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    Trocar de plano de saúde sem cumprir carência? Veja o passo a passo!

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    Você já tentou trocar plano de saúde mas desistiu por conta da carência que teria que cumprir na nova empresa? Se a resposta foi sim, você precisa saber que é possível mudar de plano sem cair na carência.

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    Mas para realizar a portabilidade de um plano de saúde para outro é preciso cumprir alguns requisitos. Além de também ser necessário se atentar às regras que estão definidas na legislação, principalmente as da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

    Para se ter uma ideia, um dos requisitos para começar a trocar plano de saúde, é que ele deve ter sido contratado a partir do ano de 1.999. Ou ter sido adaptado à Lei dos Plano de Saúde (Lei nº 9.656 de 1998).

    Você também precisa estar com o plano ativo e o pagamento deve estar em dia.

    Outra informação importante é que a primeira portabilidade só pode ser realizada quando o usuário tem ao menos dois anos no plano de origem. Mas se você tiver cumprido uma cobertura parcial temporária, em caso de lesão pré-existente, o requisito é de três anos do plano original.

    + Saiba o que avaliar na hora de escolher o plano de saúde

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    Agora se o seu caso for de uma nova portabilidade, o prazo exigido, em lei, é de pelo menos um ano. Porém, se o plano para o qual você deseja migrar tiver uma nova cobertura, o tempo mínimo vai para dois anos.

    Quem pode pedir portabilidade?

    O plano de saúde vigente precisa ter sido contratado depois de 1º de janeiro de 1999. Caso não tenha sido, procure saber se a sua operadora se adaptou à Lei dos Planos de Saúde atual.

    Além disso, seu contrato com o plano precisa estar ativo e ter cumprido um prazo mínimo de permanência, bem como os preços serem compatíveis.

    Descubra tudo o que é preciso para trocar plano de saúde

    O que tem feito muitos brasileiros a trocar plano de saúde é o reajuste que muitas empresas têm realizado e, consequentemente, está pesando no bolso de muitos usuários.

    Por isso, de acordo com o Procon-SP, trocar plano de saúde é uma alternativa para muitas famílias conseguirem reduzir os custos mensais. Para se ter uma ideia, fazer essa portabilidade pode ter um reajuste chegando até a 150%.

    + Plano de saúde empresarial: confira como funciona

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    Se você deseja trocar plano de saúde, mas não sabe como fazer fique tranquilo. O FinanceOne preparou o passo a passo para você abaixo. Confira!

    Separe todos os documentos necessários

    A primeira coisa a ser realizada é separar todos os documentos que o plano exige. E a lista pode ser grande, por isso essa etapa é importante, para que você possa avaliar com calma todas as informações que são necessárias.

    É comum que o plano solicite os comprovantes das três últimas mensalidades ou a declaração da sua operadora de que a sua situação está regular. Além de também ser preciso a proposta de adesão assinada pelo titular.

    imagem de um médico verificando a pressão do paciente
    É possível trocar plano de saúde e não ter carência

    Outro documento que a operadora pode solicitar é o relatório de compatibilidade, tanto do plano de origem quanto o de destino, emitido pela ANS e pelas empresas. 

    E para quem vai mudar para um plano coletivo, ainda é exigido que o cliente comprove que está apto a ser incluído nessa modalidade.

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    Fique atento aos prazos

    Agora que você já sabe tudo sobre as documentações, é preciso ficar atento aos prazos. A operadora tem até dez dias para analisar o seu pedido de portabilidade. Por isso, é importante ficar acompanhando.

    Caso a resposta não for dada nenhuma resposta nesse prazo, o processo de transição será considerado aceito, ou seja, apto.

    + Carência no plano de saúde: saiba o que é e como funciona

    Mas não é só a empresa que tem prazos. O beneficiário tem até cinco dias para solicitar o cancelamento do plano anterior. Se não o fizer, poderá ficar sujeito ao cumprimento de possíveis carências.

    Como é o processo de trocar plano de saúde?

    Geralmente, a troca de plano é feita diretamente com a operadora ou administradora do plano de saúde de destino, ou seja, a sua nova opção. Sendo assim, o que fazer?

