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Será mesmo que existe a queda do bitcoin?

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Será mesmo que existe a queda do bitcoin? Bem, nas últimas semanas, não se falou em outra coisa a não ser as criptomoedas. E agora, será que ainda são um bom investimento? A verdade é que somente aqueles investidores com perfil bastante arrojado resolveram entrar nesse mercado, ainda muito incerto e arriscado.

Não há como negar o legado que o bitcoin vem construindo ao longo dos anos. Desde que foi divulgada, a principal criptomoeda valorizou mais de 3.000.000% e tornou muitos investidores milionários. Não à toa, em 2020, ela foi eleita como o investimento mais rentável do ano.

Porém, o sucesso da principal criptomoeda está sendo questionado após as sucessivas quedas nos últimos meses. O BTC atingiu a chamada ‘Cruz da Morte’, linha imaginária criada pelos grafistas para estimar os seus próximos movimentos de preços. Para especialistas em análise técnica, quando esse gráfico se forma indica um período de queda.

Apesar de ter recuperado boa parte da queda sofrida ao longo dos anos, o bitcoin caminha para fechar o trimestre com a segunda pior performance da sua história e a maior queda desde os primeiros meses de 2018.

Por que o bitcoin está caindo?

O bitcoin foi criado em 2008, ou seja, há 13 anos. Quando criado, o bitcoin passou pela época de uma das maiores crises econômicas que o mundo já sofreu. E foi nesse momento que começou a ser desenvolvida essa criptomoeda. As primeiras transações começaram em janeiro de 2009.

Durante as primeiras transações o valor da taxa de câmbio entre o Bitcoin e o dólar foi estabelecido pelo New Liberty Standard como: USD 1 = BTC 1.309,03. BTC é a abreviação de bitcoin. Essa foi uma forma encontrada para transformar bitcoin em dinheiro.

Como um mercado de rápido crescimento, muitas pessoas começaram a especular sobre a bolha da bitcoin. Na verdade, esse é um investimento de altíssimo risco, que promete altos ganhos a quem está disposto a perder dinheiro. É o que explicou, em entrevista ao Finance One, o advogado corporativo e gestor contábil Vinicius Maximiliano Carneiro.

De 2013 até início de 2017, a moeda manteve um preço em dólares estável. Até que em meados de 2017 teve um rápido crescimento.

Mas segundo dados publicados pela ferramenta de análise Skew, o bitcoin acumula queda de 46% no segundo trimestre de 2021, o pior desde o primeiro trimestre de 2018, quando a criptomoeda despencou da sua máxima para um mercado de baixa que durou mais de dois anos e acumulou prejuízo de 49,9% no período de três meses.

A queda atual é também a segunda pior desde que esse tipo de dado começou a ser coletado, em 2014. Antes disso, o bitcoin circulava em um contexto menos profissional, sem tantas corretoras de criptoativos e com grande parte das transações sendo feitas ponto a ponto (P2P), o que impossibilita uma consolidação histórica de preços que seja confiável.

imagem representando uam moeda do bitcoin se desfazendo
A queda do bitcoin deve-se a uma série de fatores, como a invasão da bolsa sul-coerana Coinrail

Por que existe uma queda do preço bitcoin?

Preocupações ambientais, proibição na China, receios da SEC… Os motivos da desvalorização no segmento da criptomoeda nos últimos meses dividem os especialistas.

Alguns, por exemplo, veem correções necessárias após um período de quase quatro meses de alvoroço após os anúncios de novos investidores institucionais na criptomoeda, em especial a conhecida empresa Tesla.

No entanto, um recuo da própria empresa na decisão de vender carros usando os bitcoins, anunciado no mês passado, seria o principal motivo da atual desvalorização.

O próprio Elon Musk tentou acalmar os ânimos depois com mais uma publicação no Twitter, dizendo que ainda acredita no potencial das criptomoedas e que a Tesla não pretende vender seus bitcoins, mas isso não parece ter sido suficiente para muitos investidores.

Além disso, preocupações ambientais também se tornaram um novo ponto de atenção para o criptoativo. Isso porque Musk também se pronunciou sobre a pausa do uso das criptomoedas enquanto a maior parte da atividade de mineração utilizasse combustíveis de fontes não renováveis.

Há, também, recentes sinalizações da Securities and Exchanges Commission (SEC), equivalente nos Estados Unidos à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no Brasil. Segundo a SEC, não deve haver avanço na regulação de novas permissões ao segmento cripto em breve, além de notícias negativas vindas de manifestação do Banco Central da China, que ontem afirmou que o bitcoin “não é uma moeda real” e “não deve e não pode ser usado como moeda no mercado”.

Portanto, uma coisa é certa: se você quer arriscar um alto retorno e decidiu investir em bitcoin e outras criptomoedas, precisa entender o funcionamento do mercado. Nada melhor do que livros e filmes para conhecer um pouquinho mais sobre a criptomoeda.

Além disso, continue acompanhando as notícias sobre criptomoedas e o mercado financeiro diariamente aqui no Finance One.

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