Conversor de moedas

Veja a cotação do Dólar Hoje, Euro hoje e Bitcoin hoje.

Seguro de vida cresce 10% em 2018: como escolher o seu?

Escrito por: Rafael Massadar em 16 de abril de 2019

O mercado de seguro de vida cresceu 10% em 2018. As contratações de seguros para riscos pessoais somaram R$ 41,4 bilhões.

O valor foi 9,4% superior aos R$ 37,9 bilhões registrados em 2017. Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi).

Para se ter uma ideia, o seguro de vida ultrapassou o do segmento automotivo, que arrecadou R$ 35,8 bilhões. Portanto, R$ 1,9 bilhão de diferença, de acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Segundo o presidente da Federação, Jorge Nasser, os seguros de pessoas são instrumentos importantes de proteção social. Além de ajudarem a preservar as conquistas materiais e financeiras das famílias.

Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida (grupo e individual) se firmou como a maior carteira do mercado.

Ele representa 39% dos prêmios arrecadados (valor pago pelos segurados para contratar a proteção dos seguros).

Seguro de vida

Por dentro do mercado

O seguro de vida em grupo, oferecido pelas empresas como benefício para seus funcionários, também apresentou bons números.

Ele movimentou R$ 11,5 bilhões em 2018. O resultado é 6% superior aos R$ 10,9 bilhões em 2017.

Já na categoria vida individual, os prêmios foram de R$ 3,5 bilhões. O que representa uma alta de 24% em relação aos R$ 2,8 bilhões verificados em 2017.

O seguro de proteção financeira (prestamista), que representa 30% do setor, também apresentou resultado positivo.

A modalidade movimentou R$ 11,3 bilhões em 2018, resultado 19% superior aos R$ 9,5 bilhões em 2017.

Ainda de acordo com a FenaPrevi, o seguro de acidentes pessoais é a terceira maior representatividade do total de prêmios (15%) no acumulado.

Os prêmios somaram R$ 5,6 bilhões, enquanto que no ano anterior o total acumulado foi de R$ 5,3 bilhões.

O resultado do seguro auxílio funeral também foi positivo, segundo a Federação.

As contratações totalizaram R$ 602,2 milhões em prêmios, alta de 10,44% em 2018. No ano anterior, os prêmios foram de R$ 545,3 milhões.

Ainda de acordo com FenaPrevi, os seguros com coberturas para casos de doenças graves e terminais também estiveram entre os produtos mais contratados no acumulado de 2018.

Os prêmios somaram R$ 858,8 milhões, enquanto que no ano anterior o total acumulado foi de R$ 765,7 milhões.

Como funciona um seguro de vida?

O seguro de vida é basicamente um contrato feito com uma seguradora. Ele é a garantia de que você e seus familiares (ou dependentes) tenham o suporte financeiro necessário caso o titular venha a falecer.

Embora a cobertura por morte acidental ou natural seja a proteção básica obrigatória de qualquer plano, esse seguro pode amparar o usuário também em outras situações.

Portanto, ele pode ser combinado com outros tipos de coberturas, como:

– invalidez por acidente;

– invalidez laboral permanente por doença, aquela da qual não se pode esperar recuperação e que impede o segurado de exercer sua atividade de trabalho principal;

– invalidez funcional permanente causada por doença, que torna o segurado dependente de outros para realizar as atividades básicas do dia a dia;

– doenças graves;

– diária de internação hospitalar ou incapacidade temporária;

– suporte no caso de desemprego ou perda de renda.

Por que contratar um seguro de vida?

O seguro de vida deveria ser a base do planejamento financeiro familiar de todos os brasileiros. Afinal, ele permite que você e sua família desfrutem de mais tranquilidade frente às intempéries da vida.

Um estudo da Universidade de Oxford mostra que apenas 19% dos brasileiros possuem seguro de vida. Esse número vem aumentando constantemente, se mostrando um negócio promissor.

Os dados, no entanto, demonstram a insegurança e desconhecimento da população em relação ao seguro de vida.

Afinal, ele é uma garantia de renda para familiares e dependentes em caso de morte, doença grave ou invalidez causada por acidentes.

Contudo, é importante que na hora da contratação sejam avaliados os planos pessoais e profissionais a curto e médio prazo, bem como os planos familiares.

É essencial contar com um corretor que auxilie e dê assistência desde o momento da cotação dos planos até o momento de uso e pagamento de possível sinistro.

É o corretor que vai fazer as cotações para que o cliente possa analisar vantagens e desvantagens, e avaliar as assistências opcionais.

Dois pontos essenciais para ter esse tipo de serviço

Na hora da contratação do seguro de vida, é muito importante escolher uma companhia de confiança.

Procure uma consolidada e que ofereça coberturas adequadas às necessidades de diversos perfis de clientes.

1 – Verifique as assistências além das coberturas básicas

É possível ter acesso a outros tipos de serviços ao contratar um seguro de vida. Pergunte sobre as condições!

2 – Analise se as mensalidades não vão comprometer suas finanças

Antes de fechar o contrato, analise os valores das mensalidades e verifique também o prêmio. Isso não pode comprometer as suas finanças.

Coloque na ponta do lápis ou em uma planilha todos os seus gastos e verifique o quanto você pode pagar por mês para adquirir um seguro de vida.

Rafael Massadar

Jornalista com experiência em redação com pós-graduação em Comunicação Empresarial e Transmídia. Atualmente trabalho como assessor de imprensa.

Deixe uma resposta

Precisa converter?

A calculadora de conversão do FinanceOne fornece os últimos valores cotados para diversas moedas. Acesse agora!

Converter agora

Posts relacionados

InDriver
Carência no plano de saúde: o que é e como funciona
abrir conta para filhos
falar de dinheiro em casa
consórcio-Yamaha