    O beneficiário precisa entrar em contato com a nova empresa e solicitar a troca. Mas, em hipótese alguma pode esquecer de realizar o cancelamento do antigo.

    Em alguns casos, é possível realizar a portabilidade de carência. Mas, se os planos não tiverem as mesmas coberturas, é provável que você tenha que cumprir uma nova carência.

    Para saber os detalhes, é importante acessar a cartilha de portabilidade de carência que é disponibilizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

    Os prazos mais comuns são:

    • Emergências e urgências – 24 horas;
    • Cobertura hospitalar, ambulatorial e odontológica – seis meses
    • Partos – 300 dias.

    O que fazer quando a empresa sai do mercado?

    Outro caso muito comum é quando empresas entram em falência, fecham ou simplesmente deixam de atender e saem do mercado. Dessa forma, o consumidor precisa migrar para outro plano. O que fazer?

    Nesses casos, a ANS dá um prazo de 60 dias, podendo ser prorrogado por igual período chegando a 120, para que as pessoas que estão com plano nessa operadora possam realizar a portabilidade especial de carências. 

    Quero migrar para um outro plano da mesma operadora. Como faço?

    Se você deseja trocar de plano de saúde, mas dentro da mesma operadora, você não precisa cumprir carência.

    Porém, esse tipo de migração só é válido para duas categorias: familiar/individual ou coletivo por adesão.

    Para fazer o upgrade de plano, basta comunicar previamente à operadora. Esse pedido de alteração não pode ser negado, é um direito seu.

    Até porque, nesse caso, você pretende elevar sua rede credenciada e ter mais acesso aos privilégios contemplados pelo novo plano. Com isso, virá também o aumento das mensalidades, que serão mais altas por abranger mais coberturas.

    Se o seu tipo de plano for antigo, ou seja, a operadora não vende mais ele, você também não terá problemas. Basta apenas informar previamente que deseja migrar de plano.

    O que fazer caso a operadora se recuse a fazer a portabilidade?

    Em primeiro lugar, é válido contatar a operadora e entender claramente o motivo da recusa. Caso não tenha solução, o consumidor deve procurar um advogado especialista na área de direito à saúde para analisar a negativa.

    Assim, se ficar comprovado que o beneficiário tem direito à portabilidade do plano de saúde, é possível acionar a Justiça para garantir seus direitos.

    Este conteúdo lhe foi útil? Então compartilhe para que possa ajudar outras pessoas que desejam saber sobre o assunto e tenham dúvidas.

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    Juliana Favorito
    Juliana Favorito
    Jornalista apaixonada em escutar e escrever histórias, mas que também tem uma queda pelo Marketing Digital. Com experiência em redação, social mídia e marketing ela gosta de sempre estar atualizada sobre a área da comunicação. E como uma boa carioca, não dispensa uma praia.

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    Para se ter uma ideia, um dos requisitos para começar a trocar plano de saúde, é que ele deve ter sido contratado a partir do ano de 1.999. Ou ter sido adaptado à Lei dos Plano de Saúde (Lei nº 9.656 de 1998).

    Você também precisa estar com o plano ativo e o pagamento deve estar em dia.

    Outra informação importante é que a primeira portabilidade só pode ser realizada quando o usuário tem ao menos dois anos no plano de origem. Mas se você tiver cumprido uma cobertura parcial temporária, em caso de lesão pré-existente, o requisito é de três anos do plano original.

    + Saiba o que avaliar na hora de escolher o plano de saúde

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    Agora se o seu caso for de uma nova portabilidade, o prazo exigido, em lei, é de pelo menos um ano. Porém, se o plano para o qual você deseja migrar tiver uma nova cobertura, o tempo mínimo vai para dois anos.

    Quem pode pedir portabilidade?

    O plano de saúde vigente precisa ter sido contratado depois de 1º de janeiro de 1999. Caso não tenha sido, procure saber se a sua operadora se adaptou à Lei dos Planos de Saúde atual.

    Além disso, seu contrato com o plano precisa estar ativo e ter cumprido um prazo mínimo de permanência, bem como os preços serem compatíveis.

