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Carteira de investimentos: dicas para montar a sua

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Uma carteira de investimentos é fundamental em uma economia instavél como a brasileira. A variedade de investimentos reduz o risco de prejuízos.

Uma vez que o comportamento do mercado financeiro é imprevisível, ao diversificar seus investimentos você fica preparado para qualquer tipo de cenário. Os possíveis maus resultados de uma aplicação serão compensados pela boa performance de outros.

Não existe fórmula padronizada. Um ótimo portfólio de investimentos para um pode ser péssimo para outro. Eles podem ser fundos, ações, CDBs, LCI/LCA, títulos do Tesouro Direto e Letras de Câmbio.

Para simplificar as suas decisões ao montar uma carteira de investimentos, é interessante descobrir qual é o seu perfil de investidor. Essa é uma divisão básica para definir quais são as aplicações mais apropriadas para cada um, de acordo com critérios como a aversão ao risco.

Isso porque a carteira ideal é aquela que está plenamente alinhada com seus objetivos e perfil de investidor.

carteira de investimentos

Dicas para definir sua carteira de investimentos

Após identificar o seu perfil de investidor e os prazos de realização dos seus investimentos, é hora de colocar a mão na massa e montar a sua carteira. O procedimento seguinte é definir a sua estratégia como investidor.

Os seus investimentos devem ser analisados em conjunto e não como uma série de ações isoladas. Isso ajudará demais na obtenção de resultados no longo prazo.

Para isso, você deve entender como a carteira será dividida. O passo a passo é definir os seguintes pontos:

1º – Seus objetivos como investidor

Em uma avaliação de risco, será formada uma carteira mais conservadora a um investidor de idade avançada. Além de pouco conhecimento do mercado, baixo nível de renda e pouca capacidade de poupança. Em caso de perfil oposto, uma carteira mais arrojada pode ser interessante.

2º – Capital e prazo de investimento

A variação desses dois elementos muda totalmente a configuração de uma carteira de investimentos. Se você tem pouco capital e precisará do dinheiro no curto prazo, sua “cesta” provavelmente será formada, basicamente, por ativos de renda fixa e um pequeno percentual de renda variável. Caso contrário, é possível montar uma carteira que se divida entre renda fixa e ativos de renda variável.

Qual o seu prazo?

Seu prazo é o tempo que você tem até realmente precisar daquele dinheiro:

Curto prazo – Pode variar desde duas semanas a até 6 meses. É comum para pessoas com muito acesso a informação. Além de tempo disponível para realização de operações daytrade, como Traders experientes e analistas técnicos.

Médio prazo – Pode variar de 7 meses a 5 anos em média. Nessa categoria estão as pessoas que têm algum dinheiro e querem vê-lo render mais que a poupança. No entanto, não podem acompanhar diariamente sua evolução.

Assim, aplicam em empresas maiores que têm certa segurança futura e que, apesar das quedas e subidas nos preços, acreditam em lucro final dentro do médio prazo.

Longo prazo – Compreende tempo maior que 5 anos sendo predominantemente citado como uma boa aplicação quando feita em empresas confiáveis e de grande porte. Já que seus crescimentos são tidos como mais seguros e têm grande liquidez. Além de sofrerem intenso monitoramento e análise.

E qual o seu risco?

Alto – Eles ficam muito sensíveis ao humor do mercado. Além disso corre-se o risco de a empresa falir e seu dinheiro praticamente sumir todo neste caso. Aumenta-se o risco mais ainda quando se investe em um só tipo de papel ou mesmo quando se opta por apostar em pequenas empresas (as ações small caps).

Médio – Quando se mescla em um portfólio mercado de ações e títulos de renda fixa pode-se diminuir o risco do investimento. Isso porque muitas vezes compensam perdas das ações. Porém, podem não render mais que a poupança que também é utilizada como opção de investimento mais seguro.

Baixo – Quando se investe somente em títulos de renda fixa. Seja na poupança ou no Tesouro Direto, o risco cai grosseiramente. Porém a possibilidade de ganhos maiores que 10 % ao ano é quase zero.

Investimentos mais comuns

Você já sabe que um carteira de investimentos é um conjunto de aplicações (ações, fundos, títulos públicos, debêntures, aplicações imobiliárias e outros). Quanto mais diversificada for, menor tende a ser o risco.

Ela é dividida em prazos e proporções que formam a estratégia usada para que o retorno seja satisfatório. Existem investimentos de curto, médio e longo prazo e com diversos valores mínimos para começar.

Os tipos de investimentos mais comuns são:

– CDBs

– LCIs – Letras de Crédito Imobiliário ( pagando acima de 90% do CDI)

– LCAs – Letras de Crédito do Agronegócio

– LCs – Letras de Câmbio

– Fundos de Renda Fixa

– Fundos Referenciados DI

– Fundos de Crédito

– Fundos Multimercado Juros e Moedas

Procure ajuda especializada

Existem especialistas no mercado financeiro e consultorias financeiras com profissionais com alta experiência em diversos ativos do mercado financeiro. Eles contam com infraestrutura para análise de dados difícieis de serem reproduzidos por uma pessoa física.

É muito importante que você controle de perto e acompanhe a evolução dos seus investimentos. Para isso você também deve aproveitar as ferramentas que facilitam todo este trabalho para você.

Lembre-se que o mercado não é uma estrutura engessada e passa constantemente por mudanças. Reavalie sua carteira pelo menos anualmente ou mensalmente. Caso você tenha uma carteira que assumiu maiores riscos. Analise cada investimento feito de forma a saber quais deles estão te ajudando a chegar ao seu objetivo e quais deles estão te atrapalhando.

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Redação
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