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    InícioNotíciasFinanças PessoaisPlano de saúde com coparticipação: veja como funciona

    Plano de saúde com coparticipação: veja como funciona

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    (140)

    O plano de saúde com coparticipação pode ser uma alternativa para quem deseja ter serviços médicos, sem pagar muito caro. Ele se parece com o plano de saúde tradicional, seja individual ou coletivo.

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    A diferença é que com a coparticipação, o usuário paga, além da mensalidade, por cada serviço utilizado.

    Por exemplo, consultas, exames, procedimentos ou internações. Em geral, esse tipo de plano de saúde apresenta uma mensalidade mais baixa.

    Contudo, é preciso avaliar se vale a pena contratar um plano desse tipo. Afinal, o consumidor terá que pagar uma taxa a cada vez que passar por uma consulta ou fizer um exame.

    Tal taxa varia de uma seguradora para outra. Ela pode ser cobrada por meio de um valor fixo ou um percentual, determinado pelo próprio plano, conforme previsto em contrato. Ou seja, uma consulta pode custar R$20 ou 20% do valor previsto na tabela da prestadora.

    De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a operadora é proibida de cobrar o valor integral do procedimento neste tipo de plano.

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    Por esse motivo, o consumidor deve ficar atento. Caso opte por esse plano, o ideal é observar atentamente o que dispõe no contrato. Sobretudo em relação ao repasse dos valores e os reajustes.

    Conheça as principais regras do plano com coparticipação

    Saber as principais regras do plano de saúde com coparticipação é fundamental para você não ser enganado pelas empresas. Além disso, as normas foram alteradas pela ANS por meio da Resolução Normativa nº 434

    Os principais pontos são:

    • A operadora é obrigada a informar claramente as taxas e regras de utilização da coparticipação;
    • O beneficiário não pode pagar 100% do valor do procedimento de saúde;
    • A operadora é livre para definir a taxa de coparticipação de cada procedimento, mas a ANS recomenda o percentual de 30%;
    • A coparticipação pode ser cobrada em qualquer procedimento.

      + Carência no plano de saúde: saiba o que é e como funciona

    O que é cobrado no plano com coparticipação?

    Atualmente, o plano de saúde com coparticipação é aquele em que o usuário paga uma parcela pelos serviços utilizados, além do valor fixo mensal. Entre os serviços cobrados estão:

    • Consultas médicas – A cobrança é feita por consulta. Mas vale ressaltar que o plano não pode cobrar coparticipação num retorno dentro do prazo de 30 dias.
    • Exames simples – A cobrança é feita por exame e não por coleta. Caso seja necessário fazer uma coleta de sangue, isso não quer dizer que irá pagar o valor referente a um exame.

    Através de uma coleta poderão ser feitos vários tipos de exames, como: hemograma, triglicerídeos, Colesterol, Glicose, TSH, etc. Geralmente em um check-up básico é necessário fazer em torno de 10 a 15 exames simples.

    Publicidade
    • Exames especializados – Para exames especializados, a cobrança é feita individualmente. Caso precise, por exemplo, de uma ressonância magnética, a cobrança do valor se refere a um exame especializado.
    • Internações – Mesmo caso dos exames especializados. O valor cobrado será referente à internação, indiferente se a internação for de um dia ou dez dias.

    Não é possível cobrar coparticipação sobre os exames realizados em regime de internação.

    É vantagem plano de saúde com co-participação?

    Em decorrência da crise financeira brasileira, cerca de 70% dos brasileiros não têm plano de saúde particular. É o que dizem os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Ibope.

    Por esse motivo, o plano de saúde com coparticipação é uma forma de trazer maior segurança a todo e qualquer usuário em um momento de crise, como a pandemia da Covid-19.

    + Plano de saúde está mais caro: veja o que fazer

    Com a pequena taxa cobrada, é possível ter um plano de saúde com mensalidades mais baixas que as praticadas no mercado.

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    Pode ser indicado o serviço de coparticipação para quem utiliza pouco o atendimento de saúde.

    Para quem o plano de saúde é indicado?

