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Setores em alta em 2018 que você deve conhecer

Para quem decidiu arriscar e mudar sua área de atuação, ou para quem foi obrigado pelo desemprego a buscar outra alternativa, conhecer os setores em alta em 2018 é essencial. Uma forma é verificando as áreas com mais pessoas empregadas ao longo dos anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, referente ao primeiro trimestre de 2018, realizada pelo IBGE, o desemprego aumentou 1,3 ponto percentual. Enquanto nos três primeiros meses deste ano foi 13,1%, nos três últimos de 2017 foi 11,8%. Se compararmos com o primeiro trimestre de 2017, aí temos uma redução, já que o período registrou 13,7% de taxa de desocupação.

No acumulado de janeiro, fevereiro e março de 2018, os setores com mais pessoas empregadas foi de atividade do Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas. Esse grupo reuniu 19,3% da população empregada.

Em seguida, Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (17,1%) e da Indústria Geral (12,8%). Ainda estavam no ranking do IBGE os setores denominados como Outros serviços (5,2%); Transporte, armazenagem e correio (5,1%); e Alojamento e alimentação (5,8%).

Os setores em queda desde o primeiro trimestre de 2012 são: a Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com redução de 2,3% até 2018; a Indústria geral, com menos 1,9%; e a Indústria de transformação, com menos 1,6 ponto percentual de participação na população ocupada.

O setor que mais cresceu, no período que vai de 2012 a 2018, foi o de Alojamento e alimentação. A elevação registrada foi de 14 pontos percentuais. Quer saber em detalhes quais são essas áreas que não param de crescer? Continue acompanhando este post até o final.

Reparação de veículos é um dos setores em alta em 2018
Reparação de veículos automotores e motocicletas é um dos setores mais em alta em 2018

Setores em alta em 2018 que você deve saber

Voltando à pesquisa do IBGE referente aos três primeiros meses do ano, sobre os negócios em alta em 2018. Os setores com mais pessoas ocupadas, com 14 anos ou mais, por grupamentos de atividade econômica, são:

1 – Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas – 19,3%

2 – Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais – 17,1%

3 – Indústria Geral – 12,8%

4 – Indústria de Transformação – 11,4%

5 – Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativa – 11,1%

6 – Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura – 9,4%

7 – Construção – 7,2%

8 – Serviço Doméstico – 6,9%

9 – Alojamento e alimentação – 5,8%

10 – Outro serviço – 5,2%

11 – Transporte, armazenagem e correio – 5,1%

Vale como Outros Serviços, segundo a Classificação Nacional de Atividades Econômicas Domiciliar 2.0, atividades de: Artes, Cultura, Esporte e Recreação; Atividades De Organizações Associativas; Reparação e Manutenção de Equipamentos de Informática e Comunicação e de Objetos Pessoais e Domésticos; Outras Atividades de Serviços Pessoais; Organismos Internacionais e Outras Instituições Extraterritoriais.

Setores em alta em 2018 nas franquias

Outra pesquisa com segmentos de mercado que estão em destaque é da Associação Brasileira de Franchising, também realizada nos três primeiros meses de 2018. Nesse caso, em vez de áreas que mais possuem pessoas empregadas, aqui é medido o desempenho do setor de franchising por áreas.

Nas franquias, os números são crescentes. O índice de confiança do consumidor cresceu, assim como o índice de confiança empresarial. Quanto ao faturamento do setor, por enquanto, o crescimento foi de 7,0%.

As áreas com o melhor desempenho são as mesas do primeiro trimestre de 2017, porém como aumento da participação em todos os setores. O desempenho por setor ficou na seguinte ordem:

1 – Alimentação;

2 – Casa e Construção;

3 – Comunicação, Informática e Eletrônicos;

4 – Entretenimento e Lazer;

5 – Hotelaria e Turismo;

6 – Limpeza e Conservação;

7 – Moda;

8 – Saúde, Beleza e Bem Estar;

9 – Serviços Automotivos;

10 – Serviços e outros negócios;

11 – Serviços educacionais.

Se a sua ideia é investir em franquias, conheça as franquias de Alimentação – setor que mais cresce nessa modalidade de mercado – baratas para investir este ano. Listamos também as sete franquias que você pode investir com até R$30.000,00.

Tendências para o mercado de trabalho

Segundo o IBGE, o número de empregados no setor privado que não têm a carteira assinada aumentou 2,9% no trimestre de março a maio de 2018 em relação ao trimestre anterior. Esse percentual representa mais 307 mil pessoas. Em relação ao mesmo trimestre de 2017, o aumento foi de 5,7%, o que corresponde a 597 mil pessoas a mais na informalidade.

Sobre a taxa de desocupação, tivemos uma estabilidade no país. Nesse período de março a maio deste ano, ficou em 12,7%, enquanto no trimestre anterior foi 12,6%. Além disso, apresentou queda de 0,6% na comparação com o mesmo período de 2017. Os dados foram divulgados no finalzinho de junho pelo instituto.

O resultado da Pesquisa Anual de Comércio 2016 (PAC), divulgada pelo IBGE em 28 de junho deste ano, também aponta tendências nesse setor de mercado. No período de 2006 a 2017, os setores que cresceram sua participação na receita do comércio brasileiro foram: “Hipermercados e supermercados” e o comércio varejista e por atacado de “produtos alimentícios, bebidas e fumo”.

Nesse período, os setores que diminuíram sua participação foram “comércio por atacado de combustíveis e lubrificantes” e “comércio de veículos automotores, peças e motocicletas”.

As dez maiores atividades comerciais em 2016, segundo o IBGE, foram:

1 – Hipermercados e supermercados;

2 – Comércio por atacado de combustíveis e lubrificantes;

3 – Comércio por atacado de produtos alimentícios, bebidas e fumo;

4 – Comércio varejista de combustíveis e lubrificantes;

5 – Comércio por atacado de produtos variados (farmacêuticos, perfumaria, cosméticos e artigos médicos, óticos e ortopédicos, material de escritório, papelaria e artigos de uso doméstico);

6 – Comércio de veículos automotores, peças e motocicletas;

7 – Comércio por atacado de mercadorias em geral;

8 – Comércio varejista de informática, comunicação e artigos de uso doméstico;

9 – Comércio varejista de produtos alimentícios, bebidas e fumo;

10 – Comércio varejista de produtos variados (farmacêuticos, perfumaria, cosméticos e artigos médicos, óticos e ortopédicos).







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