    Descubra tudo o que é preciso para trocar plano de saúde

    O que tem feito muitos brasileiros a trocar plano de saúde é o reajuste que muitas empresas têm realizado e, consequentemente, está pesando no bolso de muitos usuários.

    Por isso, de acordo com o Procon-SP, trocar plano de saúde é uma alternativa para muitas famílias conseguirem reduzir os custos mensais. Para se ter uma ideia, fazer essa portabilidade pode ter um reajuste chegando até a 150%.

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    Separe todos os documentos necessários

    A primeira coisa a ser realizada é separar todos os documentos que o plano exige. E a lista pode ser grande, por isso essa etapa é importante, para que você possa avaliar com calma todas as informações que são necessárias.

    É comum que o plano solicite os comprovantes das três últimas mensalidades ou a declaração da sua operadora de que a sua situação está regular. Além de também ser preciso a proposta de adesão assinada pelo titular.

    imagem de um médico verificando a pressão do paciente
    É possível trocar plano de saúde e não ter carência

    Outro documento que a operadora pode solicitar é o relatório de compatibilidade, tanto do plano de origem quanto o de destino, emitido pela ANS e pelas empresas. 

    E para quem vai mudar para um plano coletivo, ainda é exigido que o cliente comprove que está apto a ser incluído nessa modalidade.

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    Agora que você já sabe tudo sobre as documentações, é preciso ficar atento aos prazos. A operadora tem até dez dias para analisar o seu pedido de portabilidade. Por isso, é importante ficar acompanhando.

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    Mas não é só a empresa que tem prazos. O beneficiário tem até cinco dias para solicitar o cancelamento do plano anterior. Se não o fizer, poderá ficar sujeito ao cumprimento de possíveis carências.

    Como é o processo de trocar plano de saúde?

    Geralmente, a troca de plano é feita diretamente com a operadora ou administradora do plano de saúde de destino, ou seja, a sua nova opção. Sendo assim, o que fazer?

    O beneficiário precisa entrar em contato com a nova empresa e solicitar a troca. Mas, em hipótese alguma pode esquecer de realizar o cancelamento do antigo.

    Em alguns casos, é possível realizar a portabilidade de carência. Mas, se os planos não tiverem as mesmas coberturas, é provável que você tenha que cumprir uma nova carência.

    Para saber os detalhes, é importante acessar a cartilha de portabilidade de carência que é disponibilizada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

    Os prazos mais comuns são:

    • Emergências e urgências – 24 horas;
    • Cobertura hospitalar, ambulatorial e odontológica – seis meses
    • Partos – 300 dias.

    O que fazer quando a empresa sai do mercado?

    Outro caso muito comum é quando empresas entram em falência, fecham ou simplesmente deixam de atender e saem do mercado. Dessa forma, o consumidor precisa migrar para outro plano. O que fazer?

    Nesses casos, a ANS dá um prazo de 60 dias, podendo ser prorrogado por igual período chegando a 120, para que as pessoas que estão com plano nessa operadora possam realizar a portabilidade especial de carências. 

    Quero migrar para um outro plano da mesma operadora. Como faço?

    Se você deseja trocar de plano de saúde, mas dentro da mesma operadora, você não precisa cumprir carência.

    Porém, esse tipo de migração só é válido para duas categorias: familiar/individual ou coletivo por adesão.

    Para fazer o upgrade de plano, basta comunicar previamente à operadora. Esse pedido de alteração não pode ser negado, é um direito seu.

    Até porque, nesse caso, você pretende elevar sua rede credenciada e ter mais acesso aos privilégios contemplados pelo novo plano. Com isso, virá também o aumento das mensalidades, que serão mais altas por abranger mais coberturas.

    Se o seu tipo de plano for antigo, ou seja, a operadora não vende mais ele, você também não terá problemas. Basta apenas informar previamente que deseja migrar de plano.

    O que fazer caso a operadora se recuse a fazer a portabilidade?

    Em primeiro lugar, é válido contatar a operadora e entender claramente o motivo da recusa. Caso não tenha solução, o consumidor deve procurar um advogado especialista na área de direito à saúde para analisar a negativa.

    Assim, se ficar comprovado que o beneficiário tem direito à portabilidade do plano de saúde, é possível acionar a Justiça para garantir seus direitos.

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