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    InícioNotíciasInvestimentosEntenda o que significam 56 termos do mercado financeiro

    Entenda o que significam 56 termos do mercado financeiro

    4.4
    (23)

    Assim como outros segmentos, o mercado financeiro tem sua própria linguagem. São jargões e expressões que podem ser estranhos a quem não está habituado a esse ambiente.

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    Para cada termo, existe um conceito por trás que facilita a conexão de profissionais em solo nacional e até mesmo internacional. Por isso, caso tenha interesse na área, é importante entender alguns deles para que não haja confusão.

    Os desentendimentos em relação aos termos são comuns. Muitos investidores iniciantes se confundem e acabam desistindo de fazer seus investimentos devido às nomenclaturas. Inclusive, muitos desses termos são em inglês, o que pode dificultar ainda mais a compreensão.

    Pensando nisso, fizemos um guia para ajudar você que está começando no mercado financeiro e nos investimentos. Confira abaixo os principais termos do mercado financeiro.

    56 termos do mercado financeiro

    1. Abertura: cotação do primeiro negócio do dia de determinado ativo da Bolsa de Valores.

    2. Ações: títulos negociáveis que são uma fração do capital social de uma empresa. É negociado na Bolsa de Valores.

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    3. After Market: pregão eletrônico da Bolsa de Valores após o fim do expediente regular.

    4. Alavancagem: utilização de recursos de terceiros para aumento do lucro.

    5. Alíquota: esse é o percentual aplicado para calcular o valor de algum tipo de imposto, como o Imposto de Renda. Por exemplo, o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) tem alíquotas pré-definidas pelos governos estaduais para cada tipo de produto ou serviço. Assim, seus investimentos também estão sujeitos a alíquotas.

    6. Amortização: termo utilizado para parcelas pagas de um financiamento. Quando se paga parcelas para diminuir o saldo devedor.

    7. Análise fundamentalista: apuração do mercado em que uma empresa está inserida para entender o seu processo de precificação.

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    8. Análise técnica: consiste no estudo dos gráficos para identificar padrões de queda ou de alta dos ativos.

    9. Apólice: documento emitido na hora da contratação de um seguro.

    10. Aporte: é a primeira aplicação de um investidor.

    11. Arbitragem: compra e venda de ativos entre os mercados com poucos riscos e exposição.

    12. Ativos: denomina os bens ou itens de valor que uma pessoa física ou jurídica possui. O total de ativos possuídos.

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    13. Bear Market e Bull Market: o primeiro termo diz a respeito da expectativa de investidores sobre a queda de um preço. O segundo é aplicado no sentido oposto, quando há chance de alta.

    14. Benchmarking: avalia o desempenho de um ativo financeiro e compara sua rentabilidade com demais títulos.

    Gráficos de ações em uma tela
    Saber os termos do mercado financeiro é fundamental para quem quer investir

    15. Bolsa de Valores: mercado onde se concentram as negociações das ações.

    16. BDI (Boletim Diário de Informações): possibilita o acompanhamento das operações e da Bovespa.

    17. BDR: esta é a sigla para Brazilian Depositary Receipts ou, em português, recibos depositários. Ele é um produto de renda variável, negociado pela Bolsa de Valores. Por meio dessa modalidade, é possível investir em ações estrangeiras de maneira indireta.

    18. Break-even: quando a empresa gasta o quanto recebe, sem geração de dívidas.

    19. Blue Chips: ações de maior valor no mercado, geralmente ligadas a negócios mais consolidados.

    20. Carteira de ações: conjunto de ações de diferentes empresas.

    21. Carteira de investimentos: conjunto de aplicações de diferentes tipos de risco que o investidor possui. O ideal é manter a carteira sempre diversificada.

    22. Câmbio: operação de troca de moeda nacional por moeda estrangeira – e vice-versa.

    23. CDB (Certificado de Depósito Bancário): títulos de prazos fixos emitidos por bancos. Tipo de investimento que pode ser pré-fixado, pós-fixado ou flutuante.

    24. CDI (Certificado de Depósito Interbancário): investimento onde os bancos aplicam os recursos excedentes ou captam renda de outro banco para aumentar a liquidez.