    Segundo especialistas, o plano de saúde com coparticipação não vale a pena para quem tem uma doença preexistente ou para quem planeja ter um filho.

    paciente sendo avaliado por enfermeira
    O plano de saúde com coparticipação tem um valor mais em conta

    Um plano de saúde na modalidade completa pode ser o ideal para aqueles que pretendem fazer plano familiar que inclua crianças pequenas. Isso porque a probabilidade de agendamento de consultas e exames é maior.

    Geralmente, esse perfil de usuário não faz parte da população idosa. Porque requer maior atenção médica na maioria das vezes.

    Além disso, com o plano completo, você pagará mensalmente o preço acordado no contrato e nenhum outro valor a mais para agendar as especialidades desejadas. Independentemente do número de procedimentos realizados mensalmente.

    Confira as vantagens do plano de saúde com coparticipação

    Está pensando em contratar um plano de saúde com coparticipação? Antes de fechar o contrato é importante conhecer as vantagens que poderá te oferecer. Confira abaixo!

    • A mensalidade do plano é mais em conta;
    • A cobertura é a mesma de um plano comum;
    • Ideal para quem não tem doenças crônicas, mas quer ter mais tranquilidade em relação à saúde.

    Curiosidades do plano de saúde com coparticipação

    De antemão, essa modalidade de plano de saúde é muito procurada por pequenas e médias empresas, assim como pelos microempreendedores individuais (MEIs). Sobretudo por conta das vantagens que a coparticipação oferece para os usuários.

    O plano de saúde com coparticipação também pode ser a escolha para quem está em busca de planos individuais e/ou familiares e coletivos por adesão. Normalmente fornecidos por associações ou sindicatos.

    Uma das principais vantagens desse tipo de plano é que as mensalidades são mais em conta. Isso é possível porque há o pagamento de uma taxa e de cada procedimento realizado.

    Com isso, o plano com coparticipação acaba saindo mais barato quando comparado com os planos tradicionais.

    Porém, mesmo com essa vantagem é importante estar atento. Isso porque o usuário desse plano paga parte do valor do procedimento. Sendo assim, a coparticipação acaba impedindo o excesso de utilização indevida por parte do segurado.

    Esse é um dos motivos para que as instituições empresariais adotem esse tipo de plano de saúde. Já que não tem um excessivo número de consultas e exames.

    Gostou do nosso conteúdo? Saiba agora o que avaliar na escolha do seu plano de saude.

    *Colaboração: Camila Miranda

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    Redação
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    O FinanceOne é um site especializado em finanças. Desde 2003, publicamos conteúdos que buscam traduzir desde a influência do mercado financeiro no seu dia a dia até a simples economia dentro de casa. Nossa missão é mostrar que qualquer pessoa pode ter controle financeiro e fazer as escolhas certas. Assim como ter no dinheiro um aliado para viver bem e conquistar seus sonhos.

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    26 COMENTÁRIOS

    1. Olá gostei muito do seu artigo, conteúdo esclarecedor vou
      compartilhar, qualquer coisa estou a disposição

    2. OS VSLORES DE EXAMES E CONSULTAS ADICIONAIS, SERÃO COBRADOS PELO PROPRIO PLANO DE SAÚDE ?

      • Olá, Wladimir. Tudo bem?
        Os valores cobrados nos planos de saúde com coparticipação variam de uma seguradora para outra. Eles podem ser cobrados por meio de um valor fixo ou um percentual, determinado pelo próprio plano, conforme previsto em contrato.

    3. Olá com referêcia a ultrassom, como é cobrado? por exemplo temos q fazer um ultrassom abdomem total e mais ultrassom dos rins separado da ultrassom do abdome total , será cobrado 1 ou 2 exames de ultrassom?

    4. Ola ,o que eu gostaria de saber ou de ter e uma tabela de preço de consulta e exames pois quero saber o que tou pagando,tenho plano mas meu marido e titular como faço pra ter essa tabela de preço? Obrigado

    5. Meu filho é dependente do meu esposo em um plano de coparticipação, e ele teve diagnóstico de autismo, onde teve indicação médica para realizar várias terapias, tive que entrar com liminar para o plano liberar, mas agora o plano cobrou todo o salário do meu esposo! E além disso cobrou as terapias do mês antes mesmo do meu filho sequer realizar. Quando fiz o plano não sabia que meu filho tinha deficiência.

