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Resumo do Mercado Financeiro 2018: entenda

O segundo semestre acaba de começar e muita coisa ainda é esperada para o Mercado Financeiro 2018. Embora os relatórios com fechamentos dos seis primeiros meses do ano ainda não tenham ficado prontos, podemos relembrar algumas notícias. E também saber quais são as previsões e tendências para essa segunda metade do ano.

Em uma rápida retrospectiva, tivemos a greve dos caminhoneiros influenciando em todos os setores mercadológicos do país. Com isso, o preço do combustível precisou sofrer alteração. O dólar teve uma grande alta, obrigando muita gente e mudar os planos e buscar outros destinos para as férias, por exemplo. Mas foi muito mais do que isso.

Além disso, o Banco Central ainda precisou intervir para conter a alta da moeda norte-americana através do swap cambial. E as criptomoedas? Não foram esquecidas aqui no nosso noticiário. E não é que uma queda na Bitcoin já foi registrada? Mas ainda tem muita coisa para acontecer, afinal estamos em ano de eleições.

o mercado financeiro 2018 no primeiro semestre
O primeiro semestre no mercado financeiro 2018 foi marcado, principalmente, pela alta do dólar

Economia brasileira está em recuperação gradual

No último dia 20 de junho, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 6,50% a.a. Segundo o Banco Central, a atualização do cenário básico do Copom pode ser descrita assim:

– A greve no setor de transporte em maio dificulta a leitura da evolução da atividade econômica mais recente. Enquanto abril sugere atividade mais consistente que nos meses anteriores, maio e junho devem ter seus resultados afetados por conta da paralisação. Assim, o cenário básico é de continuidade do processo de recuperação da economia brasileira, em ritmo mais gradual;

– O cenário externo esteve mais volátil. Como houve normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas, gerou redução do apetite ao risco em relação a economias emergentes;

– O Comitê julga que, no curto prazo, a inflação deverá refletir os efeitos altistas significativos e temporários da paralisação no setor de transporte de cargas e de outros ajustes de preços relativos. As medidas de inflação subjacente ainda seguem em níveis baixos;

– A pesquisa Focus estima que a inflação fique, em 2018 e 2019, em torno de 3,9% e 4,1%, respectivamente. Para 2020, a previsão é 4,0%;

– Segundo as projeções do Copom, as taxas de juros e câmbio ficariam em 4,2% para 2018 e de 3,7% para 2019. Assim, os juros encerram 2018 em 6,50% a.a. e 2019 em 8,0% a.a. e a taxa de câmbio termina 2018 em R$/US$ 3,63 e 2019 em R$/US$ 3,60.

Renda fixa já bate recorde em 2018

Segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), os investimentos em renda fixa já bateram recorde em 2018. Até maio, foram emitidos R$60,5 bilhões nessa categoria, o maior volume da série histórica da Anbima para o período.

O investimento que se destacou nesse período foram as debêntures. Somente nos primeiros cinco meses do ano, o volume de operações foi de R$45,6 bilhões. Foi o dobro se compararmos com o mesmo período de 2017, que registrou R$21,8 bilhões.

De acordo com a Anbima, a participação desse tipo de operação ganhou espaço com a perspectiva de que os juros fiquem baixos e da redução dos aportes do BNDES para o financiamento das empresas.

A distribuição das ofertas das debêntures teve participação de 66% de investidores institucionais até o período.

“Desde o ano passado, com a queda e manutenção da Selic em um dígito, esses agentes têm demonstrado maior apetite pelas debêntures”, diz José Eduardo Laloni, diretor da Anbima.

As emissões domésticas no mercado de capitais acumulam R$73,4 bilhões de janeiro a maio, o que significa 40% a mais do que em 2017, no mesmo período. A queda, entretanto, foi no número de operações. Enquanto este ano foram 213, ano passado foi de 251.

O valor das emissões domésticas foi composto pelos R$60,5 bilhões já mencionados da renda fixa, por R$6,9 bilhões da renda variável e R$6 bilhões de fundos de investimentos.

A renda variável caiu em relação ao mesmo período de 2017, que teve R$13,1 bilhões em emissões. Por outro lado, as emissões de fundos imobiliários quase dobrou, com o mesmo período de 2017 registrando R$3,1 bilhões.

Dólar e Bolsa no Mercado Financeiro 2018

O cenário do dólar no Mercado Financeiro de 2018, pelo menos nos seis primeiros meses do ano, foi de alta. O dólar norte-americano fechou o primeiro semestre do ano com valorização de 16,98%. Segundo a Agência Brasil divulgou, com um primeiro trimestre em queda de 0,43%, de abril a junho a moeda dos Estados Unidos alavancou 17,49%.

Os alertas ainda são as questões econômicas envolvendo Estados Unidos e China, além das eleições no país, marcadas para outubro. Agora, resta acompanhar como ficará essa alta na moeda.

Falando em dólar, ao fazer compras pela internet em dólar, saiba como travar o dólar nas compras realizadas no cartão de crédito e não sofrer com a alta da moeda. Saiba também como você pode investir no dólar.







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