    25. Circuit Breaker: mecanismo que freia as negociações há alta volatilidade no mercado da bolsa de valores.

    Confira outros termos do mercado financeiro

    26. CVM (Comissão de Valores Mobiliários): órgão que fiscaliza o mercado de capitais do Brasil.

    27. Companhia aberta: empresa que promove os valores mobiliários como de ações, por exemplo.

    28. Commodities: matérias primas que passam por processos para aumentar a sua duração.

    29. Cotação: preço dos ativos, definido com base nos padrões de oferta e de procura no mercado financeiro.

    30. Day trade: estratégia de compra e venda em curto prazo. Assim, as negociações são feitas em, no máximo, 24 horas.

    31. Debêntures: títulos que representam as dívidas de médio a longo prazo de determinada empresa.

    32. Derivativos: instrumentos financeiros cujo valor pode ser associado a outros ativos. Ótimos para planejamento estratégico.

    33. Dividendos: parte do lucro de uma empresa direcionada aos acionistas.

    34. EBIT (Earnings Before Interest and Taxes): lucro de determinado ativo antes da imposição dos juros e impostos.

    35. ETF (Exchange Traded Funds): são os fundos de investimento com cotas negociadas na Bolsa de Valores. Permite a diversificação da carteira.

    36. FGC (Fundo Garantidor de Crédito): instituição que protege os investidores em caso de falência ou intervenção do emissor do ativo.

    37. Home Broker: sistema de uma corretora que permite acesso à bolsa de valores.

    38. IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo): a partir deste índice é medida a inflação do país. O valor é calculado pelo IBGE.

    39. Liquidez: facilidade de a aplicação ser transformada em dinheiro sem que haja perdas do ativo.

    40. Pregão: termo que designa a sessão de negociação na bolsa de valores.

    41. Renda fixa: essa é uma modalidade muito recomendada para investidores iniciantes ou que possuem perfis mais conservadores. Isso acontece porque ela combina segurança e bons rendimentos. Na renda fixa, existem títulos privados e públicos.

    42. Renda variável: possui esse nome justamente porque quando você investe em algo é mais difícil prever qual será a sua rentabilidade no futuro. Os ativos da renda variável podem possibilitar uma rentabilidade muito superior à de outros investimentos. 

    43. Rentabilidade: esse é um dos termos mais importantes no mercado financeiro. É o retorno que você tem sobre o investimento que foi realizado. A rentabilidade pode ser definida por meio de taxas tanto pré quanto pós-fixadas, de vínculos com índices de inflação ou baseadas apenas na valorização, como acontece no mercado de ações. 

    44. Spread: diferença entre valores de duas operações financeiras.

    45. Stop loss e stop gain: ferramentas que permitem automatizar as operações na bolsa. Dessa maneira, o investidor programa um ponto máximo de perda e ganho para encerrar as movimentações com base nesses parâmetros.

    46. Swing Trade: estratégia de compra e venda em longo prazo. Assim, as negociações podem durar semanas, afim de permitir uma análise fundamentalista e técnica mais complexa.

    47. Taxa Selic: taxa referencial de juros da economia do país determinada pelo Banco Central.

    48. Tesouro Direto: títulos públicos de renda fixa emitidos pelo Tesouro Nacional. Tipo de investimento indicado para quem deseja correr menos riscos.

    49. Títulos pós-fixados: investimentos nos quais o investidor saberá exatamente quanto irá receber no fim da aplicação. O rendimento é determinado pela inflação.

    50. Títulos pré-fixados:  a remuneração do investimento é determinada no momento da aplicação. O banco oferece um CDB com rendimento X. Ao calcular, saberá quanto irá receber. O investimento pré-fixado mais conhecido é a Poupança.

    51. Títulos privados: são os títulos de renda fixa emitidos por bancos e empresas.

    52. Títulos públicos: são os títulos emitidos pelos governos federal, estadual e municipal. Podem ser pré ou pós-fixados.

    53. Trader: aquele que realiza transações na Bolsa de Valores

    54. Volatilidade: variação da cotação de um ativo em um período determinado.

    55. Wall Street: este é o nome de uma conhecida comunidade financeira localizada na parte baixa de Manhattan, na cidade de Nova Iorque. Também é o lugar onde ficam várias bolsas de mercados, além das principais sedes de bancos.

    56. Warrant: é o nome dado ao título que autoriza ao portador adquirir determinado número de ações, sejam elas companhias abertas, debêntures simples ou conversíveis em ações de emissão de companhias abertas.

    FinanceOne tem glossário de termos do mercado financeiro

    Você quer ter acesso diariamente, ou a qualquer momento, a todos esses termos e muitos outros que rodeiam o mercado financeiro? Então temos uma novidade!