    6. Por todo o transtorno que tenho passado, não indico a ninguém esse tipo de plano por coparticipação. Pois não sabemos o dia de amanhã, hj vc pode fazer a contratação desse plano sendo saudável e achando que não irá usar muito, mas se algo lhe acontecer e vc precisar muito do plano, ele fará cobranças exorbitantes chegando a valores que talvez você nem consiga pagar ( claro dependendo da sua vida financeira). Então não façam! Estou passando momentos difíceis por conta desse plano de coparticipação

    7. Tô sendo cobrada uma taxa de 390 reais que segundo o rh da empresa é cobrada a cada código gerado no qual o valor da minha participação seja = a 0(zero). Liguei no plano e eles não me confirmam esse tipo de cobrança, até pq nem vem na fatura do plano o que vem é somente a participação( o que concordamos é achamos justo), porém o rh da empresa é que cobra esse valor de 390 reais que segundo eles é cobrado a cada código gerado por algum atendimento que fizemos ex: uma internação, uma visita médica….
      Minha pergunta é essa cobrança do Rh que não consta no extrato do plano e o plano não sabe o que é essa cobrança é me afirmaram que não é deles, tá indevida?? Devo procurar a justiça???

    8. Boa noite!Minha família é cliente Unimed a anos,e felizmente ainda não havia precisado usar meu plano como precisei a 2 meses atrás,infelizmente meu filho de 10 anos teve um problema renal precisando ser operado mas mesmo com o plano Unimed não tive o atendimento que esperava,a segurança a confiança que o cliente imagina que terá depois que vc assume um compromisso com a empresa certo?meu filho precisou ser transferido de um hospital para vários,eu como mãe houvir um médico dizer vc precisa ir com seu filho p outra cidade porém na cidade não havia nem médico e nem hospital para recebe-lo e ele gritando de dor o tempo todo,depois que conseguimos com a ajuda de CONHECIDOS na área da saúde,imaginei que daquele momento em diante estaria segura devido o plano de saúde Unimed,que nada meu pesadelo estava apenas começando infelizmente,fora dias dormindo em salinas,tipo enfermaria,sala de medicação,sala de reanimação de pacientes,sem me oferecerem um copo d’água passando as noites eu em cadeiras de ferro e meu filho de 10 anos gritando dor em macas,Tudo isso com plano Unimed que diz lhe oferescer toda acomodação,resumindo eu dentre esses anos todos jamais imaginei ter que precisar do meu ano e ter que passar por tudo isso!Sentimento de revolta,frustração,descaso e claro falta de respeito c o próximo.Precisava muito desabsfar eu diria que até hoje não consegui esquescer e entender porque quando vc mais precisa nem pagando vc consegue.Esperava muito mais da Unimed.Espero que nenhuma mãe passe pelo o que passei c meu filho e peço a Deus que nenhum deles voltem a precisar novamente passar por isso.

    9. Excelente matéria, mas confirma uma coisa: Em um plano com coparticipação 30% por exemplo em casa de uma consulta de 100,00 o cliente paga 30,00 ou 70,00? Esses 30% é a participação do cliente ou operadora no procedimento? Obrigado

      • Olá, Oscar. Tudo bem?
        De acordo com a Agência Nacional de Saúde (ANS), a coparticipação é o valor pago pelo consumidor à operadora em razão da realização de um procedimento ou evento em saúde.

        • No caso da coparticipação em que está especificada que está “limitado a valor X”, esse limite se refere ao valor total que o cliente vai pagar? Exemplo: Para exames especiais a coparticipação do meu plano é de 50% limitado a $120,00. Em um exame de $1.200 o cliente pagará $600 (que é a metade do valor total) ou ele pagará $120,00, que é o valor limite referente a coparticipação?

          • Olá, Maíra! Tudo bem?
            Recomendamos que entre em contato com a operadora do seu plano para esclarecer os termos do seu contrato.

