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    InícioNotíciasFinanças PessoaisContribuição ao INSS em 2022: confira qual é o valor

    Contribuição ao INSS em 2022: confira qual é o valor

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    Assim como vários outros encargos, a contribuição ao INSS vai mudar neste início de ano. Isso acontece por conta da divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que avalia a inflação entre a população de até 5 salários mínimos.

    Publicidade

    Com essa mudança, por exemplo, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social passou de R$6.433,57 para R$7.087,22. Um crescimento de acordo com o indicador, que registrou 10,16% de inflação durante o ano de 2021.

    Além disso, o novo valor de contribuição ao INSS só passará a valer a partir do mês de fevereiro, que é quando ocorre o desconto referente ao mês de janeiro. Por isso, vale lembrar que as contribuições de janeiro continuam com o valor anterior.

    Ficou curioso para saber qual será o seu valor de contribuição a partir de fevereiro? Então continue a leitura. Vamos mostrar para você como ficarão as porcentagens de acordo com as faixas salariais. Confira!

    carteira de trabalho com cálculos de inss
    A contribuição ao INSS de 2022 foi reajustada seguindo o INPC acumulado em 2021

    Qual será o valor de contribuição ao INSS em 2022?

    Trabalhadores celetistas (aqueles com carteira assinada), empregadas domésticas e trabalhadores avulsos agora terão que contribuir com um determinado percentual segundo o INSS. Veja abaixo:

    • 7,5% para quem ganha até um salário mínimo (R$1.212);
    • 9% para quem ganha entre R$1.212,01 e R$2.427,35;
    • 12% para quem ganha entre R$2.427,36 e R$3.641,03;
    • 14% para quem ganha entre R$3.641,04 e R$7.087,22.

    Como dito anteriormente, esses valores só poderão ser descontados a partir do mês de fevereiro, já que o pagamento corresponde ao mês de trabalho anterior.

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    Por mais que inicialmente esse percentual assuste, vale lembrar que desde a Reforma da Previdência (em vigência desde 2019), as taxas de contribuição ao INSS passaram a funcionar de forma progressiva.

    Nesse sentido, elas são cobradas somente sobre a parcela do salário que se enquadra em cada faixa. Por isso, o valor percentual descontado do total de ganhos dos trabalhadores é menor. Para compreender melhor, é necessário analisar de perto como fica a situação das contribuições.

    Por exemplo: vamos supor que você ganhe R$1.500. Com esse valor, você terá a contribuição de 7,5% que corresponde ao salário mínimo de R$1.212 (R$90,90) + 9% em cima do valor excedente, que no caso são os R$288 (9% de R$288 = R$25,92).

    Portanto, a contribuição de uma pessoa que ganhe R$1.500 será de:

    • R$90,90 + R$25,92 = R$116,82.

    E assim, sucessivamente. Quem recebe mais de R$ 5 mil terá que calcular cada valor em cima de uma alíquota diferente até chegar em seu valor final.

    Por mais que pareça complicado inicialmente, essa é uma forma do contribuinte pagar menos dinheiro.

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    Afinal, caso não fosse progressivo a mesma pessoa que recebe R$1.500 teria o desconto de 9% em cima de todo o seu salário, contribuindo ao INSS com R$135 reais.

    Outros reajustes importantes:

    Além da contribuição ao INSS, outros benefícios foram reajustados seguindo o INPC.

    Por isso, os beneficiários da Previdência Social que recebem acima do salário mínimo tiveram reajuste de 10,16% em seus benefícios. Já aqueles que recebem um salário mínimo acompanharam o valor, que está fixado em R$1.212.

    Outra contribuição ao INSS que sofreu reajuste em seu valor foi a de Microempreendedores Individuais (MEI). Agora, essa categoria de empresa vai contribuir com R$60,60, valor correspondente a 5% do salário mínimo.

    Além desses R$60,60, os microempreendedores individuais também terão que acrescer os impostos correspondentes à categoria de sua empresa (indústria, comércio ou ambos).

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    Agora que você já sabe como fica a contribuição ao INSS em 2022, que tal conhecer também como fica a Prova de Vida. Confira!

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    Loyane Lapa
    Loyane Lapa
    Carioquíssima de Campo Grande, com um pézinho em São Paulo. Jornalista, Produtora de Conteúdo e [insira aqui outras funcionalidades de um jornalista]. Apaixonada por livros, filmes e pelo universo cultural. Curiosa e antenada nas novidades do mercado financeiro.

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    Com essa mudança, por exemplo, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social passou de R$6.433,57 para R$7.087,22. Um crescimento de acordo com o indicador, que registrou 10,16% de inflação durante o ano de 2021.

    Além disso, o novo valor de contribuição ao INSS só passará a valer a partir do mês de fevereiro, que é quando ocorre o desconto referente ao mês de janeiro. Por isso, vale lembrar que as contribuições de janeiro continuam com o valor anterior.

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    Trabalhadores celetistas (aqueles com carteira assinada), empregadas domésticas e trabalhadores avulsos agora terão que contribuir com um determinado percentual segundo o INSS. Veja abaixo:

    • 7,5% para quem ganha até um salário mínimo (R$1.212);
    • 9% para quem ganha entre R$1.212,01 e R$2.427,35;
    • 12% para quem ganha entre R$2.427,36 e R$3.641,03;
    • 14% para quem ganha entre R$3.641,04 e R$7.087,22.

    Como dito anteriormente, esses valores só poderão ser descontados a partir do mês de fevereiro, já que o pagamento corresponde ao mês de trabalho anterior.

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    Por mais que inicialmente esse percentual assuste, vale lembrar que desde a Reforma da Previdência (em vigência desde 2019), as taxas de contribuição ao INSS passaram a funcionar de forma progressiva.

    Nesse sentido, elas são cobradas somente sobre a parcela do salário que se enquadra em cada faixa. Por isso, o valor percentual descontado do total de ganhos dos trabalhadores é menor. Para compreender melhor, é necessário analisar de perto como fica a situação das contribuições.

    Por exemplo: vamos supor que você ganhe R$1.500. Com esse valor, você terá a contribuição de 7,5% que corresponde ao salário mínimo de R$1.212 (R$90,90) + 9% em cima do valor excedente, que no caso são os R$288 (9% de R$288 = R$25,92).

    Portanto, a contribuição de uma pessoa que ganhe R$1.500 será de:

    • R$90,90 + R$25,92 = R$116,82.

    E assim, sucessivamente. Quem recebe mais de R$ 5 mil terá que calcular cada valor em cima de uma alíquota diferente até chegar em seu valor final.

    Por mais que pareça complicado inicialmente, essa é uma forma do contribuinte pagar menos dinheiro.

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    Afinal, caso não fosse progressivo a mesma pessoa que recebe R$1.500 teria o desconto de 9% em cima de todo o seu salário, contribuindo ao INSS com R$135 reais.

    Outros reajustes importantes:

    Além da contribuição ao INSS, outros benefícios foram reajustados seguindo o INPC.

    Por isso, os beneficiários da Previdência Social que recebem acima do salário mínimo tiveram reajuste de 10,16% em seus benefícios. Já aqueles que recebem um salário mínimo acompanharam o valor, que está fixado em R$1.212.

    Outra contribuição ao INSS que sofreu reajuste em seu valor foi a de Microempreendedores Individuais (MEI). Agora, essa categoria de empresa vai contribuir com R$60,60, valor correspondente a 5% do salário mínimo.

    Além desses R$60,60, os microempreendedores individuais também terão que acrescer os impostos correspondentes à categoria de sua empresa (indústria, comércio ou ambos).

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