    O FinanceOne lançou um glossário com diversos termos, de A a Z, que poderão ter ajudar quando tiver dúvidas e quiser consultar.

    Curtiu este texto sobre os termos do mercado financeiro? Lembrou-se de outros exemplos? Então deixe um comentário e compartilhe, conosco e com os nossos leitores, os termos que você lembrou ou que gostaria de conhecer mais.

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    Redação
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    O FinanceOne é um site especializado em finanças. Desde 2003, publicamos conteúdos que buscam traduzir desde a influência do mercado financeiro no seu dia a dia até a simples economia dentro de casa. Nossa missão é mostrar que qualquer pessoa pode ter controle financeiro e fazer as escolhas certas. Assim como ter no dinheiro um aliado para viver bem e conquistar seus sonhos.

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    1. Abertura: cotação do primeiro negócio do dia de determinado ativo da Bolsa de Valores.

    2. Ações: títulos negociáveis que são uma fração do capital social de uma empresa. É negociado na Bolsa de Valores.

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    4. Alavancagem: utilização de recursos de terceiros para aumento do lucro.

    5. Alíquota: esse é o percentual aplicado para calcular o valor de algum tipo de imposto, como o Imposto de Renda. Por exemplo, o ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) tem alíquotas pré-definidas pelos governos estaduais para cada tipo de produto ou serviço. Assim, seus investimentos também estão sujeitos a alíquotas.

    6. Amortização: termo utilizado para parcelas pagas de um financiamento. Quando se paga parcelas para diminuir o saldo devedor.

    7. Análise fundamentalista: apuração do mercado em que uma empresa está inserida para entender o seu processo de precificação.

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    8. Análise técnica: consiste no estudo dos gráficos para identificar padrões de queda ou de alta dos ativos.

    9. Apólice: documento emitido na hora da contratação de um seguro.

    10. Aporte: é a primeira aplicação de um investidor.

    11. Arbitragem: compra e venda de ativos entre os mercados com poucos riscos e exposição.

    12. Ativos: denomina os bens ou itens de valor que uma pessoa física ou jurídica possui. O total de ativos possuídos.

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    13. Bear Market e Bull Market: o primeiro termo diz a respeito da expectativa de investidores sobre a queda de um preço. O segundo é aplicado no sentido oposto, quando há chance de alta.

    14. Benchmarking: avalia o desempenho de um ativo financeiro e compara sua rentabilidade com demais títulos.

    Gráficos de ações em uma tela
    Saber os termos do mercado financeiro é fundamental para quem quer investir

    15. Bolsa de Valores: mercado onde se concentram as negociações das ações.

    16. BDI (Boletim Diário de Informações): possibilita o acompanhamento das operações e da Bovespa.

    17. BDR: esta é a sigla para Brazilian Depositary Receipts ou, em português, recibos depositários. Ele é um produto de renda variável, negociado pela Bolsa de Valores. Por meio dessa modalidade, é possível investir em ações estrangeiras de maneira indireta.

    18. Break-even: quando a empresa gasta o quanto recebe, sem geração de dívidas.

    19. Blue Chips: ações de maior valor no mercado, geralmente ligadas a negócios mais consolidados.

    20. Carteira de ações: conjunto de ações de diferentes empresas.

    21. Carteira de investimentos: conjunto de aplicações de diferentes tipos de risco que o investidor possui. O ideal é manter a carteira sempre diversificada.

    22. Câmbio: operação de troca de moeda nacional por moeda estrangeira – e vice-versa.

    23. CDB (Certificado de Depósito Bancário): títulos de prazos fixos emitidos por bancos. Tipo de investimento que pode ser pré-fixado, pós-fixado ou flutuante.

    24. CDI (Certificado de Depósito Interbancário): investimento onde os bancos aplicam os recursos excedentes ou captam renda de outro banco para aumentar a liquidez.

    25. Circuit Breaker: mecanismo que freia as negociações há alta volatilidade no mercado da bolsa de valores.

    Confira outros termos do mercado financeiro

    26. CVM (Comissão de Valores Mobiliários): órgão que fiscaliza o mercado de capitais do Brasil.

    27. Companhia aberta: empresa que promove os valores mobiliários como de ações, por exemplo.

    28. Commodities: matérias primas que passam por processos para aumentar a sua duração.

    29. Cotação: preço dos ativos, definido com base nos padrões de oferta e de procura no mercado financeiro.

    30. Day trade: estratégia de compra e venda em curto prazo. Assim, as negociações são feitas em, no máximo, 24 horas.

    31. Debêntures: títulos que representam as dívidas de médio a longo prazo de determinada empresa.

    32. Derivativos: instrumentos financeiros cujo valor pode ser associado a outros ativos. Ótimos para planejamento estratégico.

