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Como renegociar dívidas com bancos?

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Você não tem dinheiro suficiente para quitar seus débitos? Renegociar dívidas com bancos pode ser a solução para essa situação.

Mais de 60% das famílias brasileiras iniciaram 2019 com dívidas a pagar. O dado é da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O levantamento aponta que o cartão de crédito continua sendo a principal fonte de dívidas dos brasileiros, sendo a resposta de 78,4% das famílias endividadas. Ele foi mencionado como a principal fonte de dívidas dos brasileiros, seguido por carnês (14,0%) e financiamento de carro (9,7%).

Apesar do alto índice de endividamento, o ato de renegociar dívidas com bancos só deve acontecer quando sua renda mensal está mais de 30% comprometida com débitos.

Caso isso ocorra, o ideal é procurar uma linha de crédito com taxas menores e parcelas adequadas à sua renda mensal.

renegociar dívidas com bancos

Dicas para renegociar dívidas com bancos

1 – Acione seu banco

Evite ao máximo contratar outro empréstimo ao renegociar dívidas com bancos. Portanto, avalie com o próprio banco opções de negociação.

No entanto, recuse a primeira oferta. Pesquise! No momento da negociação, as pessoas tendem a aceitar de imediato a proposta oferecida pelo banco.

O ideal é pedir um tempo para refletir, mesmo que haja uma certa pressão para fechar o negócio.

Mantenha a calma. Depois sugira algumas soluções que caibam no seu orçamento.

2 – Portabilidade de crédito

Os bancos oferecem hoje a opção de portabilidade de crédito. Portanto, é possível que o contratante saia de uma instituição com juros mais altos e leve seu empréstimo para outro banco, pagando menos juros.

Ao pesquisar a proposta do seu banco, analise também a possibilidade de levar seu empréstimo para outro banco, após a quitação do débito.

Anote todas as informações, inclusive os juros cobrados, e leve essas informações até o banco onde foi feito o empréstimo.

Saiba que muitos bancos costumam cobrir a oferta dos concorrentes. Eles oferecem melhores oportunidades de pagamento para o devedor.

3 – Procure feirões de renegociação de dívidas

Em algumas cidades do país é comum haver feirões, que têm como objetivo realizar renegociações de dívidas com condições especiais.

Muitos bancos costumam participar desse movimento. Antes de ir até uma agência, verifique se a sua instituição não está participando de algum desses eventos nas proximidades.

4 – Livre-se das dívidas mais caras

Com o controle financeiro, ficará mais fácil identificar gastos excessivos e muitas vezes desnecessários. Outra vantagem é, sem dúvida, entender como as dívidas se comportam e quanto custam de fato.

Portanto, priorize o pagamento das dívidas mais caras. Prefira eliminar as que têm juros mais altos.

Isso é sinônimo de economia e de inteligência ao utilizar o seu dinheiro.

Não se endivide mais uma vez

Não adianta renegociar dívidas com bancos e contrair mais débitos logo em seguida. Portanto, planeje seus gastos. Pequenas atitudes podem ajudar a ter um melhor planejamento financeiro.

Para isso, basta adotar hábitos simples, mas que podem ajudar a lidar com as finanças. Evite usar em demasia o cartão de crédito.

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Não faça parcelamentos de produtos e serviços não emergenciais. Prefira, sempre que possível, pagar à vista.

Analise cada compra com cuidado, identificando sua real necessidade. Saiba quanto terá de recurso no fim do mês ou de determinado período. Planeje o uso do dinheiro.

Por fim, tenha em mente sempre ter um controle financeiro. Por mais óbvio que pareça, todas as pessoas deveriam fazer controle financeiro para evitar gastar mais do que podem pagar.

É importante listar todas as dívidas (incluindo as taxas de juros) e até mesmo as compras de valores mais baixos. Divida entre o que é essencial e o que poderia ser evitado.

Lembre-se também de deixar uma reserva de dinheiro. Afinal, isso pode garantir o dinheiro extra para emergências.

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Rafael Massadar
Carioca, amante de esportes e de viagens. Escolhi o jornalismo porque ele vive pelo mundo e conta histórias de pessoas e realidades distintas. Tenho experiência em redação e assessoria de imprensa. Atualmente, trabalho numa agência de marketing digital.

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