    10. Boa noite! Tenho plano de coparticipação. Fazia tratamento de diálise peritoneal pelo SUS no Rio de Janeiro. Mudei para São Paulo e tive uma peritonite. Para ter um melhor atendimento (inicialmente me internei no Hospital São Paulo, pelo SUS, verdadeiro pesadelo, falta de gaze, anestésicos para cirurgias, greve dos funcionários) usei meu plano de saúde para internações e exames e os valores vinham sendo razoáveis, mas na última cobrança veio um valor muito alto, referente à hemodiálise. A ANS não havia proibido a cobrança de coparticipação para esse tipo de tratamento?
      Nunca escondi que tinha a doença pré existente e informei ao plano quando da contratação. Inicialmente devem ter ficado satisfeitos, comigo tratando no SUS, mas agora deve estar pesando. Vi que houve controvérsias a respeito de coparticipação, mas a última posição no site da ANS isenta o portador de DRC do pagamento de coparticipação na hemodiálise.

      • Olá, Cássio! Tudo bem?
        Realmente, em 2018 a ANS lançou a Resolução Normativa nº 433 que isentou a incidência de coparticipação e franquia em mais de 250 procedimentos, entre eles a hemodiálise. Recomendamos que você entre em contato com seu plano de saúde para esclarecer o motivo da cobrança e, se possível, recorrer.

        • A Resolução Normativa nº 433 que isentou a incidência de coparticipação em hemodiálise ainda está valendo? Pergunto porque meu plano cobra coparticipação sobre tal procedimento. Os valores cobrados a título de coparticipação ultrapassam em muito o valor da mensalidade e estão inviabilizando o tratamento. O SUS, por sua vez, só assume a hemodiálise se o paciente não tiver plano de saúde privado…

          • Oi, Renata! TUdo bem?
            Essa resolução não está mais valendo. Ela foi revogada ainda em 2018, pela Resolução Normativa 434 da ANS.

    11. Quanto tempo após uma consulta ou seja qual for o procedimento, o plano tem direito a cobrar a coparticipação?
      Estou tendo problemas com meu plano, pois consultas que fiz em março estão sendo cobrados agora. sendo que paguei boleto em março, e em todos os meses subsequentes ate o mes de julho que é esse que ainda nao paguei devido achar que tem coisa errada. Me ajudem por favor

      • Olá, Camila! Tudo bem?
        Recomendamos que entre em contato com a operadora do seu plano de saúde para esclarecer o ocorrido. Se você já pagou a coparticipação das consultas de março, tenha em mãos os comprovantes.

    12. Quando uma empresa contrata para seus funcionários a modalidade de co-participação entendo que o valor da mensalidade tende a ser menor para a PJ (empresa) e para o PF (o funcionário usuário) mas quero saber se no uso dos procedimentos além de o usuário arcar com as tarifas/taxas (a co-participação) a empresa também paga?

      • Olá, Fernanda! Tudo bem?
        De modo geral, na coparticipação, a empresa arca com a mensalidade e os colaboradores devem pagar uma taxa quando utilizarem determinados procedimentos de saúde.

    13. Boa noite!
      Utilizei o serviço do reembolso no plano de coparticipação.
      Serei cobrada em folha por ter recebido este reembolso?
      Ou o reembolso recebido é proporcional ao que já foi descontado?
      Pois do valor solicitado, não consegui o integral

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    Por exemplo, consultas, exames, procedimentos ou internações. Em geral, esse tipo de plano de saúde apresenta uma mensalidade mais baixa.

    Contudo, é preciso avaliar se vale a pena contratar um plano desse tipo. Afinal, o consumidor terá que pagar uma taxa a cada vez que passar por uma consulta ou fizer um exame.

    Tal taxa varia de uma seguradora para outra. Ela pode ser cobrada por meio de um valor fixo ou um percentual, determinado pelo próprio plano, conforme previsto em contrato. Ou seja, uma consulta pode custar R$20 ou 20% do valor previsto na tabela da prestadora.

    De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a operadora é proibida de cobrar o valor integral do procedimento neste tipo de plano.

