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Qual o valor mínimo para começar a investir?

Escrito por: Rafael Massadar em 1 de julho de 2019

Não existe valor mínimo para começar a investir. No entanto, é importante lembrar que a soma dos rendimentos está diretamente atrelada à quantia investida.

Afinal, trata-se de uma taxa percentual. Assim, quanto maior o montante aplicado, maiores serão os lucros.

valor mínimo para começar a investir

Portanto, começar com valores muito baixos não trará rendimentos expressivos. Além disso, as taxas cobradas por algumas corretoras de investimentos e instituições financeiras podem anular seu lucro.

No entanto, já existem corretoras que isentam dessa taxa. Dessa forma, dá para iniciar os investimentos com pouco dinheiro e ir aumentando a quantia das aplicações gradativamente.

O importante é começar! Não seja como 92% dos brasileiros.

Dados do estudo Raio X do investidor brasileiro, publicado pela Associação  Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) aponta que apenas 8% da população brasileira investiu o seu dinheiro no ano passado.

Qual o valor mínimo para começar a investir?

1 – LCI e LCA

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) são aplicações muito atraentes porque não exigem o pagamento de Imposto de Renda.

Por causa disso, podem ser mais vantajosas que o CDI (que cobra IR).

Além disso, seus rendimentos podem chegar a 75% acima da poupança.

Em LCIs e LCAs, é possível encontrar valores a partir de R$ 5 mil. O mais comum, porém, é uma aplicação de, no mínimo, R$ 30 mil.

2 – CDB

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é uma das modalidades mais populares entre os investidores que optam pela renda fixa. Trata-se basicamente de um empréstimo feito a bancos.

É possível começar a investir com apenas R$ 1 mil, sendo uma alternativa bem acessível. Portanto, o valor mínimo para começar a investir é baixo.

3 – Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um projeto que fornece títulos públicos federais para emprestar dinheiro ao governo.

O investidor pode comprar frações dos títulos, o que reduz consideravelmente o aporte mínimo das operações.

Você consegue encontrar opções a partir de R$ 30.

4 – Fundos imobiliários

Os FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário) são grupos de investidores que se unem para aplicar em empreendimentos imóveis. Por exemplo, em edifícios comerciais, hospitais e shopping centers.

A remuneração vem por meio da locação, venda, arrendamento e outras operações do setor. Esse montante é dividido entre os investidores.

O valor mínimo para investir vai depender da cota do fundo imobiliário. Existem fundos cotados a R$ 2 e outros a mais de R$ 4 mil, por exemplo.

5 – Ações

Investir em ações de empresas é um tipo de aplicação que oferece maiores riscos. No entanto, também apresenta a possibilidade de altos rendimentos.

O valor de cada ação depende bastante. A companhia poderia disponibilizar seus papéis para serem negociados a partir de R$ 1, por exemplo.

A questão que precisa ser analisada é que podem existir outras tarifas agregadas à operação de compra da ação, como a taxa de corretagem. Não valeria a pena pagar R$ 10 para investir R$ 20 em uma ação, por exemplo.

Além disso, valores maiores permitem montar uma carteira de investimentos que forneça maior segurança financeira.

Existe um valor mínimo para começar a investir em Bitcoins?

Também não existe um valor mínimo para começar a investir em Bitcoins.

As moedas digitais podem ser comprados de forma fracionada em até oito casas decimais, o chamado Satoshi (uma homenagem ao criador).

No entanto, algumas exchanges determinam o valor mínimo de R$ 50.

A vantagem é que o lucro não é resultado da valorização do dinheiro eletrônico. É o saldo dessas transações, em um processo conhecido como arbitragem automatizada de Bitcoins.

Outro adicional do sistema está na possibilidade de investidores iniciantes lucrarem.

Afinal, como é o robô quem identifica as oportunidades e faz as transações, não é necessário conhecimento do mercado para ter ótimo rendimento.

A automatização também garante que as operações não sejam contaminadas pela emoção. Fator que costuma gerar decisões equivocadas nos investidores.

E a poupança?

Investir na poupança ainda é a preferência de 89% dos brasileiros, conforme pesquisa divulgada pela Anbima. Não é por acaso que é o tipo de investimento mais comum no Brasil.

É muito fácil fazer aplicações e resgates através dela. Sem falar que a modalidade oferece baixo risco e retornos financeiros livres de impostos.

Não menos importante, temos a famosa isenção do imposto de renda sobre rendimentos na conta poupança.

Esta isenção dá uma falsa sensação que os outros produtos, por serem tributáveis, são menos rentáveis.

Diversifique seus investimentos

Não precisa aplicar seu dinheiro apenas em produtos conservadores ou só nos arriscados. Independentemente do valor mínimo para começar a investir, o ideal é sempre diversificar.

Portanto, não arrisque todo o seu dinheiro em uma única aplicação.

Dê um passo de cada vez, lembre-se de que, para cada objetivo, há uma recomendação. Se estiver em dúvida, peça ajuda a um especialista antes de tomar qualquer decisão importante.

Além disso, você sempre deve ter uma reserva de emergência e ela deve estar em um produto conservador que você possa retirar a qualquer momento.

Rafael Massadar

Jornalista com experiência em redação com pós-graduação em Comunicação Empresarial e Transmídia. Atualmente trabalho como assessor de imprensa.

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