    33. Dividendos: parte do lucro de uma empresa direcionada aos acionistas.

    34. EBIT (Earnings Before Interest and Taxes): lucro de determinado ativo antes da imposição dos juros e impostos.

    35. ETF (Exchange Traded Funds): são os fundos de investimento com cotas negociadas na Bolsa de Valores. Permite a diversificação da carteira.

    36. FGC (Fundo Garantidor de Crédito): instituição que protege os investidores em caso de falência ou intervenção do emissor do ativo.

    37. Home Broker: sistema de uma corretora que permite acesso à bolsa de valores.

    38. IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo): a partir deste índice é medida a inflação do país. O valor é calculado pelo IBGE.

    39. Liquidez: facilidade de a aplicação ser transformada em dinheiro sem que haja perdas do ativo.

    40. Pregão: termo que designa a sessão de negociação na bolsa de valores.

    41. Renda fixa: essa é uma modalidade muito recomendada para investidores iniciantes ou que possuem perfis mais conservadores. Isso acontece porque ela combina segurança e bons rendimentos. Na renda fixa, existem títulos privados e públicos.

    42. Renda variável: possui esse nome justamente porque quando você investe em algo é mais difícil prever qual será a sua rentabilidade no futuro. Os ativos da renda variável podem possibilitar uma rentabilidade muito superior à de outros investimentos. 

    43. Rentabilidade: esse é um dos termos mais importantes no mercado financeiro. É o retorno que você tem sobre o investimento que foi realizado. A rentabilidade pode ser definida por meio de taxas tanto pré quanto pós-fixadas, de vínculos com índices de inflação ou baseadas apenas na valorização, como acontece no mercado de ações. 

    44. Spread: diferença entre valores de duas operações financeiras.

    45. Stop loss e stop gain: ferramentas que permitem automatizar as operações na bolsa. Dessa maneira, o investidor programa um ponto máximo de perda e ganho para encerrar as movimentações com base nesses parâmetros.

    46. Swing Trade: estratégia de compra e venda em longo prazo. Assim, as negociações podem durar semanas, afim de permitir uma análise fundamentalista e técnica mais complexa.

    47. Taxa Selic: taxa referencial de juros da economia do país determinada pelo Banco Central.

    48. Tesouro Direto: títulos públicos de renda fixa emitidos pelo Tesouro Nacional. Tipo de investimento indicado para quem deseja correr menos riscos.

    49. Títulos pós-fixados: investimentos nos quais o investidor saberá exatamente quanto irá receber no fim da aplicação. O rendimento é determinado pela inflação.

    50. Títulos pré-fixados:  a remuneração do investimento é determinada no momento da aplicação. O banco oferece um CDB com rendimento X. Ao calcular, saberá quanto irá receber. O investimento pré-fixado mais conhecido é a Poupança.

    51. Títulos privados: são os títulos de renda fixa emitidos por bancos e empresas.

    52. Títulos públicos: são os títulos emitidos pelos governos federal, estadual e municipal. Podem ser pré ou pós-fixados.

    53. Trader: aquele que realiza transações na Bolsa de Valores

    54. Volatilidade: variação da cotação de um ativo em um período determinado.

    55. Wall Street: este é o nome de uma conhecida comunidade financeira localizada na parte baixa de Manhattan, na cidade de Nova Iorque. Também é o lugar onde ficam várias bolsas de mercados, além das principais sedes de bancos.

    56. Warrant: é o nome dado ao título que autoriza ao portador adquirir determinado número de ações, sejam elas companhias abertas, debêntures simples ou conversíveis em ações de emissão de companhias abertas.

    FinanceOne tem glossário de termos do mercado financeiro

    Você quer ter acesso diariamente, ou a qualquer momento, a todos esses termos e muitos outros que rodeiam o mercado financeiro? Então temos uma novidade!

    O FinanceOne lançou um glossário com diversos termos, de A a Z, que poderão ter ajudar quando tiver dúvidas e quiser consultar.

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