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    Conheça as principais regras do plano com coparticipação

    Saber as principais regras do plano de saúde com coparticipação é fundamental para você não ser enganado pelas empresas. Além disso, as normas foram alteradas pela ANS por meio da Resolução Normativa nº 434

    Os principais pontos são:

    • A operadora é obrigada a informar claramente as taxas e regras de utilização da coparticipação;
    • O beneficiário não pode pagar 100% do valor do procedimento de saúde;
    • A operadora é livre para definir a taxa de coparticipação de cada procedimento, mas a ANS recomenda o percentual de 30%;
    • A coparticipação pode ser cobrada em qualquer procedimento.

      + Carência no plano de saúde: saiba o que é e como funciona

    O que é cobrado no plano com coparticipação?

    Atualmente, o plano de saúde com coparticipação é aquele em que o usuário paga uma parcela pelos serviços utilizados, além do valor fixo mensal. Entre os serviços cobrados estão:

    • Consultas médicas – A cobrança é feita por consulta. Mas vale ressaltar que o plano não pode cobrar coparticipação num retorno dentro do prazo de 30 dias.
    • Exames simples – A cobrança é feita por exame e não por coleta. Caso seja necessário fazer uma coleta de sangue, isso não quer dizer que irá pagar o valor referente a um exame.

    Através de uma coleta poderão ser feitos vários tipos de exames, como: hemograma, triglicerídeos, Colesterol, Glicose, TSH, etc. Geralmente em um check-up básico é necessário fazer em torno de 10 a 15 exames simples.

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    • Internações – Mesmo caso dos exames especializados. O valor cobrado será referente à internação, indiferente se a internação for de um dia ou dez dias.

    Não é possível cobrar coparticipação sobre os exames realizados em regime de internação.

    É vantagem plano de saúde com co-participação?

    Em decorrência da crise financeira brasileira, cerca de 70% dos brasileiros não têm plano de saúde particular. É o que dizem os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Ibope.

    Por esse motivo, o plano de saúde com coparticipação é uma forma de trazer maior segurança a todo e qualquer usuário em um momento de crise, como a pandemia da Covid-19.

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    Segundo especialistas, o plano de saúde com coparticipação não vale a pena para quem tem uma doença preexistente ou para quem planeja ter um filho.

    paciente sendo avaliado por enfermeira
    O plano de saúde com coparticipação tem um valor mais em conta

    Um plano de saúde na modalidade completa pode ser o ideal para aqueles que pretendem fazer plano familiar que inclua crianças pequenas. Isso porque a probabilidade de agendamento de consultas e exames é maior.

    Geralmente, esse perfil de usuário não faz parte da população idosa. Porque requer maior atenção médica na maioria das vezes.

    Além disso, com o plano completo, você pagará mensalmente o preço acordado no contrato e nenhum outro valor a mais para agendar as especialidades desejadas. Independentemente do número de procedimentos realizados mensalmente.

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    • A mensalidade do plano é mais em conta;
    • A cobertura é a mesma de um plano comum;
    • Ideal para quem não tem doenças crônicas, mas quer ter mais tranquilidade em relação à saúde.

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    De antemão, essa modalidade de plano de saúde é muito procurada por pequenas e médias empresas, assim como pelos microempreendedores individuais (MEIs). Sobretudo por conta das vantagens que a coparticipação oferece para os usuários.

    O plano de saúde com coparticipação também pode ser a escolha para quem está em busca de planos individuais e/ou familiares e coletivos por adesão. Normalmente fornecidos por associações ou sindicatos.

    Uma das principais vantagens desse tipo de plano é que as mensalidades são mais em conta. Isso é possível porque há o pagamento de uma taxa e de cada procedimento realizado.

    Com isso, o plano com coparticipação acaba saindo mais barato quando comparado com os planos tradicionais.

    Porém, mesmo com essa vantagem é importante estar atento. Isso porque o usuário desse plano paga parte do valor do procedimento. Sendo assim, a coparticipação acaba impedindo o excesso de utilização indevida por parte do segurado.

    Esse é um dos motivos para que as instituições empresariais adotem esse tipo de plano de saúde. Já que não tem um excessivo número de consultas e exames.

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