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5 passos para criar uma carteira de investimentos de sucesso

Escrito por: Bruna Somma em 4 de julho de 2019

Obter sucesso na carteira de investimentos não é tão simples como parece. Ainda mais em um mercado com muitas oscilações entre as margens de lucro.

Para isso, é preciso ter calma e analisar bem quais são os melhores tipos de investimentos. Planejamento e estudo são as palavras chave.

Ter uma carteira de investimentos de sucesso é fundamental para garantir o retorno
Ter uma carteira de investimentos de sucesso é fundamental para garantir o retorno

Montar uma variedade em suas aplicações pode ser o segredo do sucesso. E a internet pode ser uma aliada nesse procedimento.

Para isso, no entanto, se faz necessário ter um filtro para selecionar as informações de qualidade.

Já existem muitos dados disponíveis online que podem ser transformados em instrumentos úteis para quem quer investir.

Por isso, reunimos cinco passos para você criar uma carteira de investimentos de sucesso. Confira!

1 – Defina seu perfil de investidor

Além de indicar seus objetivos, o perfil de um investidor informa qual carteira de investimentos é a mais adequada.

Existe, por exemplo, o investidor conservador, o moderado e arrojado. O perfil é traçado pela análise em relação ao risco envolvido.

Se o indivíduo investe em produtos de pequeno risco é considerado um investidor conservador.

Para riscos médio, há os investidores moderados. Já quem se arrisca em aplicações de alto risco é denominado como investidor arrojado.

2 – Saiba qual seu prazo de retorno

Para criar uma carteira de investimentos de sucesso, também é fundamental estabelecer o seu prazo para o retorno.

Isto é, em quanto tempo quer ter o dinheiro aplicado mais os lucros. As aplicações de curto prazo podem variar de duas semanas até seis meses.

Conseguir retorno em tão pouco tempo é mais comum para quem tem experiência. Afinal, é preciso de muito tempo disponível para realização de operações daytrade, como fazem os traders experientes e analistas técnicos.

Os investimentos com retorno a médio prazo, por sua vez, podem variar de sete meses a cinco anos, em média.

Nesse caso, a recomendação é para pessoas que já possuem algum dinheiro e querem vê-lo render mais que a poupança.

Elas, porém, não conseguem acompanhar sua evolução todos os dias. Por isso, aplicam em empresas maiores que garantem segurança futura.

Por outro lado, os retornos dos investimentos a longo prazo ocorrem em mais de cinco anos. Isso acontece, em geral, em aplicações feitas em empresas confiáveis e de grande porte.

Isso porque seus crescimentos são mais seguros e têm grande liquidez. Além de apresentarem intenso monitoramento e análise.

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3 – Conheça o risco de investimento

O terceiro passo, depois de definir seu tipo de investimento e tempo de retorno, é conhecer o risco de suas aplicações.

O risco é baixo quando é investido em títulos de renda fixa, por exemplo. Como na poupança ou no Tesouro Direto. Porém, é quase nula a chance de os ganhos serem superiores a 10% por ano.

Os riscos médios, por outro lado, ocorrem quando é mesclada uma carteira de investimentos em ações com os títulos de renda fixa. Na prática, uma compensa as perdas da outra.

Os mais ousados e arrojados apostam em investimentos com alto risco. Isso porque a empresa pode falir e o dinheiro praticamente sumir todo também.

O risco aumenta ainda mais quando se investe em um só tipo de papel ou mesmo prefere apostar em pequenas empresas, as ações small caps.

4 – Veja as características de cada setor

Não caia na falácia de investir muito dinheiro em apenas uma empresa. A recomendação dos especialistas é ter uma carteira de investimentos variada.

Para isso, conheça as características de cada setor:

Petroquímicas: essas empresas sofrem principal variação conforme o preço do dólar e do petróleo;

Transporte aéreo: são influenciadas pelos mesmos fatores que as petroquímicas. Contudo, na ordem inversa porque o dólar e combustível baratos aumentam a procura pelo serviço aéreos. Isso porque os custos de transporte ficam barateados.

Energia elétrica: essas empresas são conhecidas no mercado como boas pagadoras de dividendo. Os preços das ações são variáveis conforme os reajustes no preço da energia e leis do governo. É possível até dividir 100% do lucro líquido com os acionistas.

Consumo: são empresas ligadas ao consumo, como redes de supermercado, lojas de departamento, produtos de beleza e alimentação. Esses últimos são mais suscetíveis às vendas para o exterior e, dessa forma, ao dólar.

Bancos: no Brasil, são opções consideradas seguras e que registram lucros superiores aos bancos suíços e americanos, por exemplo.

Siderúrgica e minérios: empresas que sofrem com o mesmo fator: o preço dos minérios. O cobre, ferro e alumínio são os mais importantes.

5 – Use as ferramentas corretas

Não dá para querer obter sucesso e não se esforçar para isso. Não é mesmo? É importante controlar de perto seus investimentos e suas oscilações.

A boa notícia é que existem ferramentas para facilitar esse trabalho. Há aplicativos e sites que acompanham sua rentabilidade diária.

Além de determinar o valor total da sua carteira de investimentos e se o dinheiro está concentrado em um setor.

Bruna Somma

Jornalista formada pela UFRRJ, com passagens por redações de jornais, sites e Assessoria de Comunicação.

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