que prometem ter as taxas mais baixas do mercado, até mesmo menores do que os bancos. Por isso, é importante estar atento aos empréstimos online para não cair em golpes.

Uma dica para quem quer pegar dinheiro emprestado por meio de sites é pesquisar bem para saber quem de fato é o banco ou a instituição financeira em questão. Você também pode analisar a credibilidade das empresas em sites como o Reclame Aqui.

Também é importante ressaltar que as empresas não podem pedir adiantamento em dinheiro para pagar alguma suposta taxa ou imposto.

3) Procure por empréstimos mais baratos e refinancie as dívidas

Uma outra dica para pegar empréstimo sem se afundar ainda mais é solicitar uma modalidade com taxas de juros menores. Essa opção pode ser feita para quitar uma dívida mais cara. Mas é necessário pensar que dessa forma a conta crescerá em uma velocidade menor, e não diminuir.

Se você não puder contratar o crédito consignado, uma boa opção é o empréstimo pessoal. Essa alternativa é melhor do que utilizar o cheque especial, parcelar as faturas do cartão ou até mesmo compras com juros.

Para esses casos, a taxa média de juros em junho era de 7% ao mês. Porém, entre as instituições financeiras e os bancos a taxa variou entre 1,42% e 22,19% ao mês, isso na última semana de julho de acordo com o Banco Central.  E, assim como no crédito consignado, a dica é: pesquise as taxas entre os bancos, pois elas podem variar.

4) Organize a sua vida financeira

Se você está endividado precisa começar a pensar como chegou nessa situação. Além de realizar uma revisão do quanto é a renda familiar e qual o real gasto, no qual devem ser incluídas todas as despesas da casa.

Por isso, o primeiro passo é organizar o orçamento para poder quitar todas as dívidas que você tem. Depois, será necessário começar a guardar dinheiro para fazer uma reserva. Dessa forma, você não precisará mais pegar empréstimo sem se afundar ainda mais.

5) Compare o Custo Efetivo Total

Em operações de crédito, os juros são uma das taxas que são cobradas pelas instituições financeiras e/ ou bancos. Sendo assim, é importante compará-las antes de solicitar um empréstimo, mas também é necessário avaliar o Custo Efetivo Total (CET) da operação a ser realizada.

Este inclui todos os encargos que são cobrados pela financeira ou banco para emprestar o dinheiro. São alguns exemplos os impostos, taxa de abertura de cadastro e os seguros. De acordo com o Idec, as instituições são obrigadas a informar o CET. Lembre-se, também, que nem sempre o banco que oferece a menor taxa terá o custo total mais barato.

Mateus Carvalho

Jornalista formado pela Unicarioca. Atualmente, repórter da Folha Dirigida e produtor de conteúdo no FinanceOne. Já fui colaborador do Torcedores.com.

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