Conversor de moedas

Veja a cotação do Dólar Hoje, Euro hoje e Bitcoin hoje.

Tudo o que você precisa saber para montar uma reserva de emergência

Escrito por: Bruna Somma em 10 de junho de 2019

Você já ficou desempregado e passou aperto com as contas e dívidas? Se tivesse guardado dinheiro teria resolvido seu problema?

Caso tenha respondido ‘sim’ aos dois questionamentos, você precisa saber mais sobre como montar uma reserva de emergência.

Montar uma reserva de emergência
Montar uma reserva de emergência é uma forma de prevenção para apertos financeiros no futuro

Não só nesse caso, mas sempre é bom poupar dinheiro para ser usar em casos emergenciais. Como por exemplo, em uma internação, tratamento de uma doença, perda do emprego, falência.

A reserva de emergência deve funcionar como um kit de primeiros socorros que você guarda na sua casa. Mas, que só deve ser usada em casos de real necessidade.

Festas, restaurantes, cinema, roupas novas não são emergências. O recomendado é que você não mexa na sua reserva financeira até que precise dela de verdade.

Um ponto positivo de ter esse dinheiro guardado é a tranquilidade para viver um período de aperto.

Por mais que não sejam situações agradáveis de se passar, todos estão suscetíveis a emergências.

E nunca sabemos quando isso pode acontecer. Por esse motivo, a dica é poupar e ter uma reserva das finanças.

A seguir, responderemos algumas perguntas sobre como montar uma reserva de emergência:

Como calcular a reserva de emergência?

A primeira dúvida sobre o assunto é: “Como devo calcular o valor da minha reserva de emergência?”. A equação é bem simples.

A reserva deve ser igual ao seu custo de vida durante seis meses. Mas, atenção! Não confunda esse valor com seu salário!

Para isso, faça um orçamento com o objetivo de precificar o quanto gasta todos os meses.

Liste itens como:

– Despesas fixas;

– Despesas variáveis;

– Gastos extras;

– Gastos supérfluos.

Conte com o auxílio de um caderno, de uma planilha ou até de aplicativos especializados no assunto. Não deixe nada de fora!

Inclua também as despesas anuais, tais como Imposto sobre a propriedade de veículos automotores (IPVA), matrícula dos filhos, seguros, entre outros.

Depois de chegar ao valor médio que gasta todos os meses, multiplique por seis.

Se você, por exemplo, recebe R$4 mil e gasta R$3 mil por mês, seu cálculo deverá ser feito com base no segundo valor.

Ou seja, 3 x 6 = R$18 mil (valor recomendado para sua reserva de emergência).

Como investir e render a reserva?

Para chegar até ao valor estipulado para sua reserva podem demorar alguns anos.

Guardar o dinheiro em um cofrinho ou na conta corrente até podem ser soluções úteis.

Contudo, o ideal é que sua verba tenha rendimentos. Assim, ficará mais fácil atingir o valor da sua reserva de emergência.

O recomendado é aplicar no Tesouro Selic, que rende mais que a poupança.

Outra dica é fazer investimentos líquidos e seguros que permitam o resgate a qualquer momento, em casos emergenciais.

Fique ligado também se não terá oscilações nos rendimentos.

Uma Certificação de Depósito Bancário (CDB), que ofereça liquidez diária, é uma ótima alternativa.

É importante entender que quanto maior o período de aplicação do dinheiro, mais juros ele rende.

E, assim, acelera o crescimento da sua verba.

Como poupar e cortar os gastos?

Para fazer uma aplicação ou um investimento é preciso ter dinheiro. Por isso, a regra é poupar todos os meses e cortar alguns gastos supérfluos.

A indicação é não esperar até o final do mês para verificar se sobrou algum dinheiro. Para só então guardá-lo.

Especialistas afirmam que as pessoas devem poupar assim que recebem. Como se fosse uma data de vencimento de uma conta.

Para começar, reserve uma pequena fatia do seu salário. Aumente os valores aos poucos, na mesma proporção que se acostuma com o novo hábito.

A regra para fazer um investimento é clara: gaste menos do que você ganha. Então, aplique essa diferença.

Se ainda não faz isso, é o momento de analisar suas despesas e perceber quais são os potenciais desperdícios.

Pode ser que você tenha que fazer uma readequação no seu padrão de vida.

Como por exemplo, usar mais o transporte público, economizar a conta de luz ou cancelar a assinatura da TV a cabo.

Outra dica preciosa é evitar comprar por impulsos. Assim como ir todos os finais de semana ao shopping ou a restaurantes caros. A palavra-chave é equilíbrio.

Ter uma reserva econômica, portanto, é importante e pode salvar em muitas situações de apuros. E, você, já começou a poupar?

Bruna Somma

Jornalista formada pela UFRRJ, com passagens por redações de jornais, sites e Assessoria de Comunicação.

Deixe uma resposta

Precisa converter?

A calculadora de conversão do FinanceOne fornece os últimos valores cotados para diversas moedas. Acesse agora!

Converter agora

Posts relacionados

Black Friday chegando: como não cair em ciladas
Adeus, consumismo: dicas para fazer compras em brechó
Os concursos da Mega-Sena
venda de produtos
Conta de luz mais cara em maio